Cidades da região de Rio Claro são alvos da Operação Carbono Oculto da PF

Receita Federal e 10 órgãos deflagram operação em 8 estados para desmantelar esquema de sonegação, lavagem de dinheiro e infiltração no sistema financeiro via fintechs e fundos de investimento

A Receita Federal e órgãos parceiros deflagraram, nesta quinta-feira, 28 de agosto, a “Operação Carbono Oculto”. Trata-se da maior operação contra o crime organizado da história do País em termos de cooperação institucional e amplitude.

O objetivo da ação é desmantelar esquema de fraudes e de lavagem de dinheiro no setor de combustíveis. Estão na mira da investigação vários elos da cadeia de combustíveis controlados pelo crime organizado, desde a importação, produção, distribuição e comercialização ao consumidor final até os elos finais de ocultação e blindagem do patrimônio, via fintechs e fundos de investimentos.

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos (clique aqui e confira aqui a lista de cidades e alvos em cada uma delas) – pessoas físicas e jurídicas – localizados em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) também ingressou com ações judiciais cíveis de bloqueio de mais de R$ 1 bilhão em bens dos envolvidos, incluindo imóveis e veículos, para a garantia do crédito tributário.

As investigações apontam que o sofisticado esquema engendrado pela organização criminosa, ao mesmo tempo que lavava o dinheiro proveniente do crime, obtinha elevados lucros na cadeia produtiva de combustíveis. O uso de centenas de empresas operacionais na fraude permitia dissimular os recursos de origem criminosa. A sonegação fiscal e a adulteração de produtos aumentavam os lucros e prejudicavam os consumidores e a sociedade.

Operações financeiras realizadas por meio de instituições de pagamento (fintechs), em vez de bancos tradicionais, dificultavam o rastreamento dos valores transacionados. Por fim, o lucro auferido e os recursos lavados do crime eram blindados em fundos de investimentos com diversas camadas de ocultação de forma a tentar impedir a identificação dos reais beneficiários.

Participam da operação cerca de 350 servidores da Receita Federal, além de servidores do Ministério Público de São Paulo (MPSP), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco); Ministério Público Federal, por meio do Gaeco; Polícia Federal; Polícias Civil e Militar; Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz/SP); Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); e Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP).

Cerca de 1.000 postos de combustíveis vinculados ao grupo movimentaram R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024. Fintech atuava como banco paralelo da organização e movimentou sozinha R$ 46 bilhões não rastreáveis no período. Pelo menos 40 fundos de investimentos foram utilizados como estruturas de ocultação de patrimônio.

Fraudes

Importadoras atuavam como interpostas pessoas, adquirindo no exterior nafta, hidrocarbonetos e diesel com recursos de formuladoras e distribuidoras vinculadas à organização criminosa. Somente entre 2020 e 2024, foram importados mais de R$ 10 bilhões em combustíveis pelos investigados.

Por sua vez, formuladoras e distribuidoras, além de postos de combustíveis também vinculados à organização, sonegavam reiteradamente tributos em suas operações de venda. A Receita Federal já constituiu créditos tributários federais de um total de mais de R$ 8,67 bilhões em pessoas e empresas integrantes do esquema.

Outra fraude detectada envolvia a adulteração de combustíveis. O metanol, importado supostamente para outros fins, era desviado para uso na fabricação de gasolina adulterada, com sérios prejuízos para os consumidores.

Lavagem de dinheiro

As formuladoras, as distribuidoras e os postos de combustíveis também eram usados para lavar dinheiro de origem ilícita. Há indícios de que as lojas de conveniência e as administradoras desses postos, além de padarias, também participavam do esquema.

Auditores-fiscais da Receita Federal identificaram irregularidades em mais de 1.000 postos de combustíveis distribuídos em 10 estados (SP, BA, GO, PR, RS, MG, MA, PI, RJ e TO).  A maioria desses postos tinha o papel de receber dinheiro em espécie ou via maquininhas de cartão e transitar recursos do crime para a organização criminosa por meio de suas contas bancárias no esquema de lavagem de dinheiro. Entre 2020 e 2024, a movimentação financeira desses postos foi de R$ 52 bilhões, com recolhimento de tributos muito baixo e incompatível com suas atividades. Os postos já foram autuados pela Receita Federal em mais de R$ 891 milhões.

No entanto, cerca de 140 postos eram usados de outra forma. Eles não tiveram qualquer movimentação entre 2020 e 2024, mas, mesmo assim, foram destinatários de mais de R$ 2 bilhões em notas fiscais de combustíveis. Possivelmente, essas aquisições simuladas serviram para ocultar o trânsito de valores ilícitos depositados nas distribuidoras vinculadas à organização criminosa.

Ocultação

Os valores eram inseridos no sistema financeiro por meio de fintechs, empresas que utilizam tecnologia para oferecer serviços financeiros digitais. A Receita Federal identificou que uma fintech de pagamento atuava como “banco paralelo” da organização criminosa, tendo movimentado mais de R$ 46 bilhões de 2020 a 2024. As mesmas pessoas controlavam outras instituições de pagamento menores, usadas para criar uma dupla camada de ocultação.

A fintech também recebia diretamente valores em espécie. Entre 2022 e 2023, foram efetuados mais de 10,9 mil depósitos em espécie, totalizando mais de R$ 61 milhões. Este é um procedimento completamente estranho à natureza de uma instituição de pagamento, que opera apenas dinheiro escritural.

A utilização de fintechs pelo crime organizado objetiva aproveitar brechas na regulação desse tipo de instituição. Essas brechas impedem o rastreamento do fluxo dos recursos e a identificação, pelos órgãos de controle e de fiscalização, dos valores movimentados por cada um dos clientes da fintech de forma isolada.

Uma dessas brechas é a utilização da “conta-bolsão”, uma conta aberta em nome da própria fintech em um banco comercial por onde transitam de forma não segregada recursos de todos os seus clientes. Era dessa forma que as operações de compensação financeira entre as distribuidoras e os postos de combustíveis eram realizadas, assim como compensações financeiras entre as empresas e os fundos de investimentos administrados pela própria organização criminosa. A fintech era usada ainda para efetuar pagamentos de colaboradores e de gastos e investimentos pessoais dos principais operadores do esquema.

Outra brecha é a não obrigatoriedade de prestação de informações à Receita Federal sobre as operações financeiras dos clientes por meio da e-Financeira. Em 2024, a Receita Federal promoveu alterações normativas referentes à e-Financeira visando dar maior transparência e diminuir a opacidade das instituições de pagamento, alterações essas revogadas no início de 2025 após onda de fake news sobre o tema.

Portanto, a fintech era um poderoso núcleo financeiro da organização criminosa, porém invisível para ações de controle e fiscalização.

Blindagem

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos através de fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.

A Receita Federal já identificou ao menos 40 fundos de investimentos (multimercado e imobiliários), com patrimônio de R$ 30 bilhões, controlados pela organização criminosa. Em sua maioria, são fundos fechados com um único cotista, geralmente outro fundo de investimento, criando camadas de ocultação. Entre os bens adquiridos por esses fundos estão um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (mais duas usinas em parceria ou em processo de aquisição), 1.600 caminhões para transporte de combustíveis e mais de 100 imóveis, dentre os quais seis fazendas no interior do estado de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso/BA, adquirida por R$ 13 milhões.

Os indícios apontam que esses fundos são utilizados como um mercado de ocultação e blindagem patrimonial e sugerem que as administradoras dos fundos estavam cientes e contribuíram para o esquema, inclusive não cumprindo obrigações com a Receita Federal, de forma que sua movimentação e a de seus cotistas fossem ocultadas da fiscalização.

Nome da operação

O nome “Carbono Oculto” foi escolhido para traduzir de maneira metafórica a ideia de dinheiro escondido dentro da cadeia do combustível, em alusão tanto ao elemento químico presente na gasolina/diesel quanto ao ato de esconder recursos ilícitos nas instituições de pagamento e nos fundos de investimentos.

Veículo furtado é encontrado completamente queimado às margens da SP-127 em Rio Claro

Um veículo furtado foi encontrado integralmente queimado às margens da SP-127, no km 10, no distrito de Assistência, em Rio Claro, na noite dessa quarta-feira (27). O carro, um Volkswagen Gol ano 1999, já possuía registro de furto. De acordo com o boletim de ocorrência, registrado no dia 11 de agosto, a vítima relatou que havia estacionado o veículo da esposa em frente à casa da filha e, ao retornar cerca de uma hora depois, constatou que o carro havia desaparecido.

Segundo a subprefeitura da região, que acionou a Guarda Civil Municipal, a placa do veículo foi localizada no local, mas o estado de destruição impediu a identificação da numeração do chassi. Diante disso, as autoridades solicitaram perícia do Instituto de Criminalística para fotografar o automóvel e tentar confirmar sinais identificadores. O carro foi formalmente apreendido por meio de auto de exibição e apreensão. A investigação seguirá para apurar as circunstâncias do crime e identificar os responsáveis pelo furto e pela queima do veículo.

Rio Claro terá sol entre nuvens e chance de chuva isolada; temperaturas seguem estáveis

Em Rio Claro, a quinta-feira (28) terá sol entre nuvens, com possibilidade de chuvas isoladas no decorrer da tarde, devido à atuação de um sistema de baixa pressão no continente, segundo o IPMet. A instabilidade deve se intensificar na sexta-feira (29), especialmente na metade norte do estado, enquanto as temperaturas permanecem estáveis.

A Estação Meteorológica da Unesp registrou mínima de 14,7°C no campus da cidade, e a máxima prevista para hoje deve ficar entre 30°C e 32°C. Os dados são fornecidos pelo Ceapla/IGCE/UNESP e pela prefeitura municipal de Rio Claro.

Falecimentos: confira a necrologia de 28/08/2025

Henriqueta Gomes – faleceu em 26/08, aos 76 anos, em Rio Claro. Era divorciada e deixa o filho Aldo. O sepultamento ocorreu no dia 27, às 8h30, no Cemitério São João Batista, em Rio Claro.

Tereza das Dores Gabriel – faleceu em 27/08, aos 94 anos, em Rio Claro. Era solteira. O sepultamento ocorreu no mesmo dia, às 17h, no Cemitério São João Batista, em Rio Claro.

Crescilda de Lourdes Augusto – faleceu em 24/08, às 21h05, aos 55 anos, em Tietê. Deixa a mãe Conceição Bibiano Augusto. O sepultamento ocorreu no dia 26, às 15h45, no Cemitério São João Batista, em Rio Claro. (Funerária João de Campos)

Sonia Penha Seganti Zanerato – faleceu em 27/08, às 22h37, aos 82 anos, em Rio Claro. Era viúva de Luiz Zanerato. Deixa os filhos Fábio e Flávio, além de três netos. O sepultamento ocorreu no mesmo dia, às 10h30, no Cemitério São João Batista, em Rio Claro. (Funerária João de Campos)

Valdir Scatolin – faleceu em 26/08, às 20h14, aos 69 anos, em Rio Claro. Deixa viúva a sra. Claudia Aparecida Piovezan Scatolin. Deixa os filhos Graziela, casada com Cristian, e Luiz Gustavo, além dos netos Christian, Lilia e Clara. O sepultamento ocorreu no dia 27, às 13h30, no Cemitério Memorial Cidade Jardim, em Rio Claro. (Funerária João de Campos)

Mulher ateia fogo em área de escola no Cidade Nova

Segundo a Guarda Municipal, acusada já esteve envolvida em outras ocorrências e desta vez ateou fogo na área externa da escola municipal Benjamim Ferreira

Equipe da Guarda Civil Municipal atendeu a um princípio de incêndio na manhã desta terça-feira (26), na escola municipal Benjamim Ferreira, no bairro Cidade Nova. Por volta das 09h13, ao chegar à unidade de ensino, os guardas se depararam com uma mulher de 36 anos, que foi detida em flagrante.

Segundo o registro feito pelos guardas, a acusada já é conhecida pelos integrantes da corporação por ter se envolvido em outras ocorrências policiais e nesta data invadiu o recinto e ateou fogo em folhagens na área externa, o que deu início a um incêndio que se alastrou pelo gramado da escola, sendo necessária a presença do Corpo de Bombeiros para conter o fogo.

A mulher foi contida e conduzida ao plantão policial, onde a autoridade ratificou a prisão em flagrante e a recolheu à carceragem local. Perigo

Neste período de estiagem severa que a região enfrenta, com ausência de chuvas há dois meses e umidades relativa doar caindo para até menos de 30% ao longo das tardes, o risco de propagação das chamas é ainda maior. Desde a semana passada, vários focos de incêndios já foram combatidos em Rio Claro e nas cidades da região. Na tarde de segunda-feira, a área atingida pelas chamas foi em Santa Gertrudes (foto abaixo), onde os bombeiros e voluntários de uma usina trabalharam durante horas para controlar o fogo num canavial.

Fogo em Santa Gertrudes

Telefone

Nesta terça-feira (26), o telefone 153 da Guarda Civil Municipal voltou a funcionar, após alguns dias de interrupção no atendimento.

Fraude no combustível: descubra o golpe e economize dinheiro!

Saiba como identificar bombas de combustível seguras com a plataforma do IPEM-SP

O Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo), autarquia do Governo do Estado, vinculada à Secretaria da Justiça e Cidadania, atingiu um marco importante nesta semana: a plataforma de localização das bombas medidoras antifraudes, certificadas e mais seguras, nos postos de combustíveis no estado de São Paulo, atingiu a marca de 60 mil acessos na página www.ipem.sp.gov.br/bombasegura.

“O número de acessos em pouco tempo demonstra a importância da plataforma como um aliado essencial no combate às fraudes em postos de combustíveis, mostra o interesse da população na localização por informação, garantindo transparência e segurança ao consumidor e a integridade das empresas que cumprem as normas”, comentou Marcos Heleno Guerson de Oliveira Junior, superintendente do Ipem-SP.

Acesse a plataforma

O consumidor pode acessar o site, inserir a cidade e identificará qual posto de combustíveis já tem a nova bomba medidora antifraudes. O painel de postos com bombas certificadas e mais seguras será atualizado constantemente pelo Ipem-SP com informações sobre como identificar o instrumento. O sistema é simples de usar e permite que a localização de bombas antifraude seja facilmente acessada por qualquer pessoa.A ferramenta on-line permitirá que qualquer cidadão, por meio de um mapa digital, encontre postos de combustíveis que utilizam bombas com a chamada “tecnologia antifraude” — dispositivos que impedem alterações indevidas na quantidade de combustível entregue ao consumidor.A fiscalização constante do Ipem-SP tem um papel fundamental na proteção dos consumidores e dos comerciantes que trabalham dentro da legalidade, que podem ser prejudicados por fraudes na medição do combustível. Essas fraudes podem resultar em prejuízos financeiros significativos, especialmente considerando o preço elevado do combustível e a dependência dos motoristas em relação a postos de confiança.

Estudo técnico para Daae virar empresa pública custa R$ 1,5 milhão à Prefeitura

Seis meses após a Câmara Municipal de Rio Claro aprovar o projeto que autoriza a transformação do Daae em empresa pública, a proposta avança com novos desdobramentos. Na última sexta-feira (22), a Secretaria Municipal de Finanças oficializou a contratação da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) por dispensa de licitação, no valor de R$ 1,5 milhão, para a elaboração de estudos e documentos técnicos que vão embasar a transição da autarquia para o regime empresarial.

A decisão marca um novo capítulo na iniciativa apresentada pelo prefeito Gustavo Perissinotto (PSD). O projeto foi um dos temas mais polêmicos da pauta legislativa entre o final do ano passado e começo deste ano de 2025. A primeira votação ocorreu no dia 19 de fevereiro, quando o texto recebeu 16 votos favoráveis e apenas três contrários (de Moisés Marques, Rafael Andreeta e Tiemi Nevoeiro).

No dia seguinte, em nova sessão, a Câmara concluiu a análise com a inclusão de uma emenda proposta pelo sindicato dos servidores (Sindmuni), aprovada por unanimidade, que garantiu aos trabalhadores do Daae o direito de escolher entre permanecer como estatutários no quadro especial da Prefeitura ou migrar para o regime celetista da futura empresa pública, assegurando a manutenção dos direitos já adquiridos.

Com a contratação da Fipe, o Governo Gustavo Perissinotto (PSD) dá um passo considerado estratégico para viabilizar a transformação. Caberá à fundação elaborar os estudos técnicos, econômicos e jurídicos necessários para sustentar a criação do Daae S.A., fornecendo bases para a estruturação administrativa e operacional da nova entidade. Segundo a justificativa oficial, a medida busca garantir que a transição ocorra de forma segura, respaldada por análises consistentes e dentro da legalidade.

A aprovação do projeto foi considerada pelo governo municipal como parte de um processo de modernização do setor de saneamento, apontado como essencial para a eficiência dos serviços. Agora, com o início dos trabalhos da Fipe, a expectativa é de que o processo de transição deixe de ser apenas uma proposta no papel e avance para a fase de implementação, consolidando uma das principais mudanças administrativas do município nos últimos anos – fato que reverberou em protestos e tentativas de barrar a votação na Justiça, como em dezembro, quando a audiência pública foi suspensa. Já em fevereiro, a reunião com a população teve a maioria se dizendo contra a privatização do Daae, fato ignorado pela base governista.

Homem é preso em Rio Claro por ameaça, tráfico de drogas e porte ilegal de arma

Na noite dessa terça-feira (26), policiais militares da Força Tática prenderam em flagrante um homem que ameaçou o avô de sua ex-namorada e foi encontrado com drogas e uma arma de fogo em seu estabelecimento comercial situado no bairro Vila Nova, em Rio Claro.

Segundo a Polícia Militar, a vítima relatou que o suspeito chegou de moto em frente à sua residência, iniciou uma discussão e o ameaçou de morte, exibindo uma pistola. Os agentes localizaram o homem em seu comércio e apreenderam a arma, que tinha a numeração raspada, além de carregadores municiados.

No local, também foram encontradas porções de maconha já fracionadas, incluindo tipos diferentes da droga, totalizando mais de meio quilo. Durante a abordagem, o suspeito admitiu ser proprietário do material e confessou que pretendia vendê-lo, além de tentar destruir um dos celulares que seria apreendido.

O delegado de plantão decretou a prisão em flagrante pelos crimes de ameaça, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. O homem foi encaminhado ao setor carcerário da Delegacia Seccional de Rio Claro, onde permanece à disposição da Justiça.

Psicóloga de Rio Claro tem obra indicada ao prêmio Jabuti

Psicóloga e psicanalista Disete Devera lança livro sobre os bastidores do cuidado na saúde mental e tem obra indicada ao mais importante prêmio literário do país

Em um cenário que exige cada vez mais atenção à saúde mental, a psicóloga e psicanalista rio-clarense Disete Devera lança uma obra fundamental para entender os caminhos do cuidado no Brasil. O livro “Supervisão Clínico-Institucional: história, usos e sentidos na Reforma Psiquiátrica”, publicado pela editora Cultura Acadêmica.

A obra joga luz sobre um tema pouco conhecido pelo grande público, mas essencial para a qualidade dos serviços de saúde mental: a Supervisão Clínico-Institucional. Trata-se de um processo de educação permanente que apoia e qualifica as equipes que atuam na linha de frente do cuidado, como por exemplo os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). O livro mostra como essa ferramenta foi e é crucial para a Reforma Psiquiátrica, movimento que transformou o tratamento de transtornos mentais no país, substituindo a lógica dos manicômios pelo cuidado em liberdade no Brasil e no mundo.

O livro pode ser acessado on-line CLICANDO AQUI.

Com mais de 30 anos de experiência, Disete Devera une o rigor da pesquisa acadêmica, com mestrado e doutorado pela UNESP, à vivência prática. Ela não apenas atuou na gestão e implantação da rede de saúde mental em Rio Claro, como hoje viaja o Brasil como supervisora, ajudando equipes a aprimorar seu trabalho.

Disete Devera

O livro é resultado de sua tese de doutorado e se destaca por uma abordagem que combina pesquisa documental com narrativas de profissionais que são referência na área. De forma inédita, a obra mapeia a história e os desafios da supervisão no Sistema Único de Saúde (SUS), tornando-se uma leitura indispensável não apenas para especialistas, mas para todos que se interessam por políticas públicas e pela construção de um cuidado mais humano e eficaz.

A indicação ao Jabuti confirma a relevância do trabalho, que oferece um olhar aprofundado e, ao mesmo tempo, sensível sobre os bastidores de um dos maiores avanços sociais do Brasil nas últimas décadas.

Sobre a autora: Dra. Disete Devera é psicóloga, psicanalista, Mestre e Doutora em Psicologia pela UNESP. Com mais de 30 anos de experiência, atua para além de sua clínica particular como Supervisora Clínico-institucional e docente convidada em cursos de pós-graduação. Sua trajetória combina prática clínica, gestão de serviços, docência e pesquisa e para acompanhar seu trabalho e projetos, você pode acompanhá-la no Instagram.

O PRÊMIO

O livro de Dra. Disete foi selecionado pela editora Cultura e inscrito na categoria Psicologia e Psicanálise, do Prêmio Jabuti Acadêmico devido sua relevância acadêmica e qualidade. Nesta categoria, a obra vencedora foi “Hélio Pellegrino: por uma Psicanálise política”, da autora Larissa Leão de Castro.

Chuva fraca marca o fim de quase 30 dias de estiagem em Rio Claro

Após quase 30 dias sem chuva, Rio Claro registrou hoje (27), no campus da Unesp Bela Vista, um acumulado de 7 mm. Apesar de baixa intensidade, a precipitação já contribui para a melhora na qualidade do ar.

Segundo o IPMet, a chuva é provocada por uma frente fria que avança pelo oceano próximo ao litoral paulista, trazendo instabilidades, aumento da nebulosidade e chuvas isoladas. A condição deve persistir ao longo desta quinta-feira (28), enquanto as temperaturas seguem em elevação gradual.

No campus da Unesp, a mínima registrada foi de 14,5°C, e a máxima prevista para hoje varia entre 28°C e 30°C. Os dados são fornecidos pela Estação Meteorológica do Ceapla/IGCE/UNESP, em parceria com a prefeitura municipal de Rio Claro.

Guilherme Bossolani, de Rio Claro, é campeão do Sub-15 no Circuito Paulista de Vôlei de Praia

Guilherme Bossolani, atleta de Rio Claro, é campeão do Sub-15 no Circuito Paulista de Vôlei de Praia. Rio-clarense tem dupla com sorocabense

O jovem atleta rio-clarense Guilherme Bossolani foi destaque na segunda etapa do Circuito Paulista de Vôlei de Praia, realizada no último fim de semana (23 e 24), em São Bernardo do Campo. Ao lado do sorocabense Pedro Miguel Pereira, ambos representando a Associação Campineira de Vôlei de Praia (ACVP) e treinados pelo técnico Thiago Gean, a dupla conquistou o título da categoria Sub-15, que estreou nesta temporada.

A competição reuniu 94 duplas de diferentes regiões do Estado e marcou a ampliação do circuito, que além das categorias Sub-17 e Sub-19, passou a incluir os atletas mais jovens, em uma iniciativa da Federação Paulista de Vôlei.

As duplas finalistas da categoria Sub 15 de vôlei de praia. Foto: Divulgação

Além do desempenho no vôlei de praia, Guilherme também se destaca nas quadras. Ele é atleta do Vôlei Renata de Campinas, uma das principais equipes do país, onde disputa o Campeonato Paulista Masculino Sub-15.

O jovem ainda mantém excelente desempenho no circuito da Associação Pró Voleibol (APV), categoria Sub-15, onde atua em dupla com outro atleta, o hortolandense Miguel Ricco, e segue invicto, liderando a competição.

A vitória no Circuito Paulista coloca a dupla Guilherme e Pedro Miguel na liderança da categoria Sub-15 do torneio estadual, marcando a estreia bem-sucedida dos jovens no campeonato.

Rio Claro Basquete luta até o fim, mas é superado pelo Osasco fora de casa

Equipe rio-clarense venceu o primeiro quarto e reagiu no último período, mas não conseguiu evitar a quinta derrota no Paulista

O Rio Claro Basquete esteve em quadra na noite desta terça-feira (26), no Ginásio “Professor Hugo Ramos”, em Osasco, pela Divisão Especial A-1 do Campeonato Paulista. A equipe do Leão fez um jogo equilibrado contra o Basket Osasco, mas acabou derrotada por 100 a 91.

O Rio Claro começou bem, vencendo o primeiro quarto por 26 a 24. Porém, o adversário reagiu nos períodos centrais, vencendo o segundo por 30 a 21 e o terceiro por 27 a 21. No último período, o Leão voltou a mostrar força ofensiva e levou a melhor por 23 a 19, mas a diferença construída anteriormente garantiu a vitória do time da casa.

O destaque do confronto foi Anthony Harris, do Osasco, com 33 pontos e 29 de eficiência. Com o resultado, o Rio Claro Basquete soma três vitórias e cinco derrotas no estadual. O Basket Osasco chegou à sua terceira vitória em sete jogos.

A rodada do Paulista continua nesta quarta-feira (27) com os seguintes confrontos:

  • Franca x Pinheiros – 19h00, no ginásio Pedrocão (Franca)
  • Bauru x São José – 19h30, no ginásio Panela de Pressão (Bauru)
  • Mogi x Corinthians – 20h00, no ginásio Prof. Hugo Ramos (Mogi das Cruzes)
Jornal Cidade RC
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