Um alerta inusitado movimentou a comunidade acadêmica da Unesp de Rio Claro na manhã desta segunda-feira (20). Um e-mail enviado pelo Departamento de Biodiversidade, divulgado nas redes sociais pelos próprios alunos, informou o avistamento de uma onça-parda nas proximidades dos prédios da Ecologia, garagem, entre outros dentro do câmpus.
No comunicado, a Unesp pede atenção redobrada aos que circulam por essas áreas e informou que medidas estão sendo tomadas para a contenção e possível captura do animal. A presença da onça-parda, que apesar de ser espécie nativa da região por conta da Feena (Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade), surpreendeu alunos e servidores, que relataram preocupação e curiosidade com o caso.
A Unesp ainda não divulgou se o animal foi novamente visto após o registro. A reportagem do Jornal Cidade buscou contato ao longo de toda a tarde dessa segunda-feira (20) com o Departamento de Biodiversidade do Instituto de Biociências da Unesp Rio Claro, no entanto, até o momento não recebeu retorno.
Conhecido pelos apelidos “Negão do Pontilhão” e “Altas Horas”, homem foi preso após investigação que coletou pichações e provas que o ligavam ao crime no Jardim Olinda
A Polícia Civil do Estado de São Paulo, por intermédio da D.I.G. – Delegacia de Investigações Gerais de Rio Claro, esclareceu nesta segunda-feira (20) o duplo homicídio qualificado ocorrido no interior de uma residência situada na Avenida 64, bairro Jardim Olinda, onde foram localizadas o casal de vítimas A. C. S. P. e A. V. S., ambas em avançado estado de decomposição e apresentando múltiplas perfurações provocadas por objeto perfurocortante.
Durante as diligências investigativas, a equipe da D.I.G. colheu depoimentos de testemunhas e familiares, os quais indicaram que as vítimas eram constantemente ameaçadas por indivíduo conhecido pelos apelidos “Negão do Pontilhão” e “Altas Horas”. A partir dessas informações, foi possível identificar L. B. S. como principal suspeito, indivíduo que residia nos fundos do imóvel das vítimas e possuía antecedentes por violência doméstica e ameaças em outros estados.
Foram coletados elementos materiais relevantes, como pichações com o nome “Haltazoras” (vulgo do investigado) e imagens de palhaços e armas, localizadas tanto no cômodo dos fundos da residência das vítimas quanto no abrigo improvisado do suspeito sob o pontilhão do bairro Cervezão, reforçando o vínculo do investigado com a cena do crime. Testemunhas relataram episódios anteriores de ameaças, incluindo o rapto e agressão de uma das vítimas.
Diante da robustez do conjunto probatório, a autoridade policial representou pela prisão temporária do investigado, cuja ordem foi deferida pelo Poder Judiciário. Na presente data, o autor foi capturado por policiais civis da D.I.G. de Rio Claro, em cumprimento ao mandado judicial, encerrando de forma eficaz a fase investigativa do caso e reafirmando o compromisso da Polícia Civil no combate à criminalidade violenta.
Depois desses anos de diligências, o promotor de Justiça Gustavo Zampronho concluiu que não há provas suficientes para responsabilizar agentes públicos. O inquérito chegou a mencionar o ex-prefeito João Teixeira Junior, o então chefe de gabinete Sílvio Martins, o ex-secretário de Finanças Gilmar Dietrich e o ex-diretor de Compras Valdemar Naidhig Neto, mas a Promotoria entendeu que nenhum deles teve envolvimento direto ou obteve vantagem pessoal com o contrato.
No caso de João Teixeira Junior, conhecido como Juninho, o promotor destacou que o ex-prefeito exerceu apenas a função de gestor político, sem participação técnica na escolha da empresa ou na execução contratual, que foi conduzida pela estrutura administrativa da época. Sílvio Martins, seu chefe de gabinete, também foi afastado de qualquer responsabilidade, já que, segundo o MP, não houve prova de que ele tenha interferido no processo licitatório ou nos pagamentos.
Gilmar Dietrich, então secretário de Finanças, foi incluído inicialmente por ter assinado as ordens de pagamento, mas o Ministério Público considerou que essa era uma função administrativa e obrigatória, vinculada às solicitações formais de outras pastas. Já Valdemar Naidhig Neto, ex-diretor de Compras que chegou a ser preso, foi o responsável técnico pela tramitação do processo, mas o MP entendeu que eventuais falhas no procedimento não configuraram ato de improbidade, tampouco dolo.
O promotor lembrou que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Piracicaba apresentou denúncia criminal contra sete pessoas físicas, entre empresários e intermediários, por fraude e falsidade ideológica na mesma contratação — mas nenhuma delas é agente público, todas são da empresa que vendeu os equipamentos. Assim, com a responsabilização dos particulares já sendo tratada na esfera penal, o Ministério Público entendeu que manter o inquérito civil aberto seria improdutivo.
O despacho de arquivamento, homologado em 7 de outubro de 2025 e publicado nessa semana, na última quarta-feira (15), encerra oficialmente uma das principais investigações sobre contratações emergenciais da pandemia em Rio Claro, isentando ex-integrantes do governo municipal de qualquer acusação de enriquecimento ilícito ou danos ao erário.
Juninho da Padaria, em 2 de dezembro de 2020, durante a operação que investigava a denúncia, chegou a ser detido por porte ilegal de arma – na época alegou que estava com o revólver após sofrer várias ameaças. Ele foi afastado do cargo pela Justiça, deixando de concluir o mandato. Neto Naidhig também chegou a ser preso, mas posteriormente solto.
Na época, a Câmara Municipal já investigava a compra dos R$ 4 milhões através de uma CPI e uma CP – essa última apresentou relatório pedindo a cassação de Juninho em outubro daquele ano, antes da operação do Gaeco. A votação, no entanto, não ocorreu, já que se alegou perda de prazo na ocasião – o que foi contestado pela CP, mas em vão.
Interessados devem ir com a criança até a Unesp no bairro Bela Vista e preencher a documentação no departamento de Educação Física
A Unesp de Rio Claro está oferecendo aulas gratuitas de esportes para crianças. O projeto chama-se Escola de Esportes Coletivos e tem como objetivo dar oportunidade de aprendizado sobre os seguintes esportes coletivos: basquetebol, handebol, futebol, futsal e voleibol, para crianças de 6 a 10 anos, de forma gratuita.
O diferencial do projeto é oferecer a prática dos cinco esportes nesse primeiro ciclo, permitindo que a partir dos 10 anos as crianças possam escolher dois esportes para se especializarem, com o apoio e acompanhamento da equipe da Leppefort (Laboratório de Estudos e Pesquisas em Pedagogias dos Esportes e Formação de Treinadores), além do departamento de Educação Física da própria instituição.
Essa proposta busca ampliar e qualificar as experiências esportivas positivas das crianças, favorecendo um desenvolvimento mais amplo e prazeroso por meio do esporte. O projeto acontece às terças-feiras das 09h até 10h00 e no período da tarde das 14h até às 15h00. De quinta das 15h às 16h00 e das 16h até às 18h00.
O líder do Leppefort e responsável do projeto esportivo na Unesp, Murilo Eduardo dos Santos Nazário falou com a reportagem do Jornal Cidade sobre o objetivo do projeto: “O Projeto Escola de Esportes tem como propósito oferecer, de maneira gratuita e orientada por fundamentos científicos contemporâneos, a prática sistematizada de esportes coletivos para crianças. O programa está alinhado a referenciais internacionais de desenvolvimento esportivo, como o modelo de Desenvolvimento Esportivo a Longo Prazo (LTAD) e programas nacionais de iniciação esportiva, que enfatizam a importância da diversificação motora nas fases iniciais em detrimento da especialização precoce”.
Projeto de lei em Rio Claro poderá proibir o uso de som alto através de caixinhas, celulares e similares. Proposta está em discussão na Câmara Municipal e será votada em breve
Um novo projeto de lei apresentado na Câmara Municipal de Rio Claro propõe a proibição do uso de aparelhos sonoros dentro dos veículos de transporte coletivo urbano. A proposta, de autoria do vereador Rodrigo Guedes (União Brasil), busca garantir mais conforto e acessibilidade aos passageiros, especialmente idosos, pessoas com deficiência auditiva e crianças com transtorno do espectro autista.
De acordo com o texto, ficará proibido o uso de rádios, celulares, caixas de som e similares dentro de ônibus, vans e micro-ônibus municipais. O uso desses aparelhos só será permitido com fones de ouvido e em volume que não incomode os demais passageiros.
O projeto prevê que motoristas façam a advertência verbal aos infratores, podendo acionar a Guarda Civil Municipal em casos de reincidência ou recusa. Também determina que cartazes informativos sejam afixados no interior dos veículos para orientar os usuários.
Na justificativa, Guedes afirma que o objetivo é “proteger a saúde, o conforto e os direitos de pessoas com hipersensibilidade auditiva”, além de promover uma convivência mais harmoniosa e inclusiva no transporte público. A proposta ainda será analisada pelas comissões permanentes da Câmara antes de ir à votação em plenário. Leis semelhantes a essa já são realidade em outras cidades brasileiras, sobretudo nas capitais, como São Paulo.
Problemas nos ônibus
Paralelamente a essa questão, há semanas que a população vem reclamando da situação da redução das linhas de ônibus de Rio Claro. Vários bairros foram atingidos com o corte do transporte público em determinados horários por iniciativa da própria concessionária, a Sou Rio Claro – que, segundo a Prefeitura, não informou com antecedência a redução, nem mesmo o motivo. Recentemente, uma audiência foi realizada na Câmara Municipal para tratar do assunto, mas a empresa não apareceu.
Na noite de sábado (18), a Polícia Militar atendeu a uma ocorrência de violência doméstica no bairro Santa Elisa, em Rio Claro, que resultou na prisão de um homem. Ao chegar ao local, os policiais encontraram uma mulher que relatou ter sido agredida e ameaçada pelo companheiro.
Durante o atendimento, o suspeito admitiu o comportamento violento e foi imediatamente contido e detido. A vítima recebeu apoio e orientações sobre as medidas de proteção previstas na Lei Maria da Penha.
O homem foi encaminhado ao Plantão Policial, onde a prisão em flagrante foi formalizada pela autoridade de plantão, permanecendo à disposição da Justiça.
A Polícia Militar reforça a importância de denunciar casos de violência doméstica pelo telefone 190.
A presença de um sistema de alta pressão, associada a uma massa de ar frio sobre o estado de São Paulo, mantém os próximos dias em Rio Claro e no interior paulista com céu claro a poucas nuvens e sem previsão de chuva, segundo o IPMet. O cenário provoca queda de temperatura, favorecendo mínimas mais baixas, e rajadas de vento mais constantes em todo o estado.
Na faixa leste, incluindo litoral, capital e Vale do Paraíba, a nebulosidade permanece variável, com possibilidade de chuvas fracas e isoladas devido à circulação de ventos úmidos do oceano em direção ao continente.
No campus da Unesp, a mínima registrada hoje (20) foi de 10,3°C, enquanto a máxima prevista chega a 24°C.
Os dados são fornecidos pela Estação Meteorológica (Ceapla/IGCE/Unesp) e pela prefeitura municipal de Rio Claro.
Foi emoção até o último segundo ontem no Ginásio Felipe Karan, o Conta Simples Rio Claro recebeu o Pinheiros em um confronto eletrizante pela primeira rodada do NBB.
A partida foi disputada ponto a ponto, com as duas equipes alternando a liderança do placar e proporcionando um verdadeiro espetáculo para os torcedores. Nos segundos finais, o Pinheiros conseguiu segurar a vantagem mínima e venceu por apenas dois pontos de diferença: 88 a 86.
As estatísticas oficiais da partida você confere clicando aqui.
Foto: Lucas Vieira
O jogo contou com transmissão do Grupo JC de Comunicação, com imagens ao vivo pelo YouTube e Facebook. Se você perdeu essa grande partida, ainda dá tempo de assistir na íntegra logo acima! Você também pode acessar a transmissão diretamente no YouTube clicando aqui, ou então, se preferir, pelo Facebook do Grupo JC clicando aqui e conferir todos os lances desse jogão.
Carmem Silvia Morais da Silva, Carminha – 65 anos. Faleceu dia 17, às 19h55, nesta cidade. Era viúva de Jose Guaraci da Silva. Deixou a filha Hemanuelle, os netos Ryan e Julia. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).
Doraci Aparecida Casonato de Souza – 77 anos. Faleceu dia 17, às 19h40, nesta cidade. Deixou os filhos Marcos, Elaine, os netos Pedro, João Marcos, Luis Gustavo, Victor, Thalis, Paulo, Giovana, os bisnetos Bento, Miguel e Benjamin. Seu sepultamento dar-se-á hoje, dia 19, às 10h15, saindo o féretro do Velório Memorial Cidade Jardim para o Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).
Valdemar Jose Nadai – 86 anos. Faleceu dia 18, às 06h10, nesta cidade. Era viúvo de Maria de Lourdes Nadai. Deixou os filhos Arnaldo, Laercio, Edilson c/c Eudenice, três netos, um bisneto, demais familiares e amigos. Foi sepultado no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).
Nascido em Jundiaí, Mateus Alves Pereira veio morar em Rio Claro quando tinha quatro anos. Hoje, com 30, se considera um rio-clarense de coração e foi na cidade que descobriu uma arte que transformou a vida. O morador do bairro Mãe Preta é um artista urbano e tem como tela os muros realizando o grafitti. Ao Jornal Cidade ele falou sobre o trabalho, luta, preconceitos, valores e ensinamentos; confira.
JC: Quando começou a sua paixão pela arte?
Mateus: “Desde criança o desenho já era uma ligação forte pra mim. Era o jeito que eu tinha de me expressar, de colocar pra fora o que eu sentia e o que eu via nas ruas. Mas o ponto de virada, o momento que deu um choque em tudo, foi em 2007. Estava rolando uma apresentação de hip-hop na escola, e o graffiti, de repente, cruzou meu caminho. Naquele segundo, eu entendi que o muro podia ser muito mais que concreto, podia ser voz, podia ser mensagem, podia ser transformação. O graffiti, de verdade, me salvou. Me ensinou o valor da disciplina, do respeito e da verdade. Foi ali que eu vi que a arte era, sim, caminho e propósito de vida”.
JC: Quando você decidiu realmente fazer da sua arte uma profissão? Já chegou a ser criticado ou sentiu discriminação?
Mateus: “Sabe, o graffiti nunca foi visto como uma profissão. Ele foi a escola que me deu a base para viver da arte. A rua me deu visão, me deu coragem e me ensinou a transformar essa energia do graffiti em pintura artística. Lógico que no começo enfrentei olhares tortos e muito preconceito. Mas o tempo está aí para provar que a arte de rua também é cultura, é comunicação e é trabalho sério. Hoje, cada mural que eu pinto é uma resposta silenciosa a quem duvidou e, principalmente, uma homenagem à quebrada que me formou e me deu essa identidade”
JC: Sente que é uma arte banalizada ainda ou o pensamento das pessoas têm mudado ao longo do tempo?
Mateus: “O pensamento vem mudando bastante, mas a gente ainda tem um chão para percorrer. Antes, o graffiti era puro e simplesmente visto como vandalismo. Hoje, a gente vê ele ocupando escolas, fechando comércios e ganhando espaço em eventos culturais. A arte urbana está começando a ser reconhecida pelo que ela é: uma expressão legítima, que educa e que transforma. Cada pintura que eu faço é um ato de resistência, um grito de presença, e um convite para as pessoas olharem a rua com outros olhos, com mais respeito”.
JC: Muita gente ainda confunde pichação com grafite, o que é importante entender e se informar?
Mateus: “É simples: a pichação e o graffiti nasceram do mesmo lugar, que é a rua. A pichação é o protesto, é a marca, é a resistência. Já o graffiti é o diálogo, é a cor, é a reconstrução. Não é sobre tentar separar um do outro, é sobre entender o contexto e a raiz. A rua não te ensina a julgar — ela te ensina sobre expressão, liberdade e, acima de tudo, a verdade.”
JC: Hoje você desenvolve um projeto que apresenta o graffiti em escolas, qual a importância disso e qual a recepção dos alunos?
Mateus: “Levar o graffiti para dentro das escolas é levar consciência e oportunidade. A recepção é sempre incrível porque os alunos se identificam, eles enxergam na arte uma linguagem que é próxima da realidade deles. Eles aprendem que a arte também é educação, respeito e que pode gerar oportunidades. Nas oficinas que eu realizo, eu vejo jovens descobrindo talentos que nem sabiam que tinham, aprendendo sobre foco e ganhando autoestima. O graffiti na escola é mais do que só pintar um muro — é uma ferramenta poderosa de transformação social e pessoal”
JC: Você já esteve em outros Estados mostrando o seu trabalho, conte sobre como é expandir e levar conhecimento.
Mateus: “Antes de sair, a gente teve que fortalecer a cena aqui em Rio Claro. Eu participei e ajudei a organizar vários eventos importantes, como o Festival de Graffiti da UNESP – Painel da Inclusão, o Treta do Lago, que celebra os quatro elementos do hip-hop, e a exposição no Centro Cultural Paulo Rodrigues. Além disso, organizo a ‘Sopa de Letras’, aqui na cidade, um evento que reúne a galera da cidade e região e de outros estados. Esses encontros são a base do meu crescimento. Depois dessa caminhada, recentemente tive a honra de representar meu trabalho fora, participando do Encontro de Arte Urbana em Juiz de Fora (MG). Levar o nome da minha cidade e, principalmente, do meu bairro Mãe Preta para outro estado foi um dos momentos mais marcantes”.
JC: Quem quer começar no graffiti ou ingressar no mercado de trabalho qual o seu conselho?
Mateus: “O conselho é o básico que funciona: tem que desenhar muito, estudar muito também e, principalmente, pintar sem medo. Viva a rua, respeite a rua, e passe sempre a verdade no que você faz. O graffiti não é sobre a fama, é sobre a vivência, a entrega e a sua identidade”
CONHEÇA MAIS
Para acompanhar os murais, os projetos sociais nas escolas e ver como a arte que nasce na rua tem o poder de educar, inspirar e, acima de tudo, salvar vidas, o Instagram é @mateus_artzs. Mais informações sobre encontro em escolas e outros projetos os interessados podem entrar em contato através do Whatsapp: (19) 97130-7657.
A Eixo SP Concessionária de Rodovias iniciou mais uma etapa das obras de ampliação da SP-310 – Rodovia Washington Luís, em Rio Claro. O retorno localizado no dispositivo do km 187 foi interditado em ambos os sentidos da via para a execução do alargamento do viaduto que permitirá a futura implantação da terceira faixa de rolamento. A previsão é de conclusão dos trabalhos nesse ponto da rodovia em fevereiro de 2026.
Durante o período de interdição, os usuários deverão redobrar a atenção e seguir as rotas alternativas de retorno indicadas na sinalização implantada no local. Quem trafega pela pista sentido Interior deverá utilizar o retorno no km 190, enquanto os motoristas que seguem pela pista sentido Capital terão como opção o retorno no km 184.
A Eixo SP reforça que toda a área contará com sinalização reforçada e equipe de apoio operacional para orientar os condutores durante o período das obras. As intervenções fazem parte do cronograma de melhorias estruturais da Rodovia Washington Luís e têm como objetivo garantir mais fluidez e segurança ao tráfego no trecho entre São Carlos e Cordeirópolis.
A prefeitura de Rio Claro começa a receber na segunda-feira (20) a solicitação dos ambulantes interessados em exercer atividades comerciais nas proximidades do cemitério municipal São João Batista no Dia de Finados, em 2 de novembro. O prazo para protocolar solicitação à prefeitura e fazer o pagamento das taxas exigidas vai até o próximo dia 24.
O atendimento é feito no Atende Fácil, na Avenida 2 entre as ruas 2 e 3, Centro. Os comerciantes autorizados pela prefeitura poderão vender seus produtos no Dia de Finados na Via da Saudade com a Rua 15 das 7 às 18 horas.
Os ambulantes que têm inscrição municipal precisam estar em dia com a taxa do espaço utilizado, no valor de R$ 14,07 (equivalente a três unidades fiscais do município) por metro quadrado. Ou seja, um box de seis metros quadrados pagará taxa do espaço utilizado no valor de R$ 84,44.
Já os ambulantes sem inscrição municipal podem pleitear box para explorar comércio no local no Dia de Finados mediante pagamento de taxa de licença de R$ 328,00 (equivalente a 70 UFM), além da taxa de espaço utilizado, que é de R$ 84,00, totalizando R$ 412,77.
Mais informações sobre o assunto ou esclarecimentos podem ser obtidos no Departamento Municipal de Fiscalização e Postura pelo telefone 3522-1982.