A praça localizada na Rua 11 entre as avenidas 62 e 66, no bairro Vila Olinda, é recanto de muitos moradores da região. Sempre movimentado e cuidado pela comunidade, o espaço recebe o nome Praça Professora Angélica Martins Leite, uma importante figura no cenário educacional e filantrópico rio-clarense.
Maria Helena Dias, moradora da região há mais de 30 anos, é uma espécie de zeladora da praça, sempre cuidando, limpando e realizando a manutenção do que é necessário. E, claro, seu trabalho é reconhecido pelos demais moradores e pelos que frequentam o local.
O corte da grama é feito pela prefeitura, mas os brinquedos e lixeiras foram colocados pelos moradores
“Gosto de manter tudo em ordem, limpinho, todos os dias pego o lixo espalhado pela praça, já plantei diversas mudas, a maioria das pessoas ajuda a conservar, o único problema que vejo por aqui são os moradores que trazem seus cachorros para fazer as necessidades na grama e não costumam recolher, deixando o ambiente sujo”, fala Maria Helena, que se preocupa com a saúde das crianças que brincam no local.
A prefeitura municipal costuma fazer roçadas constantes no local, assim como a manutenção. “Já está próximo da época de cortarem a grama, logo eles aparecem e fazem toda a roçada, deixando tudo bem baixinho e limpo”, fala um morador.
A instalação de brinquedos e também lixeiras para a recolha do lixo doméstico na Praça Professora Angélica aconteceu após a iniciativa de um grupo do bairro. “Foram alguns moradores que pagaram pelas lixeiras e também pelo parquinho para as crianças aproveitarem as tardes aqui, felizmente as pessoas se preocupam e sabem dar valor ao espaço que temos aqui, temos problemas, como em qualquer comunidade, mas vivemos bem com a nossa praça”, finaliza Maria.
Considerando que a “aprovação desta lei é indispensável para a manutenção do equilíbrio atuarial do IPRC – Instituto de Previdência de Rio Claro”, o prefeito Du Altimari enviou à Câmara, com tramitação em Regime de Urgência, o Projeto de Lei 162/2015, que permitirá que a prefeitura venda imóveis para pagar dívidas junto ao IPRC.
De acordo com a propositura, “os aportes do Poder Executivo para amortização de déficits, podendo ser inclusive por bens imobiliários (imóveis), dívida ativa ou intangíveis”.
É o segundo projeto que altera a lei que criou o instituto nos últimos meses. A primeira proposta alterou a maneira de eleição do superintendente e integrantes dos conselhos Fiscal e Deliberativo do instituto, permitindo, inclusive, a reeleição.
Na foto, uma das audiências públicas realizadas pelo legislativo na última semana. Sessão ordinária acontece dia 7
Recentemente, com o bloqueio da Certidão de Regularidade Previdenciária (CRP) e a proibição de recebimento de verbas federais, o chefe do Executivo começou a cobrar dos conselhos um novo reparcelamento da dívida que já ultrapassou a casa dos R$ 20 milhões.
Em abril do ano passado, a prefeitura conseguiu refinanciar a dívida de R$ 17.258.420,18 com o instituto. O Ministério da Previdência autorizou o parcelamento do débito em 60 vezes. Com isso, a administração municipal conseguiu obter a Certidão de Regularidade Previdenciária (CRP).
Na época, o superintendente do instituto, Lineu Vianna de Oliveira, explicava que os R$ 17.258.420,18 são referentes aos repasses de 2013 e ao reparcelamento de uma dívida antiga. De acordo com ele, as transferências de 2014 estão em dia. O parcelamento da dívida também foi aprovado pelos vereadores. Do projeto aprovado (102/2014) consta que as parcelas a vencer serão corrigidas pelo IPCA/IBGE, mais juros de 0,55%. As parcelas vencidas serão atualizadas pelo IPCA/IBGE, acrescidas de juros de 0,55% e multa de 2%.
O PAT Rio Claro – Posto de Atendimento ao Trabalhador está oferecendo mais de 25 oportunidades de emprego. O levantamento é do dia 7 de dezembro e está sujeito a alteração.
Para mais informações destas e demais vagas, comparecer ao PAT (Av. 3, 536, Centro) com carteira de trabalho, RG, CPF e número do PIS Ativo. O horário de atendimento é das 8h às 16h. Essas são algumas vagas que constam no sistema ‘mais emprego’:
Açougueiro
Ajudante de estruturas metálicas
Ajudante de obras (captação de currículo) Obs. Vaga para trabalhar em São Paulo
Auxiliar de enfermagem em home care
Auxiliar de linha de produção (exige experiência anterior em fibra de vidro) (captação de currículo)
Auxiliar de linha de produção (exclusiva deficiente físico)
Babá (captação de currículo)
Caldeireiro de manutenção
Chefe de cozinha
Cozinheiro geral
Eletricista (captação de currículo)
Encanador
Encarregado de padaria
Enfermeiro
Fisioterapeuta
Fonoaudiólogo
Mecânico de prensa (captação de currículo)
Montador de estruturas metálicas
Nutricionista
Operador de máquinas operatrizes (captação de currículo)
Porteiro (feminina)
Químico de laboratório
Soldador (captação de currículo)
Supervisor de vendas de serviço (necessário ter experiência com vendas e de preferência com transporte de pessoas, ter habilitação categoria D)
Um jovem de 17 anos foi assassinado a tiros nesta madrugada de segunda-feira (7) no bairro Jardim Paulista II, próximo do bairro Wenzel, região oeste de Rio Claro. A vítima, Israel Pereira da Silva Júnior, estava com ferimentos na cabeça. Uma moto Twister foi encontrado ao seu lado e ele era morador no bairro Santa Eliza.
Ainda não há informações sobre a autoria do crime e as investigações estão em andamento. O caso foi registrado pela Polícia Militar como homicídio qualificado.
Mais informações sobre o crime na edição impressa do Jornal Cidade de terça-feira (8).
Mais homicídios
Um homem morreu e outros dois ficaram feridos na noite de sábado (5), em Rio Claro. Segundo informações, quatro homens armados e encapuzados abriram fogo contra as vítimas em um bar localizado no bairro Jardim das Flores. Clique aqui e confira mais informações sobre o crime.
O assassinato de Heber Felipe de Pinho Gomes, 26 anos, na noite de sábado (5), num primeiro momento, está sendo apurado pelas autoridades como um ‘acerto de contas’. Do Boletim de Ocorrência elaborado pela Polícia Civil, consta que a vítima estava com alguns conhecidos em frente a um bar na Avenida M-41, no Jardim das Flores, quando quatro homens ocupando um Chevrolet Colbat pararam e simplesmente abriram fogo.
Heber e outros dois rapazes (um deles menor de idade) foram socorridos no Pronto-Atendimento (PA) do Cervezão, mas ele não resistiu. Os assassinos encapuzados e com coletes que seriam à prova de balas, antes de atirarem, teriam se identificado como sendo da polícia. Heber e outro ferido, de acordo com relatos dos policiais, têm antecedentes criminais.
Tempos depois dessa ‘provável execução’, o carro usado pelos bandidos foi encontrado totalmente queimado na Estrada de Jacutinga e dentro do automóvel uma pistola Taurus calibre 380 totalmente destruída pelas chamas também foi apreendida. Os investigadores apuram a informação se essa teria sido a arma usada no crime.
O delegado Alexandre Della Coletta explica que os trabalhos para elucidar esse assassinato já começaram, mas admite que poderá enfrentar dificuldades. “Em situações como essa, dificilmente alguém quer falar e, mesmo quando encontramos testemunhas dispostas a narrar tudo o que aconteceu, nem sempre conseguimos avançar, mesmo se souberem quem são os assassinos”, finaliza.
Os balneários e estâncias hidrominerais ou termais são bastante comuns em diversas regiões do Brasil. Nas proximidades de Rio Claro existem as que compõem a Serra do Itaqueri com pontos turísticos para quem gosta de desfrutar horas agradáveis junto da família e/ou dos amigos. O Balneário Santo Antônio, popularmente conhecido como Broa, é um desses lugares; localizado em Itirapina, a área de lazer atrai um sem número de pessoas aos finais de semana.
Contudo, a insegurança tem aumentado e os moradores estão muito preocupados com o aumento de furtos em residências, fato que é repetido a cada semana. No intuito de coibir as ações marginais, a Associação dos Proprietários de Imóvel do Broa (Apib) e demais moradores do local estudam a possibilidade de contratação de uma empresa privada de segurança, uma vez que reclamam do escasso patrulhamento da Polícia Militar.
Prefeitura de Itirapina informou que já elaborou o projeto de saneamento básico do Balneário Santo Antônio em parceria com o DAEE e que o documento foi aprovado
O Grupo JC conversou com Mazinha, voluntária da Apib, que revelou quase ter sido assaltada há poucos dias por duas pessoas que a abordaram em uma das muitas ruas e ruelas do Broa, cuja área da represa chega a 7,5 quilômetros de comprimento. “Foi um tremendo susto; a princípio, pensei que os rapazes queriam pedir alguma informação, mas fiquei desconfiada e preferi não parar o carro. Segui em frente, foi por pouco que escapei.”
A reportagem também conversou com Elisabete de Oliveira Silva, moradora do balneário e agente comunitária atuante na região, que confirmou a sensação de insegurança vivida pelos habitantes às margens da represa. A servidora municipal, que precisa andar por todas as ruas e vielas do Broa para atender as famílias assistidas, enfatizou que o local está muito perigoso e que um dos fatores que prejudicam a segurança são as entradas não oficiais que facilitam o acesso de malfeitores.
Elisabete, que também é gestora ambiental, confirmou a informação apurada pela reportagem de que peixes estariam morrendo nas águas da represa e apontou dois possíveis motivos: o primeiro, a falta de chuva ocorrida no início do ano que diminuiu o oxigênio da água, possibilitando assim o aumento de algas, o que, por sua vez, acabou matando os peixes; e, segundo, devido à ausência de tratamento de esgoto no local, uma vez que as casas possuem fossas sépticas, o que, de acordo com a gestora, afeta diretamente no meio ambiente.
ESGOTO
A prefeitura de Itirapina informou por meio de nota que já elaborou o projeto de saneamento básico do Balneário Santo Antônio em parceria com o DAEE [Departamento de Águas e Energia Elétrica] do Governo do Estado e que o documento foi aprovado pelos órgãos ambientais, inclusive com a Licença de Instalação [LI].
A nota enfatizou ainda que há grande movimentação política e administrativa pelas autoridades da região junto ao Governo do Estado para a liberação de recursos da ordem de R$ 18.500.000,00 para a execução das obras, que contam com apoio total do GAEMA [Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente], comandado pelo promotor Ivan Castanheiro do município de Piracicaba.
REPRESA DO BROA
A Usina Hidrelétrica do Lobo foi inaugurada no ano de 1936 e, desde aquela data, a Represa do Broa – com águas dos rios Lobo e Itaqueri – além de servir como reservatório, passou a contar com muitos habitantes à sua margem que, por sua vez, formaram a Apib [Associação dos Proprietários de Imóvel do Broa] no intuito de resolver os problemas.
Ao todo, 15 bolsas de estudo serão oferecidas a corumbataienses por meio do Programa de Apoio à Cultura do Estado de São Paulo (Proac-ICMS). As aulas acontecem no Ponto de Cultura Toca – Espaço Sociocultural, que é mantido pela Lumiar-te e a Prefeitura de Corumbataí.
O professor Erasmo Sampaio ministra curso gratuito de violão para alunos corumbataienses no Espaço Cultural Toca
O curso tem duração de seis meses e as aulas acontecem uma vez por semana, com orientação do professor Erasmo Sampaio. O projeto faz parte do Circuito do Violão e é voltado para violonistas amadores interessados em conhecer os aspectos técnicos do instrumento, como leitura de partitura e execução de peças do repertório do violão em formatos de Duos, Trios e Quartetos.
As inscrições podem ser feitas na própria Toca, que fica na Avenida 4, nº 299, pelo telefone (19) 3577-1313 ou no e-mail [email protected]. Os produtores do Circuito do Violão lembram que a escolha para as bolsas de estudo se dará por ordem de chegada, sendo que, assim que as vagas foram completadas, os nomes serão direcionados para uma lista de espera. “É indicado que o aluno tenha um instrumento, para poder praticar em casa os exercícios ministrados durante o curso”, orienta o professor Erasmo Sampaio.
Trecho da Avenida Nossa Senhora da Saúde: animais mortos são deixados indevidamente com bastante frequência no local
Os animais tornaram-se imprescindíveis na vida de muitos. Gatos, cachorros, pássaros, peixes, répteis, entre outros, passaram, especialmente nos últimos anos, a ter uma condição diferenciada dentro das famílias. Presentemente, a afeição para com eles é evidenciada de forma ímpar e com maior veemência levando-se em consideração outras épocas, não tão longínquas, em que eram alimentados com o que restava das refeições diárias. O amor incondicional, muitas vezes, faz com que sejam empregados aos pets valores altíssimos, com a finalidade de oferecer a eles alguns mimos em troca da afeição irrestrita que se recebe – mesmo tendo a certeza de que o fazem, no entanto, não esperam que haja reciprocidade.
Conforme o portal Pet Brasil, que disponibiliza informações, números e expectativas sobre a atividade do segmento no país, a indústria brasileira voltada aos animais de estimação foi responsável por um faturamento de mais de R$ 16 bilhões em 2014. Trata-se de um crescimento de 10% ante o ano de 2013, o que faz com que o país esteja na segunda colocação, com folga, no mercado mundial. À frente, somente os Estados Unidos. Todavia, um dia eles se vão.
Quando o sofrimento se instaura, como proceder para que tenham o descanso merecido e digno? Vânia Bordotti relata que já sofreu este tipo de perda e recorreu à opção da maioria. “Quando acontece, enterro no meu quintal mesmo, já que há um bom espaço de terra. Em Piracicaba, por exemplo, já existe um cemitério para animais, e penso que Rio Claro deveria ter também”, discorre. Já Késia Pita afirma agir do mesmo modo quando perde um animal de estimação. “Meu cachorro se foi em 2003 e meu gato em 2012. Ambos foram enterrados no quintal de casa, pois é grande”, conta. Silvia Oliveira, por outro lado, opta por uma alternativa distinta, mas também bastante habitual. “Enterramos em um terreno baldio localizado nas imediações da minha casa“, admite.
Segundo relata Marcos César Costa Nunes, médico veterinário que atua numa clínica, quando o animal morre ou sofre eutanásia, deixa à escolha do proprietário. “Na clínica possuo um freezer onde acondiciono os animais em óbito. O serviço de coleta é feito pela prefeitura, e vai junto com a coleta de lixo contaminado. Não sabemos o destino. Este serviço não tem custo para o proprietário. E a coleta é realizada três vezes por semana”, detalha Nunes. O profissional diz que existe um serviço especializado em cremação de animais realizado por uma empresa da cidade de Campinas. “Se o cliente optar por este serviço, eles retiram o animal na clínica e, posteriormente, enviam as cinzas para o endereço desejado”, informa.
Geraldo Wiechmann, também veterinário e dono de uma clínica, revela que, quando os animais morrem, o serviço de coleta é acionado, realizam a retirada e encaminham para ulterior incineração. “Eles são terceirizados pela prefeitura, mas nós pagamos uma taxa mensal por este serviço”, explica. Wiechmann conta que geralmente os tutores deixam os animais na clínica devido às dificuldades quanto a locais para enterrá-los. “O ideal seria a cidade ter um cemitério para animais”, sugere o especialista.
Por intermédio de sua assessoria de imprensa, a prefeitura afiança que mantém serviço para recolhimento de carcaças de animais de pequeno porte. Os tutores e clínicas podem solicitar a retirada pelo telefone 99889-3649. “A remoção e destinação adequada são feitas pela empresa Spericycle Gestão Ambiental Ltda., que mantém contrato com a prefeitura para esse serviço”, destaca. Com relação ao descarte inadequado de animais mortos, assegura que qualquer pessoa flagrada comete crime ambiental e está sujeita a sofrer penalização.
Quanto às clínicas veterinárias, orienta que, para a solicitação do serviço, é preciso que haja registro na prefeitura e nos órgãos sanitários. Entretanto, alega ser necessário o pagamento de uma taxa anual por coleta de resíduos, uma vez que outros tantos são gerados. Aos munícipes que precisem acionar a recolha, garante não haver custos.
CRIATIVIDADE NATALINA: mulheres usaram a imaginação para construir e montar esse ‘boneco de neve’ com copinhos descartáveis para água. Todo mundo adorou o resultado
Em tempos em que a preocupação com o meio ambiente é uma constante cada vez maior, toda e qualquer iniciativa nesse sentido atrai a atenção das pessoas. Foi pensando na natureza e no melhor aproveitamento de materiais que seriam simplesmente jogados no lixo que Claudia Kapp e Estefany Roberta Oliveira, funcionárias de um clube de recreação no Centro da cidade, resolveram ‘arregaçar as mangas’ e montar a decoração de Natal utilizando apenas copinhos de água e café usados. “As pessoas precisam se preocupar com a natureza e encontrar formas de preservar nossos recursos, que já estão tão escassos. Foi a partir daí que tivemos essa grande ideia que rendeu muitos elogios”, explica Claudia Kapp.
Ela acrescenta também que todos os copinhos foram devidamente separados e lavados e na sequência grampeados para poder dar forma ao ‘boneco de neve’. “Nos demais acessórios, como o chapéu e o lenço, foram usados materiais leves que não agridem o nosso ecossistema”, confirma Stefany Roberta.
Outra decoração feita pela dupla é o desenho imitando um anjo da guarda seguindo os mesmos padrões, cujo resultado também ficou satisfatório, despertando a atenção dos frequentadores do clube, como a do jovem Alysson dos Anjos. “Gostei muito da ideia e acredito que ela deveria ser espalhada por aí”, relata o rapaz.
Além de horas de trabalho, foi preciso juntar ao menos mais de 300 copinhos para que tudo saísse como o planejado. “Agora tenho a intenção de propagar esse modelo de decoração para outros locais e espero que um número cada vez maior de pessoas possa aderir ao movimento, afinal de contas a natureza e todos nós agradecemos”, finaliza Claudia.
Mais exemplos
No Poder Público, o mesmo vem ocorrendo em determinados setores, como, por exemplo, no Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram) da Secretaria Municipal de Assistência Social, que realizou recentemente sua oficina gratuita de decoração com garrafinhas de vidro para as mulheres usuárias do sistema. Tal atividade envolveu questões como a autoimagem, superação de obstáculos e técnicas de desinibição, que conduzem a uma sensação de integração com o mundo.
Participaram da oficina dez usuárias do Cram, entre elas idosas e portadoras de deficiência que aprenderam a reciclar garrafas de vidro já antigas, encapando-as com retalhos de tecido. As mesmas servirão como objetos de decoração ou poderão ser vendidas, aumentando assim a renda familiar. A oficina foi ministrada pela professora Lucimara Gomes da Silva que, por sua vez, avaliou a atividade como um importante fator na promoção da sustentabilidade e no desenvolvimento das pessoas, afastando-as um pouco da rotina do dia a dia. Para Cristiane Paccola, psicóloga do Cram, é por meio dessas oficinas que as pessoas descobrem suas aptidões e mostram sua criatividade.
A 24ª edição da revista JC Magazine será lançada no próximo dia 9, às 20h30, durante uma belíssima festa no Floridiana Tênis Clube. A publicação está recheada de matérias de cunho otimista e esperançoso, mostrando que é possível passar por momentos de dificuldade com competência e força de vontade.
EQUIPE
Os textos ficaram a cargo dos profissionais do Grupo JC, Adriel Arvolea, Antonio Archangelo, Carine Corrêa, Carla Hummel, Favari Filho, Laura Tesseti, Lucas Calore, Ludmar Gonzalez, Sidney Navas e Vivian Guilherme. Os colunistas e colaboradores cuidaram para que o melhor do social e também de outros assuntos cheguem até os leitores.
Ângela Hilsdorf e Joaquim Pereira, Aline Lautenschalaeger, Cristiane Serrano, Fatima Moreno, Guilherme Martelli, Jaime Leitão, Jane e Noriel Spadari, Jerdes Andrade, João Hilsdorf, José Roberto Sant’Ana, Lucas Puntel Carrasco, Murillo Pompermayer, Prazeres Pavan, Rodolfo Almeida e Silvia Maria Pezzotti Magalhães, assinam as belas páginas.
Serão mais de 200 páginas com mais de 100 anunciantes e um sofisticado design gráfico de Alexssandro Gomes, sem falar na capa, que promete ser para lá de moderna. Com tiragem de 30 mil exemplares e distribuição nas cidades de Rio Claro, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Limeira, Ipeúna, Corumbataí, Itirapina, Analândia e Piracicaba, a JC Magazine soma mais de 100 mil leitores.
LANÇAMENTO
O lançamento de mais uma edição de sucesso garantido na JC Magazine, acontece durante uma festa com toda pomba e circunstância que tal momento exige. As mulheres deverão comparecer ao evento de longo, aproveitando para colocar toda beleza e sofisticação a mostra. Já os homens, a ocasião pede traje social completo, com terno e gravata.
A cerimonialista Fatima Moreno está cuidando de todos os detalhes para que a noite seja incrível e inesquecível para os presentes. A Sensei Sushi marcará presença também durante o evento, servindo suas delícias, assim como o Chopp Brahma, que é parceiro da revista.
A equipe da Central Cocktail irá preparar seus deliciosos drinks aos convidados e a Perfil Segurança garantirá uma excelente festa a todos. As bandas Neon e Brega e Chique comandarão animados shows na noite, com sucessos de todas as épocas que farão, com certeza, todos caírem na pista sem hora para acabar.
Com uma promessa para um 2016 melhor, nada como encerrar um ano difícil, celebrando o que deu certo e apostando em melhorias. “A festa será em clima de otimismo, fechando este ano de dificuldades para todos os setores e abrindo as portas para um ano de recomeço e esperança”, declara Aline Magalhães Ceron, diretora do Grupo JC de Comunicação.
Força, relatos, diálogos e ajuda mútua são o diferencial do Narcóticos Anônimos
O diálogo e a troca de vivências na luta contra a dependência química. Uma arma que tem se mostrado eficaz. Hoje, na série ‘Menores no mundo das Drogas’, conheça Amanda, servidora de confiança do Narcóticos Anônimos (N.A.). O nome é fictício, uma vez que o grupo preserva sua identidade publicamente.
Para quem não sabe, o N.A. é uma irmandade ou sociedade sem fins lucrativos, de homens e mulheres para quem as drogas se tornaram um problema maior. Nesta batalha, o mais interessante é que são dependentes químicos em recuperação, que se reúnem regularmente para ajudar uns aos outros a se manter ‘limpos’ – livres do vício.
“Este é um programa de total abstinência de todas as drogas e há somente um requisito para ser membro: o desejo de parar de usar. Pensar que o álcool é diferente das outras drogas fez muitos adictos recaírem. Antes de chegar ao N.A., muitos de nós encaravam o álcool separadamente. Não podemos nos enganar. O álcool é uma droga. Sofremos de uma doença chamada adicção e temos que nos abster de todas as drogas para podermos nos recuperar”, explica Amanda.
O programa é um conjunto de princípios escritos de uma maneira tão simples que podem segui-los em suas vidas diárias. O mais importante é que eles funcionam. “Não estamos ligados a nenhum grupo político, religioso ou policial e, em nenhum momento, estamos sob vigilância. Depois de chegarmos ao N.A., descobrimos que éramos doentes.Nos recuperamos por meio de partilhas de dependentes químicos onde a empatia é que nos faz voltar às reuniões. Sentimos que o nosso método é prático, porque um adicto pode melhor compreender e ajudar outro adicto”, esclarece.
Quando um dependente químico chega ao N.A., a maioria dos pais quer saber apenas que tipo de papel deve desempenhar na recuperação de seu ente querido. A resposta a essa pergunta será diferente para todos, mas pode ser útil ter em mente que a recuperação é um processo que leva tempo. Aprender a praticar os princípios contidos nos Doze Passos é uma experiência unicamente pessoal, consistindo de tarefas como elaborar um inventário pessoal e fazer reparações. Esta seção indica algumas das maneiras como jovens têm encontrado apoio de suas famílias para a sua recuperação.
“O único requisito para ser membro é o desejo de parar de usar, e cada grupo tem apenas um propósito primordial: levar a mensagem ao dependente químico que, ainda, sofre. E essa mensagem é qualquer dependente químico pode parar de usar, perder o desejo e encontrar uma nova maneira de viver”, orienta a servidora.
A literatura de Narcóticos Anônimos sugere que os recém-chegados participem durante 90 dias, de 90 reuniões, quando possível, e, então, manter a frequência em reuniões regulares. A recuperação envolve a criação de novos relacionamentos saudáveis e isso, geralmente, começa em reuniões. Esses relacionamentos são uma parte importante de atingir a abstinência de drogas e aprender uma nova maneira de viver. Em Rio Claro, são dois grupos de N.A.:
Grupo Viver Limpo Rua 8, 1.547, Sala 8 – 1° andar,Centro. Reuniões: terça, quarta e sexta, sábado e domingo, às 20h
Grupo São Miguel Rua 10-A, 2.034, São Miguel. Reuniões: quinta-feira, às 20h A linha de ajuda da nossa região é (19) 99145-6544 e 0800 888 6262. www.na.org.br
O Sesi Rio Claro, o Floridiana Tênis Clube e a Praça Fernando Sartori são os pontos mais lembrados do bairro Jardim Floridiana. Localizado entre a Vila Martins e o Jardim Hipódromo, o bairro começou a ser formado na década de 80 e conta com bonitas áreas verdes. A região é demarcada pela Avenida Brasil e pela Rua M-4.
Dejair Dorta, que trabalha nas ruas do bairro há mais de dez anos, diz que gosta das pessoas da vizinhança e da tranquilidade, contudo comenta que o local deveria receber mais cuidados, principalmente com o corte de mato em terrenos e praças.
Ademir Aparecido de Souza Junior, que mora do Floridiana há 13 anos, comenta que é preciso melhorar a questão de segurança e iluminação, além do cuidado com os terrenos. “É preciso cuidar mais dos terrenos, que estão com mato alto, principalmente os proprietários”, afirma Ademir. Ele diz gostar muito de morar no bairro e ressalta a tranquilidade. “É um lugar mais tranquilo para se morar, a criançada pode andar tranquila de bicicleta, aqui onde eu moro é um lugar tranquilo.”
Para Maria da Conceição, que mora no local há cinco anos, o grande problema no bairro são os terrenos vazios. “Os terrenos que estão vazios cada vez mais ficam cheios de mato, lixo, aranhas”, afirma.
Ela relata também a insegurança, sobretudo no período noturno. “Já foi melhor, mas hoje temos que ter um pouco mais de cuidado, principalmente ao entrar e sair de casa à noite, mas ainda em relação a outros lugares está mais tranquilo”, observa a moradora.