Contra o São Caetano, na segunda rodada, os dois gols sofridos foram de cabeça, no Benitão

Matheus Pezzotti

Contra o São Caetano, na segunda rodada, os dois gols sofridos foram de cabeça, no Benitão
Contra o São Caetano, na segunda rodada, os dois gols sofridos foram de cabeça, no Benitão

Dos seis gols sofridos até o momento, quatro foram de cabeça, culminando em três derrotas nos três jogos do Velo Clube na série A-2, estando na 19ª e penúltima colocação.

“Existe uma coisa que está mascarando esses dados. Tomamos um gol de contra-ataque, no qual o setor defensivo não participou. Outros dois lances foram de dois escanteios e outro, contra o Oeste, foi de cruzamento e este é 50% de chance da zaga tirar, 50% de chance do ataque converter”, afirma o técnico João Vallim.

O próximo jogo do Rubro-Verde é contra o Guaratinguetá, na quarta-feira (11), às 20h, no Benitão. Assim como o time velista, a Garça ainda não pontuou e pelo saldo de gols negativos está na lanterna do estadual.

Depois de folgar no domingo (8), o Velo Clube treinou em dois períodos na segunda (9) e treinará na manhã desta terça várias situações, principalmente de bola parada e também buscando o entrosamento.

“Pode até ser que os gols que sofremos são por conta da falta de entrosamento, mas eu fiz um trabalho muito forte de bola parada na última semana e não sofremos gol, mas no jogo foi justamente dessa forma. Falta muita coisa ainda, mas nós estamos procurando melhorar. O lado positivo do jogo contra o Oeste é que o time teve poder de reação, conseguimos o empate duas vezes, tivemos um gol legítimo anulado e uma bola na trave. O entrosamento vai acontecer com o tempo, não vai ser da noite para o dia”, finaliza.

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