Foto: Reuters

Neste sábado (27), às 17h, Palmeiras e Flamengo decidem a Libertadores da América 2021 no Estádio Centenário, em Montevidéu. Em Rio Claro, torcedores do Verdão e do Alvinegro tentam controlar a ansiedade para a grande decisão do torneio mais cobiçado na América do Sul.

Mário Antônio Alberton, de 58 anos, é palmeirense raiz e traz em seu DNA o sangue italiano que corre na veia de muitos torcedores do Verdão.

O palmeirense Mário Antonio Alberton,
de 58 anos, traz em seu DNA o amor
pelo Verdão e está confiante na conquista

“Por ser descendente de italianos tanto do lado paterno como materno, desde criança meus ‘cromossomos são verdes’, mas tive influência de um tio que era ‘palmeirense verde’, Hélio Alberton, mas a paixão mesmo começou em 1974 quando fomos campeões do estadual. A ansiedade durante a semana foi grande, com a perda do sono”, explicou.

Mário diz não ter superstição, mas afirma contar com a fé nesses momentos de decisão e irá assistir à partida com a torcida organizada do Verdão.

“Não sou supersticioso, mas não custa nada acender uma vela pra San Genaro, vou assistir ao jogo na Subsede da Torcida Organizada Mancha AlviVerde aqui em Rio Claro e aproveito para estender o convite a todos os palmeirenses da cidade e região”.

O torcedor alviverde prefere não arriscar um jogador que possa se destacar na final e espera que o time se entregue ao máximo para conquistar a taça no tempo normal.

“Em matéria de destaque não arrisco ninguém, mas espero que o time todo se doe ao máximo em campo, nós torcedores faremos a nossa parte, palpite não arrisco, só espero que no final dos 90 minutos a taça seja erguida pelo Palmeiras”, finalizou Mário Alberton.

Pelo lado rubro-negro, ao flamenguista Marcelo de Carvalho Borba, mesmo após se mudar do Rio de Janeiro para Rio Claro, o amor pelo time carioca não mudou e mais um vez estará na torcida pelo título, mas desta vez a distância.

O torcedor rubro-negro Marcelo
de Carvalho Borba aposta na força
do elenco para o título do Flamengo

“Não me recordo quando começou essa paixão, mas desde criança até hoje, eu vim do RJ e optei por Rio Claro para estar em uma das melhores Universidades do mundo, a Unesp, e essa paixão continuou. Tenho dois filhos rio-clarenses e são flamenguistas. A ansiedade é muito grande, mesmo antes da conquista para final, em 2019, estive em Lima no Peru, desta vez não conseguirei ir para o Uruguai e assistiremos juntos com a Fla Rio Claro”.

Marcelo acredita que o peso da camisa do Flamengo pode fazer a diferença na final, mas também é cauteloso em arriscar um palpite.

“Os dois times são bons, mas nossa camisa chega na hora da decisão ela ‘joga sozinha’, não vou arriscar palpite, mas tudo pode acontecer, um jogo só, nosso time é muito forte, está em um momento ascendente, vamos aguardar hoje. Nosso time é bom, podemos ter uns oito destaques, se dos quatro homens da linha de frente dois jogarem bem, nós ganhamos o jogo, o problema é ser de uma ‘pane’ (Bruno Henrique, Gabigol, Éverton e Arrascaeta) neles”, finalizou Marcelo Borba.

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