Flávio Trevisan deixa o Rio Claro FC e acerta com o Velo Clube

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Matheus Pezzotti

Flávio Trevisan chegou com Estevam Soares no Paulistão deste ano, quando o Galo Azul estava ameaçado pelo rebaixamento
Flávio Trevisan chegou com Estevam Soares no Paulistão deste ano, quando o Galo Azul estava ameaçado pelo rebaixamento

O preparador físico Flávio Trevisan está de casa nova. Trabalhando no Rio Claro FC, aceitou proposta do Velo Clube e inicia os trabalhos na próxima segunda-feira (16).

“Nós contratamos ele. Foi hoje [sexta-feira]. Ele tem uma ligação com o Velo. Ele estava no time que conquistou o acesso à elite em 78 e é competente e precisávamos de alguém na área. Fizemos uma proposta e ele aceitou. É o cara para a gente, ele vem com uma vontade astronômica. Estamos trabalhando o grupo em cima disso. Buscando jogadores com identidade com o Velo e ele se inclui nisso para buscarmos o acesso”, diz o diretor de futebol, João Marcondelli.

Além da identificação, a contratação de Trevisan se deve ao fato de que Renê Carlos de Almeida, até então preparador físico do Velo, aceitou uma proposta para trabalhar na primeira divisão do futebol mineiro. E também, a questão financeira, a proposta de trabalho e o planejamento do Velo Clube para a série A-2 agradou a Trevisan, mais que a do Rio Claro FC, que disputará o Paulistão.

“Eu trabalhava no Rio Claro, porém, fui sondado pelo Marcondelli e conversamos sobre condições de trabalho, parte financeira, mas não iria trocar um clube por outro somente por isso. Me interessei pela proposta de trabalho. Sou profissional. Dei o meu melhor no Rio Claro FC. Trabalhei em maio do ano passado e conseguimos tirar o time do rebaixamento. Mas o que o Velo me apresentou foi mais interessante e resolvi apostar”, afirma Trevisan.

O preparador físico preferiu não fazer comparações sobre o planejamento dos times da cidade.

“Cada diretoria tem a sua forma de agir e temos que respeitar. Tudo que conversei com o João Vallim e o Marcondelli achei interessante, independente de ser Velo ou Rio Claro, como já saí do Corinthians, fui para o Palmeiras e voltei para o Corinthians. Trabalhei no Grêmio e no Internacional, no Coritiba e Atlético-PR. Sou grato ao Rio Claro FC, ao presidente ao Luiz Balbo. Sinto a saída pelo treinador, o Luis dos Reis, que me deu muita força. Estávamos fazendo um bom trabalho, mas as coisas no futebol acontecem em uma forma dinâmica e as decisões tem que ser tomadas rápidas”, finaliza.

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