Disputas não podem paralisar país, diz Altimari

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Antonio Archangelo

 Questionado sobre quem será o melhor governante no momento atual, o prefeito desconversou e não revelou sua opinião

Questionado sobre quem será o melhor governante no momento atual, o prefeito desconversou e não revelou sua opinião

O prefeito Du Altimari emitiu seu parecer sobre a situação política do país nessa sexta-feira (4). Para ele, neste momento de apreensão pelo qual passa o País, é importante que as lideranças políticas e as instituições brasileiras tenham serenidade e responsabilidade. “O Brasil é forte e vai sair da crise. É preciso agir pela manutenção da ordem e respeito à Constituição. A CNBB e outras importantes instituições já se manifestaram neste sentido. O Brasil não pode retroceder no fortalecimento de sua democracia, assim como as disputas políticas não podem paralisar o País, prejudicando toda a população”, comentou.

Questionado sobre qual seria o melhor governante para o atual momento do país, entre Dilma (PT) ou o vice Michel Temer (PMDB), Altimari alegou que “em primeiro lugar é preciso lembrar que o resultado das urnas deve prevalecer, pois esta é a regra vigente no Brasil, e qualquer coisa fora disso não tem o nosso apoio”, opinou.

“Tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o vice-presidente Michel Temer, mesmo antes de serem democraticamente eleitos, já faziam intervenções em favor de Rio Claro, e isto se consolidou com ambos em Brasília no Poder Executivo”, conclui.

Caso a Câmara aceite o pedido de impeachment, a presidente Dilma é afastada do cargo por 180 dias enquanto o julgamento é realizado pelo Senado Federal, presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. Neste caso, Temer assumiria o governo provisoriamente e, caso o Senado resolva pelo afastamento de Dilma por meio de impeachment, Temer assume de vez o governo federal.

Neste sentido, o Jornal Cidade também conversou com o presidente da Câmara Municipal, João Zaine (PMDB), que também preferiu não tomar posição. “Respeito as instituições. Tem que ser apurado juridicamente, respeitando os trâmites legais e democráticos”, comentou à reportagem do JC.

Depois da decisão de Eduardo Cunha (PMDB) pela aceitação do pedido de impeachment, na segunda-feira (7), os 65 deputados que farão parte da comissão que analisará o pedido serão anunciados. O bloco do PMDB terá direito a indicar 25 integrantes. O bloco liderado pelo PT será o segundo maior, com 19.

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