Fabíola Cunha

Com luvas e máscara, Marcelo Raposo atende uma cliente em sue estúdios de tatuagem
Com luvas e máscara, Marcelo Raposo atende uma cliente em sue estúdios de tatuagem

Marcar a pele com cores e traços para toda a vida. A tatuagem entra cada vez mais na vida das pessoas, é tolerada por todos os setores da sociedade, mesmo aquela tia que acha tatuagem ‘coisa de bandido’. No entanto, com a popularização da tatuagem, a expansão dos estúdios pede mais atenção dos atuais e futuros clientes, já que para obter o desenho definitivo, não tem jeito: é preciso rasgar a pele com uma agulha que injeta a tinta na epiderme, ou seja, criar um ferimento. E com equipamentos e material contaminado, pode-se contrair um sem número de doenças, até mesmo HIV/Aids.

Marcelo Raposo, tatuador profissional há 12 anos, explica que, em primeiro lugar, o cliente deve procurar por uma indicação e, ao visitar o estúdio, manter-se alerta: “O cliente deve reparar na estrutura física do estúdio e se os profissionais estão usando equipamentos de segurança como luva, máscara, biqueiras e agulhas descartáveis”, explica. Procurar informações sobre o estúdio e os trabalhos dos profissionais antes de marcar a sessão, também é indicado.

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A Vigilância Sanitária de Rio Claro (Visa) informou, via assessoria de imprensa, que a licença de funcionamento dos locais tem validade de um ano e deve estar visível para o cliente. Atualmente, 12 estúdios estão licenciados na cidade. No último ano nenhum estúdio foi interditado, mas a Visa autuou alguns deles por uso de tintas clandestinas, de agulhas sem registro e por falta de atendimento das legislações sanitárias. Com a tatuagem feita, o cliente deve usar água corrente fria e sabonete bactericida; evitar exposição ao sol e após o quarto dia, uma camada fina de pomada cicatrizante indicada.

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