CARINHO - Luiza com os pais Bruno e Marina e seus animais de estimação, Cláudio, o coelho, e Jéssica, sua tartaruga

Laura Tesseti

Adotar um animal não é como comprar uma boneca ou um carrinho novo. É preciso de responsabilidade e consciência, pois a partir daquele momento, o novo integrante da família precisará de cuidados especiais e de muito amor, carinho e atenção.

Muitas crianças costumam pedir aos pais em datas comemorativas um animal como presente, mas é sempre importante que a família trate o assunto guarda responsável com a criança.

Michelle Crespo, ativista pelos animais, explica que animal não é brinquedo e que é preciso fazer com que os pequenos entendam isso. “Os laços de responsabilidade se criam a partir do momento que a família se estrutura para receber o animal adotado. Ler sobre os cuidados básicos, e inserir as crianças na educação e cuidado do animal, diariamente, faz com que esses laços sejam fortalecidos. Não tem como enjoar e dar embora, ou abandonar.”

CARINHO - Luiza com os pais Bruno e Marina e seus animais de estimação, Cláudio, o coelho, e Jéssica, sua tartaruga
CARINHO – Luiza com os pais Bruno e Marina e seus animais de estimação, Cláudio, o coelho, e Jéssica, sua tartaruga

A ativista fala que assim como a família precisa de um tempo para adaptar-se com o animal, ele também necessita de um período para sentir-se confortável em seu novo lar.

Para Luiza, ter um animal de estimação sempre foi uma vontade, mas para os pais, o pouco tempo em casa não permitia que isso acontecesse. “A Luiza sempre gostou e quis um animal, mas ficamos protelando por um bom tempo, pois trabalhávamos fora”, explica Marina de Moraes Teixeira do Amaral.

Até que um dia, Marina chegou em casa com Cláudio, o coelho de estimação que hoje faz a alegria da filha. “Gosto de brincar com ele, ele corre atrás de mim, ele me faz companhia”, conta a menina de seis anos.

O amor de Luiza pelos animais é evidente. “Ela prefere ficar com o Cláudio e com a Jéssica, uma tartaruga que ganhamos recentemente, do que brincar com brinquedos, ela chega da escola e já corre para perto dos bichos’, conta o pai o pai, Bruno Filier Teixeira do Amaral, que nunca teve animal de estimação e assume que levou um tempo para acostumar-se com a rotina.

Os pais contam que ensinam a filha sobre a importância do respeito pelos animais e que ela auxilia nas tarefas. “Usamos a alimentação tanto do Cláudio quanto da Jéssica para ensinarmos a Luiza a importância de comer alimentos saudáveis, pois eles comem frutas e verduras”, finalizam.

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