Comércio rio-clarense tem baixa em empregos pelo 2º ano

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O comércio rio-clarense apresenta pelo segundo ano consecutivo baixo resultado na criação de empregos formais na comparação do primeiro trimestre de 2019 com os três primeiros meses do ano passado.

É o que aponta o relatório divulgado nesta semana pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão da Secretaria do Trabalho no Ministério da Economia utilizado pelo Programa de Seguro-Desemprego para conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas, além de outros programas sociais.

Em 2019 foram 66 demissões no período na área que é uma das mais importantes do município. Apesar disso, o número é menor do que no primeiro trimestre de 2018, quando 143 pessoas foram demitidas. Somente em março, em todo o país, o setor também apresentou uma diminuição no número de empregos, com 28.803 vagas a menos. Outra área que obteve resultados negativos na cidade foi a de Extrativa Mineral, que dispensou cinco pessoas.

Alta

Ainda que o Comércio tenha tido um resultado negativo, o município de Rio Claro registrou alta na criação de empregos formais no primeiro trimestre deste ano. Segundo o Caged, foram 806 vagas de emprego criadas na cidade em janeiro, fevereiro e março. Quando comparados os três primeiros meses de 2019 com o mesmo período do ano passado, que teve a admissão de 649 pessoas, a alta é de 24,19%.

A maior área de abrangência das oportunidades é a Indústria de Transformação, com 416 postos de trabalho. Em seguida há um empate entre as áreas de Serviço e de Administração Pública, com 142 vagas registradas em cada uma delas. A Construção Civil passou a empregar 61 novas pessoas e a Agropecuária recuperou-se, contratando 41 profissionais – no mesmo período do ano passado havia demitido 46. A área de Serviços Industriais de Utilidade Pública apresentou baixa recuperação em comparação com o primeiro trimestre de 2018, quando demitiu 95 pessoas, e contratou quatro profissionais.

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