Ciência Sem Fronteiras amplia relações com as melhores universidades do mundo

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Divulgação

O programa Ciência Sem Fronteira está com inscrições abertas, até o dia 29 de setembro, para mais de 14 mil bolsas de estudo no exterior. Nesse domingo (14), a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, comentou que o programa é uma oportunidade para estudantes de graduação, pós-graduação, doutorado e pós-doutorado buscarem relações com as melhores universidades do mundo.

Dilma lembrou que pelo programa, o governo paga a estadia e o curso no exterior. E também oferece apoio a estudantes brasileiros que moram fora. “Temos uma quantidade muito grande de estudantes que se distribuíram por vários países” diz a presidenta.

A presidenta destacou que o Ciência Sem Fronteiras foi criado com o objetivo de aproximar a formação de estudantes no Brasil e a formação fornecida lá fora. “O Ciência Sem Fronteiras tem vários objetivos, mas o principal é fazer com que nós progressivamente cresçamos nossa relação. É prática de várias partes do mundo. A China fez isso, a Coreia faz isso, outros países fazem, e é muito importante para o Brasil que esses estudantes tenham essa oportunidade”, explicou Dilma.

Os critérios para se inscrever na bolsa são: ter passado no Exame nacional do Ensino Médio (Enem) com nota acima de 600, ter proficiência em algum idioma e ser aceito pela universidade solicitada. É possível se inscrever para participar do programa alunos das áreas de Ciências Exatas e da terra, Biométrica, Farmácia, Petróleo, Gás e Carvão Mineral, Nanotecnologia, Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais, Ciências do Mar, Tecnologia, Engenharia Construtiva, Engenharias, Biologia, Matemática e Física.

Dilma Rousseff ainda lembrou que após esta primeira seleção haverá uma segunda chamada, e que os alunos serão beneficiados pelo Ciência Sem Fronteiras 2. “Já estabelecemos as 100 mil vagas para esses estudantes, tudo pago pelo governo federal”.

A presidenta afirmou que a meta é levar os jovens brasileiros a ter cada vez mais oportunidades. “O Brasil nunca teve um programa dessa envergadura, de 100 mil bolsas e não tinha critério transparente e claro. Hoje, só passa no Ciência Sem Fronteiras por mérito”.

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