O Rio Claro Basquete soma sete vitórias consecutivas, a última contra Bauru (foto: Arquivo)
O Rio Claro Basquete venceu o Paschoalotto/Bauru, fora de casa, pela oitava rodada do Paulista nesse sábado (5). Após um jogo emocionante, o placar foi decidido apenas na prorrogação, 91 a 85, no Ginásio Panela de Pressão, em Bauru. Líder isolado do Grupo A, o time RC Basquete vem de seis vitórias consecutivas, a última contra Limeira, no Felipão, por 68 a 53.
Confira as parciais dos quartos do jogo de sábado (5): 19 x 15 15 x 17 14 x 24 26 x 18 11 x 17
O Pisos Nice, melhor defesa com apenas quatro gols sofridos, terá vantagem na final contra o UPU
Depois da definição dos finalistas, neste domingo (6), o Amadorzão terá uma pausa. De acordo com o regulamento, para esta fase final, as pontuações continuaram sendo somadas para a definição da vantagem, que será da AE Pisos Nice, por ter a melhor campanha, além de ter a melhor defesa, com apenas quatro gols sofridos em 16 jogos e ser o único time invicto da competição.
O time do Cervezão enfrentará o UPU FC, segundo melhor time do campeonato. Os times protagonizarão uma final inédita, que consequentemente terá um novo campeão. Os jogos estão marcados para os dias 13 e 20 de setembro, ainda sem local e horários definidos. A Liga Municipal de Futebol (LMF) informou apenas que os jogos serão disputados no Benitão e no Schmidtão.
“Já foi previsto, antes de começar o campeonato, que a final seria dia no 20 de setembro, no mais tardar, no dia 28, mas terminaria neste mês. Fizemos a tabela para ficar com alguns finais de semana de folga, caso tivéssemos problemas por causa das chuvas, como acabou acontecendo, além de outras questões, e acabou sobrando um fim de semana. Além de ter um feriado prolongado neste final de semana, eu preciso acertar os locais, a logística, como ambulância e policiamento”, afirma Moacir Montezel Junior, presidente da LMF.
Em Rio Claro, para que a Elektro cobre a taxa e repasse à prefeitura, o município paga cerca de 4,5% do valor
Na sexta-feira (4), a juíza Cyntia Andraus Carretta, da 3ª Vara Civil de Rio Claro, determinou que a Elektro promova “a cobrança da contribuição de iluminação pública por código de barras distinto daquele utilizado para pagamento da energia elétrica, discriminando de forma clara os valores de cada um dos débitos, com emissão de novas contas, em 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 100,00”. Autorizando, ainda, o depósito mensal da taxa de iluminação pública em juízo, até decisão final de ação proposta pelo consumidor Matias Martinez, cuja antecipação foi acatada pela magistrada.
“Há prova inequívoca e verossimilhança das alegações, vez que a cobrança da taxa vem sendo feita no mesmo código de barras que a tarifa de energia elétrica. Certo, também, que há perigo na demora, impossibilitado que está o consumidor de pagar apenas a tarifa de iluminação pública”, alega a juíza na decisão.
O assunto não é novo. Desde o início desta década, com cada vez mais municípios assumindo a manutenção da iluminação pública, a cobrança da taxa de iluminação de forma distinta passou a ser realizada dos gestores públicos. Entre as ações com maior destaque sobre o tema está a impetrada pelo Ministério Público Federal no Amapá e do Rio Grande do Sul, que ajuizou ação civil pública para evitar a cobrança da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP) nas faturas de consumo mensal de energia elétrica.
Na Câmara Federal, o Projeto de Lei 1.103/2007, do deputado Leandro Sampaio – PPS/RJ, foi arquivado em 2012. A propositura solicitava “a desvinculação nas faturas de energia elétrica dos valores relativos ao consumo mensal de energia e à contribuição de iluminação pública”.
Em Rio Claro, por exemplo, para que a Elektro cobre a taxa e repasse à prefeitura, o município paga cerca de 4,5% do valor arrecadado à concessionária.
Floradas de árvores chamam a atenção da população na região do Boulevard dos Jardins
Com florada que sucede exemplares do pontal do Paranapanema adentrando o Estado de São Paulo, o Ipê chama a atenção dos rio-clarenses nesta época do ano. Em vários pontos da cidade, a presença da espécie com sua beleza e colorido típico altera o cenário urbano e a rotina dos rio-clarenses.
O plantio do Ipê, que já foi considerado a árvore-símbolo do país (perdendo o posto em 1978, pela Lei de 6.507, que declarou que o pau-brasil seria Árvore Nacional e a flor do ipê, símbolo nacional) é uma tradição em municípios influenciada pela região de Mata Atlântica. O secretário municipal de Agricultura, Carlos Alberto De Lucca, lembra que são quatro cores, mas centenas de espécies.
A árvore do é do gênero Tabebuia e pertence à família das Bignoniáceas. Os nomes (científico e popular) vêm da língua tupi-guarani, já que ipê significa “árvore de casca grossa”, já tabebuia significa “pau” ou “madeira que flutua”. As variedades dos ipês recebem os respectivos nomes de acordo com as cores das suas flores ou madeira. Estima-se 120 gêneros, com cerca de 800 espécies. “O Ipê é recomendado, na zona urbana, em alamedas. Pois muitas espécies são frondosas. Em ruas e calçadas estreitas o plantio não é recomendado”, citou De Lucca ao Jornal Cidade.
O Viveiro Municipal possui mudas de Ipê para plantio, dentro da recomendação citada acima. Para adquirir a planta, os interessados devem fazer a solicitação no Atende Fácil, localizado na Avenida 2, região central de Rio Claro. “Estas árvores que florescem foram plantadas,a maioria, pela geração passada”, concluiu.
Estrada de Jacutinga, na zona noroeste do município, não tem asfalto e sofre frequentemente com o despejo irregular de lixo
A região na zona noroeste do município, permeada pelos bairros Boa Vista e Santa Maria, está em pleno crescimento. Com a implantação de novos conjuntos habitacionais, como o Aroeira, Jacarandá, Sibipiruna, Cabreúva e Santa Lúcia, os bairros da região recebem novos moradores, mais especificamente cerca de 660 famílias. Tanta gente na mesma região vem fazendo com que a Prefeitura Municipal implemente as ações na região. Um dos cuidados vem sendo com a mobilidade urbana.
No último dia (21), vias do bairro receberam mudanças para melhorar o trânsito nas avenidas 86 e 88, no Jardim Boa Vista, que passaram a ter mão única de direção, com o objetivo de ampliar a segurança. A mudança aconteceu no trecho das avenidas entre a Rua 20-BV e a Avenida Jacutinga. A Avenida 86-BV passou a ter mão de direção no sentido centro-bairro e a Avenida 88-BV no sentido bairro-centro.
ESTRADA DE JACUTINGA
Na região, outra via essencial é a Rua Jacutinga e seu prolongamento, a Estrada de Jacutinga. Da última avenida do bairro Boa Vista II até a Rodovia Wilson Finardi (SP-191) são apenas nove minutos de caminhada, ou seja, 750 metros.
No mês de maio, a prefeitura concluiu os serviços de recuperação da ponte da Estrada de Jacutinga, que passa sobre o Rio Corumbataí. As obras na ponte incluíram a substituição do madeiramento e todo o tabuleiro foi reformado.
Apesar da melhorias empreendidas na via, a população que depende do curto trecho para se locomover ressalta a falta de asfaltamento e também o descarte irregular de lixo nas margens da via. Questionada, a prefeitura informou que está em diálogo com o governo estadual, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), para formalizar convênio visando a pavimentar trecho da Estrada Jacutinga. “Em julho de 2014, o governo estadual anunciou que liberaria verbas para a pavimentação”, declarou a assessoria de imprensa.
Sobre a limpeza no trecho, foi informado que todas as estradas rurais do município passam periodicamente por serviços de limpeza e manutenção, providenciados pela Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Silvicultura, com apoio da Secretaria Municipal de Obras. “O trabalho é ininterrupto, e a Estrada Jacutinga deve voltar a ser atendida nesta primeira quinzena de setembro, após o trabalho ser concluído nas demais estradas rurais de Rio Claro.”
PROJETO ESTADUAL
Ainda, segundo informações enviadas pela assessoria da prefeitura nessa semana, a administração está solicitando a inclusão de algumas melhorias no projeto de duplicação da rodovia SP-191, que incluem a Estrada de Jacutinga.
A Coap (Comissão de Aprovação de Empreendimentos Imobiliários), que tem a presidência da vice-prefeita e secretária municipal de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente, Olga Salomão, apontou quatro pontos a serem contemplados no projeto, como a construção de uma pista marginal em toda a área de intervenção e duplicação da rodovia em Rio Claro, considerando que o município está prevendo na revisão do Plano Diretor uma área de expansão urbana e a instalação de um novo distrito industrial.
Os outros três pontos apontados pela Coap são: um dispositivo de retorno a 500 metros antes da praça de pedágio; a readequação no trecho onde está a ponte sobre o Rio Corumbataí (no final da Rua 6), uma vez que o local passará a ter maior volume de tráfego; e a construção de uma passagem que não seja em nível no cruzamento da SP-191 com a Estrada de Jacutinga.
Córrego da Servidão corta o bairro Mirassol, que conta também com uma base da GM e diversos estabelecimentos comerciais
Localizado às margens da Rodovia Washington Luís, o bairro Jardim Mirassol fica logo na entrada da cidade. Por sua localização privilegiada, o local começou a ser urbanizado nos anos 60, cerca de dez anos antes do vizinho Jardim Claret, mas dez anos depois do próximo, Jardim São Paulo.
O destaque do bairro fica por conta de sua bela paisagem natural, cortada pelo Córrego da Servidão. O comércio na região se expandiu bastante nos últimos anos e conta com diversas opções, como escolas, padarias, diversas oficinas mecânicas e pequenas indústrias.
O comerciante Rodnei Pinto da Silva, que está há 21 anos no bairro, comenta o crescimento do Mirassol. “A vizinhança é muito boa, temos academia de ginástica, colégio, estamos bem servidos no bairro. O que peca é a segurança, queria que tivesse uma fiscalização maior da Polícia Militar e Guarda Municipal e que o postinho [da guarda] da Avenida 8 voltasse a funcionar com o efetivo para fazer ronda no bairro.”
A proprietária de uma lanchonete diz que o Mirassol é “seu bairro dos sonhos”, mas também lamenta a violência no bairro, relatando que já foi assaltada duas vezes, o que dificulta bastante os negócios.
A moradora Maria Elza Andriolli de Carvalho diz gostar do bairro, mas relata algumas dificuldades como a falta de calçadas na Rua 22-JSP. “Não tem por onde ir até a Rodoviária por falta de calçada”, comenta a moradora, que ainda ressalta a falta de ônibus: “são poucos ônibus que passam por aqui, para ir ao Centro é uma dificuldade”.
Acervo da Pinacoteca Municipal Pimental Jr. recebeu recursos estaduais para recuperação
A Pinacoteca Municipal Pimentel Jr. foi contemplada pelo Programa de Ação Cultural (Proac), por meio do edital “Concurso de apoio a projetos de preservação de acervos museológicos no Estado de São Paulo”. O programa traz investimento de R$ 110 mil do Governo do Estado para catalogação, informatização, preservação e higienização do acervo.
Ilidia Maria Faneco, analista cultural da Secretaria Municipal de Cultura, é quem atua na promoção e organização do acervo da Pinacoteca desde 2006. Ela explica que a execução do projeto acontece ao longo deste ano, sendo que algumas ações já tiveram início.
“A aprovação do projeto no Edital Proac é de extrema importância, visto tratar-se de um acervo crescente, cuja ampliação se dá continuamente e que necessita de constantes cuidados. Uma vez implantado o projeto, certamente as possibilidades de articulações da instituição serão ampliadas de forma expressiva, protegendo o patrimônio, assegurando abrangências e ganhos sociais mais efetivos e capazes de alcançar maior visibilidade”, comenta a analista.
Além dos processos de catalogação, informatização, preservação e higienização do acervo, ainda dentro das atividades está prevista uma exposição com um conjunto de obras já tratadas e selecionadas pela equipe do projeto. A exposição será inaugurada no Casarão da Cultura, no dia 29 de setembro, às 20 horas, e apresentará uma sala sensorial para público de baixa visão e deficientes. Maquetes táteis representando três obras do acervo, textos e etiquetas em braile.
O projeto foi elaborado por uma equipe técnica formada por Ilidia, a conservadora e restauradora Daisy Estrá e Diná Terezinha Camarinha Queiroz Jobst, na função de museóloga responsável.
A Pinacoteca Municipal Pimentel Jr. possui um acervo eclético constituído por pinturas, desenhos, gravuras, fotografias, esculturas e demais objetos de arte que percorrem os mais diversos gêneros e movimentos artísticos, desde a arte acadêmica até as novas tendências contemporâneas, e expressam a utilização de diferentes técnicas.
Top internacional, a rio-clarense Hannah Cecchetto conversou com o JC
Há quatro anos a estudante de administração Hannah Cecchetto conquistava o título de Miss Rio Claro. A jovem que, na época, já trabalhava como modelo há dois anos e viu seu trabalho crescer ainda mais e, hoje, não é difícil encontrar a modelo rio-clarense em grandes campanhas nacionais e internacionais, como a recente propaganda do canal Sony, ou de marcas como Centauro, Carrefour e Honda.
Contratada da agência Closer Models e da Mega em São Paulo ela acaba de retornar de Miami. Mas conseguiu um tempinho para conversar com o JC e contar um pouco sobre os bastidores do mundo da moda. Com a novela Verdades Secretas, da Rede Globo, muita gente começou a questionar as histórias sobre modelos contadas no folhetim. Entre os assuntos mais polêmicos está o tal “Book Rosa”, termo utilizado para se referir a modelos que estenderiam suas noites de trabalho a algo mais particular e intimista. Mas, afinal, o ‘Book Rosa’ existe? Veja as respostas da top internacional Hannah Ceccheto:
JC: Existe o tal “Book Rosa”, o catálogo de modelos com quem os ricaços podem passar a noite, mesmo que pagando verdadeiras fortunas?
HANNAH CECCHETTO: Trabalho no meio da moda há seis anos e na defesa da minha classe posso afirmar que a estatística de que as modelos começam suas carreiras fazendo “Book Rosa” é completamente ficcional. Este assunto está em pauta no momento e sendo muito discutido por conta da novela global Verdades Secretas, que aborda histórias de modelos que fazem “Book Rosa” pra se dar bem na carreira. Isso nos remete a um certo bullying, o qual eu sinceramente já esperava, pois a Globo é uma emissora formadora de opinião e muitos que não entendem ou não trabalham no meio da moda vão julgar como verdade absoluta, uma coisa que é apenas ficção.
No meio da moda, Book é o nome que se dá ao portfólio profissional de uma modelo, com seus trabalhos e fotos, o qual ela tem de apresentar cada vez que participa de um casting pra ser aprovada pra um desfile, campanha ou catálogo.
Ao longo desses anos de trabalho já ouvi falar tanto do “Book Rosa”, que acho que ele deva sim existir, mas não conheço ninguém que tenha feito, só a famosa frase: “dizem que tal pessoa faz”. Acredito que há prostituição nesse meio, assim como, em tantas outras profissões. E no caso do “Book Rosa”, se a menina participa disso ela tem duas profissões distintas: modelo e garota de programa.
JC: O mundo da moda é tão glamouroso quanto parece?
HC: Não. O glamour está somente no momento do resultado final; nas fotos prontas, na passarela, no comercial exibido na TV. Por traz das câmeras é tudo muito diferente, temos que fazer inúmeros castings diariamente, (castings são como entrevistas de trabalho, onde vamos até os clientes e mostramos nosso material, o book), os castings podem demorar tardes inteiras (muitas vezes não dá tempo nem de sentar com calma pra almoçar), não temos rotina alguma (às vezes você é aprovada pra um trabalho e só te avisam no dia anterior à noite ou até mesmo no próprio dia e você tem que mudar todo o planejamento do dia de última hora), não temos horário definido (cada trabalho começa em um horário e muitas vezes excede o horário da diária), não temos endereço definido, (meu melhor amigo é o GPS, pois cada dia o trabalho é em um endereço diferente), muitas vezes somos tratadas de forma indiferente pelos clientes, entre tantas outras coisas. Mas isso fica pequeno quando vemos o resultado final do trabalho e tudo vale a pena quando amamos o que fazemos.
“O glamour da moda está somente no resultado final”
JC: Acontecem casamentos e namoros de fachada?
HC: Acredito que sim, mas não conheço muito pra poder falar a fundo sobre isso.
JC: É verdade que chamam aquelas meninas super magras de gordas?
HC: É verdade. No meio da moda existem dois diferentes perfis de modelos:
– as modelos comerciais: que são as que fazem catálogos, fotos, campanhas e publicidades em geral. Estas não precisam ser extremamente magras, precisam malhar e manter uma boa alimentação pra ganhar curvas com moderação.
– as modelos fashion: que são aquelas que participam de desfiles como Fashion Week, podendo também realizar campanhas de marcas mais conceituais e Fashion. Dessas modelos é exigido muita magreza e um parâmetro de quadril de no máximo 90 cm. Esse tipo de modelo é o que mais sofre com relação à exigência de peso e às quais mais apresentam problemas com relação a transtornos alimentares.
JC: Os modelos masculinos são todos gays?
HC: Claro que não! Isso é mais um dos mitos do meio da moda.
JC: Existe mesmo gente querendo puxar o tapete alheio e sendo maldosa com os outros?
HC: Existe sim! Pessoas de má índole existem em qualquer lugar; o sucesso e o crescimento alheio às vezes incomodam, mas ainda acredito que esses indivíduos sejam a minoria.
Segundo registrado no Plantão Policial, o acidente aconteceu em colisão transversal. Um veículo Paraty teria atravessado a SP-191 no entroncamento com a Rodovia Washington Luis colidindo com um veiculo Hilux. Na Paraty estavam cinco pessoas, sendo que uma mulher veio a óbito e os outros quatro, segundo informações da Policia Rodoviária, estão em estado grave.
Mais informações na edição impressa do JC de quarta-feira (9).
Na operação “7 de Setembro” serão empregados 997 viaturas
A Polícia Militar desencadeou às 14 horas dessa sexta-feira (4) uma operação especial para reforçar a segurança no feriado nos mais de 22 mil quilômetros de rodovias estaduais. Na operação “7 de Setembro” serão empregados 997 viaturas, sendo 70 motocicletas, 14 helicópteros Águia e uma média de 2.519 PMs.
A ação, que seguirá até o final da noite de segunda-feira (7), tem como objetivo evitar acidentes e garantir a fluidez do trânsito. Os PMs empregados são dos cinco batalhões da Polícia Rodoviária, do Grupamento de Radiopatrulha Aérea (GPRAe), Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran), além de unidades territoriais.
A operação contará também com a participação da Secretaria de Logística e Transportes, da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e das concessionárias de rodovias.
Equipamentos
A Polícia Militar contará com 351 bafômetros para a realização de testes de embriaguez da Operação Direção Segura. A fiscalização da velocidade dos carros será feita por meio de 351 equipamentos, entre radares portáteis para dar mais mobilidade à fiscalização, radares fixos e binóculos.
Os radares portáteis são chamados de OCR Embarcados e leem automaticamente as placas dos veículos. Depois, as informações são repassadas aos policiais quase instantaneamente. Com isso, é possível selecionar, de forma mais eficiente, quais carros serão abordados.
O radar facilita o encontro de veículos roubados e, consequentemente, a prisão de criminosos. Além disso, o monitoramento das vias também será feito a partir de câmeras dos Centros de Controle Operacional das Rodovias (CCO).
Álcool e trânsito
A PM alerta que o motorista que for flagrado dirigindo embriagado será multado em R$ 1.915,40 e poderá ter o veículo apreendido e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida por 12 meses. O condutor poderá ainda responder criminalmente com uma pena de seis meses a três anos de prisão.
A sugestão foi apresentada durante a posse dos novos diretor e vice-diretora do Instituto de Biociências da Unesp para o quadriênio 2015 a 2019
O prefeito de Rio Claro, engenheiro Du Altimari, convidou a direção da Unesp Rio Claro, nesta sexta-feira, 4, a refletir sobre a possibilidade de instalar um curso, laboratório ou mesmo salas de aula da instituição na Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade (Feena).
Altimari reforçou o pedido lembrando as evidentes afinidades entre o foco de grande parte dos estudos, pesquisas e ensino da universidade e aquela reserva florestal, que é “um patrimônio ambiental dos rio-clarenses e paulistas”.
Ao encaminhar a sugestão, o prefeito observou a existência de uma ligação muito estreita entre a universidade e a Feena, levando-se em conta “a importância que a questão ambiental tem para a universidade e, por outro lado, reconhecendo o significado da floresta como exemplo de preservação legado pelo engenheiro agrônomo Edmundo Navarro de Andrade”.
A sugestão foi apresentada durante a posse dos novos diretor e vice-diretora do Instituto de Biociências da Unesp para o quadriênio 2015 a 2019, os professores doutores Claudio José Von Zuben e Maria Antonia Ramos de Azevedo. A solenidade foi presidida pela vice-reitora da instituição, professora doutora Marilza Vieira Cunha Rudge, que representou o reitor da instituição, professor doutor Julio Cezar Durigan. A vice-reitora recebeu com simpatia as sugestões do prefeito Du Altimari, disse que o pleito corresponde às expectativas futuras da instituição e antecipou que apoiará a sugestão no âmbito da universidade. O presidente da Câmara de Vereadores, João Zaine, que também participou do evento, apoio a iniciativa de Altimari.
Em sua argumentação, o prefeito destacou ainda que a presença física da Unesp na Feena provavelmente fortalecerá todas as ações destinadas a dar mais visibilidade àquela reserva florestal, gerando benefícios relevantes também à comunidade acadêmica. “Não temos dúvida de que isso vai acontecer e não vemos outra instituição mais credenciada e habilitada que a Unesp e seu corpo de pesquisadores, altamente qualificado, para somar forças com o governo municipal e estadual nesta empreitada”, afirmou.
Criado em 1909, o então Horto Florestal de Rio Claro surgiu com a finalidade de suprir a demanda de madeira para dormentes e carvão exigida à época pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Logo depois, em 1914, o agrônomo Edmundo Navarro de Andrade importou 144 espécies de eucaliptos, vindas principalmente da Austrália, iniciativa que resultou, em 1916, na criação do Museu Eucalipto.
A reserva tem 2.230 hectares e, pela variedade de espécies que abriga, tornou-se conhecida como “berço do eucalipto”, título que advém de ser referência no cultivo e pesquisa da planta. Originalmente propriedade da Companhia Paulista, a floresta foi transferida para a Fepasa na década de 1970. Em 1998 passou a ser administrada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, e posteriormente pela Fundação Florestal.
Moradores do Lar dos Velhinhos e funcionários da empresa Latina participam de café da tarde após entrega de cadeiras de rodas
Após uma matéria feita pelo Jornal Cidade divulgando a campanha “Lacre Solidário”, realizada pela Câmara dos Vereadores de Santa Gertrudes em prol do Lar dos Velhinhos da cidade, a empresa Latina, que cuida dos serviços de limpeza e manutenção, também em Santa Gertrudes, entrou em contato com a administração do asilo e questionou o número de cadeiras de rodas de que os idosos estariam precisando.
“Para nós foi uma surpresa, pois estávamos reforçando a campanha, pois nossos moradores têm cadeiras, mas caso alguma precise de manutenção ou precise de fato ser trocada, não temos nenhuma reserva, então a situação se complica”, explicou Fernanda Maria Aleixo Montezelli, auxiliar administrativa do Lar dos Velhinhos.
A empresa Latina entrou em contato e a auxiliar administrativa disse que a necessidade era de oito cadeiras, pois um dos moradores já havia recebido uma. “A empresa então marcou a entrega e também disse que faria um café da tarde para celebrar o momento. Eles reforçaram a política da empresa em colaborar com as instituições das cidades onde atuam e a importância de uma qualidade de vida melhor para os nossos idosos”, falou Montezelli.
A entrega foi feita por funcionários da Latina, que trabalham assiduamente em contato com a população. Noel de Andrade Serafim, motorista da Latina, falou da alegria por fazer parte desse momento. “É uma alegria muito grande estar participando e representando a empresa em que trabalhamos, saber desse apoio faz com que trabalhemos ainda melhor numa empresa que se preocupa com o próximo”, finalizou. O café da tarde também foi servido pelo funcionários aos moradores do Lar.