Em Rio Claro, cerca 3.500 atletas, tendo em vista as escolas, além do Clube de Xadrez, praticam a modalidade, sendo muitas crianças, adolescentes e jovens com êxitos nas mais distintas competições

Murillo Pompermayer

Em Rio Claro, cerca 3.500 atletas, tendo em vista as escolas, além do Clube de Xadrez, praticam a modalidade, sendo muitas crianças, adolescentes e jovens com êxitos nas mais distintas competições
Em Rio Claro, cerca 3.500 atletas, tendo em vista as escolas, além do Clube de Xadrez, praticam a modalidade, sendo muitas crianças, adolescentes e jovens com êxitos nas mais distintas competições

Todo dia 12 de junho, no Estado de São Paulo, é comemorado o Dia do Enxadrista, conforme Lei nº 5.095, de 12 de maio de 1986. Apesar de todo progresso tecnológico e da incrível facilidade de se inserir neste contexto, em que celulares e jogos eletrônicos estão praticamente ao alcance de todos, há crianças e adolescentes que optam por atividades mais tradicionais. É o caso do xadrez.

A prática da modalidade tem crescido em Rio Claro. Marcos Antônio Lopes, professor e técnico da equipe de xadrez da cidade, explica o porquê. “Mesmo em meio a tanta tecnologia, o xadrez se sobressai porque é um jogo dinâmico, que desafia, instiga e estimula o raciocínio. O jogador enfrenta um novo universo a cada nova jogada, que passa a estar sob seu controle e, ao mesmo tempo, uma eterna mudança”, pondera.

BENEFÍCIOS

De acordo com Lopes, são inúmeros. Dentre eles, raciocínio lógico, matemático e abstrato; memória; capacidade de tomar decisões; organização e planejamento. O professor enfatiza que todos esses benefícios são comprovados cientificamente. “O xadrez também é um esporte muito competitivo e um dos mais praticados do mundo, perdendo apenas para o futebol. É praticado por crianças, jovens, adultos e idosos”, expõe Lopes, que acrescenta que xadrez é lazer; diversão; entretenimento; arte; ciência; fator de integração social e, principalmente, “ginástica mental”.

A MODALIDADE EM RIO CLARO

Lopes diz que a prática na cidade vem de muitos anos atrás, quando das décadas de 40 e 50, com grandes jogadores, como José Bancki, Djalma Hofling, Dona Lola Cúrcio, dentre outros. “No meu caso, trabalho com xadrez há 30 anos e, nessas três décadas, a modalidade no município vem tendo excelentes resultados em disputas regionais, estaduais e nacionais, revelando vários jogadores”, acresce Lopes.

O professor e técnico afiança ter sido um dos articuladores e incentivadores do xadrez nas escolas. “Hoje, temos aproximadamente 3.500 atletas nos colégios e também no Clube de Xadrez. Realizamos também um trabalho com a terceira idade”, destaca.

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