Tiroteio em uma casa noturna LGBT em Orlando (EUA) nesse domingo (12) deixou 50 mortos (Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP)

Carine Corrêa

Tiroteio em uma casa noturna LGBT em Orlando (EUA) nesse domingo (12) deixou 50 mortos (Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP)
Tiroteio em uma casa noturna LGBT em Orlando (EUA) nesse domingo (12) deixou 50 mortos (Foto: Joe Raedle/Getty Images/AFP)

Massacre. É assim que a imprensa internacional está definindo o episódio na cidade de Orlando (EUA). O atirador Omar Mateen de origem afegã matou 49 pessoas em uma boate LGBT. Depois do massacre, ele foi morto em troca de tiros com a polícia.

Floriano Bianchini Neto é rio-clarense e mora a 40 minutos de Orlando. Ele comenta o clima na cidade um dia depois do massacre. “O clima geral é de tristeza, mas o americano tem uma capacidade muito grande de seguir em frente. Nós não fomos afetados diretamente, mas ficamos muito tristes”, detalhou o rio-clarense que mora há dois anos e meio no Estado da Flórida.

Floriano com a família em Orlando (EUA)
Floriano com a família em Orlando (EUA)

Fabiana Cupido Romaqueli mora em Winter Garden, ao lado de Orlando. “As pessoas aqui estão muito sensibilizadas e assustadas com o ocorrido, principalmente por ter sido confirmado o ataque terrorista. Muita fila nos pontos móveis de doação de sangue. O policiamento foi redobrado e a área continua isolada. Em todos os canais de notícia só se ouve falar disso”, contou.

A rio-clarense Ana Spiller também comenta o massacre. “A terra do faz de conta, onde os sonhos se tornam realidade, não combina com essa violência. O maior massacre da história dos Estados Unidos”, disse muito triste com o que ocorreu.

A rio-clarense Fabiana Romaqueli
A rio-clarense Fabiana Romaqueli

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