Regra para uso do WhatsApp na Saúde de Rio Claro vira polêmica

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A divulgação de uma circular, assinada na quarta-feira (8) pela secretária Maria Clélia Bauer, da Fundação Municipal de Saúde, gerou nova indisposição entre servidores da pasta e demais funcionários públicos na Prefeitura de Rio Claro. O documento determina que os grupos criados no WhatsApp para interação entre os trabalhadores da pasta tenha como administrador o gabinete da presidência da Saúde. O texto deste documento, no entanto, não deixa claro quais os grupos em questão.

Questionada, a Prefeitura informa que o aplicativo está sendo usado como ferramenta de trabalho. “São grupos de Whatsapp formados entre integrantes das comissões administrativas da Fundação Municipal de Saúde, com o objetivo de facilitar a comunicação entre esses profissionais em assuntos relativos aos serviços da FMS. Vale destacar que, no geral, os integrantes dessas comissões utilizam celulares corporativos”, comunica.

A reação à questão foi imediata nas redes sociais, tanto por funcionários públicos quanto por munícipes em geral. O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Rio Claro (Sindmuni) se posicionou. Em nota, informa que “o WhatsApp não é uma ferramenta de trabalho. Trata-se de um aplicativo de mensagens utilizado por mais de 90% da população brasileira para se comunicar. Também é de conhecimento geral que as pessoas trocam informações em grupos de todos os tipos de assuntos e isso é realizado de maneira informal”.

Vereadores da oposição, como Rogério Guedes (PSB) e Maria do Carmo Guilherme (MDB), também criticaram a questão, citando violação dos direitos constitucionais. A repercussão e mais detalhes sobre o assunto você confere na coluna FAROL, na edição impressa do Jornal Cidade de Rio Claro nesta sexta-feira (9), nas bancas.

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