PSD confirma filiação de Ivan Hussni e sonha com candidatura do empresário a prefeito

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Antonio Archangelo/Coluna PolítiKa

O presidente do PSD, Rogério Marchetti, ao lado do ministro Kassab e do presidente do PSD, Guilherme Campos
O presidente do PSD, Rogério Marchetti, ao lado do ministro Kassab e do presidente do PSD, Guilherme Campos

Deixando claro que é partícipe do grupo de apoio ao governo municipal, o presidente do PSD de Rio Claro, Rogério Marchetti (foto), confirmou nessa segunda-feira (28) a filiação do empresário Ivan Hussni ao partido. De acordo com Marchetti, a intenção é apresentá-lo ao grupo governista como candidato a pré-candidato à sucessão de Palmínio Altimari Filho (PMDB).

“Existe hoje, no grupo, algum nome superior ao do Ivan Hussni?”, disse o presidente da sigla que tem trabalhado junto ao ministro das Cidades, Gilberto Kassab, e do presidente na sigla, Guilherme Campos, para cacifar o nome do Hussni, que saiu do PP.

Hussni é diretor técnico do Sebrae/SP e empresário do setor de hotelaria e alimentação. Foi presidente da Associação Comercial de Rio Claro, vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), diretor da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de SP (ABIH-SP), chefe de gabinete da presidência da Associação Comercial de São Paulo. Também ocupou as secretarias municipais de Turismo, Desenvolvimento Econômico e de Governo na gestão Nevoeiro Júnior (DEM).

De acordo com que apurou a coluna, a vinda de Hussni ao PSD dependia de uma conversa entre Paulo Skaf (PMDB) e Gilberto Kassab. Após o acordo político, a troca de agremiação partidária foi possibilitada.

Hussni irá disputar, até o momento, o posto de pré-candidato com João Zaine, Perissinotto, João Vieira e Maria do Carmo pelo PMDB, além de Olga e Agnelo Matos pelo (PT).

“Ele já provou que não é mais do grupo do Nevoeiro, ele é do nosso grupo, um nome do PSD, partido que hoje é de sustentação ao governo Altimari”, completou Marchetti à Coluna. Por telefone, Altimari disse que não é hora de discutir isso e sim de “trabalhar e trabalhar”.

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