Proibido de vender em estádio, pipoqueiro busca ajuda para o caso

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Adriel Arvolea

Antonio Braz da Silva trabalha há 30 anos como pipoqueiro em Rio Claro. Aposentado com um salário mínimo, reforça o orçamento familiar vendendo pipoca nas ruas, seja em frente ao comércio, estádios de futebol e outros estabelecimentos.

No entanto, neste ano seo Braz afirma que tem encontrado dificuldades em comercializar seu produto no Estádio Benito Agnelo Castellano, o Benitão. Ele foi barrado nas partidas, situação que compromete a sua renda. “Vender pipoca é a minha sobrevivência. Sempre entrei sem impedimentos no Velo Clube, só que agora fui proibido de comercializá-la lá dentro. Tenho 86 anos e preciso trabalhar”, desabafa.

Sobre o impasse, a diretoria do Velo Clube esclarece que existe contrato com o bar instalado no estádio que prioriza a venda de seus produtos, como a pipoca. Além disso, há lei que proíbe o uso de botijão de gás por ambulantes em locais de grande circulação de pessoas.

 

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