Novo prédio se fundamenta na auto-sustentalibilidade

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Sidney Navas

Meta é buscar opções de captação da água da chuva e implantação de um eficiente sistema de energia solar. A futura Câmara Municipal de Santa Gertrudes preza por um espaço ambientalmente correto para as próximas gerações

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Na foto, Plenário do antigo prédio da Câmara Municipal de Santa Gertrudes

Imagine um espaço público capaz de armazenar a água da chuva e contar com um eficiente e moderno sistema capaz de transformar a luz solar em energia elétrica com espaço amplo e total acessibilidade. Assim será a nova sede da Câmara Municipal de Santa Gertrudes, cujas obras que começaram em 2012 estão em fase final e foram orçadas em R$ 3.563.403,05. A ideia é que a edificação seja autossustentável. Segundo a assessoria de imprensa da Casa de Leis, desde que assumiu a presidência, no início deste ano, o vereador Marcelo Ferreira (PDT) concentra seus esforços na busca de opções que possam tornar tudo o que está previsto no projeto em realidade. Com estas medidas, a ideia é diminuir custos e ter um espaço ambientalmente correto. Se nada der errado as benfeitorias serão concluídas em breve.

Segundo as mesmas informações, o prédio localizado na Rua São Pedro, esquina com a Avenida São José, no bairro Jardim Luciana e possui cerca de 1.600 metros quadrados de área construída, com acessibilidade total às pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes. Na planta térrea do prédio fica a recepção, os sanitários para visitantes, a copa/cozinha e um amplo e moderno plenário multiuso. No andar superior estão os gabinetes individuais para os vereadores e as salas dos funcionários do Poder Legislativo.

Pensando no planejamento de uma construção que possa atender o município por várias décadas, o prédio está sendo construído através de modernas técnicas e os espaços são divididos no sistema drywall, podendo ser remanejados de acordo com a necessidade. Hoje, a Câmara funciona em um local cedido pela Prefeitura de Santa Gertrudes, num prédio histórico, no Centro da cidade, mas que não comporta mais as demandas atuais do Poder Legislativo, devido ao espaço limitado. A proposta de construir um novo prédio da Câmara surgiu da necessidade de ter um espaço adequado, já que, o local onde funciona hoje não comporta mais os funcionários nem os vereadores, que não têm gabinete próprio nem espaço para atender a população, o plenário tem capacidade somente para 60 pessoas e o único acesso é através de escadas, sem acessibilidade às pessoas com locomoção restrita.

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