Músico relembra participação em programas do Gugu

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Na década de 90, a banda rio-clarense ‘Buffalo’ foi destaque em programas do apresentador Gugu Liberato, no SBT. Com estilo intitulado ‘countrypira’, ou ‘country caipira’, fez história no Sabadão Sertanejo e Sabadão.

Por diversas vezes, os seus integrantes estiveram ao lado do artista em apresentações memoráveis. O ex-vocalista da banda, Benedito Manoel Pires (Benê), que tinha o nome artístico de Tiroley Bennet, relembra os momentos no palco do Sabadão ao lado de Gugu.

“Ele era uma figura simpática e carismática. Fosse na frente das câmeras ou no camarim, sempre foi atencioso e educado. O seu programa nos abriu portas importantes, como em rádios e no programa do Faustão”, comenta Benê.

Sobre a morte do apresentador, Benê lamenta a tragédia. “Recebi a notícia com tristeza. Ele era uma pessoa muito querida. Nos ajudou enquanto banda e somos gratos por isso. Tínhamos carinho recíproco”, conclui.

A Buffalo se manteve na estrada até meados de 2002. Entre seus integrantes, destaque para Rogério Borin, atualmente guitarrista do cantor Amado Batista; e Silvinho, conhecido como Silviolino, que foi violinista do cantor Daniel.

Morte

A morte do apresentador da Record TV, Augusto Liberato, popularmente conhecido como Gugu, aos 60 anos de idade, por morte encefálica, foi confirmada na noite de sexta-feira (22).

O artista bateu a cabeça ao sofrer um acidente doméstico em Orlando, Flórida. Segundo a sua assessoria de imprensa, ele caiu de uma altura de cerca de quatro metros quando fazia um reparo no ar-condicionado instalado no sótão da sua residência.

Gugu foi prontamente socorrido pela equipe de resgate e admitido no Orlando Health Medical Center, onde permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva.

Na admissão, segundo a nota divulgada, deu entrada em escala de Glasgow de 3 e os exames iniciais constataram sangramento intracraniano. Em virtude da gravidade neurológica, não foi indicado qualquer procedimento cirúrgico.

A morte encefálica foi confirmada pelo Prof. Dr. Guilherme Lepski, neurocirurgião brasileiro chamado pela família que, após ver as imagens dos exames em detalhes, confirmou a irreversibilidade do quadro clínico. Atendendo a uma vontade dele, a família autorizou a doação de todos os órgãos. Gugu deixa uma companheira e três filhos.

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