A central manipula e distribui 10 toneladas de alimentos por semana, abrangendo verduras, legumes e frutas, além de ovos

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A central manipula e distribui 10 toneladas de alimentos por semana, abrangendo verduras, legumes e frutas, além de ovos
A central manipula e distribui 10 toneladas de alimentos por semana, abrangendo verduras, legumes e frutas, além de ovos

A Horta Municipal de Rio Claro, também conhecida como Vitrine Técnica de Produção Agroecológica, a primeira horta pública do Brasil a ser reconhecida com o selo de certificação orgânica, continua desempenhando papel importante na vida de estudantes da rede municipal de ensino, e também nas refeições de famílias em situação de vulnerabilidade, estas atendidas por entidades que realizam trabalho assistencial.

De janeiro a abril desse ano, a horta produziu e distribuiu 390 caixas de legumes e verduras, que garantem mais substância ao cardápio diário de centenas de pessoas que têm nessas doações uma fonte de nutrientes fundamentais à saúde. A variedade de produtos é grande, incluindo alface, almeirão, rúcula, chicória, acelga, salsa, cebolinha, couve, repolho, brócolis, quiabo, chuchu, mandioca, abóbora, pepino e vários outros itens que compõem as saladas, refogados e guarnecem os cozidos.

Recentemente, a Secretaria de Agricultura, que mantém a Horta Municipal, iniciou o Projeto Jogando Limpo, que envolve também a Fundação de Saúde, Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Sepladema), e a Secretaria de Assistência Social. O projeto destina-se aos usuários dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) da cidade e consiste em incentivar a troca de materiais recicláveis por produtos da horta.

A primeira edição do projeto, que tem um programa similar em atividade na Secretaria de Educação, denominado “Ação Responsável por uma Vida Melhor”, favorecendo alunos da rede municipal, ocorreu no Cras do Novo Wenzel/Bonsucesso.

“O projeto terá continuidade”, informa a diretora de Planejamento Agrícola, Comércio e Abastecimento, Maria Elena De Mori. “São ideias que trabalham também a consciência social e ambiental das crianças e jovens”, atesta a diretora.

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