As autoridades ressaltaram a importância de debater um assunto que é tão pouco pautado entre as pessoas, procurando sensibilizar os presentes sobre os obstáculos que ainda existem na sociedade

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As autoridades ressaltaram a importância de debater um assunto que é tão pouco pautado entre as pessoas, procurando sensibilizar os presentes sobre os obstáculos que ainda existem na sociedade
As autoridades ressaltaram a importância de debater um assunto que é tão pouco pautado entre as pessoas, procurando sensibilizar os presentes sobre os obstáculos que ainda existem na sociedade

A Prefeitura de Rio Claro realizou o primeiro Seminário de Combate à Homofobia e Transfobia na última terça-feira (17) no auditório do refeitório do Núcleo Administrativo Municipal (NAM). O evento foi organizado pela Secretaria Municipal de Assistência Social por meio do Núcleo de Educação Permanente, em parceria com a Fundação de Saúde e Diretoria de Políticas Especiais, em referência ao Dia Internacional de Combate à Homofobia e Transfobia.

O seminário teve o objetivo de dar visibilidade, sensibilizar, formar e quebrar paradigmas quanto às questões de identidade de gênero e orientação sexual. Os assuntos abordados incluíram os preconceitos sofridos na sociedade, a aceitação no mercado de trabalho e a marginalização sofrida por travestis e transexuais por parte da população.

Elaine Siqueira, presidente do Conselho de Assistência Social, comentou como surgiu a oportunidade de organizar o evento. “Inicialmente, foram realizadas algumas ações de sensibilização nos equipamentos da Assistência Social, pela Yanca Pimentel, com o objetivo de fomentar o debate sobre a diversidade sexual. A ideia de realizar o seminário surgiu de uma articulação do setor de Vigilância Socioassistencial e Educação Permanente com o Serviço Especializado em Prevenção de Assistência (Sepa)”.

Representando o Sepa-DST/Aids, Yanca Pimentel falou sobre o processo de se aceitar, sobre preconceitos e sobre dialogar sobre o assunto. “Desde meus 15 anos sou mulher transexual, porém o período mais difícil foi a não aceitação da minha família. Travestis e transexuais são muito marginalizados. Ainda existem muitos prejulgamentos que devem ser derrubados em diversos aspectos, como no mercado de trabalho e no meio social.”

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