Da Redação

O coordenador regional da Macrorregião 5, Assed Bittar Filho
O coordenador regional da Macrorregião 5, Assed Bittar Filho

Devido ao recente aumento na tarifa de energia elétrica anunciado pela empresa Elektro e aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Macrorregião 5, composta das Diretorias Regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Americana, Limeira, Piracicaba, Rio Claro e Santa Bárbara D’oeste, manifesta sua indignação junto à comunidade afetada.

Considerando que o país atravessa uma crise na classe produtiva, que consequentemente afeta toda a sociedade, é preciso unir forças neste momento para enfrentá-la. “Todos devem estar unidos na busca por soluções que contemplem um futuro mais próspero e produtivo, com a manutenção do crescimento econômico e dos atuais postos de trabalho”, observa o coordenador regional da Macrorregião 5, Assed Bittar Filho.

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Conforme avalia, o aumento na tarifa de energia elétrica da Elektro, anunciada em 19 de agosto e em vigor desde 27 do mesmo mês, ultrapassa em mais de seis vezes a inflação anual anunciada. “Além disso, o aumento proposto pela Elektro e aprovado pela Aneel supera em mais de 100% os reajustes propostos pelas empresas concorrentes”, pontua Bittar.

Ele observa, ainda, que a carga tributária imposta à sociedade brasileira está entre as maiores e mais caras do mundo. O referido aumento, além de onerar diretamente a classe trabalhadora, provoca uma desigualdade na concorrência entre as empresas atendidas pela Elektro e as empresas atendidas por outras concessionárias de energia elétrica. Diante do quadro, Bittar reforça que esse desequilíbrio irá afetar a economia de mais de 150 municípios do Estado.

“Propomos que, em nome das Diretorias Regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) de Americana, Limeira, Piracicaba, Rio Claro e Santa Bárbara D’Oeste, seja revisto em caráter de urgência os índices anunciados e aprovados pela Aneel referentes aos reajustes das tarifas de energia elétrica da empresa Elektro, que ultrapassam os 35,97% para as residências (baixa tensão) e 40,79% para a indústria (alta tensão)”, reforça.

Manifesta, também, em nome da Diretoria, o repúdio pelos aumentos anunciados que, além de prejudicarem o desenvolvimento econômico e social dos municípios atendidos pela Elektro, provocam uma concorrência desigual e desleal com outros municípios.

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