Chuva compromete a qualidade do asfalto em diversos pontos de Rio Claro

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Carine Corrêa

Cimento versus eventos climáticos. Embora o período de chuvas seja tão esperado – já que abastece os rios, base para sobrevivência da espécie humana, da fauna e da flora – as precipitações trazem efeitos indesejáveis à estrutura das cidades.

O asfalto, por exemplo, é uma das estruturas que sofrem mais com a falta de escoamento da água. As chuvas dos últimos dias em Rio Claro agravaram alguns buracos de diversos bairros do município. Submetidos ao efeito da água, os buracos aumentam e se tornam verdadeiras “crateras”.

Djalma Dário é morador do bairro Cidade Jardim. Ele conta que o desnível do asfalto na Avenida 31 com a Rua 8 tem causado transtornos ao trânsito naquela região. Com o buraco, os motoristas são obrigados a desviar: a rua torna-se mais estreita para a passagem dos veículos. “Há seis meses colocaram essas pedras para amenizar a situação. Mas a medida paliativa não resolve. É preciso alguma ação para solucionar o problema de vez”, argumentou.

Próximo daquele trecho, a Rua João Polastri, no cruzamento com a Avenida 43, sofre com o mesmo problema. Os motoristas são obrigados a desviar do buraco, o que acaba tumultuando o trânsito daquela região.

Nos bairros mais periféricos o cenário é similar. No Parque São Jorge o munícipe Rogério Leite comenta que há mais de um mês vem observando um buraco que está se abrindo, logo na Avenida M-37. “Os motoristas precisam tomar cuidado. Também passava pela Avenida 52 com a Rua 11, no bairro Vila Olinda, e notei que o local está todo esburacado, assim como no Parque São Jorge”, diz Rogério que fotografou os dois endereços.

Na Avenida 59 do bairro Jardim Kennedy, uma internauta fez o apelo pelas redes sociais: “Parece que caiu um “meteoro” aqui na Avenida 59. Que absurdo está nossa avenida. Aliás o bairro inteiro está um caos, também na Rua 22 por onde passa o ônibus está uma vergonha! Abandonaram nosso bairro”, queixou-se.

Por sua vez, a prefeitura foi informada sobre cada caso. “Todos os pedidos são incluídos na relação de serviços da Secretaria de Obras, que recentemente passou a contar com uma quinta equipe na operação tapa-buracos”, disse. A prefeitura disse ainda que o período de chuvas dificulta esse tipo de serviço.

1 COMENTÁRIO

  1. A culpa não é da chuva por produzir buracos no asfalto, precisamos muito da chuva, a culpa é do poder público que contrata empresas para fazer o asfalto por um custo baixo, a consequência é de um asfalto de má qualidade, então se gasta enésimas vezes para tampar buracos.

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