Balonismo: piloto desmente boato de pouso forçado

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Carine Corrêa 

Circula pelas redes sociais a informação que uma das equipes participantes da III Copa de Balonismo de Rio Claro precisou fazer um pouso forçado dentro de uma propriedade, próximo a fios de alta tensão.

Equipe junto aos proprietários da residência
Equipe junto aos proprietários da residência

A reportagem do JC conversou com o piloto Luciano Gross da equipe Vesta, da cidade de Torres, Rio Grande do Sul,  que desmente o boato.  “Hoje durante o voo da manhã, sobrevoávamos, uma área residencial e avistei um terreno com tamanho suficiente para pousar e deitar o Balão. Depois de sobrevoar por duas vezes o terreno e pedir autorização para os proprietários, comuniquei minha equipe de resgate e realizamos o pouso de uma forma muito tranquila, sem incidentes ou maiores riscos. O intuito do pouso naquele terreno era, possibilitar as pessoas que apreciavam o voo do Balão, um contato mais próximo com a aeronave. Agradeço a família que nos recebeu inclusive com um café e o carinho que a cidade de Rio Claro recebe os balonistas”.

 

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