Velo Clube empata em 0 a 0 com o Monte Azul

Matheus Pezzotti

Igualdade no marcador evidenciou o jogo fraco tecnicamente, apesar de duas bolas no travessão em chances velista (Foto: José Eduardo/A Comarca)
Igualdade no marcador evidenciou o jogo fraco tecnicamente, apesar de duas bolas no travessão em chances velista (Foto: José Eduardo/A Comarca)

Em jogo isolado da sexta rodada da série A-2, o Velo Clube ficou no empate sem gols com o Monte Azul, jogando fora de casa, no estádio Otacília Patrício Arroyo, na tarde deste domingo (22).
Com o resultado, o Rubro-Verde soma 5 pontos e deixa a zona do rebaixamento, ficando em 15º lugar, enquanto que o Monte Azul, com 6, ocupa o 13º lugar.

O JOGO
O Velo começou ofensivo, mas o Monte Azul levava vantagem no meio de campo, sempre com espaços, com Pedro criando as jogadas, mas ambos os times não finalizavam. O Rubro-Verde buscou como alternativa, os lançamentos, mas a falta de qualidade, aliada a marcação do Monte Azul não resultavam em chances criadas.

Aos três minutos do segundo tempo, João Victor saiu errado e no contra-ataque, Canela avançou e bateu cruzado para boa defesa de Rafael Pin. Os times seguiam sem criatividade, mas o Monte Azul seguiu melhor, explorando a esquerda, criando as melhores chances do jogo. Aos 14, Canela foi até a linha de fundo na esquerda, Dairo passou da bola, que bateu no atacante e foi por cima do gol, perdendo chance incrível.

A resposta do Velo foi aos 22, com Niander batendo de fora da área, acertando o travessão do goleiro João. Em lançamento na área, Dairo disputou com Dogão, foi puxado, mas o arbitro, erroneamente não marcou pênalti.  O jogo seguiu na mesma tônica até os acréscimos, quando o Velo teve mais duas chances claras de marcar, ambas com Selmir. Na primeira, aos 46, o atacante recebeu na área, fez o giro, mas bateu para fora e aos 48, no último lance do jogo, após cruzamento da esquerda, Selmir subiu sozinho e cabeceou na trave.

“Tem que ter mais tranquilidade, não pensar que temos que ganhar o jogo e assim, os gols vão acontecer naturalmente. Pelo que jogamos contra o União Barbarense, poderíamos ter jogado melhor hoje”, disse o atacante Valdo Gigante.

O próximo jogo do Rubro-Verde será na sexta-feira (27), às 20 horas, contra a Matonense, no Benitão.

FICHA TÉCNICA
MONTE AZUL 0 x 0 VELO CLUBE
Local: estádio Otacília Patrício Arroyo, em Monte Azul
Árbitro: Sílvio Renato Silveira
Assistentes: Orlando Massola Júnior e Marco Antonio Teixeira Ianez
Público e renda: não divulgados
Cartões amarelos: Dairo (Monte Azul) e Calixto, Tom, Renatinho e Diego Higino (Velo Clube)

MONTE AZUL
João; Luis, Renan, Diego e Zé Henrique; Bruno Reis (Dairo), Pedro, Deco (Giovani) e Gabriel; Ícaro e Canela. Técnico: Bercinho Serralheiro

VELO CLUBE
Rafael Pin; Mizael, Dogão, João Victor e Calixto; PC, Niander e Judson (Tom); Renatinho, Ricardinho (Marquinhos) e Diego Higino (Selmir). Técnico: João Vallim.

Trabalho de recuperação da fachada de prédio histórico será finalizado em março

Sidney Navas

sociedadeitaliana
As folhas “cegas” das janelas, que abrem para dentro, são em “pinho-de-riga”, uma raridade na construção civil

Os trabalhos de recuperação da fachada do majestoso prédio da tradicional Sociedade Italiana, no Centro da cidade, continuam a todo vapor. De acordo com o arquiteto e urbanista responsável pela obra, Nelson França Junior. tudo deve estar pronto no próximo mês de março. O local abrigará também um conjunto de apartamentos residenciais, cujas unidades já se encontram à venda. “O nosso trabalho com a fachada começou logo depois do término da construção do edifício, que está, de forma muito inteligente, incorporado à edificação histórica”, lembra França Junior.

O urbanista explica que a construtora Basestaca, reconhecendo o valor histórico da edificação e seguindo também uma tendência do mercado da construção, propôs a intervenção dando carta branca para a sua livre atuação. “É preciso salientar que, antes de iniciarmos os trabalhos de recuperação da fachada, foram feitas obras importantíssimas de reestruturação de paredes, pisos e telhado, por parte da construtora, eliminando todo e qualquer risco de trincas, desmoronamentos ou acidentes”, comenta o profissional. Por se tratar de uma obra de recuperação e não de restauração, ela também permitirá e procurará atender às necessidades atuais dos usuários e daqueles que administram a entidade. “Todos os elementos decorativos originais da fachada serão mantidos, e aqueles que se apresentam bastante danificados serão substituídos por novos, seguindo o mesmo modelo dos atuais, como por exemplo os balaústres da platibanda e as janelas com folhas de vidro”, argumenta.

França ressalta que as folhas “cegas” das janelas, que abrem para dentro, são em “pinho-de-riga”, uma raridade na construção civil, pois é uma espécie de madeira proveniente do leste europeu, e serão totalmente reestruturadas por estarem em bom estado de conservação. “As placas de pedra São Tomé, que antes revestiam a base da edificação, foram removidas para dar novamente o aspecto daquilo que já foi um dia, ou seja, a imitação de blocos de pedra de acordo com o testemunho de um dos membros do conselho da entidade, o que devolveu novamente ao imóvel sua imponência e coerência dentro da época em que foi edificado, tendo como data registrada 1894”, completa o arquiteto. Salas internas também passam pelo mesmo processo e terão função multiúso.

Mato alto toma conta de praça na Samambaia

Sidney Navas

jcverdevida
O mesmo local já foi usado para a realização de movimentos populares onde discursos eram feitos para o povo

No passado, a praça pública Tenente Jorge Hebling, no cruzamento da Rua Samambaia com a Avenida 28 no Santana, servia como um ponto de descanso para os tropeiros que passavam pela cidade. O mesmo local já foi usado para a realização de movimentos populares onde discursos eram feitos para o povo. Corridas de kart também ajudaram a valorizar ainda mais a praça, que infelizmente nos dias de hoje parece estar completamente abandonada, a mercê da sua própria sorte.

A vizinhança reclama do descaso e pede providências imediata. A dona de casa Silvia Azevedo, explica que o mato cresce sem qualquer intervenção seja feita por parte das autoridades. “A situação é lamentável e, como se não bastasse o mato ato, o calçamento em alguns trechos está seriamente comprometido”, fala a mulher. Sua vizinha, Solange Mendonça, observa que há tempos as famílias não se reúnem mais por lá como acontecia antigamente.

“A iluminação aqui está bastante comprometida e, por conta disto até mesmo o dono do carrinho que vende lanches já foi assaltado pelos marginais”, frisa ela. Os moradores da região afirmam que a noite o espaço público é tomado por vândalos e usuários de drogas principalmente durante a noite e madrugada. Todos se sentem acuados a presença dos desocupados.

Questionada a respeito dos problemas, a prefeitura municipal, através de sua assessoria de imprensa fala que a praça será limpa novamente quando a Secretaria de Manutenção e Paisagismo retornar àquela região para fazer o conjunto de serviços que incluem limpeza de canteiros centrais, limpeza de vias públicas, de terrenos baldios e outros. As autoridades garantem ainda que toda a cidade é atendida com esses serviços.

Chuvas arrastam lixo para o Lago Azul

Adriel Arvolea

lagoazul
Funcionário retira sujeira trazida pelas águas da chuva do Lago Azul; o lixo das vias públicas é arrastado pelas águas pluviais que desembocam nas oito galerias do parque

No último dia 18, foram registrados 67 milímetros de chuva no Parque Ecológico Lago Azul. Dessa forma, os 48 mil metros quadrados de espelho d’água tiveram um respiro frente à estiagem. Mas o lixo, também, acompanhou todo esse volume e invadiu as suas águas.

A sujeira das vias públicas foi arrastada pelas águas pluviais que desembocam nas oito galerias do parque. Embalagens e todo tipo de lixo acabaram poluindo o lago. De acordo com o administrador do espaço, Francisco Marcucci, as garrafas PET são o principal problema, ou melhor, ameaça.

“As chuvas trazem a sujeira da rua, principalmente da região Norte da cidade. Para manter o lago limpo, contamos com uma frente de trabalho para remover todo o lixo. Estimo umas dez pessoas empenhadas nessa tarefa”, comenta o administrador.

Já o esgoto que intermitentemente era despejado na água, agora segue pela tubulação que margeia o lago, em obra executada pela Odebrecht Ambiental. Além de acabar com os casos de despejo de esgoto, a obra aumentou a capacidade de vazão das redes da Rua 2 e das Avenidas 40 e 42, evitando, assim, transbordamento em dias de chuva.

Neste tempo chuvoso, o Lago Azul tem uma comporta elétrica para controlar a vazão de suas águas. Com peso total de, aproximadamente, dez toneladas, o equipamento teve sua automação desenvolvida por equipe da Escola Senai. A antiga comporta foi construída na década de 70, na gestão do prefeito Álvaro Perin, e tinha por objetivo fazer a limpeza do canal da Avenida Visconde do Rio Claro, no qual correm as águas do córrego da Servidão. “Acionamos quando necessário e baixamos o nível em até dez centímetros, contribuindo para a limpeza dos canais da Visconde”, afirma Marcucci.

Para manter a limpeza do parque, o administrador pede a colaboração dos visitantes para que depositem o lixo nos locais indicados. “Dispomos de lixeiras por todo o parque e, com isso, solicitamos a cooperação da comunidade para que nos ajude a manter o Lago Azul em ordem”, reforça. O parque fica aberto, em dias normais, das 7h às 19h. Informações: (19) 3532-4118.

Clima interfere no preço e qualidade alimentar

Sidney Navas

tomate
Os preços de verduras e legumes sofrem alterações. O tomate é um dos produtos mais caros

O aumento no preço dos combustíveis (que eleva o valor do frete) aliado principalmente a fatores da natureza, como a instabilidade climática e a estiagem, são apontados como os responsáveis pelo aumento no preço de verduras e legumes não só em Rio Claro, como em diversas outras regiões. A qualidade também é seriamente prejudicada por isso. Argumentos climáticos que justifiquem o aumento até podem parecer incoerentes, mas não são.

Em alguns casos, por conta dos gêneros cultivados, a estiagem acabou prejudicando o plantio e a colheita. O tempo seco atrapalha e resulta numa qualidade final bem inferior. Por outro lado, chuvas incessantes e volumosas também acabaram contribuindo para essa oscilação. Dependendo da intensidade, inevitavelmente, as tempestades devastam plantações inteiras, trazendo prejuízos aos agricultores. Só conseguem escapar aquelas propriedades dotadas de estufas, mas implantar este sistema também tem um custo alto.

As donas de casa em especial precisam usar de muita criatividade e ou então abrir mão de alguns itens na hora de preparar as refeições e servir à mesa. “Está tudo pela hora da morte. Não são apenas os legumes e verduras. As frutas também subiram de valor e o nosso salário não acompanha essa evolução”, explica a webdesigner Dulce Faria. Ela ressalta que, desde o início do ano, gasta mais e compra cada vez menos. “O jeito é pesquisar antes e, se possível, inovar no cardápio, mas não é fácil. O valor da cesta básica em geral está bem alto. Do jeito que as coisas estão, logo logo não teremos mais o que comer”, comenta a mulher.

A dona de casa Val Marques explica que acaba consumindo menos e faltam opções na hora de fazer as refeições. “O tomate já virou um luxo. Está caro demais e o mesmo acontece com a batata, repolho, berinjela e frutas. Outro problema está na falta de qualidade”, reclama. A funcionária de um varejão popular nas imediações da Vila Cristina, Erika Aparecida, confirma essa alta. “Antes o tomate era comercializado por cerca de R$ 2,00 o quilo. Hoje custa entre R$ 6,00 e R$ 8,00”, afirma. A batata vendida a partir de R$ 0,90 o quilo já é encontrada por aproximadamente R$ 5,00 o quilo. A funcionária lembra que onde trabalha os preços só não são maiores ainda porque os donos tratam de ir buscar as verduras e legumes direto do produtor. “Caso o valor do frete fosse repassado ao consumidor final, os produtos estariam ainda mais caros”, completa.

Mercado das cervejas artesanais cresce e Rio Claro sai na frente

Favari Filho

pradabeer
O Brasil figura na quarta colocação no mercado de cervejas do mundo e produziu, em 2010, cerca de 10 bilhões de litros

Países como a Alemanha, a Bélgica e a República Tcheca há séculos carregam a fama de produzirem as melhores cervejas, porém a história da bebida está diretamente ligada à origem da civilização. Não há dados que afirmem a data exata da invenção, o que se sabe é que a descoberta aconteceu devido a um processo de fermentação ocorrido por acaso.

O Brasil figura na quarta colocação no mercado de cervejas do mundo e produziu, em 2010, cerca de 10 bilhões de litros. Dominado pelas grandes fábricas, que juntas detêm 98,2% do mercado, as marcas da AmBev, Grupo Schincariol, Cervejaria Petrópolis e Heineken disponibilizam cervejas do estilo Standard American Lager, enquanto os outros 1,8% são representados pelas cervejas artesanais com estilos variados.

As cervejas artesanais são produzidas quase que de “forma caseira”. Várias microcervejarias, mesmo utilizando equipamentos modernos e engarrafando suas produções, ainda assim são consideradas artesanais, pelo cuidado que têm com a produção, desde os ingredientes básicos, passando pela receita de preparo até o processo de conservantes, que devem ser naturais.

As cervejas caseiras, aquelas feitas em casa com produções limitadas, normalmente de 20 a 40 litros por vez, também podem ser consideradas artesanais. Para os interessados em aprender a fazer cerveja, existem cursos específicos, além de empresas que vendem ingredientes e equipamentos para produção.

A Cervejaria Prada nasceu em Rio Claro pelas mãos de destacados profissionais do ramo que, com a mais moderna tecnologia, conseguiram aliar ingredientes rigorosamente selecionados e habilidade de um Mestre Cervejeiro. A empresa, que produz diversos tipos de cerveja, está em atividade desde 2012 e segue a todo vapor contribuindo para o paladar dos amantes da bebida.

Lançada em dezembro de 2014, a Prada Diablo foi criada para o consumidor que busca uma cerveja diferenciada. Com teor alcoólico de 6,1, o design do rótulo foi inspirado na imagem clássica do diabo com características modernas compatíveis com o público-alvo.

A Prada Diablo é uma cerveja India Pale Ale, estilo que foi originalmente criado pelos ingleses que precisavam resistir à travessia do oceano durante a colonização da Índia. É encorpada e altamente lupulada, levando em conta o antioxidante e bactericida natural encontrado no lúpulo. A Prada Diablo vai além e é mais intensa, mais amarga e saborosa

Sem reaproveitamento, galhos podados e árvores removidas são levados ao aterro

Adriel Arvolea

Na madrugada de quarta-feira (18), uma árvore de grande porte, do Jardim Público, caiu sobre a rede de energia na Rua 4
Na madrugada de quarta-feira (18), uma árvore de grande porte, do Jardim Público, caiu sobre a rede de energia na Rua 4

Em Rio Claro, a Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Sepladema) recebe, em média, cinco pedidos por dia para poda e corte de árvores. Também, há os casos de queda de exemplares. Somente em 2014, a Defesa Civil registrou 53 ocorrências de quedas de árvore e outras 14 envolvendo galhos. Na madrugada de quarta-feira (18), por exemplo, uma árvore de grande porte, de aproximadamente 20 metros de altura, do Jardim Público, caiu sobre a rede de energia na Rua 4. Por conta disso, bancos e lojas das imediações ficaram sem luz durante toda a manhã.

No entanto, há reaproveitamento da madeira das árvores que foram podadas, cortadas ou caíram? Em São Paulo, uma lei de 2008 criou o Programa de Aproveitamento de Madeira de Podas de Árvores (Pompa). O objetivo é transformar essa matéria-prima em adubo e ser utilizado para artesãos e criação de objetos. Já em Rio Claro, no momento, o material tem como destino o aterro sanitário. “A matéria-prima é depositada no aterro. No entanto, existe a intenção de comprar um triturador de podas, a fim de destinar os restos como adubo para hortas municipais, à Secretaria da Agricultura etc.”, esclarece a prefeitura.

Outro ponto é que populares podem solicitar às equipes da Secretaria de Manutenção e Paisagismo, via secretário, o uso dessa matéria-prima. “Se a árvore não for centenária ou envolver um outro valor histórico, o material pode ser solicitado no ato do corte/pode para o devido reaproveitamento”, explica.

Situação

Entre 2009 e 2013, cerca de duas mil árvores foram retiradas em razão de queda natural provocada por ventos ou raios, ou cortadas após autorização da Sepladema. De acordo com a prefeitura, os principais fatores que levam à queda de árvores são infestação por cupins e temporais com ventos fortes. No mesmo período, 32.700 árvores foram plantadas no município.

Porém, observa-se em alguns pontos da cidade que há espécies nativa e frutífera plantadas, por exemplo, no mesmo canteiro central, destoando com relação ao porte arbóreo. Tal situação oferece riscos à segurança, com copas que atingem a rede elétrica ou atrapalham a visibilidade dos motoristas. Dessa forma, quais os critérios empregados no plantio de árvores em Rio Claro? A prefeitura confirma que há, sim, o problema de muitos munícipes plantarem árvores sem autorização, optando, muitas vezes, por espécies inadequadas, mas que a administração busca conciliar a espécie com o ambiente urbano em seus plantios. “A opção é feita pela espécie mais adequada de acordo com o local. Como a maioria dos canteiros da cidade são estreitos, priorizam-se as espécies pequenas”, esclarece.

Para plantar ou cortar uma árvore em locais de domínio público, o cidadão deve procurar o Atende Fácil (Avenida 2, entre as ruas 2 e 3, Centro) para formalizar o pedido. No caso de corte ou poda, a solicitação é encaminhada à Sepladema que, após avaliação, emite laudo liberando ou não o corte ou poda. Para o plantio, o munícipe fornece as informações no Atende Fácil, como posicionamento da calçada e localização dos fios de energia elétrica.

Policiais civis de RC são acusados de extorsão

Da Redação

Dois policiais civis foram detidos na madrugada deste sábado (21)
Dois policiais civis foram detidos na madrugada deste sábado (21)

A Polícia Civil de Rio Claro vai instaurar inquérito para apurar denúncias de concussão (ato de exigir dinheiro ou vantagem) e porte de entorpecentes contra dois policiais da própria corporação.

Na denúncia apresentada pela vítima, consta que os dois policiais civis teriam exigido R$ 10 mil do motorista. Caso contrário, incriminariam a vítima colocando drogas em sua residência.

Os dois acusados foram detidos em flagrante na madrugada deste sábado (21).

CEU tem contação de histórias e oficinas gratuitas

Divulgação

As duas quadras de esportes do CEU estão sempre ocupadas para a prática de futebol de salão e vôlei, além da pista de skate
O CEU fica na Avenida 1-MP com Rua 6-RV, Mãe Preta

Contação de histórias será realizada na segunda-feira (23) no Centro de Artes e Esportes Unificado (CEU), no bairro Mãe Preta, em Rio Claro. A partir das 14h, o público está convidado a acompanhar uma breve história do padre Roberto Landell de Moura, brasileiro que contribuiu para a invenção do rádio.

A apresentação será realizada por Luna Júnior e Adriana Luna, que contarão de forma didática e criativa um pouco da evolução da comunicação até chegar ao rádio. A história inclui pesquisas, estudos e experiências do padre Landell de Moura para a criação do rádio, bem como a patente do mesmo. A apresentação terá como contrarregra Larissa Luna e a sonoplastia de Icaro Pierre.

O CEU também está com inscrições abertas para duas oficinas de artes. As oficinas são gratuitas e voltadas para as áreas de capacitação artística de música e sonorização de espetáculos. As inscrições podem ser feitas no CEU, de segunda a sexta-feira, das 8 às 16h.

As oficinas fazem parte do projeto “Mais Cultura mais vida”, viabilizado em convênio da Fundação Nacional das Artes (Funarte) e Ministério da Cultura. O CEU fica na Avenida 1-MP com Rua 6-RV, Mãe Preta. Mais informações: 3522-8000.

Tem início a entrega dos carnês do IPTU 2015

Da Redação

atende
Quem ainda não recebeu o carnê e quiser adiantar o pagamento pode imprimir o boleto pela internet, através do site da prefeitura (www.rioclaro.sp.gov.br) ou diretamente no Atende Fácil

A entrega dos carnês do IPTU 2015 começou na quinta-feira (19). A cota única e a primeira parcela do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) vence no dia 27 de fevereiro em Rio Claro. Quem ainda não recebeu o carnê e quiser adiantar o pagamento pode imprimir o boleto pela internet, através do site da prefeitura (www.rioclaro.sp.gov.br) ou diretamente no Atende Fácil que fica na Avenida 2, número 130, Centro.

Para imprimir o boleto pela internet, é preciso informar informar o código reduzido ou a referência cadastral do imóvel, dados que constam no carnê de IPTU de anos anteriores. Após o envio dos dados solicitados, o contribuinte deve optar entre a cota única ou as parcelas. A impressão da cota única ou primeira parcela do IPTU também pode ser feita no Atende Fácil que atende de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h. Nesse caso é preciso levar a referência cadastral ou um carnê anterior do imóvel. Vale lembrar que o pagamento da cota única até a data de vencimento garante desconto de 10% sobre o valor do imposto. Quem optar pelo parcelamento e efetuar o pagamento em dia terá direito a desconto de 3% em cada parcela.

O IPTU pode ser pago em toda a rede bancária, casas lotéricas e correspondentes bancários até a data de vencimento. Após o vencimento, somente pode ser pago nas casas lotéricas e agências do Banco do Brasil. Sobre a possibilidade de prorrogação do prazo de vencimento, a prefeitura disse que “está monitorando a evolução da distribuição pelos Correios e as solicitações de impressão da parcela única e primeira parcela no Atende Fácil e no site da prefeitura. Por enquanto não há alterações na data de vencimento”.

Com relação à isenção dos aposentados e pensionistas, a solicitação deve ser feita no Atende Fácil somente após o recebimento carnê. De posse do documento, os beneficiários devem comparecer ao Atende Fácil com os demais documentos necessários para fazer o pedido. A renovação da isenção é anual, portanto, mesmo quem conseguiu o benefício em anos anteriores deve fazer o pedido.

Agência publica reajuste na água e esgoto de 13,9%

Antonio Archangelo

água torneira
A Ares-PCJ divulgou, em seu site oficial, a Resolução 79, de 12 de fevereiro de 2015 autorizando o Daae a reajustar a tarifa

A Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento na Bacia do PCJ (Ares-PCJ) divulgou, em seu site oficial, a Resolução 79, de 12 de fevereiro de 2015, autorizando o Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae) a reajustar as tarifas de água e esgoto em 13,95%.De acordo com documento, a agência levou em consideração fato do Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Rio Claro – Daae, responsável pelos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário do município de Rio Claro, ter solicitado reajuste nos valores das Tarifas de Água e Esgoto e dos Preços Públicos dos demais serviços de água e esgoto praticados, citando variação de custos de componentes não administráveis, como “despesas com energia elétrica, produtos químicos, data-base salarial de servidores públicos e reforma administrativa aprovada pelo município”.

A Ares-PCJ cita que “reconhece a obrigação contratual do Daae em integralizar, no ano de 2015, as cotas do Fundo de Compensação Tarifária dos Serviços de Esgoto – FCTSE”.
A resolução assinada pelo diretor técnico-operacional Carlos Roberto Belani Gravina também deu publicidade aos novos valores que passam a ser cobrados pelo Daae a partir de março.
Entre os serviços mais caros aos consumidores estão a aferição de hidrômetro de quatro polegadas – R$ 1.688,25; aferição de hidrômetro de duas polegadas – R$ 782,10; vistoria técnica de engenharia especializada – R$ 566,71; o reparo de asfalto por metro quadrado passa a ser de R$ 78,01, os reparos em calçadas – R$ 75,21 por metro quadrado; avaliação de projeto hidráulico – R$ 680,33, por exemplo.

Esgoto

Cabe lembrar, conforme matéria do Jornal Cidade de abril de 2014, que todo valor arrecadado com a tarifa de esgoto – cobrada pela autarquia – não cai diretamente na conta da parceira que atualmente realiza o serviço. A parceira recebe pelo Volume Faturado de Água/mês multiplicado pelo Valor Referencial de Serviço (VRS). De acordo com a Resolução 14, da Agência Reguladora do PCJ, o valor, em vigência, do citado VRS é de R$ 2,159 para cada mil litros de água (ou metro cúbico) desde junho do ano passado. O citado valor não foi reajustado para 2015, até o momento.
Naquela oportunidade, a assessoria do Daae elencava que “a composição tarifária (água e esgoto) foi instituída a partir de dezembro de 2007”. “Atualmente, quem pode propor ajustes nas tarifas de água e esgoto é a Agência Reguladora (ARES-PCJ), conforme determina a legislação vigente (Lei Federal 11.445/07)”. Justificando ainda que, nos casos em que a tarifa de esgoto é cobrada mas o tratamento ainda não existe efetivamente, que “o edital de licitação da parceria público-privada (PPP) não condicionou o pagamento ao índice de esgoto tratado”. A supracitada informação foi utilizada para que o Ministério Público incrementasse investigação que pretende reduzir os valores pagos pela população.

A Igreja deve se envolver socialmente, diz Bogaz

Fabíola Cunha

Público durante ato em protesto contra a falta de um hospital público em Rio Claro, realizado na Igreja Matriz em dezembro
Padre Bogaz durante ato em protesto contra a falta de um hospital público em Rio Claro, realizado na Igreja Matriz em dezembro

Convidado do Jornal da Manhã dessa sexta-feira (20) na Rádio Excelsior Jovem Pan, o padre Antônio Sagrado Bogaz, da Paróquia de Nossa Senhora da Saúde, falou sobre a Campanha da Fraternidade lançada na última quarta-feira (18) em todo o país, que tem como tema Fraternidade: Igreja e Sociedade.

Segundo Bogaz, o tema “Eu vim para servir” visam aprofundar o diálogo e a colaboração entre a Igreja Católica e a sociedade a serviço do povo brasileiro. “A Igreja se preocupa com a sociedade porque está inserida nela, mas muita gente acredita que Igreja tem que ficar rezando na sacristia, preocupada com coisas espirituais, como se nossos irmãos fossem espíritos por aí; a Igreja vai mostrar que o objetivo é se envolver com questões sociais e humanitárias de nosso povo”, explica.

Uma das questões exemplificadas por Bogaz é a da mobilização pela construção de um hospital público em Rio Claro, que reuniu assinaturas e no último mês de dezembro instalou uma cruz na praça da Igreja Matriz para contabilizar os dias da omissão em relação à construção do hospital.  Além disso, Bogaz elencou outros problemas com que a Igreja quer se aproximar da população: “A pastoral da saúde tem se reunido, temos lutado muito contra e a favor de algumas coisas, como pelas crianças para terem creches; existe a luta pelo hospital, que na verdade é uma luta para que os pobres não morram na indigência, e essa luta reúne gente de boa vontade porque o poder público fala a mesma coisa, que está tudo ótimo. Então pagamos enormes impostos e, na hora de receber, recebemos migalhas e mentiras”, avalia.

Comentando a fala do arcebispo de São Paulo, dom Odílio Scherer, na abertura da CF 2015, quando disse que “a Igreja também se beneficia muito daquilo que é da própria sociedade, de maneira que a Igreja também pode nesse diálogo melhor passar aquilo que ela tem de riqueza, de mensagem”, Bogaz acredita que tem sido um grande desafio para as religiões alcançar os problemas sociais: “No sentido bastante politizado, é um grande desafio da religião o espírito de Deus com fé tocar os problemas sociais, as realidades sociais, existe tendência em muitas religiões de viver um espiritualismo que praticamente se torna uma alienação, o ‘ópio’; você precisa mudar sua vida e não ficar olhando pro céu”, opina.

Movimento

O movimento para construção de um hospital público define-se como “um grupo de cidadãos, religiosos de diversas denominações e representantes de movimentos organizados e associações, mobilizado pelo objetivo comum, que é a construção de um hospital público para Rio Claro e região. Já solicitamos esta obra através de um abaixo-assinado entregue para autoridades de todas as instâncias, tanto municipal, quanto estadual e federal; promovemos infindáveis reuniões com essas mesmas autoridades, não obtendo apoio de nenhuma delas”, relata.
Em dezembro de 2013 foram entregues 19 mil assinatura à Câmara Municipal, ao prefeito Du Altimari e ao então ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Jornal Cidade RC
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.