A prefeitura de Rio Claro marcou para o dia 12 de novembro a realização da segunda audiência pública do Plano de Mobilidade Urbana de Rio Claro. O evento ocorrerá das 19 às 22 horas na Câmara Municipal.
Aberta à participação de todos da população, o que é pré-requisito e fundamento de uma audiência pública, o objetivo do ato programado é apresentar os cenários futuros identificados na etapa de prognóstico do Plano de Mobilidade Urbana de Rio Claro, as propostas originadas naquela fase e a validação das mesmas pelos participantes.
Objetivo é apresentar os cenários futuros identificados na etapa de prognóstico
As contribuições ao plano podem ser feitas previamente, acessando-se o site oficial (www.planmobrc.com.br) ou oralmente, no dia da audiência e serão consideradas na elaboração das propostas. “Indo pessoalmente à audiência ou deixando colaborações no site, o importante é que as pessoas encontrem uma forma de contribuir, o que é essencial para o sucesso da audiência”, assinala o secretário de Mobilidade Urbana e Sistema Viário, José Maria Chiossi.
Está será a segunda audiência para tratar do tema. A anterior, no dia 26 de agosto, serviu ao propósito de apresentar o plano de trabalho, relacionar as etapas até então desenvolvidas e obter subsídios baseados na vivência, nas necessidades e desejos da população acerca do tema em debate, que é complexo e tem grande impacto no dia a dia dos pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas.
No próximo dia 13, às 9 horas, os motoristas que transitam pela Avenida 80-A com a Rua 3-A, em Rio Claro, devem ficar atentos, pois no local estará acontecendo um exercício simulado com a equipe do Samu – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
O treinamento faz parte da preparação dos setores de urgência e emergência do município, tanto da rede pública como do setor privado, para o caso de tragédias e outras ocorrências que exijam sincronismo de ações para salvar muitas vidas.
Segundo a coordenadora do Samu, enfermeira Alcione Buzo, neste exercício será simulado um acidente com múltiplas vítimas em uma das rotatórias de maior fluxo de veículos da cidade. Está sendo estimada a participação de 90 pessoas entre vítimas e equipes de atendimento com 19 viaturas.
Também estarão participando do treinamento as equipes do Samu Regional (Rio Claro, Ipeúna, Corumbataí, Santa Gertrudes e Itirapina), Defesa Civil, Guarda Municipal, Bombeiros, Hospital Santa Casa, Hospital Santa Filomena, Unimed e Funerária Municipal.
A prefeitura de Rio Claro está providenciando reforço na iluminação pública da Avenida 32. O serviço, que será iniciado nesta terça-feira (3), inclui instalação de nova fiação e novas lâmpadas de 400 watts em vapor metálico.
“Atualmente a iluminação no local é composta por lâmpadas de 250 watts de vapor de sódio”, explica Renê Moraca, diretor da Secretaria de Obras.
Com a melhoria, o trecho que vai da Rua 1 até a Rua 3-A, na antiga linha férrea, ficará melhor iluminado, aumentando a visibilidade e segurança. A solicitação é para que os motoristas redobrem a atenção no trânsito ao trafegarem pela regiãodurante os serviços de melhoria na iluminação.
Serviço inclui instalação de nova fiação e novas lâmpadas de 400 watts em vapor metálico
Esta semana o serviço de recuperação de iluminação pública já foi executado na rotatória da Avenida 32 com a Rua 3-A. O local soma-se a outras mais de 60 praças que tiveram a iluminação recuperada desde junho. Como a praça Saldanha Marinho, nas ruas 4 e 5 entre avenidas 19 e 21, que também recebeu o serviço esta semana.
Recentemente o trecho da Avenida 32 de aproximadamente 150 metros de extensão entre as Ruas 2-A e Saibreiro 2 foi duplicado pela prefeitura. Além de receber milhares de veículos por dia, a via está localizada em uma das áreas mais tradicionais de Rio Claro e é importante ligação entre as regiões da cidade.
Em atendimento à decisão judicial, a prefeitura de Rio Claro retoma nesta terça-feira (3) o expediente em dois períodos, manhã e tarde, nos setores de Assistência Social, Esportes, Cultura e Saúde. A decisão também abrange o Posto de Atendimento ao Trabalhador. Nos demais setores estão mantidos os horários.
O horário do expediente nas repartições públicas municipais mudou a partir do dia 3 de agosto para alguns setores, prevalecendo, de maneira geral, o turno das 7 às 13 horas para os serviços braçais e das 12 às 18 horas para o pessoal administrativo, disponibilizando o horário das 12 às 17 horas para o atendimento ao público.
Anunciada e adotada pela administração municipal para fazer frente aos efeitos da crise econômica, que, em efeito cascata se abateu sobre todas as esferas de governo e a iniciativa privada, a decisão de introduzir mudanças nos horários praticada a partir do início de agosto foi fundamentada na necessidade de reduzir gastos na máquina pública, com o objetivo primário de conter ou minimizar estes efeitos na gestão do município.
“Os objetivos propostos, que indicaram a mudança de horário como complemento às medidas de austeridade adotadas pela prefeitura demonstraram que não houve prejuízo no atendimento à população, o que é fundamental no entendimento do governo municipal”, observa o secretário de Administração, José Renato Gonçalves.
Santa Gertrudes e Ipeúna estão entre as cidades com índice B+, ou ‘muito efetivo’ na gestão municipal, conforme levantamento divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. Da região, são os dois municípios com a melhor avaliação média em todos os quesitos.
Na sequência estão as cidades com índice B, ou ‘efetivo’: Cordeirópolis, Corumbataí, Itirapina e Rio Claro. O único município da região com índice C+, ou ‘em fase de adequação’, foi Analândia, apenas 30 cidades no Estado foram classificadas neste índice.
O resultado do Planejamento das Contas Públicas é calculado automaticamente com base nas informações enviadas de forma eletrônica pelos órgãos municipais integrantes do orçamento fiscal e da seguridade social. Foram avaliadas as gestões do meio ambiente, fiscal, proteção dos cidadãos, educação, saúde, tecnologia da informação e planejamento.
Ao todo, 406 municípios ficaram com índice médio B; 198 cidades com B+; 30 com C+ e 10 com C. Não houve cidades com índice A ou “Altamente Efetiva”.
ÍNDICE DE EFETIVIDADE O indicador avalia a efetividade das políticas públicas desenvolvidas pelos gestores de cada cidade e a eficiência da gestão pública em sete índices setoriais.
Prefeitos comentam a pontuação
Para o prefeito Ildebran Prata, o resultado B+ para Ipeúna reitera o esforço da atual gestão administrativa em promover o desenvolvimento da cidade. “Temos trabalhado com foco no controle das despesas, de forma a elevar cada vez mais nossa capacidade de gerar recursos próprios, investindo na infraestrutura, priorizando o bem-estar e qualidade de vida da população”, comentou.
O prefeito Rogério Pascon destacou que Santa Gertrudes ficou acima da média do Estado de São Paulo na avaliação do Tribunal de Contas quanto à efetividade e qualidade dos gastos públicos. Dos 644 municípios avaliados, apenas 198 receberam a avaliação B. É importante ressaltar que nenhum município conseguiu atingir a nota A.
Rogério Ulson, prefeito de Analândia, diz que a cidade, de acordo com o próprio TCU, deixou de receber do Governo Federal nos últimos anos mais de R$ 10 milhões. “Para cumprir a legislação, a prefeitura adotou diversas medidas, tais como redução das secretarias municipais, do horário de atendimento da prefeitura, prorrogou prazo do programa de regularização dos débitos com a prefeitura, além da rescisão de contrato com fornecedores.”
Nunca se falou tanto em dengue quanto em 2015. E não foi para menos, o ano contabilizou o maior índice estadual em casos da doença. Somente em Rio Claro foram confirmados mais de 17 mil doentes. Dados divulgados neste mês pelo Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo mostram que a Cidade Azul é o sexto município em número de casos de dengue registrados de janeiro a setembro deste ano.
Da região constam da lista ainda Cordeirópolis com 642 casos, Itirapina com 625, Santa Gertrudes com 453, Ipeúna com 179, Corumbataí com 114 e Analândia com 112 casos confirmados da doença.
Ipeúna – No primeiro semestre do ano a prefeitura informa que houve um significativo número de casos, mas, no momento está estabilizado. “Foram registradas algumas suspeitas, colhidas a sorologia, felizmente, os resultados foram negativos para a dengue”, informou a prefeitura. As Agentes Comunitárias realizam visita casa a casa e trabalhos educativos nas empresas e escolas.
Corumbataí – Tiveram início trabalhos preventivos no município, com distribuição de panfletos nas escolas e a busca ativa de criadouros nas residências e cata entulho será realizada aos sábados, sendo que as datas já estão pré-determinadas, podendo ocorrer alterações em virtude de mudanças climáticas, como chuvas, que dificultam os trabalhos.
Santa Gertrudes – Além das ações diretamente da saúde, existe uma parceria com a Secretaria de Educação para que os alunos sejam orientados sobre as formas de evitar a proliferação do mosquito.
MULTAS – A prefeitura de Rio Claro protocolou na Câmara um Projeto de Lei nº 130/2015 que dispõe, entre outras medidas, sobre multas para quem mantiver criadouros do mosquito Aedes aegypti. O valor irá variar de 100 a 10 mil Unidades Fiscais do Município de Rio Claro (UFMRCs). A lei deve ser votada na próxima sessão camarária.
Na semana em que se celebra o Dia de Finados, o Café JC conversou com Ricardo Dutra (PT), diretor de Administração Funerária. Dutra ocupa o cargo desde 2009 que, antes da reforma administrativa, era chamado de diretor de Próprios Municipais.
Também participou do bate-papo a assessora Isabel Cristina Monteiro (PMDB). A entrevista foi realizada pelos jornalistas Antonio Archangelo e Ednéia Silva.
Ricardo Dutra, diretor de Administração Funerária, e a assessora Isabel Cristina Monteiro participam do Café JC
Jornal Cidade – O que mudou com a criação da Diretoria de Administração Funerária?
Ricardo Dutra – A medida diminuiu a burocracia. Antes a diretoria cuidava de cinco setores e agora são apenas três: Velório Municipal, Cemitério São João Batista e Funerária Municipal. Estamos centralizando o atendimento dentro do Velório Municipal. A administração do cemitério já funciona no local e estamos preparando a transferência da funerária. O objetivo é facilitar o atendimento. A pessoa que vai tratar do sepultamento pode fazer tudo no mesmo ambiente, documentação, processos, pesquisas e obter outras informações.
JC – Se uma pessoa morre e a família não possui túmulo, como é feito o sepultamento?
Dutra – O município disponibiliza as gavetas que podem ser utilizadas por três anos. Esse é prazo legal para que as sepulturas sejam abertas após um enterro. Vencido o prazo, a família é informada. Os restos mortais são exumados, colocados em um saco de exumação e entregues para a família ou colocados no ossário. A utilização pode ser feita por qualquer pessoa, e não apenas por famílias de baixa renda. De 2009 a 2012 foram construídas mais 100 gavetas e são cerca de 14 mil túmulos. As gavetas também foram retiradas do muro do paredão. Agora estão dentro do cemitério.
JC – O Cemitério Municipal está superlotado?
Dutra – Não temos sepulturas para venda, mas não falta espaço porque o prazo de uso das gavetas vai vencendo. A cadas três anos os ossos são exumados e as gavetas são liberadas. Numa sepultura familiar, se morrem duas ou mais pessoas da família dentro de três anos, é preciso enterrar em outro local, já que a legislação determina prazo de três anos para abertura dos túmulos.
JC – Qual a parte mais difícil de administrar neste ramo?
Dutra – Tem muita coisa a ser feita. Quando assumi a direção não estava muito legal. Mudamos o escritório para o velório e estamos tendo muitas pesquisas de cidadania italiana. Temos muitas dificuldades porque os arquivos estavam desorganizados e tudo está em papel. Tem livro de 1800, 1900. Muita coisa se perdeu porque foi destruída pelo tempo ou comida por insetos. Estamos cadastrando todos os dados das certidões de óbitos. O que tem é a falta de informação, muita coisa se perdeu.
JC – Você acha que Rio Claro precisa de um outro cemitério público?
Dutra – Acho que no futuro será necessário, porque a população está crescendo. Hoje essa carência é suprida pelos cemitérios particulares. É um assunto a ser discutido.
JC – O cemitério tem uma parte tombada?
Dutra – Achei documentos antigos e me parece que não tem tombamento. Existia um estudo para tombar algumas sepulturas, mas não foi pra frente. Estamos mais preocupados com a parte de cadastro. Neste ano já foram feitos mais de 350 cadastros. A pessoa vai com o nome e já podemos informar o local onde está o túmulo.
JC – Como funciona em relação às sepulturas antigas sem uso da família?
Dutra – A cessão de uso das sepulturas é perpétua e só pode ser passada entre os membros da família. O túmulo não pode ser vendido porque é uma concessão. Temos problemas com abandono porque a manutenção dos jazigos não é responsabilidade apenas da prefeitura, mas também dos proprietários. Muita gente vem ao cemitério somente no Dia de Finados. Os jazigos também precisam de manutenção.
JC – Quais são as sepulturas mais visitadas?
Dutra – As três mais visitadas são da Abigail, conhecida como a Mulher de Branco, do boiadeiro e do Pai Benedito. No dia a dia não há muitos visitantes. Os dias com maior visitação são Finados, Dia das Mães e Dia dos Pais. Nos demais dias do ano, os visitantes são de gente que vai fazer algum serviço, como lavadeiras de túmulos e construtores. Na semana de Finados o cemitério recebe mais de 40 mil pessoas.
JC – Quais os cuidados em relação à dengue e à proliferação de insetos? Ainda existe contaminação por necrochorume?
Dutra – Os funcionários estão orientados e estamos pedindo para as pessoas não levarem vasos com embalagens plásticas. O cemitério é dedetizado três vezes ao ano. Eu não vejo problemas das baratas saírem. Mas as pessoas colocam restos de comida e lixo na calçada do cemitério e isso atrai os bichos para fora. Nos dias de maior visitação, esse problema é minimizado. Acredito que problema com necrochorume não deve ter, porque estamos priorizando o sepultamento acima do nível. Antes, tinha mais sepultamento no solo.
JC – É favorável à verticalização das sepulturas?
Dutra – A ideia da verticalização é boa, mas a proposta não foi discutida com a gente. Tem que avaliar, pois tem sepultura muito antiga que não aguenta.
JC – Se houvesse mais recursos, o que faria?
Dutra – Pensaria um pouco mais na parte do patrimônio histórico, na proteção das esculturas mais antigas. A administração já está pensando em monitoramento para o próximo ano para aumentar a segurança. Hoje ainda acontecem furtos de vasos, imagens religiosas, portão etc. As invasões geralmente acontecem em época de festas.
JC – Você acha viável a instalação de um crematório municipal?
Dutra – Pela questão ambiental, eu acho que sim. Até mesmo por uma questão de receita que pode gerar para o município.
Casal de Rio Claro tem 2 filhos que nunca foram à escola. Ensino é aplicado dentro de casa
Você já ouviu falar sobre desescolarização ou educação domiciliar? Do inglês homeschooling ou unschooling, esse tipo de ensino supõe que as crianças sejam ensinadas em casa, reproduzindo o modelo escolar. No lugar dos professores, os pais ou professores particulares. A sistematização do ensino acontece por apostilas e um currículo adaptado.
Quem explica melhor é um casal de Rio Claro, classe média alta, que é adepto desse tipo de ensino. Ambos solicitaram para não serem identificados, já que o assunto ainda é um tabu.
“Temos dois filhos e eles nunca foram à escola. A gente entende que aprender é um processo natural, movido pela curiosidade, pelo desejo de se integrar com o mundo. Não é do nosso interesse reproduzir a escola em casa, ditar o que deve ser aprendido, como e quando. Nossa vontade é que nossos filhos possam desenvolver seus próprios interesses, aprender no seu ritmo e da maneira que faça mais sentido para eles”, justificam.
Antes de optar pelo ensino em casa, o casal explica que foi necessário muita pesquisa para chegarem a esta decisão, buscando inclusive especialistas em educação domiciliar. “No Brasil existem muitas famílias praticando o homeschooling. Acredito que muitas vezes essa escolha é fruto do medo. Medo da influência da escola sobre seus filhos, medo do bullying, medo que a escola seja fraca academicamente e que não esteja preparando seus filhos da melhor maneira possível para o vestibular ou o mercado de trabalho”, listaram.
A escolha a este tipo de ensino, segundo eles, foi pautada principalmente na liberdade. “É claro que para isso acontecer é necessário ter muita confiança nesse processo, abrir mão da ilusão do controle, das ‘certezas’ que a escola nos dá. A gente espera que nossos meninos cresçam tendo bastante autonomia”, finalizam.
O leitor Carlos Roberto Tuca Bonifácio enviou seu relato do caso de câncer para o JC
O mês de novembro continua sendo mais um período para a conscientização contra o câncer. No entanto, desta vez, é contra o câncer de próstata, doença que atinge homens em todo o mundo. O Novembro Azul promove o importante alerta para a população masculina procurar realizar os exames necessários anualmente a partir dos 40 anos de idade.
O leitor Carlos Roberto Tuca Bonifácio enviou o seu relato de luta contra o câncer, diagnosticado no ano de 2008. “Em abril daquele ano fui diagnosticado com câncer de próstata e o que me ajudou muito foi ter descoberto a doença no início, pois na minha família a incidência desta malignidade é muito grande, meus pais faleceram devido a ela”, conta.
Bonifácio começou a realizar os exames aos 40 anos, tanto o exame de sangue quanto de toque retal. “Se não fosse assim, talvez hoje eu não estivesse aqui contando isso. Os tumores agem silenciosamente no início e, se não fizermos os exames, pode ser tarde demais para a cura”, alerta.
É sabido que os homens têm muito preconceito com o exame, pois acreditam que isso pode diminuir sua masculinidade. Assim como afirma o leitor: “O homem tem vergonha de ir ao médico e faz piadas sobre o toque retal, porém, se ele der o valor que este exame merece, muitos tumores seriam descobertos bem antes e com grande possibilidade de cura”.
“Fazer os exames regularmente com certeza faz diferença em nossa vida. Na minha fez e estou vivo. Em julho de 2008 fiz a cirurgia e estou bem até hoje. O que me ajudou muito também durante o período do diagnóstico, cirurgia e pós-cirurgia até atualmente foi minha fé e esperança na cura”, diz. Mais uma vez a fé agiu para que a cura fosse conquistada. “Muitas vezes achamos que a fé é fraca, mas na realidade ela é muito forte quando acreditamos de todo nosso espírito que também é ajudado pelo Espírito Santo de Jesus Cristo”, declara.
O leitor finaliza com um alerta aos outros homens: “Neste Novembro Azul, seja consciente e comece a fazer exames regularmente. Faça o que tem que ser feito pela sua saúde”.
ENVIE SEU RELATO
O Jornal Cidade de Rio Claro convida os leitores e leitoras a enviarem seus relatos de luta contra o câncer de mama, próstata ou qualquer outro tipo da doença.
Envie um relato de até 15 linhas, com uma foto, para o e-mail [email protected] contando para nós de que maneira o câncer foi enfrentado por você e sua família, e quais as mudanças que aconteceram na sua vida a partir do diagnóstico. A sua participação é muito importante. Contamos com o seu contato.
A crise pela qual o país passa não deixa impune as indústrias da região, principalmente as cerâmicas de pisos e revestimentos. O setor cerâmico de revestimentos congrega 22 indústrias instaladas em sete municípios, entre Rio Claro, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Iracemápolis, Ipeúna, Limeira e Piracicaba.
Segundo a Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento, o número de empregos diretos gerados pelo setor é de cerca de 13 mil e indiretos em torno de 130 mil, contando trabalhadores da atividade extrativa mineral, fabricação de insumos, transporte de argila e produtos acabados, vendedores na rede de varejo, instaladores de pisos, além de pessoas ocupadas em outras funções dentro da cadeia produtiva na área.
Algumas indústrias do ramo já estão dando férias coletivas aos funcionários para que consigam adequar melhor os estoques
Para Benjamin Ferreira Neto, presidente da Aspacer e do Sincer, o setor cerâmico de revestimento, a exemplo de outros mercados, também sofre reflexos negativos relacionados com a crise instalada no país. “De acordo com dados da inteligência de mercado, as vendas de revestimentos cerâmicos devem fechar o ano com retração de 1%, havendo ainda possibilidade de piora nesse índice. O setor da construção civil como um todo deve ter um recuo de 5% nas vendas agora em 2015”, fala.
Neto explica que, apesar da conjuntura atual ser negativa, a Aspacer vê perspectivas favoráveis a médio e longo prazos para o setor, caso seja possível ser aplicado um plano de ajuste por parte do governo federal com cortes robustos, principalmente no custeio da máquina pública. “A expectativa de retomada do crescimento para 2016 já corre risco, com indicativos de piora econômica para o ano que vem. Com o desemprego em alta e restrições ao crédito, somados a outros fatores como a elevada taxa de juros, o empresariado fica inibido pelo alto risco sobre a rentabilidade de novos investimentos.”
A Associação fala que já identificou um movimento de paralisação de fornos, situação que deve se agravar a curto prazo. Algumas indústrias concederam ou concederão férias coletivas, para que haja adequação dos estoques, que estão altos, sem prejuízo ao emprego dos trabalhadores. “No entanto, se a economia não voltar a crescer, será difícil manter por um tempo médio essas ações que visam não gerar desemprego”, finalizou o presidente.
Localizada entre as avenidas 21 e 23, com as ruas 21 e 22, no Bairro do Estádio, a Praça Plínio Salgado, além de ser considerada um patrimônio histórico para a cidade de Rio Claro, também é o ponto de encontro dos moradores do bairro, que utilizam o espaço verde para diversos fins.
Rosana Benitte é comerciante, atua na praça há 16 anos e, para ela, a presença do jardineiro fez toda diferença. “Um senhor que é jardineiro aqui cuida muito bem da praça, mantém tudo muito organizado e limpo, a praça é muito bonita e, por ser espaçosa, permite diversos tipos de atividade”, fala.
Com muito espaço, árvores e bancos, a praça é o local preferido de muitas famílias moradoras do bairro
A comerciante conta que, no final da tarde, principalmente com o Horário de Verão, muitas famílias levam as crianças para brincar na praça. “No final da tarde muitas crianças brincam por aqui, andam de bicicleta, jogam bola. Eu costumo trazer meu filho aos domingos, enquanto trabalho, com meu marido brinca de bola e anda de bicicleta.”
Um garapeiro também marca presença na praça e adoça as tardes dos que passam por lá. Aos domingos, Benitte conta que sua banca fica repleta de pessoas que aproveitam o espaço e o tempo para ler jornais e revistas. Dois pontos de ônibus otimizam ainda mais o uso do espaço, trazendo movimento.
FALTA DE ILUMINAÇÃO
A iluminação precária, como de muitas outras praças da cidade, é o que incomoda os moradores da região que aproveitam a área verde.
A presença de alguns usuários de drogas, no período da noite, também deixa a população a preensiva. “Ficamos com medo de passar pela praça à noite, falta luz e a insegurança aumenta”, relata um morador que preferiu não se identificar.
A equipe Sub-12 do Clube de Campo/SEME sagrou-se campeã do Interior do Campeonato Paulista realizado pela Federação Paulista de Basquete, ao vencer as finais ocorridas nos dias 23, 24 e 25/10 no Ginásio do Clube de Campo de Rio Claro, que contou com a participação, além da equipe do Clube de Campo, das equipes Chuí Chuá e ASPA – ambas de Franca – e Criarte Bauru.
No dia 23, a equipe do Clube de Campo estreou nas Finais do Interior jogando contra a equipe Chuí Chuá e venceu o confronto por 68 X 32. No dia seguinte, enfrentou a equipe ASPA, que havia perdido de Bauru na véspera, pelo placar de 38 X 30 num jogo bastante disputado, com forte marcação de ambas as equipes.
Com esta vitória, a equipe do Clube de Campo classificou-se para disputar a Final do Interior contra a equipe de Bauru, que por sua vez havia vencido a equipe do Chuí Chuá no jogo de abertura da rodada.
A equipe do Clube de Campo venceu o confronto após fazer um primeiro quarto exuberante, com forte marcação e saídas muito rápidas para os contra-ataques
As equipes do Clube de Campo e de Bauru entraram na disputa da Final do Interior já classificadas para as Finais do Campeonato Paulista, pois os dois primeiros colocados do Interior estavam automaticamente classificados para as Finais.
A equipe do Clube de Campo venceu o confronto após fazer um primeiro quarto exuberante, com forte marcação e saídas muito rápidas para os contra-ataques, terminando o quarto com o placar favorável em 22 X 3, contando ainda com duas enterradas que levaram a torcida presente no Ginásio à loucura.
Vale destacar, além da grande jornada de todos os garotos da equipe rio-clarense, a excelente atuação do técnico Álvaro Pacheco, que no retorno das equipes para o terceiro quarto inverteu a ordem dos quintetos que jogaram os primeiros dois quartos, alterando totalmente a estratégia do jogo e dificultando demais o trabalho da experiente técnica Suzete, de Bauru.
Numa final de jogo eletrizante, a equipe do Clube de Campo soube fazer valer a vantagem que construiu durante os três primeiros quartos e venceu a partida pelo placar de 53 X 51, sagrando-se Campeã do Interior. A equipe agora aguarda a decisão das Finais da Grande São Paulo para conhecer seu adversário da próxima fase.