Joe Biden diz que será o presidente para todos os americanos

AGÊNCIA BRASIL

O candidato democrata Joe Biden disse hoje (7) em uma rede social estar “honrado” por ter sido eleito presidente dos Estados Unidos. O candidato disse ainda que será o presidente para todos os americanos, não apenas para os que votaram nele.blank

A mensagem de Biden foi publicada após agências de notícias terem anunciado que ele já havia conquistado os 270 delegados nas eleições americanas, número suficiente para ser declarado vencedor do pleito.

“América, estou honrado por você ter me escolhido para liderar nosso grande país. O trabalho que temos pela frente será árduo, mas eu prometo a você o seguinte: serei um presidente para todos os americanos – quer você tenha votado em mim ou não. Vou manter a fé que você colocou em mim”, disse Biden.

https://twitter.com/JoeBiden/status/1325118992785223682

Nos últimos dias, as agências de notícias já noticiavam o aumento da vantagem de Biden sobre o adversário, o presidente republicano Donald Trump, especialmente no estado da Pensilvânia.

Pouco depois das 13h, no horário de Brasília, as agências informaram que Biden venceu no estado, levando os 20 votos em disputa no Colégio Eleitoral. 

Vice

A vice-presidente da chapa de Biden, Kamala Harris, também se manifestou na rede social, dizendo que estas eleições não são apenas sobre Joe Biden e sobre ela, e sim sobre a alma dos Estados Unidos e sua disposição de lutar por ela. “Temos muito trabalho pela frente”.

Republicano

Por meio de sua rede social, Trump também se manifestou. Em sua conta no Twitter, ele disse, em caixa alta, ter vencido a eleição, de longe.

“Eu ganhei essa eleição, de muito”, tuitou Trump. Logo abaixo, o Twitter colocou uma advertência na postagem dizendo que não havia confirmação de fontes oficiais sobre a declaração do presidente.

A expectativa é que Biden faça um pronunciamento na noite de hoje como novo presidente eleito dos Estados Unidos.

Rival de Bolsonaro, Doria envia carta de parabéns e convida Biden a visitar SP

IGOR GIELOW – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), enviou uma carta de congratulações para o vencedor da eleição americana, Joe Biden.

No texto, ele descreve o peso econômico do estado e ressalta o compromisso do governo local com metas ambientais estabelecidas pelos Acordos de Paris, que foram abandonados por Donald Trump e que Biden diz que irá retomar. Ao fim, Doria convida Biden a visitar o estado.

Doria é o maior rival do presidente Jair Bolsonaro, que tem Trump como seu confesso ídolo político, e tem buscado estabelecer todo o tipo de diferença com o mandatário no Planalto visando a disputa eleitoral de 2022.

Polícia Civil apreende 260kg de drogas, aeronave e prende dois em São José do Rio Pardo

Policiais civis da DIG/DISE de Casa Branca apreenderam na sexta-feira (6) cerca de 260 quilos de drogas, combustíveis, veículos, uma aeronave em São José do Rio Pardo. Duas pessoas foram presas na ação por crime de tráfico de drogas e associação ao tráfico.

As prisões dos indivíduos ocorreu após uma investigação iniciada em 12 de setembro de 2020, quando um avião caiu no município de Tapiratiba, onde foram localizados cerca de 7 quilos de cocaína, mostrando a existência de uma rota de tráfico no sul de Minas Gerais.

Um dos presos seria o proprietário da droga, e o outro o piloto do avião. Os dois presos foram encaminhados a Cadeia Pública de Casa Branca, ficando a disposição da Justiça, bem como representado pela destruição das drogas.

Ao todo foram apreendidos 90 tabletes de pasta base de cocaína, com peso aproximado de 102 quilos; 195 tabletes de maconha, com peso aproximado de 149 quilos; 9 tabletes de crack, com peso aproximado de 9 quilos; 01 avião modelo RV 10, branco/azul e 3 veículos automotores.

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Foto: Dise de Casa Branca/Divulgação
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Foto: Dise de Casa Branca/Divulgação

Carro pega fogo no bairro Mãe Preta

No final da manhã deste sábado (7) um carro pegou fogo no cruzamento da Avenida 1 com a Rua 17 do bairro Mãe Preta.

A reportagem do Jornal Cidade recebeu imagens onde mostra o veículo sendo rapidamente consumido pelas chamas. Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou o fogo que atingiu todo o veículo. Ninguém ficou ferido.

Não se tem informações sobre como o fogo teria começado.

Biden derrota Trump e é eleito presidente dos EUA

MARINA DIAS
WILMINGTON, DELAWARE, EUA (FOLHAPRESS)

Se tivesse calculado, talvez não fosse tão simbólico. Joseph Robinette Biden Jr., 77, foi declarado presidente eleito dos Estados Unidos neste sábado (7), segundo projeção da rede de notícias CNN, na semana em que completou 50 anos desde a primeira vez que assumiu um cargo político.


Os EUA escolhem, assim, Biden como o 46º presidente de sua história, depois de o democrata derrotar Donald Trump numa disputa histórica e acirrada, que o atual líder americano decidiu levar à Justiça.


Antes mesmo de haver um resultado final, o republicano se declarou vencedor da eleição e disse que iria à Suprema Corte para interromper a contagem de votos -com o temor de que aqueles enviados por correio, de maioria democrata, virassem o jogo em estados-chave, como de fato aconteceu.
Trump entrou com ações judiciais em Geórgia, Michigan, Wisconsin e Pensilvânia. Obteve vitória parcial na Pensilvânia e três derrotas, uma da quais também na Pensilvânia, e as outras em Geórgia e Michigan.


Em Wisconsin, onde o democrata venceu com menos de 1 ponto percentual de diferença, o atual presidente pediu recontagem dos votos, alegando, sem apresentar provas, que o voto postal gera fraudes.


A projeção da vitória de Biden veio com os resultados na Pensilvânia, estado que os democratas perderam para Trump em 2016 e que foi reconquistado neste ano.


Assim, o agora presidente eleito atingiu ao menos 273 votos no Colégio Eleitoral, acima do mínimo de 270, enquanto o candidato republicano conquistou, até o momento, 214.
Em relação ao apoio popular, Biden registra mais de 74 milhões de votos, recorde nos Estados Unidos e um marco num país onde a participação não é obrigatória. Trump, por sua vez, contabiliza ao menos 70 milhões de apoios na 59ª eleição presidencial americana desde 1788.


Em 4 de novembro de 1970, Biden assumia uma cadeira no conselho do condado de New Castle, em Delaware, espécie de Câmara de Vereadores. Meio século depois, vence a corrida à Casa Branca como o presidente mais velho a tomar posse –terá 78 anos na cerimônia de 20 de janeiro.


A noite da eleição, na terça (3), começou com a expectativa de que Biden superaria Trump com ampla vantagem, mas o republicano ganhou a decisiva Flórida e iniciou uma ilusão vermelha inicial, com uma série de triunfos e lideranças em estados-chave, o que manteve as chances de reeleição.
Ao vencer no Texas, em Iowa e em Ohio durante a madrugada de quarta (4), Trump fez muitos apoiadores de Biden temerem uma repetição de 2016, quando o presidente derrotou Hillary Clinton ao vencer na maior parte das regiões decisivas, contrariando as pesquisas.


Os levantamentos, aliás, novamente subestimaram o voto no republicano, que teve mais apoio do que o esperado entre latinos no Sul e no geral no Meio-Oeste –região crucial para sua vitória há quatro anos.


Já a liderança inicial em estados que depois seriam conquistados por Biden pode ser explicada pelo fato de que muitas regiões contabilizam o voto presencial –que favoreceu o republicano– antes dos votos antecipados, que incluem as cédulas enviadas pelo correio, em sua maioria de eleitores democratas.


Em Michigan e Wisconsin, por exemplo, Biden ultrapassou Trump conforme os votos por correspondência eram contados, principalmente nas grandes cidades, geralmente mais progressistas. Devido à pandemia, mais de 100 milhões votaram de forma antecipada, cerca de dois terços deles pelo serviço postal.


Como presidente, o desafio inicial do ex-vice de Barack Obama será controlar a crise sanitária que colocou os EUA como líderes em números de mortes e diagnósticos de Covid-19, enquanto administra as diversas alas de um Partido Democrata que se uniu para barrar Trump, mas que deve reviver diferenças no governo.


Biden saiu de uma pré-campanha desacreditada, no início do ano, com resultados frustrantes nas primárias de Iowa, New Hampshire e Nevada, para ser nomeado o candidato democrata.


Depois de uma vitória arrebatadora nas primárias da Carolina do Sul, no fim de fevereiro, fidelizou o eleitorado negro e ressurgiu como a principal aposta contra Trump.


Consolidou-se como alternativa a Bernie Sanders, senador progressista e principal rival no duelo interno pela nomeação, e uniu o centro democrata em uma articulação bem montada, que começou com a desistência de rivais às vésperas da Superterça, em março, até Sanders abrir mão da corrida, em abril.
Biden fez um campanha focada em Trump e nos erros do presidente no combate à pandemia. Apresentava-se como o único líder capaz de unir um país dividido pelo republicano, em meio a uma crise que deixou ao menos 236 mil mortos e 11,1 milhões de desempregados.


Assim, tentava cristalizar um sentimento mais anti-Trump do que pró-Biden entre fatias decisivas do eleitorado. Não era preciso gostar de Biden, diziam auxiliares do democrata. Bastava não gostar de Trump.


A narrativa da campanha democrata era de que Biden, segundo presidente católico dos EUA, depois de Kennedy, conseguiu se reerguer mesmo depois de ter perdido a primeira mulher e uma filha num acidente de carro em 1972 e, quatro décadas depois, outro filho, vítima de câncer no cérebro.
Com experiência e empatia com a dor do povo americano, argumentava, poderia reconstruir os EUA em um de seus momentos de maior dificuldade.


A partir de janeiro, Biden precisa mostrar que é possível colocar seu plano em prática diante do aumento dos casos de Covid-19 nos EUA. Um dia após a votação, o país registrou o maior índice de contaminação diária desde o início da pandemia: 100 mil casos, sinalizando que os EUA estão longe de controlar o vírus.


Além de combater a crise sanitária, o democrata precisa trabalhar em um pacote de estímulo econômico.


Em seus discursos, tem dito que vai “acabar com o vírus” e não “fechar o país”. Também promete restaurar a normalidade e a confiança nas instituições americanas em um país polarizado. Em busca da reeleição, Trump colocou a democracia dos EUA sob seu maior teste de estresse desde a Guerra Civil, entre 1861 e 1865, quando estados do Sul lutaram contra os do Norte pela manutenção da escravidão no país.


O republicano deslegitimou o processo eleitoral e usou o governo para atender suas vontades e tentar garantir sua reeleição, em manobras que incluíram interferência estrangeira e pressão a funcionários e autarquias do Executivo. Apesar de derrotado, Trump permanece como uma força política importante.


Uma mostra dessa força é que Biden foi o primeiro presidente desde John F. Kennedy, em 1960, a se eleger sem conquistar os estados de Ohio e Flórida, e projeções indicam que o Senado deve seguir com maioria republicana. Na Câmara, a margem democrata perdeu fôlego, frustrando expectativas do partido.


Trump também trabalhou por quatro anos para moldar o Judiciário americano e nomeou mais de 200 juízes federais e três nomes à Suprema Corte, ampliando a maioria conservadora na corte. As decisões da instância máxima da Justiça nos EUA seguirão decisivas mesmo sob um governo democrata.


No plano global, a derrota de Trump, apenas o terceiro titular eleito a não conseguir um segundo mandato nos EUA desde a Segunda Guerra, é um aviso a populistas autoritários em todo o mundo, com Jair Bolsonaro à frente. O brasileiro desenhou um alinhamento total com o republicano, e agora terá de lidar com um democrata que já o criticou devido às queimadas na Amazônia.
Diante da polarização incentivada por Trump, o temor era que protestos violentos tomassem as ruas de várias cidades no dia da eleição e também depois da divulgação do resultado. No domingo (31), a três dias do pleito, estabelecimentos comerciais da capital Washington reforçaram a proteção de suas portas e janelas, com tapumes e outras medidas de segurança, principalmente nas cercanias da Casa Branca.


A partir de agora, Biden inicia a montagem de uma equipe de transição, mas as especulações sobre quem será nomeado começaram há dias, conforme sua liderança se mantinha consolidada nas pesquisas.


A senadora Elizabeth Warren, que foi pré-candidata democrata à Casa Branca e se tornou uma das principais conselheiras de Biden, pode assumir um posto da área econômica. Pete Buttigieg, que também concorreu às primárias, pode ficar com um dos postos com influência militar –ele é veterano.


Os dois representam alas diferentes do partido e mostram o desafio que Biden terá para tentar acomodar as correntes internas. Sanders e a estrela democrata Alexandria Ocasio-Cortez, por exemplo, integram um campo ainda mais à esquerda que Warren, por exemplo, e têm influência sobre parte importante da sigla.


Biden formou uma agenda de campanha que incorporou planos bastante progressistas.

Agora é preciso saber até onde ele vai como presidente para implementá-los.


Quando terminar o mandato, o democrata terá 82 anos. Ele mesmo já se descreveu como um “presidente de transição”, e a escolha da senadora Kamala Harris, 56, que agora se torna a primeira mulher negra e de ascendência asiática a assumir a Vice-Presidência americana, desponta para o futuro –em 2024.

Revitalização do Lago Azul é entregue à comunidade

“Eu visitava pouco o Lago Azul anteriormente devido à falta de manutenção, mas, agora, pretendo trazer minha família com frequência”. Essas foram as palavras da munícipe Bruna Messias, que prestigiou a reabertura do parque municipal Lago Azul nessa sexta-feira (6).

Junto ao filho Pietro, 7 anos, e da prima Maria Luiza Bueno, 11, os três aprovaram as obras de revitalização do espaço. “Quisemos prestigiar a reinauguração e aprovamos o resultado. Ficou muito bonito o espaço”, comentaram os visitantes

O parque ganhou quadra de futebol society, espaços para instalação de 25 redes de descanso, internet gratuita, bebedouros, pedalinhos, calçamento no entorno do lago e segurança armada, entre outras melhorias.

De acordo com o secretário de Cultura, Ricardo Naitzke, a revitalização advém de contrapartidas da iniciativa privada, por volta de 97% dos investimentos. “O parque faz parte de um processo de revitalização, como ocorreu, por exemplo, no Jardim Público. Essa estratégia, além da identidade cultural do rio-clarense, é uma ação para dar qualidade de vida à população”, destaca.

O parque funcionará diariamente das 7 às 22 horas. Os passeios de pedalinho, de terça-feira a domingo, podem ser feitos das 10 às 16h, com ingresso a R$ 7,00 que dá direito a dois adultos e uma criança de até 10 anos passearem por 20 minutos.

Biden segue na liderança em estados-chave enquanto apuração se aproxima do fim

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O candidato à Presidência dos EUA pelo Partido Democrata, Joe Biden, continua em vantagem em relação a seu adversário republicano, Donald Trump, na apuração dos votos em quatro dos seis estados que ainda não tiveram um resultado definitivo.

Na Pensilvânia, 96% das cédulas foram contabilizadas e a última atualização coloca Biden 0,5% à frente de Trump, uma vantagem de 28.833 votos. O estado equivale a 20 delegados no Colégio Eleitoral e, se vencer por lá, Biden alcançará a marca de 273, três a mais que o mínimo necessário para ser declarado eleito.

Na Geórgia, a apuração está mais perto do fim, com 99% dos votos já contados. O democrata tem 0,1% de vantagem -7.248 votos. Ganhando os 16 delegados do estado, Biden chegaria a 269 votos no Colégio Eleitoral, o que, matematicamente, impediria Trump de conquistar os 270 necessários para ser reeleito mesmo que ele ganhasse em todos os outros estados em disputa.

Se os dois candidatos empatarem em 269 votos, a decisão sobre quem será o novo presidente caberia à Câmara dos Representantes dos EUA, em que cada bancada estadual vota em seu favorito.

Em Nevada, 7% dos votos ainda precisam ser contabilizados, enquanto Biden mantém a liderança com uma vantagem de 22.657 votos, equivalente a 1,8% das urnas. O estado garante seis delegados para a contagem no Colégio Eleitoral.

No Arizona, que equivale a 11 votos, Biden lidera com 29.861 votos à frente -1% de vantagem. No estado, 95% das cédulas já foram apuradas.

Trump continua na frente em dois estados: no Alasca (onde obteve 62,9% dos votos já contabilizados) e na Carolina do Norte (onde aparece com 1,4% de vantagem em relação a Biden).

Polícia encontra, em Ajapi, cavalo que foi furtado em Leme

A equipe da Patrulha Rural da Polícia Militar de Rio Claro realizava patrulhamento pela Estrada de Ajapi quando de deparou com um indivíduo puxando um cavalo por uma corda.

Os policiais já tinham conhecimento, através de postagens nas redes sociais, sobre o furto de um equino na cidade de Leme/SP, motivo pelo qual foi realizada a abordagem.

Indagado sobre o animal, o suspeito não soube responder sua procedência, foi feito então contato com o proprietário que compareceu ao local e reconheceu seu animal.

Diante dos fatos, o infrator foi conduzido ao Plantão Policial para o registro da ocorrência e demais providências. O animal foi devolvido para seu dono.

Quer participar do debate entre os candidatos a prefeito? Envie sua pergunta

O Grupo JC de Comunicação (em parceria com a Acirc e o Ciesp) realiza na próxima terça-feira (10), a partir das 19h30, o debate entre os candidatos a prefeito (a) de Rio Claro.

Você quer participar enviando uma pergunta? No bloco de participação dos representantes da comunidade, vamos sortear uma das perguntas enviadas que será feita a um dos candidatos, definido também através de sorteio.

Envie sua pergunta através das nossas páginas no Facebook e no Instagram, no whatsapp 99942-4100 ou entregue no balcão do JC, na avenida 5 número 283, esquina com a rua 4, no Centro. As perguntas podem ser feitas até as 12 horas de segunda (9).

Na terça-feira, acompanhe o debate através da rádio Jovem Pan News (AM 1410, a partir das 20h10), no canal do JC no Youtube (youtube.com/jornalcidade) e nas páginas do Jornal Cidade no Facebook e no Instagram

Velo Clube decide acesso contra o Noroeste, em Bauru, neste sábado (7)

A partir das 17h30 deste sábado (7) no Estádio Alfredo de Castilho, em Bauru, Velo Clube e Noroeste disputam o acesso no jogo de volta da semifinal do Campeonato Paulista da Série A-3. Na primeira partida realizada no Estádio Benito Agnelo Castellano, as equipes ficaram no empate sem gols. Com isso quem vencer o duelo de hoje conquista vaga na divisão de acesso do futebol paulista. Em caso de novo empate, a decisão será nos pênaltis.

O técnico Cleber Gaúcho vive a expectativa de contar com o retorno do lateral-esquerdo Janilson, que ficou de fora do primeiro jogo em razão de uma lesão muscular. O atleta realizou tratamento durante a semana e deve passar por um teste para saber se terá condições de atuar. Caso o jogador fique de fora, o zagueiro Alexandre Carvalho deve ser improvisado mais uma vez na lateral.

Sendo assim, o Rubro-verde deve ir a campo com: Filipe Garça, Everton, Diogo Henrique, Léo Santos, Janilson (Alexandre Carvalho), Niander, Eurico, Paranhos, Felipinho, Igor Et’o e Lucas Duni.

“Essa partida contra o Noroeste é muito especial para nós, jogadores do Velo. É o jogo do ano e de nossas vidas, no qual temos que estar muito focados e determinados, afinal será um confronto muito equilibrado, como foi aqui em Rio Claro. Será uma partida decidida nos detalhes. Treinamos bem durante a semana e temos tudo para fazer um grande jogo e sair de Bauru com acesso. Sabemos das dificuldades e que vamos enfrentar uma grande equipe, mas com respeito e pés no chão tenho certeza de que voltaremos com nosso objetivo”, disse o volante e capitão Niander.

Noroeste

Para o confronto, o técnico Luiz Carlos Martins terá um desfalque importante. Igor Pimenta, que foi expulso no jogo de ida, cumprirá suspensão automática. Para o seu lugar o treinador tem as opções de Yamada, Denilton e França.

Uma provável escalação: Pablo, Carlinhos, Jean Pierre, Guilherme Teixeira, Renan, Matheus Blade, Jonatas Paulista, Yamada, Richarlyson, Fidel Rocha e Pedro.

“É o jogo da nossa vida, o jogo mais importante da temporada para todos nós. E, particularmente, por estar no clube há mais de três anos, meu desejo é conquistar esse acesso para entrar na história deste importante time. Estamos nos preparando da melhor forma possível, estamos confiantes”, declarou o zagueiro e capitão Jean Pierre.

Transmissão

Ouça o jogo na Rádio Jovem Pan News a partir das 17h através dos 1410 AM, aplicativos da Pan e Facebook e YouTube do Jornal Cidade

P.A. do Cervezão volta a atender casos de urgência não relacionados à Covid-19

O pronto atendimento do Cervezão, em Rio Claro, retoma na segunda-feira (9) ao meio dia o atendimento a pacientes sem sintomas de Covid-19. Diante da queda no avanço da doença no município, a medida está sendo adotada para adequar o atendimento à demanda.

Com isso, a população volta a contar com essa opção para os atendimentos gerais de urgência e emergência, que vinham sendo realizados exclusivamente na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro do Estádio.

Os casos em que há sintomas de Covid-19 continuam sendo atendidos no PA do Cervezão, em ala separada do local onde são atendidos os demais pacientes. Os portões de acesso também são diferentes.

A entrada principal será utilizada para o atendimento geral, já as pessoas com sintomas de Covid-19 terão acesso ao atendimento pelo portão lateral do prédio.

A Secretaria de Saúde já tinha o planejamento de retornar com os atendimentos gerais no PA do Cervezão no momento em que o município apresentasse queda no número de casos registrados. Esse declínio se confirmou, possibilitando a alteração do atendimento no PA, que nos últimos meses recebia exclusivamente pacientes com sintomas de infecção pelo novo coronavírus.

Jornal Cidade RC
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