São Paulo confirma o 1º caso de reinfecção por COVID-19 no estado

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

A Secretaria de Estado da Saúde de SP confirmou na noite de quarta-feira (16) o primeiro caso de reinfecção pelo novo coronavírus do Estado de São Paulo.

A confirmação foi feita pelo Laboratório Estratégico do Instituto Adolfo Lutz, referência nacional e vinculado à pasta estadual, após o sequenciamento genético de duas amostras clínicas de um caso suspeito, identificadas pelo Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE).

A paciente é uma mulher de 41 anos, que está viva e é residente de Fernandópolis (região de São José do Rio Preto). Ela desenvolveu a doença em junho, com resultado positivo em exame laboratorial. Se curou, e teve nova detecção em novembro, 145 dias após o primeiro diagnóstico. O caso apresentou todos os critérios estabelecidos em nota técnica do Ministério da Saúde para confirmação de reinfecção.

Os dois exames foram analisados pelo laboratório regional do Lutz de São José do Rio Preto. O Laboratório Estratégico do Instituto Central, localizado na capital, fez o sequenciamento do genoma completo e identificou que se tratam de duas linhagens distintas do vírus, o que pode justificar a reinfecção.

Uma delas foi constatada exclusivamente no Brasil, e a outra já identificada tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Chile, conforme sequências comparadas com o banco de dados online e mundial GISAID (na Global Initiative on Sharing All Influenza Data) – Iniciativa Global de Compartilhamento de Todos os Dados sobre Influenza, na tradução.

Trecho da Avenida 24-A fica interditado nesta quinta-feira

O trecho da Avenida 24-A entre as ruas 8-A e 9-A na Vila Alemã, em Rio Claro, fica interditado das 7 às 19 horas nesta quinta-feira, dia 17. A interrupção será necessária para realização de obra no local.

Durante a interdição a linha de ônibus São Miguel fará um pequeno desvio em seu trajeto. Passará pela Avenida 24-A até Rua 04-B, Avenida 28-A, Rua 09-A, Avenida 24-A e daí seguirá o seu trajeto normal.

‘Fim de uma era de piadas’, diz Barrichello ao receber vacina antecipadamente

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Rubens Barrichello, 48, resolveu devolver com bom humor as piadas que parte do público faz a respeito de sua carreira na Fórmula 1. Quando defendia a Ferrari, o piloto quase sempre tinha que deixar a dianteira com o colega Michael Schumacher, que acabaria se tornando o primeiro heptacampeão da categoria.

A internet, que não perdoa, tratou logo de transformar a situação em meme. É comum quando alguém se manifesta sobre algo com muito atraso, uma figura de Rubinho aparece nos comentários. O mesmo ocorre quando alguém demora muito para fazer alguma coisa que estava sendo esperado dela. E assim por diante.

Com a pandemia, parece que o jogo virou. O piloto, que hoje corre na Stock Car, lembrou que deve tomar a vacina contra a Covid-19 antes que a maior parte dos brasileiros, já que mora nos Estados Unidos. Vale lembrar que a vacinação nos Estados Unidos já começou, enquanto no Brasil a campanha ainda deve demorar.

“Rubinho Barrichello mora nos EUA e vai se vacinar antes de você”, brincou nas redes sociais. “Fim de uma era de piadas #chupa mundo.”

A publicação fez sucesso entre os fãs de esportes, que estão replicando a mensagem desde terça-feira (15). Até o apresentador Milton Neves entrou na brincadeira. “O troco de Rubinho Barrichello contra as piadas surradas…”, comentou.

Gustavo Perissinotto recebe alta hospitalar mas segue tratamento em casa

O prefeito eleito de Rio Claro, Gustavo Perissinotto recebeu alta hospitalar no final da tarde desta quarta-feira (16). Ele foi liberado pela equipe médica do Hospital da Unimed, mas, terá que continuar o tratamento com medicamentos, repouso e o isolamento de acordo com as orientações médicas pelos próximos dez dias. Ele agradece o carinho e a dedicação que recebeu de todos.

Gustavo estava internado desde a última sexta-feira, dia 11. Ele testou positivo para covid 19, após fazer o teste de PCR, o resultado foi divulgado na manhã de quarta-feira. Gustavo apresentou uma melhora rápida e foi autorizado a deixar o hospital para continuar o tratamento em casa.

Nos próximos dias, a assessoria de comunicação irá manter as informações sobre a evolução da saúde do prefeito. E reforça que, o prefeito eleito precisa manter o repouso e por este motivo os contatos devem ser feitos de forma direta e exclusiva com a equipe que assessora o prefeito.

R$ 4 milhões: ex-diretor de Compras é alvo em nova operação e pode ser preso

O ex-diretor da Central de Compras da Prefeitura de Rio Claro, Valdemar Naidhig Neto, foi alvo de uma nova operação para cumprimento de mandado de busca e apreensão e de prisão temporária em sua residência, nessa quarta-feira (16), no bairro Jardim Mirassol. Neto não foi localizado e, segundo informações, acha-se fora de Rio Claro desde a deflagração da primeira operação na cidade, em 02/12, quando ocorreram buscas e apreensões nas residências do prefeito de Rio Claro, João Teixeira Júnior, do chefe de gabinete, Silvio Aparecido Martins, e do secretário de economia e finanças, Gilmar Dietrich, e nos respectivos setores da prefeitura.

De acordo com o advogado de defesa de Neto, documentos foram levados pela promotoria do Gaeco, do Ministério Público. A Polícia Civil deu apoio nos trabalhos. Conforme revelado pela coluna Farol, na edição impressa do JC na última semana, Marco Bellagamba determinou a exoneração do então diretor após assumir o posto de prefeito com o afastamento de Juninho.

Neto foi um dos responsáveis pelo compra dos R$ 4 milhões em equipamentos de proteção individuais (EPIs) pela Prefeitura de Rio Claro na pandemia e que virou investigação por conta de supostas irregularidades. Segundo o MP, ele negociou com Adriano Pimenta, um dos empresários envolvidos no esquema e que também foi preso. Ciente do ocorrido está em viagem de retorno ao município, segundo seu advogado. Confira mais detalhes na edição desta quinta-feira (17) do Jornal Cidade.

VÍDEO: Terceiro envolvido em latrocínio é preso no São Miguel, em Rio Claro

A Polícia Civil prendeu na tarde desta quarta-feira (16) um criminoso envolvido no latrocínio de Carlos Alberto Bortolin. A prisão foi feita no bairro São Miguel, em Rio Claro, após investigações sobre o crime.

Também nesta quarta, na madrugada, um outro indivíduo envolvido no caso foi preso na cidade de Santos. O criminoso detido no litoral foi o motorista de um carro de fuga no dia do latrocínio. Ele é morador do bairro Santa Elisa e fugiu para a cidade de Santos, onde ficou escondido na casa de familiares até ser localizado pelas equipes de investigadores.

Antes disso, outro criminoso já havia sido preso seis dias após a morte de Bortolin. Este, de 21 anos, afirmou que foi contratado por um desconhecido para conduzir a moto e levá-lo até o bar, sem saber que se tratava de um roubo.

O CASO

Carlos Alberto Bortolin, de 55 anos, estava no dia 22 de outubro em um bar na Avenida 9 com a Rua 13, bairro Boa Morte, quando dois criminosos chegaram em uma motocicleta. Um dos assaltantes desceu e foi em direção a Bortolin que usava correntes de ouro. Ele teria se negado a entregar as jóias e acabou baleado no rosto.

As investigações em torno do caso seguiram e a Polícia Civil descobriu que além do piloto da moto e do autor dos tiros, um terceiro indivíduo estava envolvido no caso. Após a dupla fugir de moto, o autor dos disparos desceu da garupa da motocicleta e entrou em um veículo onde o motorista “deu fuga” à ele.

Rio Claro tem 157 óbitos por coronavírus

Rio Claro registrou na quarta-feira (16) o óbito de idoso que faleceu em decorrência da Covid-19. Com isso, o município chega a 157 óbitos provocados pela doença, conforme aponta boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde. O total de casos positivos é  5.989, sendo 29 casos registrados nas últimas 24 horas.

Cinquenta pacientes estão hospitalizados, incluindo casos suspeitos, sendo 23 na rede pública e 27 na rede particular. Até o momento, em Rio Claro, 5.511 pessoas se recuperaram da Covid-19. 

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Pazuello prevê para fevereiro o início da vacinação contra Covid-19

DANIEL CARVALHO E NATÁLIA CANCIAN – BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Depois de anunciar que a vacinação contra Covid-19 no Brasil poderia começar em dezembro deste ano ou em janeiro ou março de 2021, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, agora diz que o plano de imunização nacional deve começar a ser aplicado em fevereiro do ano que vem.

A nova previsão foi dada nesta quarta-feira (16) em entrevista coletiva a jornalistas no Palácio do Planalto, após o lançamento oficial da nova versão do plano nacional de imunização.

“Se nós conseguirmos manter o planejado do Butantan e da Fiocruz de apresentar a fase 3 dos estudos e toda a documentação da fase 1 e 2 ainda em dezembro à Anvisa e solicitar o registro, nós teremos aí janeiro para análise da Anvisa e, possivelmente, em meados de fevereiro para frente nós estejamos com estas vacinas recebidas e registradas para iniciar o plano”, disse o ministro.

“No Brasil, nós praticamente ainda não temos vacina em quantidade considerável que a gente possa falar em distribuição e iniciar qualquer plano. Precisamos produzir mais e precisamos ter a capacidade de controlar a angústia para passarmos esses 45, 60 dias a partir de agora, que serão fundamentais para que se concluam os processos, sejam feitos os registros, sejam produzidas as vacinas, para que nós iniciemos a grande campanha de vacinação”, afirmou Pazuello.

O ministro resistiu a cravar uma data sob o argumento de não querer vender ilusões. “Vendeu-se muita ilusão quando se falava de compra de respiradores, equipamentos. Estão aí estados e municípios com dificuldade até hoje de comprovar suas ações porque às vezes as coisas não se concretizam. Então, a partir da vacina registrada, segura e eficaz, garantida pela Anvisa e recebida, em cinco dias nós iniciamos a distribuição nos estados, e os estados iniciam a logística para os municípios. Isso é muito rápido porque isso tudo está pronto.”

O plano divulgado diz que “estima-se que os grupos de maior risco para agravamento e de maior exposição ao vírus estariam vacinados ainda no primeiro semestre de 2021”. “O Ministério da Saúde estima que no período de 12 meses, posterior à fase inicial, concluirá a vacinação da população em geral, o que dependerá, concomitantemente, do quantitativo de imunobiológico disponibilizado para uso”, diz trecho do plano.

Questionado sobre o estado de São Paulo, que está viabilizando seus próprios imunizantes, o ministro afirmou que “todas as vacinas que estiverem no Brasil serão do Programa Nacional de Imunização, sem exceção”.

“E isso já está muito bem pacificado e acordado com todos os entes da federação. E isso representa o que tenha chegado importado de outros países, vai ter que aguardar o registro, vai ter que aguardar a homologação disso tudo, e vai ser incorporado no SUS”, declarou Pazuello.

O ministro não explicou como se daria essa incorporação. A reportagem questionou o Ministério da Saúde, mas não houve resposta até a publicação deste texto.

Indagado sobre o termo de responsabilização de quem optar por tomar a vacina, Pazuello disse que ele será necessário enquanto os imunizantes tiverem autorização apenas para uso emergencial.

“Se um laboratório, nacional ou estrangeiro, solicitar à Anvisa autorização de uso emergencial e ela for concedida pela Anvisa, vamos estudar que grupos poderão receber, [serão] grupos limitados em quantidades limitadas. E sim, todos que forem voluntários terão que assumir esse compromisso por escrito”, afirmou.

O ministro disse que, quando houver o registro definitivo da fórmula imunizantes, esta autorização não será necessária. “Não será exigido termo algum nos postos de vacinação para nenhum brasileiro quando disponibilizarmos as vacinas registradas, seguras e garantidas pela Anvisa”, disse Pazuello.

O ministro afirmou que, até o momento, não chegou à Anvisa nenhuma solicitação de registro ou de autorização emergencial por parte dos laboratórios.

O plano nacional de imunização foi oficialmente apresentado nesta quarta-feira depois de um longo debate político sobre a vacinação e diante de um discurso antivacina capitaneado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Na cerimônia, Bolsonaro chegou sem máscara, mas abraçou o personagem Zé Gotinha, símbolo da imunização no país. Em seu discurso, baixou o tom e fez acenos aos governadores que atacou durante os últimos quase nove meses por causa de medidas adotadas na pandemia.

O ministério apresentou um plano que inclui vacinas produzidas por Oxford, Pfizer, Bharat Biotech, Moderna e Janssen, além do consórcio da Covax Facility, da OMS (Organização Mundial da Saúde). Também houve a inclusão da Coronavac, do Butantan, na lista chamada de “adesão do Brasil às vacinas”.

Jornal Cidade RC
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