Outros registros de vandalismo citados pela prefeitura são pontuais e poucos frequentes, como pichações. Foram registrados recentemente atos contra contêineres que recebem lixo doméstico

Adriel Arvolea

Outros registros de vandalismo citados pela prefeitura são pontuais e poucos frequentes, como pichações. Foram registrados recentemente atos contra contêineres que recebem lixo doméstico
Outros registros de vandalismo citados pela prefeitura são pontuais e poucos frequentes, como pichações. Foram registrados recentemente atos contra contêineres que recebem lixo doméstico

Qualquer ato de vandalismo contra bens públicos causa prejuízos a toda comunidade. É a cidade quem perde com prédios pichados e equipamentos quebrados. E quem paga a conta é o próprio contribuinte. Como os bens públicos municipais de Rio Claro estão sob responsabilidade de diversas secretarias, que fazem manutenções e consertos com os recursos orçamentários de cada pasta, não há um dado unificado a respeito de gastos de recuperação de bens vandalizados. Considerando a área de Esportes, a conta não é das mais baratas.

“Nos equipamentos públicos mantidos pela Secretaria de Esportes, é investido, aproximadamente, R$ 20 mil por ano em consertos de academias ao ar livre e das quadras nos bairros, entre outros (esse valor refere-se apenas aos atos de vandalismo e não inclui os serviços rotineiros de manutenção); e nos equipamentos de trânsito, principalmente placas de sinalização e pontos de ônibus”, explica a administração municipal.

A nova academia ao ar livre instalada na Lagoa Seca do Cervezão, por exemplo, inaugurada pela prefeitura no último dia 13 de junho, ou seja, há pouco mais de um mês, tem aparelhos comprometidos, como o suporte para os pés quebrados e equipamentos soltos.

Outros registros de vandalismo citados pela prefeitura são pontuais e poucos frequentes, como pichações em prédios públicos e danos em bancos de praças. Além disso, também, foram registrados recentemente atos de vandalismo em contêineres que recebem lixo doméstico. Nesse caso a reposição é feita pela empresa que realiza o serviço, contratada pela prefeitura via licitação pública. Doze contêineres foram vandalizados desde sua instalação. Os atos ocorreram no Cervezão, Centro e Vila Alemã. Teve equipamento furtado, em outros atearam fogo e alguns tiveram as rodinhas arrancadas.

Já no muro da Escola Estadual Chanceler Raul Fernandes, um ensaio fotográfico urbano está comprometido. Os cartazes – formato lambe-lambe – foram rasgados e pichados, descaracterizando a obra original. A prefeitura, por intermédio da Secretaria de Cultura, realizou gratuitamente a oficina Lambe-Lambe: Fotografia de Rua. Estruturada na produção de fotografias, que depois de realizadas foram ampliadas no formato de lambe-lambe, que é um cartaz impresso, colado em muros e postes e usado como veículo de divulgação, a proposta da oficina uniu esse meio de comunicação à linguagem fotográfica.

Crime

Praticar vandalismo e acarretar danos ao patrimônio público são crimes previstos no Código Penal Brasileiro. “Os prejuízos provocados pelo vandalismo e depredação de bens públicos, na maioria das vezes, recaem sobre os cofres públicos e, portanto, a toda a coletividade. Por isso, as pessoas que presenciam ações de tipo devem contatar a Polícia Militar pelo telefone 190 ou a Guarda Civil pelo número 153”, reforça a prefeitura.

A sua assinatura é fundamental para continuarmos a oferecer informação de qualidade e credibilidade. Apoie o jornalismo do Jornal Cidade. Clique aqui.

Mais em Segurança:

Quase 900 soldados tomam posse na Polícia Militar

Furto de veículo é flagrado por câmeras de segurança