Parte do teto da agência desabou, ferros retorcidos e vários vidros quebrados fazem parte do cenário de destruição (Foto: Rogério Cesar Cezario)

Carine Corrêa

Parte do teto da agência desabou, ferros retorcidos e vários vidros quebrados fazem parte do cenário de destruição (Foto: Rogério Cesar Cezario)
Parte do teto da agência desabou, ferros retorcidos e vários vidros quebrados fazem parte do cenário de destruição (Foto: Rogério Cesar Cezario)

A Polícia investiga quatro pessoas suspeitas de integrarem a operação que explodiu dois caixas eletrônicos em Ipeúna e destruiu parte do banco.  Até às 7h deste sábado,dia 27, os policiais da Força Tática junto a equipe de patrulhamento de Ipeúna ficaram a procura dos marginais. No policiamento localizaram uma caminhonete Hilux.

Os PMs questionaram os quatro ocupantes da caminhonete e eles alegaram que estavam caçando. As autoridades desconfiaram do argumento já que o carro circulava em área urbana.As quatro pessoas foram apresentadas na delegacia de Ipeúna. Pouco depois desta abordagem, foi localizado no interior do tronco de uma árvore uma espingarda calibre 12 e outra arma carregada.

Susto

O aposentado João Silva, vizinho da agência disse que a explosão foi tão forte que fez buracos nas paredes da área de sua casa. “A gente até já está acostumado, porque esta foi a quinta vez que o caixa foi explodido”, contou. A explosão ocorreu por volta das 23h e ninguém ficou ferido.

O cenário é de muita destruição. Parte do teto da agência desabou, ferros retorcidos e vários vidros quebrados fazem parte deste cenário, além de destroços no telhado do banco. Moradores relataram que avistaram vários homens, com rostos cobertos com capuz e munidos com armas.

Eles teriam ameaçado algumas pessoas que estavam em um bar enquanto os comparsas instalavam os explosivos no caixa eletrônico. Em seguida, detonaram os explosivos e se juntaram aos demais integrantes da quadrilha para recolher o dinheiro. Várias notas ficaram espalhadas pelo piso da agência bancária. A polícia científica foi ao local e vai analisar o material explosivo.

Com informações de Rogério Cesar Cezario.

A matéria na íntegra você confere na edição impressa do JC deste domingo (28).

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