Desde o dia 5 de junho, o transporte público coletivo de Rio Claro tem novos horários em função da flexibilização do comércio. O serviço, também, está operando com 30% da frota em decorrência da Covid-19

Para quem depende de ônibus para se locomover ao trabalho, as mudanças promovidas têm dificultado o dia a dia. Tempo de espera, superlotação, atrasos e a falta de cobertura em alguns horários são as principais reclamações.

Na avaliação da munícipe Eliane Fermiano, “os horários não suprem a necessidade”. Já Solange Silva, por exemplo, tem que utilizar transporte de aplicativo ao retornar para casa.

“Saio ainda no escuro para poder pegar outro ônibus num ponto mais longe, porque o que passava perto de casa teve o horário alterado. De tarde, tenho que voltar de aplicativo porque não tem ônibus no horário que saio do trabalho”, explica.

A Rápido SP, empresa que opera o serviço, esclarece que análises diárias, junto à Secretaria de Mobilidade Urbana, são feitas para as adequações necessárias do transporte público.

“Antigamente, transportávamos 18 mil passageiros num dia. Hoje, se chegar a 3,8 mil é muito. Nós somos os principais interessados para a volta completa das atividades. Enquanto isso, nas linhas em que é identificado o aumento da demanda, estamos colocando reforços”, conclui a empresa.

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