Antonio Archangelo/Coluna PolítiKa

No lado direito da foto, o ex-funcionário da Cesp, jovair Augusto, Geraldo Voluntário (DEM) e Perissinotto (PROS)
No lado direito da foto, o ex-funcionário da Cesp, Jovair Augusto, Geraldo Voluntário (DEM) e Perissinotto (PROS)

A baixa eficiência da iluminação pública é “senso comum’ entre a população rio-clarense e os participantes do programa “Na Roça”, veiculado no sábado (2) pela Excelsior Jovem Pan AM. O ex-funcionário da Cesp, Jovair Augusto, que também foi do setor de iluminação pública do município por décadas realizou um resgate histórico.

De acordo com ele, por volta de 91/92, a iluminação pública da cidade teve uma vertiginosa redução na potência durante a troca de lâmpadas, cujo precatório de milhões de reais ainda terá que ser pago pela municipalidade. Para ele, desde então, a qualidade da iluminação piorou. “São estas lâmpadas amarelas. Rio Claro foi a única cidade que trocou 100% das lâmpadas entre as cidades sob responsabilidade da Cesp”, lembrou.

“Em 2009 chegou a resolução da Aneel e busquei junto ao meu secretário, o Dr. Ivan uma posição sobre a mudança que a agência solicitava. Já existia algumas empresas interessadas. Mas ele não me deu ouvidos e foi assim até eu sair da Prefeitura”, lembrou Augusto.

O Secretário de Negócios Jurídicos, Gustavo Ramos Perissinotto (PROS) criticou a imposição feita pela agência até o momento que as ações judiciais impostas pela Prefeitura não frutificaram. “Nenhum município em sã consciência assumiria a iluminação por vontade própria”, lembrou. “Fomos até a Aneel e celebramos um acordo com a Elektro para que a mesma permaneça efetuando a manutenção até a empresa que venceu a licitação assuma, definitivamente, a iluminação”, citou ao confirmar que a Elektro permanecerá com a iluminação até que a empresa contratada pela Prefeitura assuma o setor.

Para o vereador Geraldo Voluntário, “teria que ser revisto a taxa de iluminação” que já poderá ser cobrada em maio. “Com o aumento de energia, junto com a taxa, significará um aumento de 60% na conta. Pesa muito para a maioria da população rio-clarense”, concluiu.

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