“Candidatura não se viabiliza por vontade individual de quem quer que seja”, diz Agnelo

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Antonio Archangelo/Coluna PolítiKa

Vereador, ex-presidente da Câmara Municipal e secretário de Habitação do governo Altimari é um dos nomes ventilados
Vereador, ex-presidente da Câmara Municipal e secretário de Habitação do governo Altimari é um dos nomes ventilados

A Coluna conversou nessa quinta-feira, 6, com o primeiro ‘prefeiturável’ governista, Agnelo Matos (PT), que, de certa forma, “briga” para cravar seu nome candidato à sucessão do prefeito Du Altimari (PMDB).

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Para ele, é “grande a satisfação”, de ver seu nome figurar entre outras grandes lideranças de Rio Claro. “Qualquer pessoa onde quer que atue deve buscar se aprimorar, isso vale pra todos, é o que tenho tentado em minha trajetória política, buscando o amadurecimento necessário para alcançar essa condição, acredito que isso é o que todos esperam de alguém em quem depositam sua confiança através do voto, fui vereador, secretário de Habitação, reeleito vereador e presidente da Câmara, tenho trabalhado, mas isso apenas não basta, uma candidatura não se viabiliza por vontade individual de quem quer que seja, e sim por uma construção através de um conjunto de lideranças onde a vontade da maioria deve prevalecer, aí sim tem-se uma candidatura”, disse o petista.

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Em sua visão, “Rio Claro é uma cidade que evoluiu muito, possui um povo de extremo conhecimento e de muita sabedoria, por isso a cada dia exige mais de seus governantes, avançamos muito, por exemplo, melhorias no atendimento à saúde, SAMU, UPA, funcionamento do AME, condição das ambulâncias, agricultura, infraestrutura, sistema viário, e principalmente na habitação, onde todos percebem o quanto avançamos. Estamos entre as poucas cidades onde não faltou água e temos os melhores índices da educação pública municipal, mas precisamos avançar, por exemplo, na segurança pública, a reforma administrativa melhorou as condições de trabalho do funcionalismo e gradativamente melhorando a qualidade dos serviços prestados, mas precisamos melhorar as regras e condições para atrairmos mais investimentos para dinamizar nossa economia, que já é forte por sua diversidade”, concluiu à Coluna.

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