A Polícia Militar de Rio Claro atendeu ocorrência de flagrante de violência doméstica seguido de lesão corporal, às 19h55 desta segunda-feira (13), na Avenida 68-A, bairro Arco Iris, próximo ao Distrito Industrial. Segundo a vítima, uma idosa de 79 anos, a agressão veio do próprio neto de 37 anos quando ela negou a ele dinheiro para compra de bebida alcóolica. Enfurecido por conta da negativa, o acusado empurrou sua avó ao chão, causando-lhe lesão corporal nos braços e joelhos.
Em seguida, o acusado pegou a chave do carro Fiat Palio Fire Economy, herança de seu falecido avô e de marcha a ré, acelerou o veículo contra o portão da residência, a fim de causar danos no imóvel e no automóvel. Como estava próxima, com o impacto da colisão, o portão voltou e atingiu a idosa, fazendo com que ela se desequilibrasse e fosse novamente ao chão.
O acusado já tinha sido preso por descumprir medidas protetivas concedidas a sua avó. Como ele não tinha para onde ir quando saiu em liberdade, ela permitiu o seu retorno a casa.
A idosa foi socorrida na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Avenida 29, no Bairro do Estádio, região sul de Rio Claro. O acusado foi detido e encaminhado ao plantão policial.
O disque100 é o principal canal de encaminhamento de denúncias de violência contra pessoas idosas. Estas denúncias são encaminhadas às unidades de atendimento do município onde são averiguadas as situações denunciadas. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil por meio de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico fixo ou móvel, bastando discar 100.
Capturado, Parque Flórida
Procurado, 43 anos, foi capturado pela Polícia Militar às 11h40 da manhã desta segunda-feira (13) na Rua 1-F com Avenida 15-F, Parque Jardim Flórida, próximo ao Jardim Conduta, em Rio Claro. O capturado tem mandado de prisão na Vara de Júri de Execuções Penais no Fórum local.
Bernadete Pinto de Oliveira, Bete – 64 anos. Faleceu dia 11, às 16h44, em Rio Claro. Deixou a filha Adriana c/c Adriano, os netos Ana Flavia e Luiz Eduardo. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).
Dulce Sassi Marson – 84 anos. Faleceu dia 12, às 20h02, em Rio Claro. Deixou viúvo Helio Marson, os filhos Angelo c/c Valdiza, Alexandre, Adriana (falecida), 4 netos e 2 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).
Eli Silveira – 68 anos. Faleceu dia 11, às 10h18, em Rio Claro. Deixou os irmãos Amarilis, José, Olivia, Mauricio, Cristina, cunhados e sobrinhos. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).
Irineu de Oliveira – 80 anos. Faleceu dia 12 em Rio Claro. Era viúvo de Maria Cecília Ramos de Paula de Oliveira, deixou os filhos Fabio e Patrícia. Foi sepultado no Cemitério São João Batista.
Maria Januária Gomes – 90 anos. Faleceu dia 12, às 15h05, em Santa Gertrudes. Era viúva de Isolino Gomes, deixou os filhos Marta c/c Nilson, Geralda, José, Sebastião, Nilo, Catarina c/c Luiz, Wantuir c/c Elza, netos e bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Municipal de Santa Gertrudes (Funerária João de Campos).
Nair Elisabete da Silva Rodrigues, Bete – 72 anos. Faleceu dia 12, às 12h20, em Praia Grande. Era viúva de Valter Manoel Rodrigues, deixou os filhos Alessandra, Anderson c/c Valdirene, e 4 netos. Foi sepultada no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).
Norberto Carlos Scopinho, Bertão – 73 anos. Faleceu dia 12, às 22h56, em Rio Claro. Deixou viúva Maria Helena Gonçalves Scopinho, os filhos Marcelo c/c Josélia, Anselmo c/c Beatriz, e 6 netos. Foi sepultado no Cemitério São João Batista (Funerária João de Campos).
Vilma Pereira – 78 anos. Faleceu dia 11 em Rio Claro. Foi sepultada no Cemitério Parque das Palmeiras.
[Farol JC, Bastidores e Informações Políticas de Rio Claro] – O terceiro ano deste mandato do prefeito de Rio Claro, Gustavo Perissinotto (PSD), está se iniciando com grande expectativa interna da sua administração. Isso porque, após dois anos de governabilidade, é hora de provar que as ações que executou lá no início da gestão merecem, talvez, um novo voto de confiança no ano que vem, que será praticamente inteiro dedicado às eleições. É fato que todo político que encerra um pleito já começa a pensar no próximo, mas nos discursos públicos Gustavo reforçou que não está pensando, ainda, na reeleição.
Sabe-se nos bastidores que não é bem assim. Mas isso falaremos ao final do texto. Antes, uma recapitulação. No primeiro ano de governo, em 2021, Gustavo destacou que era o período de arrumação da casa. Isto é, pôr ordem em tudo em que julgou desordem – herança do ex-prefeito Juninho da Padaria. Contratos, finanças, burocracia, entre outras ações que prepararam o segundo ano do seu atual governo. Em 2022, muitas intervenções começaram a tomar forma.
O prefeito deu um ‘jeito’ na questão do Instituto de Previdência de Rio Claro, autarquia responsável pela aposentadoria dos servidores municipais. Desde o início da administração, tem honrado com os pagamentos e conseguiu resolver o futuro do setor, uma preocupação a nível nacional, inclusive. Dentro dos investimentos, anunciou o maior programa de recuperação asfáltica e infraestrutura das últimas décadas. Serão quase R$ 200 milhões em obras no asfalto de praticamente toda a cidade, entre várias outras ações benéficas para a cidade – é de se reconhecer.
Com a Câmara Municipal, reforçou a boa articulação para manter uma extensa base governista. A Reforma Administrativa saiu do papel e os cargos se espalharam pelo poder público. Movimentações importantes ocorreram em vários outros setores, como na Saúde, Segurança e Educação. Porém, algumas das promessas lá de trás ainda penam para sair do papel. São os casos da nova concessão do transporte público, que até agora não aconteceu. A concessão do Aterro Sanitário e dos Resíduos Sólidos – coleta de lixo – ganhou outros contornos com uma tentativa de se retirar o caráter deliberativo do Conselho Municipal do Meio Ambiente.
Agora para 2023, anunciou a retomada de um plano bastante antigo. A construção da Avenida Integração, que no passado foi chamada de Avenida Paulista, principalmente pelo seu ex-tutor Du Altimari, na época em que Gustavo era seu secretário de Justiça. A também construção do Hospital Público Municipal teve início, mas os frutos se carregarão em pleno ano eleitoral – como a Farol JC repercutiu anteriormente. Claro, nem tudo são flores. As diversas falhas na comunicação institucional resultam, naturalmente, em críticas dentro e fora do Poder Legislativo, ainda que com uma base grande.
Por outro lado, nos bastidores, Gustavo se movimenta a passos largos visando – justamente – 2024. Várias costuras e articulações partidárias resultaram quase que numa ‘frente ampla’ dentro do seu governo, ainda que nem todos estejam, de fato, exercendo cargos por ali. O projeto visa minar adversários, alguns que são bastante próximos, de forma a que seu projeto de gestão siga como única opção palpável para a próxima eleição. Mas o tempo é curto. Este ano será o período para se provarem as ações para a população – quem, no fim, é a detentora do voto nas urnas, uma vez que o último ano de gestão passará como uma locomotiva. A dúvida é se ela vai travar a passagem dos demais no pleito e conseguir manter os passageiros embarcados.
Roze Silva e Benedito Silva lançaram sábado (11), no Casarão da Cultura de Rio Claro, livro “A Sombra do Amor em Tempos de Escravidão”, em evento que teve o apoio da prefeitura de Rio Claro, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.
Romance eletrizante, a obra é uma narrativa alicerçada na temática da escravidão e fala de um amor inquebrantável entre uma negra escrava e seu senhor. História arrebatadora, engloba momentos de grande sofrimento e outros de intensa felicidade. O livro envolve o leitor em diversas tramas e suspense, proporcionando uma viagem no tempo entre amor e lágrimas.
A protagonista, principal narradora, Tereza Maria, uma linda mulher, por quem o coronel se apaixona, perpassa o romance, do início ao desfecho da obra, interagindo com os demais personagens de forma conciliadora e bondosa. Anastácia, pai Benedito, Shikoba, entre tantos outros envolvidos na trama, cumprem seus papéis de forma a envolver, por completo, os leitores.
Roze e Benedito, autores da obra, vivem a primeira experiência de escrever uma obra literária, cuja temática revisita o momento histórico tão impactante.
A combinação de chuvas, altas temperaturas e oferta de criadouros faz do verão um período propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, zika e chikungunya, que podem levar à morte. Por isso, é importante agir de forma preventiva para deter o avanço do inseto com atitudes simples, mas eficazes. A BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgoto de Rio Claro, orienta funcionários e clientes sobre como ter uma atitude consciente e ajudar a reduzir os números dessas doenças.
O gerente de Qualidade, Saúde, Segurança e Meio Ambiente (QSSMA) da BRK, Diego de Oliveira e Silva, enfatiza que a melhor forma de combater o mosquito é impedir a sua reprodução, eliminando locais que podem servir de criadouros. Entre as orientações estão manter bem fechadas as caixas d’água, dar descarga semanalmente em vasos sanitários sem uso, e cuidar para que as calhas estejam limpas e desimpedidas de folhas ou resíduos que possam atrapalhar a passagem da água de chuva.
“Nos últimos anos a atenção esteve focada na pandemia do novo coronavírus e em razão de descuidos, os números oficiais divulgados pelas autoridades públicas revelaram um crescimento dos casos de dengue. E embora muitas vezes não se dê a devida atenção, essa é uma doença que pode levar à morte”, destaca o gerente de QSSMA.
Silva ressalta que os cuidados precisam se estender ao longo do ano, embora o período chuvoso exija ainda mais atenção em função do acúmulo de água em locais que ficam expostos, seja nos quintais das casas, nos terrenos baldios ou nas próprias vias públicas.
“Quanto maior for a conscientização a respeito da prevenção, menos contaminações teremos e isso reflete em bem-estar e qualidade de vida. Neste período, um pequeno descuido pode facilitar a propagação do mosquito. Então, é preciso ficar atento e evitar a água parada nas residências. O uso de telas nas janelas e de repelente também ajudam a manter os mosquitos afastados”, destaca.
As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti têm como sintomas mais comuns a febre alta, dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Nas formas mais graves, a doença pode causar hemorragia interna em órgãos e tecidos. Por isso, em caso de suspeitas de estar com a doença, a recomendação é para que procure um serviço médico rapidamente. Além disso, quem se contamina pela segunda vez pode apresentar a forma grave da doença.
De acordo com dados da Agência Brasil, em todo o país foram cerca de 1,4 milhão de casos de dengue em 2022, o que corresponde a um aumento de 172,4% em relação ao ano anterior. Já o número de mortes confirmadas pela doença chegou a 1.016.
Por Pedro Rafael Vilela (Enviado especial, Boa Vista, Roraima) – A presença do garimpo ilegal no Território Yanomami causa múltiplos impactos na vida social dos indígenas. A crise humanitária é mais visível no estado de saúde delicado, especialmente de crianças e idosos, como visto nas últimas semanas, mas alcança ainda dimensões culturais desse povo. Na última semana, a reportagem da Agência Brasil visitou algumas vezes a Casa de Saúde Indígena (Casai), em Boa Vista, e também esteve no próprio Território Yanomami, no Polo Base de Surucucu, entre quinta (9) e sexta-feira (10). Durante as visitas, conversou com os indígenas e especialistas para entender melhor como eles percebem esses impactos.
“Água suja para comer, estraga o peixe. Crianças muito fracas. Água bebe-se suja e barriga dói muito”, diz Enenexi Yanomami, que tenta descrever a situação vivida por seus parentes na terra indígena. A Agência Brasil encontrou o jovem indígena, de 21 anos, na entrada da Casai. Segundo ele, já passavam de 60 dias sua estadia na capital para acompanhar familiares doentes. O retorno ao território, que depende de transporte aéreo, não tinha previsão. “Faltam mais horas de voo para Surucucu”.
Para ele, a presença do garimpo é o que tem causado os danos que afetam seu povo. “Agora, tem que tirar garimpo. Quando tirar, tranquilo. Tem muito garimpo lá, [tem que ser] proibido”.
Mãe de duas crianças internadas na Casai, Louvânia Yanomami já perdeu a conta de quanto tempo está longe de sua terra. Sem previsão de alta, ela recebeu alerta dos médicos de que, se voltar, pode colocar a vida do filho menor em risco. A criança, que tem entre 1 e 2 anos, apresenta quadro de desnutrição severa e inchaço do abdômen.
Surucucu (RR), 09/02/2023 – Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no Aeroporto de Surucucu – Fernando Frazão/Agência Brasil.
“Eu estou muito cansada, tem muita gente aqui [Casai], dá pra perceber. É uma situação difícil. Não vou deixar porque é meu [filho] e não posso levar porque ele vai morrer”, relata, angustiada, com ajuda de um intérprete. Em janeiro, a Casai chegou a abrigar mais de 700 pessoas, mas o local tem capacidade para pouco mais de 200. Houve uma redução dessa superlotação, mas o espaço ainda registra a presença de mais de 500 pessoas, segundo balanço da semana passada do Centro de Operações de Emergências (COE) do governo federal.
Quem também reclama dos danos ambientais trazido pela exploração ilegal de minérios é Arokona Yanomama, com quem a reportagem conversou na Casai. Ele cita como o maquinário pesado de dragas e tratores afugenta animais de caça e polui a terra. “Cheiro ruim. Morre caça, morre tudo. A terra não é boa, é muito feio. Máquina de fumaça entrou, por isso cheiro muito ruim. Contaminaram terra, contaminaram água, poluíram peixe”, relata. Agora, para caçar um porco do mato, ele tem que andar por pelo menos 50 quilômetros para se afastar da área mais deteriorada.
Referência perdida
“O garimpo vai justamente atacar a cadeia alimentar básica dos yanomami. Eles são um povo de mobilidade territorial, vivem da caça, da pesca, da coleta e da agricultura. Nada mais triste, então, do que um caçador yanomami não ter caça para suprir a família”, explica a antropóloga Maria Auxiliadora Lima de Carvalho. Ela trabalha há mais de 20 anos com o povo yanomami, em Roraima.
“O povo yanomami nunca precisou de doação de alimentos para sobreviver. Todo esse cenário de vulnerabilidade foi provocado. O maior mal ainda é a presença do garimpeiro, do garimpo”, afirma o secretário especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, que visitou o território na última quinta-feira (9).
Até mesmo alguns dos rituais mais sagrados dos yanomami estão sendo drasticamente abalados pela atividade garimpeira e a desassistência generalizada em saúde dentro do território. É o caso das cerimônias fúnebres. Os yanomami não enterram seus mortos. Eles cremam os corpos de seus familiares falecidos e, depois, trituram os ossos até virar pó. O processo pode levar semanas e, muitas vezes, inclui uma fase final em que a comunidade realiza um ato de tomar mingau de banana com as cinzar do ente falecido.
Surucucu (RR), 09/02/2023 – Mulheres e crianças yanomami em Surucucu, na Terra Indígena Yanomami – Fernando Frazão/Agência Brasil.
“Os yanomami fazem questão dos rituais fúnebres, mas os mortos são tantos que não está havendo nem tempo para chorá-los”, afirma a antropóloga. Essas cerimônias podem incluir também a presença de visitantes de aldeias diferentes e, nesses casos, os anfitriões costumam oferecer um animal de caça, o que tem ficado escasso nas regiões afetada pelo garimpo.
A entrada do álcool na cultura yanomami, que não é recente, mas tem se agravado, é outro fator desestabilizador. O kaxiri, bebida feita de macaxeira cozida, não alcoólica, e muito tradicional, passou a ser fermentada pelos indígenas para ficar com alto teor de álcool, por influência dos garimpeiros, ainda durante a primeira invasão ao território, no fim da década de 80. “Isso fez aumentar casos de violência contra as mulheres e de violência de uma forma geral”, explica Maria Auxiliadora. Também interferiu na produção agrícola, fazendo com que indígenas aumentassem a plantação de macaxeira para produzir a bebida, ampliando o ciclo do consumo de álcool nas aldeias.
Juventude assediada
A antropóloga também observa outro tipo de desestruturação comunitária causada pelo garimpo. No primeiro grande surto de garimpagem ilegal na Terra Indígena Yanomami, a partir da segunda metade da década de 80, a maior parte da população de indígenas era formada por adultos. Atualmente, no entanto, a base da pirâmide etária ficou bem mais numerosa, com forte presença de adolescentes e jovens. No entanto, a grande maioria das escolas dentro do território foi desativadas pelo governo do estado.
“As políticas públicas não chegam para esses jovens. E eles são jovens, querem aventuras. Com isso, o garimpo assediou enormemente essa juventude, com acesso a armas, que eles apreciam muito, e outros objetos”, acrescenta a especialista.
Ela cita o caso de assédio sexual de garimpeiros contra as mulheres indígenas, que observou durante trabalho de campo na comunidade, onde permaneceu por vários anos, entre 2002 e 2009. Segundo a antropóloga, as denúncias que vêm sendo reveladas agora, com a explosão de garimpo no território, são bem prováveis.
“Com o garimpo o tempo todo e cada vez mais, é bem possível que eles tenham feito sedução. Elas gostam muito de sabonetes, óleo para cabelo, comida. Então, essa troca por relação sexual, seja consentida ou não, é desigual, porque há posições de poder bem claras”, argumenta.
O governo federal investiga o caso de 30 meninas yanomami que estariam grávidas de garimpeiros que atuam ilegalmente no território.
Esperança
Surucucu (RR), 09/02/2023 – Indígenas yanomami acompanham deslocamento de equipes e material da Força Nacional do SUS no aeroporto de Surucucu – Fernando Frazão/Agência Brasil.
Em meio ao caos vivido pelos yanomami, a esperança no futuro passa pela reativação das escolas na região, fechadas há mais de uma década.
“Aqui tinha escola, eu ainda lembro”, afirma Ivo Yanomami, tuxaua (cacique) na comunidade de Xirimifik, com mais de 200 pessoas, grande parte crianças e adolescentes. A aldeia fica a cerca de 15 minutos de caminhada da pista de Surucucu.
A demanda pela retomada das escolas indígenas dentro do território será levada ao governo federal, assegurou o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba, durante visita que fez à região.
Colaboraram Flávia Peixoto e Ana Graziela Aguiar, repórteres da TV Brasil.
Trecho da Rua 5 no bairro Santana, em Rio Claro, recebeu nesta segunda-feira (13) serviços de recapeamento, realizados pela prefeitura de Rio Claro.
O trabalho dá continuidade às ações que estão sendo feitas em todos os bairros, para melhorar as condições do asfalto. É o programa Rio Claro em Ação.
Além dos serviços de recapeamento e tapa-buracos, a prefeitura de Rio Claro tem realizado uma série de obras para suavização de valetas em cruzamentos de vias públicas. Estas melhorias nas valetas têm possibilitado um melhor fluxo no trânsito, sem prejudicar o escoamento de água.
Para reorganizar o trânsito de veículos e ampliar a segurança nas vias públicas a prefeitura também tem instalado novas sinalizações de trânsito, incluindo placas e semáforos.
Com o objetivo de fomentar o pensamento crítico e inserir jovens de Rio Claro nas universidades, possibilitando a permanência nesse meio, o “Cursinho Popular Prof. Bruno Coury” está com inscrições abertas até o dia 17 de fevereiro para o processo seletivo. As inscrições devem ser feitas através do link: acesse.one/W6hcx.
O resultado do processo seletivo sairá no dia 20 de fevereiro e as aulas, que serão presenciais, terão início no dia 27, das 19 às 22 horas, no Sindicato dos Metalúrgicos, localizado na Rua 5, número 1.458, no Centro de Rio Claro.
ALUNOS
O curso pré-vestibular é totalmente gratuito e destinado a estudantes formados no Ensino Médio em escola pública ou que ainda estejam cursando o terceiro ano e, caso restem vagas, para alunos que estejam no segundo ano do Ensino Médio.
DOCUMENTOS
É necessário apresentar o RG, Histórico Escolar ou declaração de conclusão (ou que está cursando) o Ensino Médio em escola pública, comprovante de endereço e carta de autorização – para estudantes menores de 18 anos.
Por Pedro Peduzzi (Repórter da Agência Brasil, Brasília) – Começam na próxima quinta-feira (16) as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona estudantes para vagas nas instituições públicas de ensino superior. Para se inscrever, os estudantes interessados devem acessar o Portal Acesso Único do Ministério da Educação até o dia 24 de fevereiro.
O site disponibiliza informações sobre processos seletivos para o ensino superior, como o Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas de estudo em faculdades privadas e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com financiamento especial para cursos superiores.
Todos os processos seletivos têm por base as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo o Ministério da Educação, “os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetros para acesso aos auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fies”.
CRISTIANE GERCINA – (SÃO PAULO, SP, FOLHAPRESS) – A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta segunda-feira (13) o Auxílio Brasil e o Auxílio Gás. O primeiro tem valor mínimo de R$ 600 e o segundo, liberado a cada dois meses, será de R$ 112 em fevereiro, um pouco acima do preço médio do botijão, calculado em R$ 110 pela ANP (Agencia Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
Neste mês, o calendário de pagamentos dos benefícios será interrompido por causa do Carnaval. Serão quatro dias sem depósitos: sábado (18), domingo (19), segunda-feira (20) e terça-feira (21). A liberação dos valores será retomada na Quarta-feira de Cinzas após o meio-dia.
Ao todo, 21,86 milhões de famílias receberão o Auxílio Brasil, que voltará a se chamar Bolsa Família, e 5,95 milhões terão ao Auxílio Gás. O governo deve investir R$ 13,2 bilhões e R$ 667,2 milhões, respectivamente, nos dois programas de transferência de renda.
FAMÍLIAS VÃO RECEBER ATÉ R$ 712
Parte das famílias receberá os dois benefícios neste mês, somando R$ 712 repassados pelo governo federal. Para ter direito aos benefícios, é preciso estar inscrito no CadÚnico e atender às regras determinadas pelo governo federal.
O cadastro, no entanto, deverá passar por uma revisão, com cortes. As estimativas de Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, são de que ao menos 2,5 milhões de cadastros possam estar irregulares.
Segundo o ministério, a atualização ocorre em parceria com estados e municípios, que envolve até mesmo uma busca ativa de cidadãos com direito à renda, mas que ainda não estão na lista.
O objetivo é pagar o benefício a quem, de fato, tem direito. “Não é razoável que, em um país com tanta gente com fome, pessoas com oito, nove ou dez salários mínimos de renda recebam o benefício. Ao mesmo tempo, queremos dar as mãos a quem tem o direito e não está recebendo”, disse o ministro. O valor médio a ser pago de Auxílio Brasil neste mês é de R$ 606, 91. Isso ocorre porque há famílias que recebem valores extras ligados ao programa.
QUEM TEM DIREITO AO AUXÍLIO BRASIL
Os cidadãos que fazem parte de famílias:
– Em extrema pobreza, com renda de até R$ 105 por pessoa da família (per capita) – Em situação de pobreza, com renda entre R$ 105,01 e R$ 210 por pessoa da família (per capita) – Em regra de emancipação, quando o beneficiário conquista um emprego formal, mas segue com direito de receber o benefício se a renda por pessoa da família for de até R$ 525
QUEM TEM DIREITO DE RECEBER O AUXÍLIO GÁS
– As famílias inscritas no CadÚnico com renda familiar mensal per capita (por pessoa da família) menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 651 neste ano). – Também serão beneficiadas as famílias com integrantes no BPC (Benefício de Prestação Continuada).
O valor recebido de Auxílio Brasil não vai contar na análise do critério de renda familiar.
Mulheres chefes de família têm prioridade para receber o benefício, assim como as mulheres vítimas de violência. Para isso, foi feito convênio com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
COMO É FEITO O PAGAMENTO
O pagamento é feito com o cartão do benefício, por meio da poupança da Caixa, ou pela poupança social digital, movimentada pelo Caixa Tem. Neste caso, é possível fazer compras e pagar contas com o aplicativo de celular.
O beneficiário também pode transferir os valores para outra conta ou sacar parte do dinheiro, gerando um código. O saque é feito com o código ou o cartão do benefício nas agências da Caixa, nos caixas eletrônicos, nas lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui.
BENEFÍCIO VOLTARÁ A SE CHAMAR BOLSA FAMÍLIA E TERÁ COTA EXTRA DE R$ 150
O Auxílio Brasil voltará a se chamar Bolsa Família e vai passar a pagar R$ 150 por criança de até seis anos que estiver na escola a partir de março. Além disso, segundo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será exigido que a carteira de vacinação das crianças esteja em dia. Para as grávidas, é necessário fazer o pré-natal completo.
A Polícia Militar de Rio Claro atendeu ocorrência de flagrante de furto em comércio, às 1h30 da madrugada desta segunda-feira (13), na Rua 8, região central da cidade. Dois acusados foram detidos pelos policiais, um rapaz de 26 anos e um menor de 17 anos.
O segurança do local acionou a Polícia Militar através do 190 quando o assalto estava em andamento. Um dos acusados já estava dentro no comércio e seu comparsa observava do lado de fora, na rua. Ambos foram detidos e apresentados na delegacia, no plantão policial.
Os policiais apreenderam com eles uma faca e uma serra de cortar fios. O adolescente infrator foi liberado ao curador do Conselho Tutelar.
Flagrante de casal
Flagrante de furto ao lado de estacionamento de veículos foi registrado às 23h45 deste domingo (12) na Avenida Visconde do Rio Claro com Avenida 28, Vila Aparecida, próximo ao Lago Azul. Casal acusado, homem de 33 anos e a mulher de 35 anos foram detidos pela Polícia Militar. Os policiais apreenderam com eles serra, serrote, arco de serra, ferramentas e 2 metros de fios. Ambos ficaram à disposição da Justiça.
Furto, três bicicletas
Furto de três bicicletas aconteceu na madrugada no último dia 10 de fevereiro na Rua 9-A, Vila Alemã, região leste de Rio Claro. Segundo a vítima, um menor de 15 anos, as bicicletas estavam na residência de seus avós maternos e de lá foram furtadas. A ocorrência foi registrada às 23h55 deste domingo, na delegacia na Avenida da Saudade, no plantão policial.
Apreensão de drogas
A Guarda Civil Municipal (GCM) de Rio Claro apreendeu 580 microtubos de cocaína às 20h50 deste domingo (12), na Avenida 70, Jardim Araucária, ao lado da Vila Olinda, região oeste de Rio Claro. A quantidade de droga foi localizada próximo à escola na região e não havia ninguém no local.
Flagrante na pista
Flagrante de embriaguez ao volante seguido de tráfico de drogas foi registrado às 19h30 de domingo no Km 176 da SP-310, Rodovia Washington Luís, pista norte, sentido capital ao interior. O acusado, um homem de 32 anos, foi detido pela Polícia Rodoviária. O veículo que ele conduzia, um Fiat Palio ED azul, placas de Rio Claro, foi apreendido no local. Os policiais também encontraram maconha e 121 microtubos de cocaína.
Uma colisão entre dois veículos na manhã desta segunda-feira (13) interdita o trânsito no cruzamento entre a Avenida 26 com a Avenida Visconde de Rio Claro. Nesse momento agentes de trânsito da prefeitura de Rio Claro orientam os motoristas que precisam trafegar na região e pedem que local seja evitado até que a via esteja liberada.
Policiais militares e guardas civis municipais atenderam a ocorrência. O condutor do veículo capotado não sofreu nenhum ferimento. Uma mulher que conduzia o segundo veículo teve ferimentos leves e foi encaminhada para a UPA do Cervezão para melhor avaliação, mas passa bem também.