Sombrinhas: chuva aumenta as vendas

Ednéia Silva

Atualmente, as sombrinhas decoradas com animais caíram no gosto de muitas mulheres
Atualmente, as sombrinhas decoradas com animais caíram no gosto de muitas mulheres

As chuvas dos últimos dias têm feito a alegria das lojas que comercializam sombrinhas, guarda-chuvas e capas de chuva. As vendas desses produtos aumentaram consideravelmente. Em dias de sol, a procura por esses produtos é baixa, o que resulta em vendas menores.

Creusa Barros, gerente de uma loja no Centro, comenta que a procura por guarda-chuvas aumentou muito nesta semana. Segundo ela, o dia com maior volume de vendas foi terça-feira (8), quando aconteceu o temporal com precipitação de 499 milímetros. Creusa comenta que muita gente sai desprevenida de casa e, quando a chuva chega, é preciso comprar guarda-chuva ou sombrinha para se proteger. Com isso, as vendas crescem.

Há produtos para todos os gostos e bolsos e de tamanhos variados. Creusa explica que os homens são mais tradicionais e preferem guarda-chuvas de cores sóbrias, preto, marrom, xadrez. Têm ainda as sombrinhas de motivos infantis. Para as mulheres, desenhos e cores variadas. Segundo a gerente, no momento os itens de maior saída são os guarda-chuvas decorados com animais: cães, gatos e cavalos. Um mais fofo que o outro.

Se tem variação nas cores, os tamanhos também são variados. Existem os pequenos, que podem ser levados nas bolsas, os grandes e os gigantes, que oferecem proteção maior. Os preços também variam, desde os mais em conta de R$ 7,00 até os mais caros de R$ 16,00.

As chuvas muitas vezes vêm acompanhadas de raios e as descargas elétricas queimam equipamentos eletroeletrônicos, entre eles os estabilizadores. Se não houver chance de conserto, é preciso trocar o aparelho. O vendedor de uma loja, Rodrigo Souza, disse que a procura não é muito grande, porque os aparelhos geralmente são preparados para suportar altas descargas elétricas e oscilação na rede. Mas as substituições acontecem. A dica é o comprador escolher o equipamento que melhor se adequar à sua necessidade.

Nova licitação é feita para conclusão da pavimentação do Anel Viário

Da Redação

PREVISÕES: quando pronto, o Anel Viário da Avenida Ulysses Guimarães será interligado à Avenida 80-A
PREVISÕES: quando pronto, o Anel Viário da Avenida Ulysses Guimarães será interligado à Avenida 80-A

O Diário Oficial do Estado de São Paulo, de sexta-feira (11), trouxe o julgamento de classificação da licitação que escolherá a empresa para a implantação de pavimentação na Avenida Ulysses Guimarães (Anel Viário) e as infraestruturas complementares da pavimentação asfáltica no trecho entre as avenidas 24-A e 62-A.

A obra anunciada com a escolha da área para receber o novo fórum criminal da Comarca, bem como do Tribunal Regional do Trabalho, ainda não foi concluída no que tange ao trecho que liga a via aos bairros Oreste Armando Giovanni e São Miguel, mesmo com inúmeras promessas públicas de conclusão da implantação do melhoramento.

No “aviso de julgamento” publicado ontem, a Stavias Stanoski Terraplanagem, Pavimentação e Obras Ltda. foi classificada em primeiro lugar pelo valor de R$ 1,310 milhão. Em segundo ficou a Maqterra Transportes e Terraplanagem Ltda., com valor de R$ 1,410 milhão.

“Julga-se vencedora do certame, pelo critério de menor preço global da proposta, a empresa Stavias Stanoski Terraplanagem, Pavimentação e Obras Ltda.”, abrindo-se prazo para interposição de recursos.

TRT

Cabe lembrar que, em fevereiro, a demora na conclusão da obra deu publicidade a uma cobrança pública do Tribunal Regional do Trabalho à prefeitura. Na oportunidade, “Mediante reclamações na infraestrutura do prédio que abriga atualmente a Justiça do Trabalho – situado na Rua 4 entre avenidas 13 e 15 – o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região informou que encaminhou um documento para a Prefeitura de Rio Claro solicitando o atendimento de alguns itens para viabilizar sua transferência à cidade judiciária, no bairro Bela Vista”.

De lá para cá, a prefeitura executou obras apenas em uma das direções do Anel Viário, implantando parte das calçadas, pontos de ônibus, entre outros melhoramentos urbanos.

Taxistas falam da falta de fiscalização em Santa Gertrudes

Laura Tesseti

Além da concorrência, motoristas de Santa Gertrudes não possuem um ponto coberto nem cabine telefônica
Além da concorrência, motoristas de Santa Gertrudes não possuem um ponto coberto nem cabine telefônica

A falta de fiscalização de carros que trabalham clandestinamente oferecendo serviços de transporte, segundo os taxistas de Santa Gertrudes, tem causado um transtorno para aqueles que atuam regularmente dentro do município.

A reportagem do JC esteve na cidade e conversou com alguns taxistas regulares e os problemas não param simplesmente na falta dessa fiscalização. “Pagamos cerca de seis mil reais por ano para poder nos manter regulares dentro do exercício da nossa profissão. Os motoristas que não pagam, também cobram bem mais barato pela corrida, o que dificulta ainda mais para nós. Uma corrida da qual cobramos 20 reais para Rio Claro, os clandestinos costumam cobrar 10 reais”, disse um taxista que preferiu não ser identificado.

Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Santa Gertrudes, existem 44 táxis cadastrados na cidade.

Questionada sobre a fiscalização, a prefeitura explicou que ela é feita anualmente no ato da renovação do alvará concedido aos taxistas, conforme o que dispõe o parágrafo único do artigo 6º da Lei municipal nº 2.279. Além disso, a Artesp e a Polícia Rodoviária Militar a realizam também.

Outro ponto abordado é a falta de um ponto físico para os taxistas regulares na cidade. “Precisamos de um ponto melhor, com cobertura e com uma cabine para que possamos colocar um telefone, temos aqui só a palavra táxi pintada no chão”, afirmou outro trabalhador.

A prefeitura explica que, para regularizar a situação, o os motoristas devem comparecer ao Demutran anualmente..

Sobre denúncias, a assessoria explica que a administração não tem recebeu nada nesse sentido e as pessoas que tiverem conhecimento devem fazê-la ao Departamento de Trânsito.

RC no eixo cultural com o Cine Theatro Variedades

Sidney Navas

Fachada do prédio permanece praticamente intacta e na atualidade comporta um supermercado. O Theatro Variedades foi o responsável por inserir a cidade de Rio Claro no eixo cultural do Estado de São Paulo

RIO CLARO/SP - Jornal Regional lança seu especial sobre a Rua Seis
Até quando esse prédio histórico vai persistir a ação do tempo?

Ele não está mais em operação, mas pelo mesmo restou praticamente boa parte de sua linda estrutura. O antigo Cine Theatro Variedades, na Rua Seis, construído em1914, teve a finalidade primordial de colocar Rio Claro no eixo cultural do Estado de São Paulo. Informações fornecidas pela assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal dão conta de que lá foram apresentados grandes espetáculos e manteve suas atividades até o início dos anos 50 e após algumas reformas passou a realizar sessões de cinema. A partir daí o uso como cinema se destacou. Na atualidade o prédio abriga um supermercado e antes disso foi um dos templos da Igreja Universal do Reino de Deus e a boate PhD, muito conhecida pelos jovens no começo da década de 1990.

O Teatro Variedades é um dos últimos testemunhos da vida social e cultural de Rio Claro do início do século XX. Algumas das fontes de pesquisa tratam que estiveram na cidade companhias famosas como a de Elvira Beneventi e a Companhia lírica Italiana Maio Pagliucci e Cia, esta última responsável por apresentar no teatro as óperas Aída de Verdi, La Tosca de Puccini, Rigoleto de Verdi, Cavalleria Rusticana de Mascagni, I Pagliacci de Leoncavallo, Rigoleto de Verdi, La Bohème de Puccini, O Guarani de Carlos Gomes e Carmem de Bizet.

A convivência entre a imprensa e as autoridades

Sidney Navas

No passado, em especial na ditadura, essa relação profissional nem sempre era amistosa, já que os militares insistiam e controlar a informação que seria publicada pelos veículos de comunicação

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Na foto, o policial militar Palucci, durante operação de rotina na década de 80 no Centro de Rio Claro

As coisas mudaram bastante e, em muitas situações pra melhor. Mas nem sempre foi assim e o dia a dia dos jornalistas com as autoridades policiais era bastante complicado em várias situações principalmente entre as décadas de 60 e 80, em especial, nos grandes centros urbanos, quando os militares governavam o Brasil com ‘mão de ferro’ em plena ditadura. Com a abertura da democracia e a evolução natural dos tempos tudo acabou se modificando e de lá prá cá esse cenário foi se aprimorando graças a muito esforço e ‘jogo de cintura’, de ambos os lados. Nesta edição especial de aniversário do Jornal Cidade, policiais civis e militares na ativa e aposentados foram convidados para falar sobre o tema.

O sargento reformado (aposentado) Luiz Claudio Paulucci, conta que pouco a pouco os relacionamentos ‘entraram nos eixos’. “É claro que podemos melhorar ainda mais esse trabalho e promover uma aproximação maior entre as partes, mas evidentemente que nada mais é como antigamente. Em minha visão todos se conscientizaram dos benefícios gerados a coletividade através de um relacionamento sadio e produtivo. Todo mundo sai ganhando e a democracia se fortalece com a liberdade de imprensa. Como policial militar sempre procurei colaborar com os repórteres”, enfatiza.

Quem compartilha de uma opinião bem parecida é o tenente-coronel aposentado Sidney Horta. “Na minha visão, baseada em muitos anos no exercício das atividades policiais não pude deixar, em momento algum, de ter a imprensa em todas as suas formas como suporte para fazer chegar ao nosso público o trabalho realizado para ele e em nome dele”, lembra. Como não poderia deixar de ser ele frisa que com o aprimoramento dos meios de comunicação evoluiu e muito o relacionamento entre os jornalistas e os policiais, nos mais diversos graus do desempenho das funções. “A imprensa trabalhando seriamente informa bem e adequadamente o púbico, bem como prestigia o trabalho policial. Isso é bom pra todos”, frisa Sidney Horta.

Para a delegada que está na ativa, Sueli Isler, esse entrosamento sempre foi na base do respeito e do bom senso recíproco reforçando que seu relacionamento com os veículos de comunicação ocorre de maneira harmônica. “Profissionais bem preparados e compromissados com a verdade são importantes para a sociedade”, em sua opinião. Entretanto Sueli faz um adendo: “Em alguns casos isolados a ânsia de alguns em sair na frente pode prejudicar as investigações. É preciso cautela, respeitar a lei e só divulgar a notícia depois que ela for oficialmente confirmada”. Já o delegado Oswaldo Galvão de França Filho fala que com a chegada da era digital essa relação ficou mais forte. “Um bom policial necessita da transparência sem deixar de lado um bom relacionamento com os jornalistas e tudo o que acontece agora vai parar nas redes sociais”, pontua a autoridade. Galvão ressalta que a imprensa se fortaleceu no século XXI ajudando inclusive na elucidação de alguns crimes.

Emissão de CO2 aumenta 36% na microrregião

Antonio Archangelo

efeito estufa

A região composta por Rio Claro, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Itirapina, Ipeúna, Analândia e Corumbataí emitiu, na atmosfera, cerca de 1,55114 milhão de tonelada de Dióxido de Carbônico (CO2), responsável pelo Efeito Estufa no ano passado. Os dados estão no Anuário Estatístico de Energéticos por Município no Estado de São Paulo – 2015, com dados de 2014.

Um aumento de 36,48% se comparado ao início da série disponibilizada no site da Secretaria de Energia referente ao ano de 2006. Naquele ano, a microrregião emitiu cerca de 1,1365 milhão de tonelada de CO2 na atmosfera.

De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Energia, o Anuário apresenta, de forma sistematizada, dados sobre os principais energéticos consumidos pelos 645 municípios paulistas – energia elétrica, gás natural, etanol e derivados de petróleo, bem como as respectivas emissões de dióxido de carbono (CO 2). “Assim, a Secretaria de Energia disponibiliza uma ferramenta para que gestores municipais possam em parceria com o governo estadual, desenvolver atividades regionalizadas de planejamento energético, possibilitando ainda que empreendedores privados realizem análises, estudos e projetos voltados às atividades relacionadas de alguma forma a aspectos energéticos” frisa.

SANTA E O
EFEITO ESTUFA

Atravessando diligências do Ministério Público relacionadas à poluição de fluoreto (assim como outros municípios da região) advindo com a atividade cerâmica, Santa Gertrudes também é a maior emissor de Dióxido de Carbono da região com 0,59423 milhão de toneladas em 2014; contra 0,45725 milhão de tonelada emitidas por Rio Claro. De acordo com os dados, o motivo é o consumo de gás natural. A cidade é a terceira maior consumidora do combustível no Estado de São Paulo com consumo de 304,29 x 106 m³ em 2014; atrás de Cubatão com consumo de 330,32 x 106 m³ e São Paulo com consumo anual de 1.570,688 x 106 m³.

SECRETARIA

De acordo com a Secretaria de Energia, “o consumo de combustíveis reflete o perfil do município considerado. Um município de porte médio ou grande, com um parque industrial expressivo, consumirá mais combustíveis que outros menores, resultando, consequentemente, num maior volume de CO2 emitido”.
A Secretaria de Energia do Estado de São Paulo lembra, ainda, que “os municípios que possuem aeroportos apresentam um volume expressivo de emissões de CO2. Isso é devido aos critérios estabelecidos pelo IPCC – Painel Internacional de Mudanças Climáticas, órgão que determina a regulamentação sobre emissões de CO2 no mundo. Segundo o IPCC, todo o consumo de querosene de aviação (combustível utilizado em aviões), que é bastante elevado, deve ser alocado nos municípios que abastecem aeronaves, independentemente desse combustível ser disseminado na atmosfera ao longo dos percursos dos voos”.

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ECONOMIA

Para o Professor Doutor David Montenegro Lapola, do Departamento de Ecologia da Unesp de Rio Claro e professor de política ambiental e mudanças climáticas que estuda o aquecimento global e as suas consequências nos grandes centros urbanos do Brasil, “o esfriamento da economia no último ano no Brasil causou leve queda nas emissões da região. Isso deixa evidente que emissão de CO2 e consequentemente as mudanças climáticas globais têm fortíssima relação com atividade econômica no modo como ela é praticada atualmente” citou.

JC discute: Governo cogita aumento da alíquota do IR

Favari Filho

Aposentados e pensionistas podem não receber o 13º antecipado (foto Agência Brasil)
O professor Israel Valdecir de Souza não acredita que a saída para aumentar a receita seja através do aumento de tributos (foto Agência Brasil)

O ministro Joaquim Levy afirmou no início da semana que uma das alternativas em estudo para reforçar a receita do governo – que entregou ao Congresso Nacional um projeto de Orçamento prevendo déficit de R$ 30,5 bilhões, o que representa 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – é o aumento do Imposto de Renda (IR). Para saber um pouco mais sobre a possível medida, o Jornal Cidade conversou com o professor e economista Israel Valdecir de Souza que, de pronto, enfatizou desacreditar que a saída para aumentar a receita seja via aumento de tributos e defendeu ainda o equilíbrio por meio do corte de despesas públicas.

“Vejo que o governo ficou grande demais para o atual PIB brasileiro; portanto, é preciso reduzir o tamanho deste governo, a não ser que empobreça mais a população. Sou contra o aumento do IR, seja como economista ou cidadão. Os aumentos nas alíquotas afetam diretamente quem tem retenção do imposto na fonte e indiretamente a todos, pois, com menos renda disponível, a classe média consome menos, o que influencia negativamente a demanda agregada que já está em queda. Com isso, o mercado de trabalho será influenciado pela menor demanda, que leva a menor produção que, por consequência, exige menos horas trabalhadas. Quem perde menos são os que recebem rendimentos muito elevados, pois a alíquota máxima é de 27,5%.”

Quanto a uma das propostas de Levy – que seria criar uma quarta faixa de cobrança para pessoas com renda mais alta com alíquota de 30% a 35% -, Souza crê que a ideia é louvável, desde que as taxas para rendas menores fossem terminantemente diminuídas. “Sou a favor de tornar a cobrança do IR mais justa, não para aumentar a arrecadação do governo, mas porque acho que já tira demais da sociedade, principalmente quando comparamos com o que devolve na forma de bens e serviços públicos. Existe um chavão, que é correto: o Brasil cobra tributos como o Reino Unido e devolve para a sociedade como o México!”, enfatizou.

Há outra possibilidade cogitada pelo governo que é aumentar a tributação de pessoas que recebem rendimentos de suas próprias empresas, que pagam de 4% a 5% de IR em vez da alíquota de 27,5% cobrada dos assalariados da faixa de renda mais alta existente atualmente. Quanto à medida, o economista assegura: “Não vejo ambiente político favorável para criar novas fontes, seja sobre pessoas físicas ou jurídicas. Acho que, desde 1995, o IR já aumentou muito no Brasil. A correção da tabela está defasada em mais de 60% e o Brasil é o único país do mundo em que não se pode abater integralmente ou até um teto justo o que se gasta com educação, por exemplo”, esclareceu.

No que diz respeito ao atual cenário brasileiro, o economista asseverou que “é um dos piores da história, pois o País vem perdendo a capacidade de crescer por graves desequilíbrios estruturais, sem contar a falta de noção da realidade das autoridades políticas. Tudo isso pode levar ao agravamento da crise: inflação alta (9,30% ao ano) e recessão econômica na casa dos 2,5% neste ano – segundo a previsão ajustada do mercado -; mas, como economista, creio que a queda do PIB deve superar os 3,0% com facilidade em 2015. E tudo indica que, em 2016, não será muito diferente”.

Entregar ao Congresso Nacional o Orçamento/2016 com déficit, de acordo com Souza, foi um equívoco sem tamanho do Governo Dilma Rousseff. “É a maior falta de responsabilidade com as finanças públicas, mais do qualquer outra coisa do tipo que se fala por aí. O orçamento não pode ser elaborado com déficit! Caso não haja previsão de receita suficiente para cobrir as despesas, é necessário que sejam cortados os gastos até o ajuste; é a lógica das finanças públicas”, finalizou.

Chuvas adiam entrega do Miniginásio no Cervezão

Matheus Pezzotti

Batizado de Nidival Nilson Massini,  o Miniginásio do Cervezão já recebe algumas atividades
Batizado de Nidival Nilson Massini, o Miniginásio do Cervezão já recebe algumas atividades (foto Arquivo)

Estava prevista para este sábado (12), pela manhã, uma série de atividades esportivas para marcar a entrega à comunidade do Miniginásio que a prefeitura construiu na Lagoa Seca do bairro Cervezão, região mais populosa do município.

Segundo o repórter Biduzinho, da Rádio Excelsior Jovem Pan News, devido às fortes chuvas que caem nesta semana na cidade, houve atraso na finalização da obra e a data da inauguração foi adiada para o sábado seguinte, dia 19, também na parte da manhã. A princípio, a programação esportiva para o dia 12 contaria com atividade das crianças e adolescentes do programa Crescer Handebol, que vão conhecer o novo polo em que serão realizadas as atividades do grupo.

Depois, um torneio de futebol feminino entre as equipes do programa de esportes da prefeitura. No período da tarde, estava marcada uma partida entre as equipes de futsal feminino adulto da Unesp Rio Claro contra a UFSCar, depois, aula de zumba e, para encerrar, uma partida do torneio regional de futsal masculino, entre Unesp Rio Claro e Brutos de Limeira.

Questionado sobre a possível alteração da programação esportiva em razão do adiamento da inauguração, o departamento de comunicação da prefeitura disse que, “além da data (que passou para dia 19), também houve alteração no horário da solenidade oficial, que será às 9h30. Sobre as atividades, a tendência é que sejam mantidas ou ampliadas. Isso será definido durante a semana”.

Batizado de Nidival Nilson Massini, a partir de iniciativa do vereador Agnelo da Silva Matos, o Miniginásio do Cervezão já recebe algumas atividades, além de sediar a subsede da Secretaria de Esportes. As aulas já desenvolvidas no local são zumba, handebol e futsal. Todas as atividades somam mais de 250 pessoas de diferentes idades, atendidas naquele espaço que, além das quadras, conta com vestiários, banheiro e estacionamento externo.

“O Miniginásio é mais um passo em nossos esforços para multiplicar a quantidade de polos esportivos na cidade”, comenta o secretário de Esportes, Reginaldo Breda, lembrando que ações similares acontecem em outras regiões do município, como as pistas de skate que estão sendo construídas no Centro Histórico e no Lago Azul.

Imprudência gera queixas na Avenida Brasil

Carine Corrêa

Veículos circulam pela Avenida Brasil, nas proximidades da Escola Municipal Dom Pedro I
Veículos circulam pela Avenida Brasil, nas proximidades da Escola Municipal Dom Pedro I

Mesmo com semáforos e a implantação de radar nas proximidades da Avenida Brasil, alguns motoristas ainda não respeitam as leis estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A pedestre Leila Nunes aponta que as principais imprudências no trecho que se inicia no Corpo de Bombeiros e vai até a Avenida 32-A são excesso de velocidade e a ultrapassagem no sinal vermelho. “É preciso obedecer às leis para uma boa dinâmica no trânsito”, destacou. No cruzamento com a Avenida 38-A, há ainda uma escola municipal, que aumenta a travessia de pedestres, principalmente crianças, pela avenida.

Recentemente, a prefeitura comunicou que está providenciando reforço na sinalização de solo. “Aquela região conta com lombada eletrônica instalada na Rua 3-A em frente ao portão de entrada e saída dos alunos da Escola Estadual Batista Leme e ao lado da Escola Municipal Dom Pedro I. Além disso, conta com sinalização com placas e de solo, além de semáforos”, acrescentou a prefeitura via assessoria em nota.

Secretário fala sobre quedas de árvores

Da Redação

 

Lixo em terreno continua sendo um problema no município. Secretário de Manutenção e Paisagismo, Sérgio Guilherme, em programa da Rádio Excelsior JP
O secretário municipal de Manutenção e Paisagismo, Sérgio Guilherme, falou ao Jornal da Manhã

O secretário municipal de Manutenção e Paisagismo, Sérgio Guilherme, falou com a jornalista Carla Hummel no programa Jornal da Manhã da Rádio Excelsior Jovem Pan News, na manhã desta sexta-feira (11). O secretário comentou sobre quedas de árvores após as chuvas desta semana.

O áudio completo com a entrevista pode ser conferido no player abaixo. Clique para ouvir!

PAT: vendedor, nutricionista, cozinheiro e outras vagas disponíveis

Divulgação

O PAT Rio Claro – Posto de Atendimento ao Trabalhador está oferecendo oportunidades de emprego para vendedor, nutricionista, cozinheiro e outras vagas disponíveis. O levantamento é do dia 11 de setembro e está sujeito a alteração.

Para mais informações destas e demais vagas, comparecer ao PAT (Av. 3, 536, Centro) com carteira de trabalho, RG, CPF e número do PIS Ativo. O atendimento acontece do meio-dia às 17h. Essas são algumas vagas que constam no sistema ‘mais emprego’:

  • Auxiliar de enfermagem
  • Balanceiro
  • Carpinteiro
  • Consultor de vendas
  • Cozinheiro geral
  • Eletricista de instalações industriais
  • Empregado doméstico nos serviços gerais
  • Encanador
  • Enfermeiro
  • Fonoaudiólogo geral
  • Gerente comercial
  • Instalador de equipamentos de comunicação
  • Mãe social
  • Manicure
  • Mecânico de manutenção de automóveis
  • Nutricionista
  • Professor de inglês
  • Recepcionista atendente
  • Recepcionista secretária
  • Representante comercial autônomo
  • Servente
  • Técnico de enfermagem
  • Torneiro mecânico
  • Vendedor interno

Alunos da Escola Marciano visitaram o Grupo JC

Vivian Guilherme

Alunos da Escola Marciano estiveram no Grupo JC de Comunicação
Alunos da Escola Marciano estiveram no Grupo JC de Comunicação

Alunos da Escola Estadual Marciano de Toledo Piza visitaram as instalações do Grupo JC de Comunicação nessa quinta-feira (10). Os alunos, que fazem parte da disciplina eletiva de jornalismo, puderam conhecer o dia a dia da Rádio Excelsior Jovem Pan News e também o Jornal Cidade. A jornalista Carla Hummel falou aos alunos e explicou como é feito o programa Jornal da Manhã na Rádio. Após acompanhar um dos boletins que é transmitido ao vivo, quatro alunos puderam vivenciar a realidade do jornal fazendo um teste. Os alunos Auane Braseliano da Silva, Leticia Arena, João Victor Garcia e Matheus Borges deram notícias e improvisaram ao microfone.

De acordo com os alunos da eletiva, o intuito é implantar uma rádio na escola. Para isso, buscam informações e conhecimento para realizar este sonho. Outra dificuldade é a aquisição de equipamentos, por isso, o aluno João Victor pediu a colaboração de quem pudesse doar caixas de som, microfones e outros equipamentos para que a rádio pudesse funcionar dentro da escola. Interessados em colaborar devem procurar a escola, que fica na Avenida Navarro de Andrade, nº139, no Cidade Nova. A unidade escolar funciona no sistema de ensino integral. No primeiro semestre, os alunos da eletiva elaboraram um jornal impresso a partir do programa JC na Escola. O resultado final do trabalho foi impresso pela Gráfica do JC.

Unidades escolares interessadas em conhecer o processo de confecção de um jornal ou de transmissão da rádio podem solicitar palestras ou a visita ao JC, através do programa JC na Escola. Agendamentos podem ser feitos, gratuitamente, através do telefone 3526-1022, com Ariane ou Vivian.

Jornal Cidade RC
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