Autoridades policiais atendem ocorrências de agressão, ameaça e descumprimento de medidas protetivas nos últimos dias

Uma série de casos de violência doméstica movimentou as forças de segurança em Rio Claro e cidades vizinhas no último fim de semana. As ocorrências envolvem agressões físicas, ameaças de morte, violência psicológica e descumprimento de decisões judiciais, reforçando a importância do suporte às vítimas.

Em Rio Claro, uma mulher procurou a Polícia Civil na noite de sábado para denunciar seu companheiro por ameaças e ofensas. De acordo com o boletim de ocorrência, o casal vive em união estável há 12 anos. A vítima relatou episódios constantes de agressões psicológicas, impedimento ao trabalho e convívio social, além de afirmar ter sido obrigada a manter relações sexuais contra a própria vontade. Medidas protetivas foram solicitadas.


📲 Quer receber as notícias mais importantes de Rio Claro direto no celular? Entre no canal do JC no WhatsApp e acompanhe atualizações ao longo do dia com informação confiável. 👉 Acesse e participe gratuitamente: https://whatsapp.com/channel/0029VbBrqcjDZ4LVqU0BOd3Z


Ações policiais em Ipeúna e Santa Gertrudes

Em Ipeúna, um homem foi preso em flagrante no domingo após agredir e ameaçar de morte a companheira. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, ainda ouviu novas ameaças sendo proferidas pelo suspeito. A vítima apresentava lesões no rosto e braços. Já em Santa Gertrudes, outro caso de violência doméstica terminou em prisão no domingo. Sob efeito de álcool e motivado por ciúmes, um homem agrediu a companheira na frente dos três filhos do casal. A mulher foi socorrida ao hospital e o agressor encaminhado ao setor carcerário de Rio Claro.

Descumprimento de medida protetiva

Além das agressões físicas, a Polícia Civil de Cordeirópolis investiga um caso de descumprimento de medida protetiva. Uma mulher relatou que seu ex-companheiro entrou em seu local de trabalho, subtraiu seus pertences pessoais e a forçou a posar para uma foto, publicada posteriormente nas redes sociais. A vítima afirmou ter cedido por medo de novas agressões. Todos os casos seguem sob investigação para garantir a aplicação da lei e a proteção das vítimas.