POLÍCIA: idoso é agredido pelo neto e outras ocorrências são registradas em Rio Claro
Confira todos os detalhes direto do Plantão Policial com as informações do repórter Gilson Santullo.
Confira todos os detalhes direto do Plantão Policial com as informações do repórter Gilson Santullo.
Aparecida Maria Augusto, Dona Cida – 74 anos. Faleceu dia 18, às 15h20, em Piracicaba. Deixou viúvo Nilton José Augusto, os filhos Oraide c/c Edivaldo, Ailton c/c Anete, Dagmar c/c Edinilson, Rogerio, Uranir (falecido), Olailton (falecido) foi c/c Gislaine, Nilton (falecido), Reginaldo (falecido), 13 netos e 12 bisnetos. Foi sepultada no Cemitério Memorial Cidade Jardim;
Benedito Franco, Ditão – 72 anos. Faleceu dia 18, às 09h57, em Rio Claro. Deixou viúva Janete Aparecida Bovo Franco, os filhos Eliseu, Eugenia c/c Francisco, os netos Gabriel e Rafael. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim;
José Carlos Borges, Borjão Gente Boa – 68 anos. Faleceu dia 18, às 10h50, em Rio Claro. Deixou viúva Marcia Borges, os filhos Michelli c/c Luís Sampaio, João Vitor c/c Joyce Cerri, os netos Isabella e Gabriel Eduardo. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim;
Juarez Bueno de Moraes – 82 anos. Faleceu dia 18, às 20h08, em Rio Claro. Deixou viúva Ondina Giovanni de Moraes, as filhas Gislaine c/c Paulo Roberto, Luciana c/c Oswaldo, e 4 netos. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim;
Valmir José Correia – 89 anos. Faleceu dia 18, às 05h00, em Rio Claro. Era viúvo de Joana Francisca dos Santos, deixou os filhos Maria Lidia c/c José Leonardo, Valdir c/c Neuza, Terezinha c/c José Carlos, Valdice, Maria José c/c Evonidio, Rafael (falecido), Valdinicio (falecido), 12 netos e a bisneta Larissa. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim;
O segundo e último dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é neste domingo(20). Os participantes farão as provas de matemática e ciências da natureza, que engloba química, física e biologia em mais de 1,7 mil municípios. Ao todo, serão 90 questões objetivas. A aplicação terá 5 horas de duração.

As provas serão aplicadas tanto para os candidatos inscritos na versão impressa quanto na versão digital do exame. As questões serão iguais nas duas modalidades.
Para fazer o exame é obrigatório apresentar o documento de identidade e ter uma caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente. No Enem digital, as respostas são dadas no computador, mas os participantes recebem uma folha de rascunho para fazer os cálculos à mão, por isso, a caneta é também necessária no segundo dia de prova.
Entre as identificações aceitas estão a carteira de identidade, o passaporte, carteira de motorista e a carteira de trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997. A novidade desta edição é que são aceitos os documentos digitais com foto do e-Título, CNH digital e RG digital. Eles devem ser apresentados nos respectivos aplicativos oficiais Não serão aceitas fotos da tela do celular.
Fonte: Agência Brasil
A Câmara Municipal vota nesta segunda-feira (21) o projeto de lei de autoria do presidente da Casa, José Pereira (PSD), que pretende incluir no calendário oficial de eventos e datas comemorativas de Rio Claro o “Dia Municipal de Conscientização e Combate à Propagação ou Disseminação de Notícias Falsas (fake news)” em 24 de março anualmente. O texto chegou ao Poder Legislativo em março deste ano e somente agora terminou a sua tramitação nas comissões permanentes para análise dos vereadores.
De acordo com a proposta, a instituição deste dia tem o intuito de estabelecer um marco contra a criação, divulgação e disseminação de notícias falsas e conscientização sobre efeitos e consequências jurídicas através de seminários, palestras, vídeos e demais ações educativas. Para Pereira, a produção das ‘fake news’ tem “finalidade de prejudicar ou beneficiar grupos ou pessoas mal-intencionadas, ou simplesmente para promover uma postagem com curtidas ou visualizações de páginas eletrônicas”.
“Tal prática tem se utilizado de compartilhamento de forma irresponsável por internautas que praticam um desserviço público ao espalhar mentiras, sem o cuidado de verificar previamente a veracidade das notícias recebidas através de redes sociais”, declarou na justificativa do projeto de lei. Ele acrescenta que o dia 24 de março é o Dia Internacional do Direito à Verdade, e já faz parte do calendário nacional de datas comemorativas desde 2019.
“Resguardando assim, o dia dedicado à reflexão coletiva a respeito da importância do conhecimento das situações em que ocorreram a violações aos Direitos Humanos e dignidade das Vítimas. Oportuno, portanto, ser também um dia de reflexão sobre a importância de se apurar e checar a veracidade das notícias que nos bombardeiam todos os dias por meio das mídias sociais, principalmente”, finaliza. O texto será votado em primeira discussão. Caso aprovado, passará por um segundo turno para seguir à sanção.
A Cooperviva – Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reaproveitável de Rio Claro celebra neste mês de novembro 20 anos de fundação e, para marcar a data com toda alegria e respeito que merece, um café da manhã foi realizado na sede da cooperativa no sábado (19), reunindo quem faz o trabalho acontecer, parte do poder público, parceiros e membros da comunidade.
Em uma cerimônia para lá de emocionante, à qual o Jornal Cidade foi convidado como parceiro da Cooperviva, por incentivar e divulgar o trabalho realizado, Inair Francisca da Rocha, presidente da organização, citou sobre o início de tudo.
“Quando falamos do trabalho que realizamos aqui, lembramos do começo, de onde viemos, do lixão, eram 199 famílias e hoje sou eu e mais três que restamos de lá. Atualmente somos formados por novas pessoas, novas famílias, pessoas que sustentam suas casas com todo trabalho que fazemos aqui diariamente, só tenho a agradecer o esforço de todos, a parceria, o aprendizado de novas pessoas que foram chegando e contribuindo para que tudo fosse ficando melhor e pudéssemos crescer”, disse, sem conter as lágrimas.
Dona Inair, quando chamada para discursar, foi aplaudida de pé não somente pelos cooperados, mas também por todos os presentes.
IMPORTÂNCIA
A mesa foi composta por representantes de empresas parceiras, organizações voltadas ao meio ambiente, Câmara Municipal, Prefeitura Municipal e Unesp, e todos apontaram a eficiência do trabalho realizado pela Cooperviva e as batalhas enfrentadas pela cooperativa para seguir em frente e servir de sustento para tantas famílias de cidade de Rio Claro.
Outro ponto de extrema importância tocado pelos presentes foi o fato de o trabalho feito em prol do meio ambiente que a cooperativa realiza, dando a destinação correta para cerca de 120 toneladas de materiais recicláveis retirados mensalmente das ruas da Cidade Azul.
Neste domingo (20), Dia da Consciência Negra, a programação comemorativa em Rio Claro acontece na sede da escola de samba Grasifs/Voz do Morro. As atividades terão início às 10 horas, com ato cívico. Na sequência, terá início a programação da Festafro, que acontece até as 22 horas e tem entrada gratuita.
Na parte musical, a principal atração é o cantor Ronaldinho, ex-integrante do Fundo de Quintal. Também se apresentam o grupo Jeito Simples, o cantor Júlio Neri, Grupo Pura Art, Aroeira, DJ Roo e a bateria Pegada Louca da Grasifs. A Festafro terá ainda Praça de Alimentação e exposição e venda de artesanato com as empreendedoras do coletivo Feira das Pretas. O evento é uma promoção conjunta do Conerc – Conselho da Comunidade Negra de Rio Claro, e da prefeitura de Rio Claro, através da Assessoria Municipal de Direitos Raciais e secretarias de Cultura e Turismo.
Programação
Nos últimos dias várias atividades relacionadas ao mês da Consciência Negra foram realizadas em Rio Claro, incluindo a entrega da Medalha Zumbi dos Palmares na Câmara Municipal (confira cobertura na Última Página). Na cultura aconteceu mais uma edição da Feira das Pretas e Festival de Hip-Hop na Estação Ferroviária.
Endereço
A sede da escola de samba Grasifs/Voz do Morro fica na Rua 15, esquina com a Avenida 19, no bairro Consolação. O evento deste domingo tem entrada franca.
As informações obtidas no Censo Demográfico 2022 atualizam dados de todo o Brasil, fornecendo suporte a políticas públicas, decisões empresariais, e atualizando os cálculos dos Fundos de Participação Municipal e Estadual. Iniciado em agosto, a previsão inicial para ser encerrado era 31 de outubro, porém as coletas seguem e alguns obstáculos ainda são enfrentados.
“As principais dificuldades que são relatadas a mim são a questão do clima e resistência. Primeiro que para os recenseadores andarem embaixo de um sol de quase 40 graus não é fácil, sem contar nos dias de chuva. Depois tem a questão de que muitos moradores são grosseiros, não atendem direito. A pessoa muitas vezes está em casa e finge que não está. Já outros se recusam a responder, achando que é para o ‘governo A’ ou ‘governo B’, alegando que não quer ajudar ‘político A’ ou ‘político B’, quando na verdade isso não existe”, explica Rodrigo Pucci, coordenador de área do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que é responsável por Rio Claro, Corumbataí, Ipeúna, Itirapina e Santa Gertrudes.
Ele ainda pontua que, desde o início da coleta de dados, trabalharam o tempo todo com menos de 50% da carga de recenseadores que havia sido disponibilizada: “Muitos acabam desistindo pelas dificuldades que eu já citei, outros porque não conseguiram se adequar ao aplicativo e equipamento utilizado, outros porque recebem proposta de emprego e deixam o censo. De agosto até agora já realizamos seis treinamentos para ir repondo quem íamos perdendo. O fato é que estamos correndo atrás do prejuízo”.
Se o recenseador não passou na minha casa, ainda devo procurar o IBGE?
De acordo com Pucci, na dúvida é possível entrar em contato: “O morador pode ligar no telefone 3534-3644 da agência ou mesmo ir até um dos postos de coleta. Temos um no prédio da Fundação Municipal de Saúde (ao lado da Farmácia Popular – Avenida 2) e outro que fica na Unesp. Nesta reta final iremos fazer também um pente-fino voltando nos moradores ausentes”.
Como o questionário é realizado?
Em cada residência, um questionário é aplicado. O básico possui 26 quesitos (leva em torno de 5 minutos para ser respondido) e o questionário ampliado contém 77 questões (leva cerca de 16 minutos). O que define qual dos questionários você irá responder é um sorteio feito na hora pelo próprio sistema do Censo. O questionário básico é aplicado em cerca de 89% dos domicílios, enquanto o ampliado é respondido em cerca de 11%.
Existe multa para quem se nega a responder?
“Existe uma lei que está atrás de cada crachá do recenseador que obriga a pessoa a responder às pesquisas e ao mesmo tempo nos obriga a manter o sigilo das informações. Seja para o governo, Receita Federal, Justiça, ninguém pode saber. Com a não prestação de informação nos prazos afixados ou a prestação de informações falsas, o infrator ficará sujeito à multa de até 10 vezes o maior salário mínimo vigente no país. O pagamento da multa não isenta da prestação dos dados dentro do prazo fixado no auto de infração lavrado. Ficará dispensado do pagamento da multa o infrator primário que prestar as informações no prazo fixado no auto de infração. É claro que sempre optamos pelo diálogo e explicamos toda a importância do fornecimento de dados”, finaliza Rodrigo Pucci, coordenador de área do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
A Câmara Municipal realizou nessa semana a entrega da Medalha Zumbi dos Palmares para representantes da comunidade em reconhecimento à luta pela igualdade de direitos e combate ao preconceito racial. A homenagem foi instituída pelo Decreto Legislativo 387/2011, de autoria do ex-vereador Sérgio Carnevale. Desde 2013, o vereador Geraldo Voluntário está à frente da organização do evento que integra a programação oficial do 20 de novembro – Dia da Consciência Negra.
A solenidade foi coordenada pelo presidente da Câmara Municipal, José Pereira. O prefeito Gustavo Perissinotto foi representado pelo secretário municipal de Cultura, Dalberto Christofoletti. Na Mesa Principal também estavam: a assessora municipal de Direitos Raciais, Maria de Lourdes da Silva, e os vereadores Julinho Lopes (Progressistas), Carol Gomes (Cidadania), Geraldo Voluntário (MDB) e Adriano La Torre (Progressistas).
“Esta homenagem, criada a partir da iniciativa do meu pai, o ex-vereador Sérgio Carnevale, valoriza a comunidade negra da nossa cidade. Orgulho é a palavra que melhor define esta solenidade”, disse Serginho. “Quero aqui registrar a presença do presidente reeleito da Câmara, José Pereira, que também representa esta comunidade aguerrida como o primeiro negro a comandar o Legislativo local”, acrescentou.
Pereira recordou que o feriado da Consciência Negra foi criado em Rio Claro em 2007. “A articulação começou em 1997, quando conversei com o ex-vereador Sérgio Matheus. Naquele momento, criou-se a Semana da Consciência Negra. Em 2007, o ex-prefeito Nevoeiro Júnior atendeu a um pedido que encaminhei e decretou o 20 de novembro feriado em nossa cidade”, pontuou o presidente da Câmara, ao lembrar que se trata de uma data de reflexão sobre a importância da luta pela igualdade de direitos.
Carol Gomes ratificou as palavras de Serginho Carnevale direcionadas ao presidente José Pereira, a quem define como pacificador da Casa de Leis por meio de amplo trabalho de articulação política. A vereadora defendeu a construção como a melhor forma de solidificar a união entre as comunidades da cidade. “É preciso somar esforços. As nossas semelhanças são muito maiores do que as nossas diferenças”, comentou.
Geraldo Voluntário lembrou que a partir de 2013 resgatou o trabalho iniciado pelo então vereador Sérgio Carnevale. “A Medalha Zumbi, em Rio Claro, não pode deixar de existir. É uma maneira que o Legislativo encontrou de agradecer à comunidade negra por tudo o que faz e produz em nossa cidade”, detalhou o vereador.
O secretário Dalberto Christofoletti destacou a importância de apoiar a comunidade negra durante todo o ano. “Parabenizo o ex-vereador Sérgio Carnevale pela iniciativa de criar esta homenagem e o Geraldo Voluntário, que teve a sensibilidade de dar sequência ao trabalho”, assinalou.
Os representantes da comunidade negra que receberam a medalha neste ano foram: Janice Aparecida Antonio Rezende, homenageada por José Pereira; Evandro Luiz Inácio (La Torre); Fernanda Cristina Siqueira (Alessandro Almeida); André Luiz de Moraes, também conhecido como Pai André (Carol Gomes); Gilberto dos Santos, Kieni Estevam Borges, Aguinaldo da Silva, conhecido como Professor Baiano, e Joana Barbosa da Costa (Geraldo Voluntário); Mesaque Luiz Rodrigues (Hernani Leonhardt); Benedito Fernandes Costa (Irander Augusto); Patrícia Mara Venâncio (Julinho Lopes); Delito Cândido de Lima, conhecido como Mestre Delo (Luciano Bonsucesso); Joas Levi de Jesus (Moisés Marques); Ângela Maria de Moraes (Paulo Guedes); Ana Lúcia Vicente de Oliveira (Rodrigo Guedes); Thiago Fontana (Serginho Carnevale); Luis Carlos da Costa (Sivaldo Faísca); e Francisco Manoel Araújo da Silva (Vágner Baungartner).
Todos os anos, principalmente nos meses de verão, as chuvas se intensificam, podendo causar inundações e enchentes. Com isso, populações podem ficar suscetíveis ao contato com lama e água contaminadas pela bactéria causadora da leptospirose.
A doença é uma zoonose de importância mundial, transmitida pelo contato com a urina de animais infectados ou água e lama contaminadas. Um amplo espectro de animais serve como reservatório para a persistência de focos de infecção. No meio urbano, os principais são os roedores, especialmente o rato de esgoto. Outros reservatórios da bactéria são os suínos, bovinos, equinos, ovinos e cães.
Em caso de desastres naturais, como enchentes, o Ministério da Saúde recomenda os seguintes cuidados à população:
Para profissionais de saúde e de resgate ou assistência que atuam em desastres naturais, a Pasta recomenda o uso de equipamentos de proteção individual (EPI). É importante ampliar o grau de alerta sobre o risco da doença entre os expostos, atentando-se aos sinais e sintomas da doença, de forma a permitir o diagnóstico precoce e tratamento oportuno.
Os principais sintomas envolvem febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata da perna), podendo também ocorrer vômitos, diarreia e tosse.
Nas formas mais graves, geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há a necessidade de cuidados especiais em caráter de internação hospitalar. O doente também pode apresentar hemorragia, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte, orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os casos graves precisam de internação hospitalar. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença.
Nos últimos anos, as denúncias de violência doméstica, em especial contra as mulheres, vêm ganhando cada vez mais espaço e alcance diante da sociedade. Paralelo a isso, o trabalho no combate a este tipo de violência tem sido mais intenso e efetivo. Em Rio Claro, a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal, que teve início no final de 2018, vem cumprindo um importante papel na defesa e acompanhamento das vítimas de violência doméstica.
A principal responsável pelas atividades da Patrulha Maria da Penha em Rio Claro é a GCM Luciana, que destaca o trabalho realizado nos últimos anos.
“Atualmente a Patrulha atua da seguinte forma: a medida protetiva chega para a gente através da Delegacia de Defesa da Mulher e a partir daí contatamos as vítimas por telefone para saber como está a situação, se a medida está sendo cumprida, etc. Hoje nós temos mais de 1300 vítimas cadastradas com a gente e dependendo do que elas passam para nós, encaminhamos para outros órgãos darem o suporte psicológico, financeiro, tudo aquilo que não compete a nós. Como GCM, temos o objetivo de garantir que aquela vítima não seja agredida novamente e dar segurança para ela, para que a violência não acabe gerando até mesmo um feminicídio”, pontua Luciana.
Fruto de uma Lei Municipal, o setor especializado da GCM atua no apoio às mulheres desde o momento em que elas sofrem e denunciam a agressão. O atendimento segue acompanhando a evolução dos casos para que as vítimas possam se sentir cada vez mais seguras.
“Nós temos um aplicativo para que a vítima possa acionar a gente rapidamente. O acesso é determinado por um juiz, que coloca na medida protetiva que a vítima tem direto ao aplicativo. A partir disso, ela pode vir até a GCM, finaliza o cadastro e quando se sentir em perigo é só acionar a gente através do aplicativo para que possamos chegar ao agressor e conduzi-lo para a delegacia”, completa Luciana.
Atualmente, 25 mulheres de Rio Claro têm o acesso ao aplicativo autorizado pela justiça, porém apenas três delas compareceram à sede da GCM para finalizar o seu cadastro.
Desde o início dos trabalhos, a Patrulha Maria da Penha atuou em, ao menos, 235 casos de violência doméstica, além de 111 ocorrências de prisão de agressores por descumprimento de medida protetiva.
Além do trabalho que já é realizado, a Guarda Civil Municipal trabalha para que a Patrulha Maria da Penha e a corporação como um todo possam cada vez mais contribuir para a diminuição dos índices de violência doméstica no município. Esse processo passa tanto pelo combate às violências que já acontecem, quanto pela conscientização para evitar nossos casos.
A preocupação com este problema vêm sendo um dos principais pontos do trabalho de Joelma, Comandante da GCM: “Nós decidimos fazer palestras para conscientizar as pessoas com relação à violência doméstica e ajudá-las a identificar essa violência, porque, para muitas, o que acontece é considerado normal, natural, e ela acaba não se identificando como vítima. A gente realiza essas palestras em escolas, empresas e outros órgãos da prefeitura, como Cras e Creas, por exemplo. Além disso, temos um projeto que queremos dar início em 2023 para dar aulas de defesa pessoal às mulheres vítimas de violência. O nosso objetivo é conscientizar a sociedade sobre o problema, tratando, inclusive, do agressor, para que ele não volte a praticar a violência doméstica contra a mesma ou outra vítima. Tratando todos os componentes envolvidos, com certeza conseguiremos melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas”.
Nos últimos anos, as denúncias de violência doméstica, em especial contra as mulheres, vêm ganhando cada vez mais espaço e alcance diante da sociedade. Paralelo a isso, o trabalho no combate a este tipo de violência tem sido mais intenso e efetivo. Em Rio Claro, a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal, que teve início no final de 2018, vem cumprindo um importante papel na defesa e acompanhamento das vítimas de violência doméstica.
A principal responsável pelas atividades da Patrulha Maria da Penha em Rio Claro é a GCM Luciana, que destaca o trabalho realizado nos últimos anos.
“Atualmente a Patrulha atua da seguinte forma: a medida protetiva chega para a gente através da Delegacia de Defesa da Mulher e a partir daí contatamos as vítimas por telefone para saber como está a situação, se a medida está sendo cumprida, etc. Hoje nós temos mais de 1300 vítimas cadastradas com a gente e dependendo do que elas passam para nós, encaminhamos para outros órgãos darem o suporte psicológico, financeiro, tudo aquilo que não compete a nós. Como GCM, temos o objetivo de garantir que aquela vítima não seja agredida novamente e dar segurança para ela, para que a violência não acabe gerando até mesmo um feminicídio”, pontua Luciana.
Fruto de uma Lei Municipal, o setor especializado da GCM atua no apoio às mulheres desde o momento em que elas sofrem e denunciam a agressão. O atendimento segue acompanhando a evolução dos casos para que as vítimas possam se sentir cada vez mais seguras.
“Nós temos um aplicativo para que a vítima possa acionar a gente rapidamente. O acesso é determinado por um juiz, que coloca na medida protetiva que a vítima tem direto ao aplicativo. A partir disso, ela pode vir até a GCM, finaliza o cadastro e quando se sentir em perigo é só acionar a gente através do aplicativo para que possamos chegar ao agressor e conduzi-lo para a delegacia”, completa Luciana.
Atualmente, 25 mulheres de Rio Claro têm o acesso ao aplicativo autorizado pela justiça, porém apenas três delas compareceram à sede da GCM para finalizar o seu cadastro.
Desde o início dos trabalhos, a Patrulha Maria da Penha atuou em, ao menos, 235 casos de violência doméstica, além de 111 ocorrências de prisão de agressores por descumprimento de medida protetiva.
Além do trabalho que já é realizado, a Guarda Civil Municipal trabalha para que a Patrulha Maria da Penha e a corporação como um todo possam cada vez mais contribuir para a diminuição dos índices de violência doméstica no município. Esse processo passa tanto pelo combate às violências que já acontecem, quanto pela conscientização para evitar nossos casos.
A preocupação com este problema vêm sendo um dos principais pontos do trabalho de Joelma, Comandante da GCM: “Nós decidimos fazer palestras para conscientizar as pessoas com relação à violência doméstica e ajudá-las a identificar essa violência, porque, para muitas, o que acontece é considerado normal, natural, e ela acaba não se identificando como vítima. A gente realiza essas palestras em escolas, empresas e outros órgãos da prefeitura, como Cras e Creas, por exemplo. Além disso, temos um projeto que queremos dar início em 2023 para dar aulas de defesa pessoal às mulheres vítimas de violência. O nosso objetivo é conscientizar a sociedade sobre o problema, tratando, inclusive, do agressor, para que ele não volte a praticar a violência doméstica contra a mesma ou outra vítima. Tratando todos os componentes envolvidos, com certeza conseguiremos melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas”.
CÂMARA
Na última quinta-feira (17), a comandante Joelma, da Guarda Civil Municipal, esteve na Câmara Municipal de Rio Claro e prestou esclarecimentos aos vereadores sobre as ações da Patrulha Maria da Penha. Nas últimas sessões, parlamentares como Val Demarchi (União Brasil) e Carol Gomes (Cidadania) questionaram a atuação do setor especializado na defesa contra a violência doméstica.
Agência Brasil
O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado na sexta-feira (18), reforça o crescimento dos casos de covid-19, que já corresponde a 47% dos resultados positivos para vírus respiratórios nas últimas quatro semanas.

Em nível nacional, o aumento moderado de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na tendência de longo prazo está presente em 12 de 27 estados: Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo. Referente à Semana Epidemiológica (SE) 45, período de 6 a 12 de novembro, a análise tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 14 de novembro.
Os dados indicam crescimento dos casos positivos para Sars-CoV-2 (covid-19), especialmente na população adulta. Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os registros com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 10,3% para influenza A; 0,3% para influenza B; 24,2% para vírus sincicial respiratório (VSR); e 47% Sars-CoV-2. Entre os óbitos, a presença dos mesmos vírus entre os positivos foi de 4,1% para influenza A; 0,0% para influenza B; 1,4% para VSR; e 83,6% Sars-CoV-2.
O pesquisador da Fiocruz Marcelo Gomes destaca a importância da combinação de vacinação e uso de máscaras como ações de proteção. Ele orienta a população a verificar quantas doses já foram recomendadas para seu perfil, levando em conta a faixa etária e as condições de saúde, para que o novo ciclo seja enfrentado com o maior nível de proteção possível.
“A vacina é muito importante para diminuir o risco de agravamento, mas seu papel é um pouco menor na transmissão. Por isso, é fundamental que se volte a usar boas máscaras em situações específicas, ou seja, em transporte público, locais fechados e situações com muita gente em um espaço relativamente pequeno. É vacina no braço e máscara no rosto”, disse o coordenador do InfoGripe.
Agência Brasil
O Concurso 2.540 da Mega-Sena, que será realizado hoje (19) à noite em São Paulo, pagará o prêmio de R$ 38 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.

O último concurso, quarta-feira (16), não teve ganhadores e o prêmio acumulou para este sábado. Foram sorteadas as dezenas 01 – 23 – 32 – 33 – 36 e 59.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade e preencher o número do cartão de crédito.
A aposta mínima, de seis números, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.