Nos últimos anos, as denúncias de violência doméstica, em especial contra as mulheres, vêm ganhando cada vez mais espaço e alcance diante da sociedade. Paralelo a isso, o trabalho no combate a este tipo de violência tem sido mais intenso e efetivo. Em Rio Claro, a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal, que teve início no final de 2018, vem cumprindo um importante papel na defesa e acompanhamento das vítimas de violência doméstica.

A principal responsável pelas atividades da Patrulha Maria da Penha em Rio Claro é a GCM Luciana, que destaca o trabalho realizado nos últimos anos.

“Atualmente a Patrulha atua da seguinte forma: a medida protetiva chega para a gente através da Delegacia de Defesa da Mulher e a partir daí contatamos as vítimas por telefone para saber como está a situação, se a medida está sendo cumprida, etc. Hoje nós temos mais de 1300 vítimas cadastradas com a gente e dependendo do que elas passam para nós, encaminhamos para outros órgãos darem o suporte psicológico, financeiro, tudo aquilo que não compete a nós. Como GCM, temos o objetivo de garantir que aquela vítima não seja agredida novamente e dar segurança para ela, para que a violência não acabe gerando até mesmo um feminicídio”, pontua Luciana.

Fruto de uma Lei Municipal, o setor especializado da GCM atua no apoio às mulheres desde o momento em que elas sofrem e denunciam a agressão. O atendimento segue acompanhando a evolução dos casos para que as vítimas possam se sentir cada vez mais seguras.

“Nós temos um aplicativo para que a vítima possa acionar a gente rapidamente. O acesso é determinado por um juiz, que coloca na medida protetiva que a vítima tem direto ao aplicativo. A partir disso, ela pode vir até a GCM, finaliza o cadastro e quando se sentir em perigo é só acionar a gente através do aplicativo para que possamos chegar ao agressor e conduzi-lo para a delegacia”, completa Luciana.

Atualmente, 25 mulheres de Rio Claro têm o acesso ao aplicativo autorizado pela justiça, porém apenas três delas compareceram à sede da GCM para finalizar o seu cadastro.

Desde o início dos trabalhos, a Patrulha Maria da Penha atuou em, ao menos, 235 casos de violência doméstica, além de 111 ocorrências de prisão de agressores por descumprimento de medida protetiva.
Além do trabalho que já é realizado, a Guarda Civil Municipal trabalha para que a Patrulha Maria da Penha e a corporação como um todo possam cada vez mais contribuir para a diminuição dos índices de violência doméstica no município. Esse processo passa tanto pelo combate às violências que já acontecem, quanto pela conscientização para evitar nossos casos.

A preocupação com este problema vêm sendo um dos principais pontos do trabalho de Joelma, Comandante da GCM: “Nós decidimos fazer palestras para conscientizar as pessoas com relação à violência doméstica e ajudá-las a identificar essa violência, porque, para muitas, o que acontece é considerado normal, natural, e ela acaba não se identificando como vítima. A gente realiza essas palestras em escolas, empresas e outros órgãos da prefeitura, como Cras e Creas, por exemplo. Além disso, temos um projeto que queremos dar início em 2023 para dar aulas de defesa pessoal às mulheres vítimas de violência. O nosso objetivo é conscientizar a sociedade sobre o problema, tratando, inclusive, do agressor, para que ele não volte a praticar a violência doméstica contra a mesma ou outra vítima. Tratando todos os componentes envolvidos, com certeza conseguiremos melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas”.

Nos últimos anos, as denúncias de violência doméstica, em especial contra as mulheres, vêm ganhando cada vez mais espaço e alcance diante da sociedade. Paralelo a isso, o trabalho no combate a este tipo de violência tem sido mais intenso e efetivo. Em Rio Claro, a Patrulha Maria da Penha da Guarda Civil Municipal, que teve início no final de 2018, vem cumprindo um importante papel na defesa e acompanhamento das vítimas de violência doméstica.

A principal responsável pelas atividades da Patrulha Maria da Penha em Rio Claro é a GCM Luciana, que destaca o trabalho realizado nos últimos anos.

“Atualmente a Patrulha atua da seguinte forma: a medida protetiva chega para a gente através da Delegacia de Defesa da Mulher e a partir daí contatamos as vítimas por telefone para saber como está a situação, se a medida está sendo cumprida, etc. Hoje nós temos mais de 1300 vítimas cadastradas com a gente e dependendo do que elas passam para nós, encaminhamos para outros órgãos darem o suporte psicológico, financeiro, tudo aquilo que não compete a nós. Como GCM, temos o objetivo de garantir que aquela vítima não seja agredida novamente e dar segurança para ela, para que a violência não acabe gerando até mesmo um feminicídio”, pontua Luciana.

Fruto de uma Lei Municipal, o setor especializado da GCM atua no apoio às mulheres desde o momento em que elas sofrem e denunciam a agressão. O atendimento segue acompanhando a evolução dos casos para que as vítimas possam se sentir cada vez mais seguras.

“Nós temos um aplicativo para que a vítima possa acionar a gente rapidamente. O acesso é determinado por um juiz, que coloca na medida protetiva que a vítima tem direto ao aplicativo. A partir disso, ela pode vir até a GCM, finaliza o cadastro e quando se sentir em perigo é só acionar a gente através do aplicativo para que possamos chegar ao agressor e conduzi-lo para a delegacia”, completa Luciana.

Atualmente, 25 mulheres de Rio Claro têm o acesso ao aplicativo autorizado pela justiça, porém apenas três delas compareceram à sede da GCM para finalizar o seu cadastro.

Desde o início dos trabalhos, a Patrulha Maria da Penha atuou em, ao menos, 235 casos de violência doméstica, além de 111 ocorrências de prisão de agressores por descumprimento de medida protetiva.
Além do trabalho que já é realizado, a Guarda Civil Municipal trabalha para que a Patrulha Maria da Penha e a corporação como um todo possam cada vez mais contribuir para a diminuição dos índices de violência doméstica no município. Esse processo passa tanto pelo combate às violências que já acontecem, quanto pela conscientização para evitar nossos casos.

A preocupação com este problema vêm sendo um dos principais pontos do trabalho de Joelma, Comandante da GCM: “Nós decidimos fazer palestras para conscientizar as pessoas com relação à violência doméstica e ajudá-las a identificar essa violência, porque, para muitas, o que acontece é considerado normal, natural, e ela acaba não se identificando como vítima. A gente realiza essas palestras em escolas, empresas e outros órgãos da prefeitura, como Cras e Creas, por exemplo. Além disso, temos um projeto que queremos dar início em 2023 para dar aulas de defesa pessoal às mulheres vítimas de violência. O nosso objetivo é conscientizar a sociedade sobre o problema, tratando, inclusive, do agressor, para que ele não volte a praticar a violência doméstica contra a mesma ou outra vítima. Tratando todos os componentes envolvidos, com certeza conseguiremos melhorar a qualidade de vida de muitas pessoas”.

CÂMARA
Na última quinta-feira (17), a comandante Joelma, da Guarda Civil Municipal, esteve na Câmara Municipal de Rio Claro e prestou esclarecimentos aos vereadores sobre as ações da Patrulha Maria da Penha. Nas últimas sessões, parlamentares como Val Demarchi (União Brasil) e Carol Gomes (Cidadania) questionaram a atuação do setor especializado na defesa contra a violência doméstica.

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