Equipes masculina e feminina de taekwondô sagraram-se campeãs, conquistando sete medalhas de ouro para a cidade
Restando ainda um dia de competições, que será neste sábado (11), Rio Claro já é campeã da 59ª edição dos Jogos Regionais, em São José do Rio Pardo, conquistando seu tricampeonato.
Na quarta-feira (8), oitavo dia de competições, a bocha venceu Hortolândia por 2 a 1. Na terceira rodada do xadrez, no feminino, vitória sobre Hortolândia por 3,5 a 0,5 e do masculino sobre Indaiatuba por 4 a 0.
No vôlei, o time masculino venceu Araras por 3 sets a 2 (19/25, 14/25, 25/23, 25/18 e 15/13), ficando em terceiro lugar, com a medalha de bronze. Já o feminino perdeu na final para Itatiba por 3 sets a 0 (25/22, 25/21 e 25/21) e ficou com a medalha de prata. No vôlei de praia, RC venceu Araras por WO, no futebol de campo, o time masculino perdeu para Araras por 1 a 0.
No tênis de mesa, a equipe masculina venceu Bragança Paulista por 3 a 0 e consagrou-se como campeã. Na malha, Rio Claro venceu Campinas por 154 a 152, conquistando o bicampeonato. O time de basquete masculino venceu Mococa por 79 a 57, no caratê, Rio Claro conquistou a medalha de ouro, consagrando-se como tricampeã no masculino e no feminino e, no segundo dia de provas do atletismo, Rio Claro ficou em 2º lugar no masculino e em 3º no feminino.
Na quinta-feira (9), o time de bocha venceu Campinas por 2 a 0 e Limeira por 2 a 1, sagrando-se campeão. O taekwondo masculino obteve três medalhas de ouro e foi campeão geral, e o feminino conquistou quatro medalhas de ouro, também ficando em primeiro. O atletismo ficou em segundo lugar na classificação geral no masculino e no feminino, garantindo a medalha de prata.
O vôlei de praia feminino venceu Bragança Paulista por 2 a 0 (7/21 e 5/21) e Itatiba por 2 a 1 (15/21, 21/16 e 15/13). Na semifinal do futebol feminino, após empate por 1 a 1, Rio Claro perdeu nos pênaltis para Campinas por 3 a 2 e na quarta rodada do xadrez, no feminino, Rio Claro venceu Iracemápolis por 3 a 1 e, no masculino, venceu Cordeirópolis por 3,5 a 0,5.
De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, na pontuação geral, somando os resultados da última sexta-feira (10), Rio Claro seguia na liderança com 302 pontos, aumentando a vantagem sobre Campinas, segunda colocada. No quadro de medalhas, Rio Claro agora também apareceu em primeiro, com 156 medalhas (87 de ouro, 37 de prata e 32 de bronze).
Informado do tricampeonato rio-clarense, o prefeito Du Altimari enviou congratulações a todos os atletas e dirigentes da delegação. “Merecem o nosso abraço e agradecimento, todo o nosso apoio e tenho certeza de que este é o pensamento dos rio-clarenses diante deste resultado que mantém a cidade na elite do esporte paulista, superando tradicionais adversários”, destacou.
“Ressurgida” na década de 80, a Febre Maculosa Brasileira (FMB) avança pelo interior de São Paulo. De acordo com dados do Boletim Epidemiológico Paulista (Bepa) até 2008, apenas os municípios de Piracicaba, Araras, São Pedro e Ipeúna haviam registrado casos da doença. Porém de lá, para cá, outros municípios já registram casos da enfermidade, incluída na lista de agravos de notificação compulsória pelo Ministério da Saúde em 2001. Em Rio Claro, por exemplo, de 2011 pra cá foram três registros de óbitos, dois em área rural e um de paciente residente em outra cidade. Em Cordeirópolis, de acordo informações repassadas a imprensa, foram dois casos registrados este ano, com uma morte. Em 2014, também houve registro de uma morte.
Febre Maculosa no Estado de São Paulo até 2008 (Fonte: Bepa)
Transmissor
Em outro estudo, também contido no boletim paulista, de 2011, o qual o JORNAL REGIONAL teve acesso, 14 cidades do Aglomerado Urbano de Piracicaba já possuem registro da presença do vetor da doença o carrapato estrela (Amblyomma cajennense): Águas de São Pedro, Araras, Capivari, Charqueada, Conchal, Elias Fausto, Ipeúna, Iracemápolis, Limeira, Piracicaba, Rio Claro, Rio das Pedras, Santa Gertrudes e São Pedro.
Amblyomma cajennense, o carrapato conhecido popularmente como carrapato estrela, carrapato de cavalo, carrapato redoleiro ou micuim, é a espécie transmissora mais importante no Brasil. A bactéria fica circulando na natureza pelo carrapato, que passa a infecção para outro carrapato. Os animais (cão, cavalo, boi, ratos, animal silvestre), assim como o homem, quando picados fornecem condições para que o carrapato se desenvolva e transmita a bactéria que fica na sua saliva.
Local Provável de Infecção
O boletim destaca que para que determinada área seja considerada local provável de infecção (LPI), deve-se respeitar três condições: – o local deve ter sido visitado pelo paciente infectado nos 15 dias que precederam o início dos sintomas; existência de uma população vetora estabelecida e/ou presença de condições naturais favoráveis para estabelecimento da população do vetor e a presença do agente etiológico estabelecido.
Números de caso de Febre maculosa Brasileira (Fonte: Bepa)
1987
A febre maculosa foi reconhecida no Estado de São Paulo, pela primeira vez, em 1929. Após um período de silêncio, constatou-se sua reemergência com a confirmação dos primeiros casos em Pedreira, em 1987, seguindo-se registros em Campinas e São João da Boa Vista, Piracicaba, Salto, Mogi das Cruzes, Santo André, São Bernardo, Diadema, Ribeirão Pires, Mauá e a Capital.
Avanço da Febre Maculosa Brasileira no interior de São Paulo (Fonte: Bepa)
Casos precisam de estudo, diz especialista
Em entrevista exclusiva ao JORNAL REGIONAL, o professor Emérito de Doenças Infecciosas e Parasitárias, Vicente Amato Neto comenta que os casos registrados no interior merecem ser estudados. “Se não existia nesta região, temos que deduzir que a doença apareceu na região”, cita ao lembrar que a Febre Maculosa Brasileira (FMB) é semelhante a Febre Maculosa das Montanhas Rochosas, originária dos Estados Unidos. “A doença é uma infecção pela bactéria Rickettsia e é grave. Os órgãos de Saúde devem ser avisados, o tratamento precoce e correto tem resultados bons”, comentou.
Amato tratou casos da doença na Grande SP, quando era médico residente do Hospital das Clínicas. “Lembro da história do Dr. Lemos Monteiro que estudava as Rickettsias no Butantã. Ele foi contaminado e morreu, já que na década de 50 não tinha cura”.
Piracicabano e graduado em Física pela primeira turma da Unesp de Rio Claro, o reitor da Universidade Anhembi, professor Oscar Hipólito, disse que ainda aguardará o resultado final da seleção para o curso de Medicina, que deve ser divulgado no dia 28 de agosto, depois de transcorrida a fase de recursos, porém diz conhecer a região e que será uma honra oferecer o curso na região.
“Não temos conhecimento das outras propostas, mas iremos oferecer parcerias com a esfera pública, como a prefeitura, e a esfera privada”, citou ao mencionar que, em São Paulo, duas turmas já foram formadas no curso de medicina.
“É uma honra implantar uma unidade, oferecer educação de alta qualidade. Em São Paulo tivemos conceito 5, de altíssima qualidade. Este processo [de escolha da universidade] ainda não terminou, é a última fase, mas ainda cabe recurso”, comentou ao Jornal Cidade.
“Acredito que vários motivos levaram nosso projeto a ser escolhido: projeto pedagógico é forte, com laboratórios robotizados, realidade aumentada; nosso projeto integrado e a sustentabilidade financeira do grupo, que é uma instituição internacional. Nosso aluno é global”, opinou.
Sobre o prazo de instalação, Hipólito cita que a ideia é diluir o prazo. Vamos aguardar para começarmos a implantação do curso na região”, completou o reitor da universidade.
Cachaçarias Fuzuê e Macaúva, além de produzirem a aguardente, também oferecem espaço para culinária e entretenimento
Tipicamente brasileira, a cachaça é apreciada em todos os quatro cantos do país. Denominada também de outras formas – pinga, aguardente, cana ou caninha -, cultiva fãs em todo o mundo. Diversos são os drinques preparados à base de cachaça, dentre eles a universalmente cultuada “caipirinha”. Anualmente, estima-se que o Brasil consuma 1,2 bilhão de litros, o que equivale a 6,29 litros por brasileiro.
O Estado de São Paulo é o que mais produz, seguido por Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pernambuco, enquanto que a Alemanha é o país que mais importa, totalizando 30% da produção tupiniquim destinada para esse fim. No total, 60 países usufruem desta bebida genuinamente verde e amarela.
A cachaça, por anos, foi vista como sendo muito popular e de qualidade duvidosa. Os produtores especializados, contudo, se encarregaram de, pouco a pouco, mudar o cenário. O devido respeito, tanto por aqui como no exterior, foi consequência. A popularidade mais do que aumentou. A qualidade, idem.
É justamente o caso da Cachaçaria Macaúva, com sede em Analândia. Milton Lima, proprietário, afirma que pesquisa cachaça há mais de 20 anos. Pirassununguense, observava a movimentação da cidade natal em torno da bebida e, curiosamente, quando do advento da tequila no Brasil – e com o status de “bebida chique” -, despertou interesse em entender o porquê da valorização de produtos vindos de fora e decorrente não valorização de nossa cultura. “Fiz o trabalho de conclusão de curso na faculdade com o tema ‘Cachaça do Brasil: da Senzala pra Casa Grande’. Esse trabalho resultou no site www.cachacas.com, somado a uma coleção de cachaças e algumas antiguidades. Assim sendo, foi inevitável a criação da Cachaçaria Macaúva”, conta.
Lima, que além de estar à frente da cachaçaria há 3 anos e meio mantém, também, uma pousada, diz que a “Macaúva” é isenta de modismos. “Levamos a sério a arte da cachaça, e não vendemos nenhum outro destilado. Temos vinhos e cervejas, mas destilado apenas cachaça”, assegura. Lima relata que a casa conta com uma carta de 24 opções selecionadas por ele. “São cachaças de todas as regiões do Brasil: Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Paraná.
São envelhecidas em madeiras diferentes, como Bálsamo, Ipê, Jequitibá, Amendoim, e o tradicional Carvalho. O processo começa no plantio, o corte da cana, a moagem, fermentação, destilação, envelhecimento e envase”, detalha.
O empreendedor relata que possui um pequeno alambique na cachaçaria e que, eventualmente, produz com o objetivo, sobretudo, de colocar o hóspede ou o visitante para participar do processo. “Quero que os convidados cortem a cana, que moam, fermentem e possam destilar a sua própria cachaça”, se anima.
Com relação à força da região em se tratando da produção de cachaça, Lima avalia que o interior de São Paulo é, em volume, o maior produtor. “É uma região muito tradicional neste sentido já há anos. Temos grandes indústrias instaladas”, destaca. Aos que desejam apreciar uma boa aguardente com tranquilidade, podem se hospedar em um dos seis chalés disponíveis em sua pousada. Lima diz que a casa proporciona, ainda, música ao vivo, às sextas e sábados, das 19 horas à meia-noite. Aos domingos, há almoço orgânico.
Proprietário da Cachaça Fuzuê, situada no histórico bairro rural da Mata Negra, no Distrito de Ajapi, em Rio Claro, Ivan Elpídio de Oliveira Zurita conta que tudo teve início em 2007.
“Foi quando começamos a realizar um sonho de fabricarmos uma cachaça de qualidade em nossa região”, recorda. Zurita explica que o alambique funciona artesanalmente, de modo tradicional, aliando técnicas modernas de fermentação e destilação. Segundo ele, a matéria-prima (cana-de-açúcar) é cultivada de maneira natural e de modo a apresentar os melhores níveis de açúcar.
A colheita, por sua vez, é feita manualmente, o que permite escolher apenas as melhores canas maduras, evitando a queima do canavial. A fermentação, conforme Zurita, utiliza somente fermento natural, com leveduras vivas e sem qualquer agente químico.
Já a destilação é feita em alambique tradicional. “Durante a destilação, descartam-se as partes de sabor inferior e impróprias para consumo. O produto final passa por um processo de inspeção de qualidade antes de ser embalado cuidadosamente”, descreve. O produtor assevera que a região de Rio Claro possui bastante tradição na produção de cachaças artesanais ou industriais.
“Entre elas, temos conseguido nos destacar pela qualidade”, se orgulha. O empresário conta que agora possui também em suas instalações um restaurante que abre aos sábados, domingos e feriados, das 11 às 16 horas, com almoço a la carte de cortes nobres, e outros pratos especiais.
Desde 2014, a prefeitura de Rio Claro, por intermédio das secretarias municipais de Agricultura e de Cultura, realiza a Festa da Cachaça. Com excelente público nas duas edições – a última ocorreu nos dias 30 e 31 de maio -, o evento reúne produtores locais, de Piracicaba, Taquaritinga, Araraquara, Serra Negra, Santa Rita do Passa Quatro, Charqueada e Limeira.
Com toda renda revertida aos expositores, a festa, que acontece na Central de Agronegócio, na Rua 3-A, Vila Martins, oferece aos visitantes grande diversidade de cachaças e tem como principal objetivo estimular o setor, além do resgate, em Rio Claro e região, da história do destilado.
O administrador Milton Lima, acerca desta iniciativa por parte da prefeitura rio-clarense, pondera que toda ação, que tem como objetivo quebrar o preconceito existente em relação à cachaça, é vista por ele com bons olhos. “É só tomar cuidado pra não fazer disso meramente um negócio, visando apenas o lucro. Tem que ter credibilidade, caso contrário o negócio não é sustentável”, argumenta.
Ivan Elpídio de Oliveira Zurita, por sua vez, diz que integra o grupo de produtores que promovem o festejo. “Recentemente fizemos a 2ª edição e foi um sucesso”, lembra. Finalizando, explana que a festa consegue agregar valor ao produto e movimentar o mercado.
Reboco solto de estrutura situada na parte superior do Mercado Municipal de Rio Claro
Como medida preventiva, a Defesa Civil de Rio Claro interditou parcialmente a entrada do Mercado Municipal nessa sexta-feira (10).
Segundo Danilo de Almeida Kuroishi, uma vegetação que começou a crescer em uma estrutura da parte superior do imóvel estava comprometendo o concreto. “O reboco estava se soltando e, para que não caísse sobre nenhum pedestre, fizemos o isolamento da área”, detalha Kuroishi.
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico – responsável pelo Mercado Municipal de Rio Claro – acionou o órgão para que avaliasse o risco de desabamento da estrutura. A Secretaria de Obras foi acionada pela Defesa Civil para avaliar a situação.
“Fomos acionados por volta das 10h30. No período da tarde, retornamos ao Mercado com um caminhão especializado para serviços em uma altura mais elevada. A Secretaria de Paisagismo nos deu apoio e pudemos fazer os trabalhos”, finaliza Danilo. A prefeitura reforçou, via assessoria de imprensa, que, “por precaução, a área continua isolada e a Secretaria de Obras está avaliando a situação do prédio para tomar as devidas providências”.
Claudineia Gomes, que trabalha no local, observa: “É preciso fazer o reparo para que não ocorra nenhum acidente”.
Frio aumenta a incidência de doenças respiratórias
A estação mais fria do ano exige cuidado redobrado com a saúde. O clima seco e frio, a poluição e o contato com pessoas doentes aumentam a proliferação dos vírus e, consequentemente, elevam a incidência das doenças respiratórias. De acordo com o Ministério da Saúde, as infecções das vias respiratórias crescem 30% no inverno e afetam principalmente crianças e idosos.
No frio, as pessoas costumam fechar portas e janelas para manter o ambiente quente. Essa atitude ajuda na proliferação das doenças. Especialistas recomendam que os ambientes sejam arejados regularmente para promover a circulação de ar, evitar o acúmulo de mofo e transmissão dos vírus. Outra dica é evitar aglomerações de pessoas nesta época do ano e lavar as roupas de inverno antes de usar, porque elas podem conter poeira e ácaros.
Instalada a doença, a saída é procurar atendimento médico. Diante disso, a demanda aumenta nas unidades de pronto-atendimento do município. De acordo com a Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro, com o tempo mais frio e seco, os atendimentos nas unidades de urgência e emergência crescem cerca de 20%. Entre os casos mais atendidos estão: pneumonia, faringite, bronquite, amidalites, infecções de vias aéreas, asma e sinusite.
Medidas simples podem combater essas doenças. Toalhas molhadas ou recipientes com água podem ser usados para umedecer o ambiente. Outra dica é melhorar a alimentação, ingerindo sucos, frutas, legumes e verduras. A ingestão de água também é necessária, bem como hidratar a pele. As pessoas também podem lavar as narinas com soro para evitar vírus e bactérias e, se possível, evitar ambientes fechados.
Outras dicas são: manter roupas de cama sempre limpas, retirar o pó da mobília, lavar as mãos com frequência, evitar ter em casa tapetes e bichos de pelúcia, praticar atividades físicas regularmente etc.
Policiais de Rio Claro atendem, na noite de sexta-feira (10), ocorrência de acidente de trânsito seguido de morte na SP-127 (Rodovia que liga Rio Claro a Piracicaba), em trecho próximo ao Clube de Campo.
De acordo com o apurado, o acidente aconteceu por volta das 21h30 e teria vitimado um motociclista, depois de colisão entre um automóvel e a motocicleta da vítima. Ambos trafegavam, na via, sentido Rio Claro.
A Universidade Anhembi Morumbi, mantida pela Sociedade Educacional S.A, foi escolhida pelo Ministério da Educação para implantar o curso de Medicina nos municípios de Rio Claro e Piracicaba. A informação divulgada nesta sexta-feira, 10 de julho, foi confirmada pelo Ministério. Os cursos começam a funcionar num prazo de três a 18 meses e oferecerão 55 vagas em Rio Claro e 75 em Piracicaba.
De acordo com o governo federal, “os novos cursos de medicina criados dentro da estratégia do Programa Mais Médicos vão ofertar 2.290 vagas de graduação em 36 municípios do país. As cidades contempladas não têm faculdade na área e não são capitais de estado, o que contribui para a interiorização do ensino médico”.
Confira reportagem completa na edição impressa do Jornal Cidade de sábado, 11.
Na tarde de sexta-feira, dia 10 de junho, o JC registrou um trecho da Rua 6, no bairro Santana, no qual cerca de dois quarteirões estavam com as luminárias dos postes acesas. O problema acontece há pelo menos uma semana.
Segundo a prefeitura, Rio Claro está implantando um programa informatizado de georreferenciamento para auxiliar no planejamento e manutenção do sistema de iluminação pública.
Cada um dos mais de 20 mil postes da cidade está recebendo uma placa com numeração para que seja feito o cadastro dando um número para cada ponto de luz, serviço que deverá estar concluído em agosto.
Até o próximo domingo, 12 de julho, o Shopping Rio Claro estará com a tradicional Liquidação de Inverno, período em que as lojas participantes estarão praticando preços especiais para que os clientes possam adquirir peças da estação mais charmosa do ano.
Serão dias com descontos incríveis para as famílias adquirirem roupas, acessórios, calçados, perfumes, bijuterias, eletroeletrônicos e informática a preços arrasadores.
Além dos produtos de diversas marcas, a Liquidação de Inverno do Shopping Rio Claro terá atrações musicais ao vivo na Praça de Alimentação na sexta e no sábado, dias 10 e 11 de julho, a partir das 19h.
Na sexta, Niltão e Eratin interpretarão um repertório bem variado de música popular, e no sábado Jorge Soares solta seu “vozerão” com o melhor da música popular brasileira. Jorge Soares é guitarrista, baixista e violonista, e tem uma legião de fãs na cidade.
No sábado e domingo, das 14h às 18h, as crianças receberão algodão-doce e bexigas gratuitamente, sem falar que todo o Shopping estará com uma decoração especial para deixar ainda melhor esses cinco dias de preços baixos.
“Preparamos uma liquidação para os consumidores aproveitarem os produtos das grandes marcas com preços realmente incomparáveis. Então, convidamos toda a população da cidade e região para aproveitar os preços tentadores, diversas atrações culturais e musicais, além das deliciosas opções de gastronomia e lazer para todas as faixas etárias”, destaca o Gerente Geral do Shopping Rio Claro, Reinaldo Lopes Moreira.
Liquidação de Inverno do Shopping Rio Claro
Atrações
Dia 10: Niltão e Eradin, a partir das 19h na Praça de Alimentação
Dia 11: Jorge Soares, a partir das 19h na Praça de Alimentação
Dias 11 e 12: distribuição de algodão-doce e bexigas das 14h às 18h
A animação tomou conta não só das crianças, mas também de todos que assistiram a formatura do Proerd
No último dia 02 de junho, 340 crianças e seus familiares reuniram-se no Ginásio de Esporte “Francisco Marigo”, em Santa Gertrudes a fim de comemorar a formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), realizado em parceria com a Polícia Militar e o Governo do Estado.
Após um semestre aprendendo sobre os malefícios das drogas, os alunos dos quintos anos de cinco escolas e suas professoras entraram no ginásio, seguidos pelo mascote do projeto e pelo policial militar que ministrou as aulas.
Durante a cerimônia, o prefeito municipal, Rogério Pascon, celebrou. “Quero parabenizar os alunos e dizer que vocês são o nosso futuro. Coloquem em prática o que aprenderam, pois essas orientações são para a vida”. Iara Lopes dos Santos, secretária de educação falou sobre a importância do programa. “O Proerd é muito importante, pois ensina sobre os riscos das drogas e as consequências para a vida. Sabemos que só a educação e a família podem dar mais orientação e oportunidade aos jovens”.
Para a família dos jovens participantes, é mais uma fonte de ensinamento. “Acho muito interessante, é mais uma ferramenta contra as drogas e a violência”, relata Priscila Ap. Beraldo Monteiro, mãe de uma das formandas.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o resultado preliminar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014 por escola na internet. Por enquanto, os dados estão disponíveis apenas para as escolas, mas no dia 27 serão abertos ao público.
Para acessar, é preciso informar o CPF do dirigente e o código da entidade. Os estudantes são divididos em níveis de proficiência, de acordo com a nota que tiraram. Na divulgação, as escolas têm acesso à porcentagem dos alunos em cada nível, para cada uma das áreas de conhecimento cobradas no Enem – ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e códigos, matemática e redação. Além disso, as escolas têm acesso às médias das proficiências dos alunos participantes, à taxa de participação da unidade escolar e a indicadores contextuais.
Os resultados serão calculados e divulgados para as escolas que tenham matriculados pelo menos dez concluintes do ensino médio regular seriado e 50% de concluintes participantes do Enem. São concluintes os alunos da 3ª série do ensino médio, excluídos os do ensino não seriado, conforme os dados do Censo da Educação Básica de 2014.
Caso os dirigentes das escolas discordem do resultado preliminar, poderão interpor recurso no Inep no prazo de até dez dias a contar desta divulgação preliminar. Os resultados do Enem por escola auxiliam estudantes, professores, pais e gestores educacionais na reflexão sobre o aprendizado no ensino médio e no planejamento de estratégias de melhoria da qualidade da educação, de acordo com o Inep. Em 2014, aproximadamente 6,2 milhões de estudantes fizeram o exame.