A crise pela qual o país passa não deixa impune as indústrias da região, principalmente as cerâmicas de pisos e revestimentos. O setor cerâmico de revestimentos congrega 22 indústrias instaladas em sete municípios, entre Rio Claro, Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Iracemápolis, Ipeúna, Limeira e Piracicaba.
Segundo a Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento, o número de empregos diretos gerados pelo setor é de cerca de 13 mil e indiretos em torno de 130 mil, contando trabalhadores da atividade extrativa mineral, fabricação de insumos, transporte de argila e produtos acabados, vendedores na rede de varejo, instaladores de pisos, além de pessoas ocupadas em outras funções dentro da cadeia produtiva na área.
Algumas indústrias do ramo já estão dando férias coletivas aos funcionários para que consigam adequar melhor os estoques
Para Benjamin Ferreira Neto, presidente da Aspacer e do Sincer, o setor cerâmico de revestimento, a exemplo de outros mercados, também sofre reflexos negativos relacionados com a crise instalada no país. “De acordo com dados da inteligência de mercado, as vendas de revestimentos cerâmicos devem fechar o ano com retração de 1%, havendo ainda possibilidade de piora nesse índice. O setor da construção civil como um todo deve ter um recuo de 5% nas vendas agora em 2015”, fala.
Neto explica que, apesar da conjuntura atual ser negativa, a Aspacer vê perspectivas favoráveis a médio e longo prazos para o setor, caso seja possível ser aplicado um plano de ajuste por parte do governo federal com cortes robustos, principalmente no custeio da máquina pública. “A expectativa de retomada do crescimento para 2016 já corre risco, com indicativos de piora econômica para o ano que vem. Com o desemprego em alta e restrições ao crédito, somados a outros fatores como a elevada taxa de juros, o empresariado fica inibido pelo alto risco sobre a rentabilidade de novos investimentos.”
A Associação fala que já identificou um movimento de paralisação de fornos, situação que deve se agravar a curto prazo. Algumas indústrias concederam ou concederão férias coletivas, para que haja adequação dos estoques, que estão altos, sem prejuízo ao emprego dos trabalhadores. “No entanto, se a economia não voltar a crescer, será difícil manter por um tempo médio essas ações que visam não gerar desemprego”, finalizou o presidente.
Localizada entre as avenidas 21 e 23, com as ruas 21 e 22, no Bairro do Estádio, a Praça Plínio Salgado, além de ser considerada um patrimônio histórico para a cidade de Rio Claro, também é o ponto de encontro dos moradores do bairro, que utilizam o espaço verde para diversos fins.
Rosana Benitte é comerciante, atua na praça há 16 anos e, para ela, a presença do jardineiro fez toda diferença. “Um senhor que é jardineiro aqui cuida muito bem da praça, mantém tudo muito organizado e limpo, a praça é muito bonita e, por ser espaçosa, permite diversos tipos de atividade”, fala.
Com muito espaço, árvores e bancos, a praça é o local preferido de muitas famílias moradoras do bairro
A comerciante conta que, no final da tarde, principalmente com o Horário de Verão, muitas famílias levam as crianças para brincar na praça. “No final da tarde muitas crianças brincam por aqui, andam de bicicleta, jogam bola. Eu costumo trazer meu filho aos domingos, enquanto trabalho, com meu marido brinca de bola e anda de bicicleta.”
Um garapeiro também marca presença na praça e adoça as tardes dos que passam por lá. Aos domingos, Benitte conta que sua banca fica repleta de pessoas que aproveitam o espaço e o tempo para ler jornais e revistas. Dois pontos de ônibus otimizam ainda mais o uso do espaço, trazendo movimento.
FALTA DE ILUMINAÇÃO
A iluminação precária, como de muitas outras praças da cidade, é o que incomoda os moradores da região que aproveitam a área verde.
A presença de alguns usuários de drogas, no período da noite, também deixa a população a preensiva. “Ficamos com medo de passar pela praça à noite, falta luz e a insegurança aumenta”, relata um morador que preferiu não se identificar.
A equipe Sub-12 do Clube de Campo/SEME sagrou-se campeã do Interior do Campeonato Paulista realizado pela Federação Paulista de Basquete, ao vencer as finais ocorridas nos dias 23, 24 e 25/10 no Ginásio do Clube de Campo de Rio Claro, que contou com a participação, além da equipe do Clube de Campo, das equipes Chuí Chuá e ASPA – ambas de Franca – e Criarte Bauru.
No dia 23, a equipe do Clube de Campo estreou nas Finais do Interior jogando contra a equipe Chuí Chuá e venceu o confronto por 68 X 32. No dia seguinte, enfrentou a equipe ASPA, que havia perdido de Bauru na véspera, pelo placar de 38 X 30 num jogo bastante disputado, com forte marcação de ambas as equipes.
Com esta vitória, a equipe do Clube de Campo classificou-se para disputar a Final do Interior contra a equipe de Bauru, que por sua vez havia vencido a equipe do Chuí Chuá no jogo de abertura da rodada.
A equipe do Clube de Campo venceu o confronto após fazer um primeiro quarto exuberante, com forte marcação e saídas muito rápidas para os contra-ataques
As equipes do Clube de Campo e de Bauru entraram na disputa da Final do Interior já classificadas para as Finais do Campeonato Paulista, pois os dois primeiros colocados do Interior estavam automaticamente classificados para as Finais.
A equipe do Clube de Campo venceu o confronto após fazer um primeiro quarto exuberante, com forte marcação e saídas muito rápidas para os contra-ataques, terminando o quarto com o placar favorável em 22 X 3, contando ainda com duas enterradas que levaram a torcida presente no Ginásio à loucura.
Vale destacar, além da grande jornada de todos os garotos da equipe rio-clarense, a excelente atuação do técnico Álvaro Pacheco, que no retorno das equipes para o terceiro quarto inverteu a ordem dos quintetos que jogaram os primeiros dois quartos, alterando totalmente a estratégia do jogo e dificultando demais o trabalho da experiente técnica Suzete, de Bauru.
Numa final de jogo eletrizante, a equipe do Clube de Campo soube fazer valer a vantagem que construiu durante os três primeiros quartos e venceu a partida pelo placar de 53 X 51, sagrando-se Campeã do Interior. A equipe agora aguarda a decisão das Finais da Grande São Paulo para conhecer seu adversário da próxima fase.
NOVIDADE – Tendência da gastronomia mundial, os food trucks estão conquistando cada vez mais espaço no mercado
O Festival Gastronômico Food Truck chega à Estância Climática de Analândia neste final de semana. O evento tem início na sexta-feira (30), a partir das 17 horas, e segue no sábado (31) e domingo (1º), das 12 às 22 horas e na segunda-feira (2), das 12 às 20h.
Além das diversas opções gastronômicas, haverá apresentações musicais. No sábado as atrações começam às 20h30 e no domingo, a partir das 18 horas, com a banda Sunbird.
Luis Botelho, diretor da LB Promoções, empresa organizadora do evento, conta que serão mais de 15 Food Trucks participantes no evento, entre opções doces e salgadas. Entre os cardápios disponíveis da festa, o diretor lista: Burguer Gourmet, Kebab, culinária japonesa, culinária mexicana, pizzas e massas, carnes e pão de alho, além de brigadeiros, açaí, churros e bolo no pote. O público pode contar ainda com diversas opções de bebidas, como chopp, sucos e caipirinhas.
Luis diz que o evento já passou por várias cidades como Piracicaba, Limeira, Araras sempre com boa aceitação do público. Agora o evento segue para Analândia, Rio Claro, Marília, Presidente Prudente e Jaú.
“A maioria das pessoas adora a novidade sobre rodas e algumas empresas aderem a este segmento se informando mais sobre o que é o Festival Food Truck”, comenta Botelho.
EVENTO EM RIO CLARO Food Truck Festival chega a Rio Claro no próximo final de semana. Os caminhões gastronômicos estarão no Espaço Livre da Avenida Rio Claro, nos dias 6, 7 e 8 de novembro.
A MODA DOS FOOD TRUCKS A onda dos food trucks começou nos Estados Unidos e vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil. Em São Paulo já virou rotina encontrar os caminhões gastronômicos, tanto que motivou a criação de um reality show.
Com o reality show ‘Fodd truck – A Batalha’ a fama dos caminhões se alatrou país afora. No começo deste mês, o programa do canal privado GNT passou por Rio Claro e realizou gravações no Jardim Público. Os participantes Gabriel Izeppe Ribeiro, Guilherme Gambarotto e Gustavo Ribeiro comandaram o food truck Meninos. Já no time Meninas, Mariana Von Atzingen, Thais Zanella e Talita Fantucci.
Outros quatro líderes políticos da Cidade Azul participam neste domingo (1º) da série de reportagens sobre as Eleições/2016. Depois de aprovada pela Câmara dos Deputados e sancionada [com alguns vetos] por Dilma Rousseff, a minirreforma política – na qual constam mudanças nos quesitos: doação de empresas, limites para doações, tempo de campanha, propaganda eleitoral, gasto nas campanhas, doação de pessoas físicas, filiação, voto impresso, cabos eleitorais, tipo de propaganda, participação feminina e prestação de contas – deixou de fora o quesito COLIGAÇÕES.
As alianças da maneira como acontecem atualmente tiveram início em meados dos anos 1990, quando foram permitidas as coligações amplas. Naquele momento, os partidos iniciaram o processo de esfarelamento das ideologias; ali, começaram a ser juntados cré com lé e lé com cré. Para saber como andam os possíveis acordos e o que pensam sobre as coligações, o Jornal Cidade ouviu Aldo Demarchi (DEM), João Vieira (PMDB), João Walter (PSDB) e Mário Zaia (SD).
[box] Aldo Demarchi – DEM
O deputado Aldo Demarchi (DEM) disse que, a exemplo do que ocorre no plano nacional, “é nítido o desgaste do atual grupo que administra Rio Claro, fato que fortalece os partidos de oposição. Nesse sentido, temos dialogado com os interessados em participar do processo eleitoral a partir de um projeto moderno que reconduza a cidade ao desenvolvimento”.
Sobre as novidades, informou que ainda não foram estabelecidas as legendas que devem participar de uma eventual coligação no próximo pleito, “até porque ainda é muito cedo para tal definição. Posso adiantar, porém, que existe um grupo estruturado que se reúne com frequência para discussão do atual quadro político”.
“As coligações são importantes, pois ninguém pode ser arrogante a ponto de imaginar que sozinho um partido ou candidato chega a algum lugar”, definiu o deputado. “Os acordos, no entanto, precisam ser firmados em torno de projetos e programas de governo, ao contrário do que acontece atualmente, quando a maioria das alianças privilegia o loteamento de cargos”.
Para o futuro, projetou: “A exemplo de quase toda a população, estamos cansados de promessas, balões de ensaio e pirotecnia em torno de ações e obras que nunca se concretizam. Nosso principal compromisso é com a implantação de um modelo enxuto e eficiente de gestão, que valorize o servidor público de carreira”.
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[box] João Vieira – PMDB
De acordo com o presidente do PMDB, João Vieira, as conversações para as Eleições 2016 estão bastante adiantadas, pois a “Frente Progressista tem se reunido periodicamente para avaliar o Governo Municipal e suas realizações, além do planejamento e da continuidade do grupo para 2016”.
Quanto aos partidos que caminham junto com o PMDB lembrou que, historicamente, “nosso grupo se adaptou as conjunturas existentes; em cada processo eleitoral há mudanças de parceiros de projeto. Atualmente, a Frente Progressista conta com PMDB, PT, PCdoB, PR, PP, PSD, PSC, PDT e PRP”.
Sobre as coligações, Vieira defendeu que a reforma política deveria ter resumido os partidos políticos no País, contudo como não aconteceu “as coligações partidárias acabam sendo consequências necessárias; acredito que cooperam com a governabilidade pelo aspecto que proporcionam homogeneização de ideias e concretização de projetos democráticos”.
Para o futuro, caso a agremiação vença as eleições municipais, Vieira revelou que os munícipes podem esperar a “manutenção de governo progressista centrado nos quatro princípios: a democracia participativa, o desenvolvimento sustentável, a excelência no serviço público e transparência de governo”.
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[box] João Walter – PSDB
Com relação às conversações para as eleições do ano que vem o presidente do PSDB, João Walter, enfatizou que estão sendo encaminhadas “com prudência e a partir de uma proposta básica de governo centrada em um choque de gestão, visando à reestruturação da máquina administrativa de forma que reduza os gastos e contemple a competência”.
Com relação às siglas que podem caminhar junto com o PSDB, Walter esclareceu: “Em termos de propostas, DEM e PTB apresentam mais afinidades dos que divergências; já as novidades dependem da maior ou menor capacidade de convergência para os pontos em comum, bem como da disposição de colocar Rio Claro acima de interesses pessoais ou de grupos”.
Sobre as coligações advertiu: “O PSDB terá uma chapa completa de candidatos a vereador; no atual modelo eleitoral as coligações ajudam, porém desde que não sejam estabelecidas como um balcão de negócios na base do vergonhoso toma lá da cá, gerando um ciclo vicioso de corrupção e desperdício de dinheiro público”.
Caso o PSDB saia à frente no pleito de 2016, o tucano projetou que “a mudança e renovação será para valer! Mais do que afastar PT e PMDB do poder, Rio Claro precisa de um governo de ruptura do atual modelo de gestão ineficiente e perverso que, apesar da alternância partidária e de nomes, castiga a população há anos”.
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[box] Mário Zaia – SD
Com relação às conversações para as possíveis alianças no pleito de 2016 o presidente do Solidariedade, Mário Zaia, avisou que não deve fazer coligações e que a sigla já está com a chapa pronta. Entretanto, ponderou que a política é dinâmica e que não pode definir ao certo o que vai acontecer, “mas defendo que não faremos aliança”.
O presidente do SD, que conta com boa parte dos dirigentes advindos do movimento sindical brasileiro e que nasceu alinhado às bandeiras trabalhistas e dos movimentos sociais, também salientou que nunca, durante toda a sua vida política em Rio Claro, fez qualquer aliança. “Sempre concorri com um único partido.”
Zaia disser crer que as coligações prejudicam a governabilidade. “Acredito ser prejudicial porque parte das pessoas que se submetem estão querendo apenas um emprego e, com a prefeitura enfrentando tamanha crise, diria que pior até que a de Brasília, não tem cabimento inchar a máquina.”
De acordo com o político, caso vença as Eleições/2016, o cidadão rio-clarense pode esperar “o melhor para a cidade, pois estamos prontos para acabar com a malandragem e a corrupção e imbuídos com a vontade de reconquistar a credibilidade do povo e mudar a política de Rio Claro, porque política é sinônimo de servir e não de se servir”.
Os cemitérios da cidade estão se preparando para o Dia de Finados. O Parque das Palmeiras, localizado na Avenida 53 Particular, sem número, no Jardim Residencial Copacabana, realiza uma programação especial para a data.
O horário de funcionamento é das 7 às 18 horas e, às 10h30, acontecerá uma missa com coral. Durante todo o dia acontecerão apresentações musicais, profissionais estarão, pela manhã, realizando teste de glicemia e, no período da tarde, aferimento da pressão arterial.
A tradicional lousa para que os visitantes deixem mensagens estará na entrada do cemitério, assim como uma árvore, que também receberá mensagens. A administração do local estima que cerca de 35 mil pessoas passarão pelo Parque das Palmeiras entre domingo e segunda-feira. Existem atualmente oito mil sepulturas em uso no cemitério.
Cemitérios realizam reparos para visitação que acontece no Dia de Finados, próxima segunda-feira (2); as administrações informam a programação e horários
EVANGÉLICO
O Cemitério Evangélico também prepara suas instalações para receber a visitação das famílias. Localizado na Avenida 23, 721, no bairro Cidade Jardim, o cemitério realizará no Dia de Finados, segunda-feira (2), às 8h30, um culto evangélico, com o intuito de reunir as famílias e homenagear aqueles que já se foram.
Segundo a administração do cemitério, a expectativa de público é de cerca de 8 mil pessoas. O Cemitério Evangélico estará aberto a partir das 7 horas com fechamento às 17h30.
O Brasil, mesmo com sua imensidão continental, pode ser pequeno para o tamanho dos sonhos de muitas pessoas. As jovens de Rio Claro, Jéssica Correia (22) e Jessica Daiane (24), partiram em busca de novas conquistas em território internacional.
Elas participam do programa de intercâmbio Au Pair, nos Estados Unidos, que permite morar com famílias para trabalhar como babá, fazer cursos e ter imersão cultural, além de salário em dólar.
EXPERIÊNCIAS
Jéssica Correia cuida da garota Mikaela e aproveita para conhecer os Estados Unidos
Jéssica Correia é formada em Secretariado Executivo Trilíngue e mora desde julho em Palisades, no Estado de Nova York. “Meu sonho sempre foi conhecer os EUA. O Au Pair, na época em que comecei a me programar, foi a melhor opção custo-benefício”, diz. A jovem decidiu que sairia do país aos 19 anos e passou a planejar tudo. Alguns anos depois, finalmente, no final de 2014, procurou agências que fornecem o serviço e pesquisou bastante em blogs especializados.
Com o gerenciamento da empresa, o primeiro contato com a família que a recebeu foi por meio de videoconferência. “Eu conversei com três famílias até escolher a em que estou e eles são muito bons comigo. Os pais são advogado e juíza, e eles têm três filhos, mas eu sou Au Pair apenas da Mikaela, de 10 anos. Os outros dois filhos são jovens, 20 e 21 anos, Corey e Jason”, detalha.
Apesar de ter prática no idioma, teve medo de não conseguir se comunicar. “Há realmente uma dificuldade em entender uma língua diferente. Eles também têm gírias e falam muito rápido”, conta. Seu dia a dia consiste em cuidar da criança, como preparar café da manhã e jantar, levá-la a aulas de violino e hebreu, lavar roupas, arrumar quarto, entre outras. Em momentos de folga, faz um curso focado em gramática e conversação para estrangeiros para ser fluente.
Jéssica Correia cuida da garota Mikaela e aproveita para conhecer os Estados Unidos
Jessica Daiane está morando em Tenafly, no Estado de New Jersey, há quase um ano. Ela passou pelos mesmos processos para se enquadrar no perfil da família que a recebeu e o primeiro contato também foi pela web. “É possível ter uma ideia de como será a afinidade e tirar dúvidas sobre rotinas. A família é nativa norte-americana e eles são judeus (religião típica da região).
O pai é agente literário e a mãe, consultora de RH. Tenho o prazer de cuidar de duas adolescentes de 11 e 14 anos, que são muito próximas a mim”, conta. Formada em Fisioterapia, a jovem afirma que a experiência de morar com uma família desconhecida em outro país está sendo melhor que a esperada.
“A troca cultural é incrível e muito válida. A proposta é fazer de você um integrante da família, como uma irmã mais velha, além da responsabilidade de cuidar e administrar a rotina das crianças”, detalha. Ela afirma que é necessário ter a total segurança em cuidar e ser responsável por uma ou mais crianças. “É preciso vir com a mente aberta para saber lidar com o choque de vivenciar uma nova cultura e a realidade de conviver com seu trabalho”, finaliza.
BRASILEIROS
A oportunidade também permite troca de experiências com pessoas de todo o mundo e conhecer lugares diferentes. O contato com outras garotas que fazem parte do programa Au Pair também é diário e, assim, fizeram novos círculos de amizade, inclusive com brasileiras.
Correia diz que em todo lugar que vai com uma amiga brasileira conhecem outros brasileiros. “É bem engraçado”, conta. Daiane mora muito próximo de Nova York, com transporte público que lhe permite chegar em poucos minutos em uma das maiores cidades do mundo. “Hoje, em maioria, minhas amizades são com brasileiras(os). Uma forma de nos sentir menos longe de casa”, completa.
As populares caçambas para entulho tornaram-se parte integrante do cenário urbano de Rio Claro. Havendo uma obra, uma reforma, lá estão elas. Em poucos minutos de caminhada, é possível se deparar com diversas. Não raramente, várias num mesmo quarteirão. E queixas as envolvendo não são infrequentes, mas há os que compreendem a necessidade quanto àqueles que precisam utilizá-las.
O munícipe Renan Mancuso diz se tratar de um “mal necessário”. “Quando estamos conduzindo um veículo e queremos estacioná-lo, achamos ruim. Por outro lado, quando nos vemos obrigados a realizar uma obra, é ótimo”, argumenta. Já Sonia Maria Gambaro afirma ser totalmente leiga em relação ao assunto, contudo crê que não haja uma lei para regulamentar o uso das caçambas de entulho. “Cada reforma ou construção teria o direito de usar uma por vez, não atrapalhando, em muitos casos, o estacionamento nas vias, e até o tráfego de veículos”, ajuíza.
Não é difícil se deparar, pelas ruas da cidade, com diversas caçambas num único quarteirão
A prefeitura de Rio Claro, questionada a respeito, via assessoria de imprensa enviou a lei que trata do assunto, de 2004, e o decreto, de 2013 – ano em que foi regulamentada. O decreto enfatiza que todas as empresas do ramo devem estar cadastradas na prefeitura. Acentua que o prazo de permanência máximo de cada caçamba em via pública é de cinco dias corridos. Elucida que nos locais onde há Área Azul, as empresas devem requerer autorização por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana.
Quanto ao número de caçambas por quarteirão e o tempo de permanência de cada uma em área de estacionamento rotativo, esclarece que a definição caberá à Mobilidade Urbana. No que tange ao horário de colocação de caçambas onde há estacionamento rotativo, aclara que é das 06h00 às 08h00, e sua retirada das 18h30 às 22h00, para que não seja prejudicial à fluidez e segurança do trânsito.
Sobre a remoção dos resíduos, evidencia que devem ser transportados até as unidades de destinação, definidas pelo departamento de resíduos sólidos da Secretaria de Planejamento, Desenvolvimento e Meio Ambiente (Sepladema). Em caso de descumprimento das normas, há punição. Inicialmente, advertência por escrito, solicitando que o infrator sane a irregularidade, sob pena de multa que, posteriormente, pode até dobrar se porventura houver reincidência.
Nunca se leu tanto no mundo. A premissa pode parecer controversa, mas é um fato. O aumento no consumo de tecnologia, sobretudo com os smartphones, impulsionou o uso de redes sociais e aplicativos que facilitam a comunicação que, em todas as opções o contato, é realizado da mesma forma: através de textos.
Ao contrário do que se prega, há também espaço para o papel. Dados apresentados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) mostram que a venda de livros no Brasil cresceu 3,3% nos primeiros oito meses de 2015, em comparação ao ano anterior. Foram mais de 24 milhões de livros vendidos em oito meses deste ano, com média de 3 milhões por mês e cerca de 100 mil livros por dia.
São mais de 6 mil bibliotecas municipais em atividade no Brasil em 2015. Os números são do Ministério da Cultura e não incluem as bibliotecas instaladas em universidades, salas de leitura em escolas ou equipamentos estaduais e federais. Em comparação à América Latina, o Brasil é o segundo país em número de bibliotecas, ficando atrás apenas do Chile, que conta com 7.716 equipamentos, de acordo com levantamento realizado pela OCLC.
Apesar dos números motivadores, quando comparados a países como Estados Unidos é possível visualizar a grande disparidade entre as regiões. Os Estados Unidos contam com 103.640 bibliotecas, quase 17 vezes o volume de espaços no Brasil.
Rio Claro está entre as cidades com mais bibliotecas
Em Rio Claro, interior de São Paulo, podem ser encontradas cinco bibliotecas municipais, sem contar os acervos das universidades, do Projeto Livro Vivo e espaços estaduais/federais. A oferta figura entre 10 maiores do Estado de São Paulo, mais especificamente a oitava cidade do estado em número de bibliotecas estaduais, ficando à frente de grandes metrópoles como Campinas, por exemplo.
O Jornal Cidade de Rio Claro dá início a mais uma campanha de conscientização. Após o Outubro Rosa é a vez do Novembro Azul, mês dedicado ao alerta máximo aos homens para o câncer de próstata. Nas redes sociais, o logo do JC ficou azul e os fãs da página do JC no Facebook poderão utilizar um aplicativo para incluir um laço azul em suas fotos.
Caso não consiga acessar pelo computador, acesse o link pelo celular e siga o mesmo procedimento: clicar no botão laranja para dar início ao aplicativo e autorizar as etapas que o site pede.
ENVIE SEU RELATO
O Jornal Cidade de Rio Claro convida os leitores e leitoras a enviarem seus relatos de luta contra o câncer de mama, próstata e qualquer outro tipo da doença.
Envie um relato de até 15 linhas, com uma foto, para o e-mail [email protected] contando para nós de que maneira o câncer foi enfrentado por você e sua família e quais as mudanças que aconteceram na sua vida a partir do diagnóstico. A sua participação é muito importante. Contamos com sua participação!
O técnico Marcelo Tamião conversa com atletas durante evento realizado no Felipão na sexta-feira, dia 30 de outubro
A espera acabou. A bola vai subir para o Novo Basquete Brasil – o NBB 8, que começa nesta segunda-feira (2), no ginásio Panela de Pressão, em Bauru, na reedição da última final do nacional, entre Bauru e Flamengo.
O Rio Claro Basquete, que estreia na terça-feira (3), às 20h, em casa, diante da Liga Sorocabana, apresentou, na sexta-feira (30), a equipe que disputará a temporada. Com resultado expressivo no Campeonato Paulista, no qual alcançou a terceira colocação, o time comandado pelo técnico Marcelo Tamião aposta numa temporada melhor que a registrada no NBB 7. Os ingressos promocionais para as duas primeiras partidas podem ser adquiridos por R$ 15, antecipadamente, na Monely Calçados ou no próprio Ginásio Felipão.
“A expectativa para o NBB deste ano é boa, já que a equipe vem treinando muito forte. Tivemos uma boa colocação no campeonato paulista: terceiro lugar; depois de 15, 17 anos que Rio Claro não chegava nesta posição. Então a gente espera um bom resultado, já que a equipe vem trabalhando forte e esperamos começar bem a competição nestes dois primeiros jogos dia 3 e dia 5”, disse ao JC o técnico Marcelo Tamião.
Já para o secretário de Esportes, Reginaldo Breda, “a expectativa minha é de uma grande performance, com uma colocação muito melhor do que aquela registrada no ano passado”.
A Vila Paulista pode ser listada como um dos maiores bairros de Rio Claro. São mais de 40 quarteirões margeados por dois grandes símbolos da Cidade Azul: o Horto Florestal e a linha férrea. Bastante arborizado, o bairro que começou a ser urbanizado na década de 30 abriga o Shopping Rio Claro e a Capela de Santo Antônio.
Maria Barbosa, que reside no local há nove anos, conta que gosta da Vila Paulista por ser bastante arborizada e por ter uma vizinhança muito boa. “Eu gosto do bairro, é sossegado, um lugar bastante tranquilo”, comenta a aposentada, enquanto passa a tarde de quarta-feira sentada em frente a sua residência com seu neto. “Daqui a pouco minhas vizinhas se sentam junto aqui comigo, a gente fica batendo um papinho.”
Antonio Carlos de Góes soma nada mais do que 45 anos de vivência na Vila Paulista e não esconde a paixão pelo bairro. “O que eu gosto é o sossego, agora não é como antes, antes era mais sossegado”, diz o morador que lembra a época em que a Avenida Conde Francisco Matarazzo ainda era conhecida como a antiga estrada para Santa Gertrudes. Ele frisa que sente a falta de cuidados nas imediações. “É preciso cuidar mais disso aqui, porque tem Shopping, tem tudo pertinho”, diz.
Daniela Cristina de Souza mora há alguns meses na região e também destaca a tranquilidade da vila. Assim como o senhor Antonio Carlos, Daniela também acredita que a manutenção na parte de parques e jardins deveria ser mais constante. “Aqui é muito mato, é perto do Horto, precisava cortar mais o mato.”