“Pra cargo de direção, o eventual não se encaixa” diz secretário Ragghiante

Em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News, o prefeito de Rio Claro, Juninho da Padaria, e o secretário municipal de Assuntos Jurídicos, Rodrigo Ragghiante, afirmam que não é verdadeira a informação de que a prefeitura pode recontratar os comissionados demitidos como trabalhadores eventuais. Mas admitem que a administração municipal busca alternativas para suprir a lacuna deixada pelas 255 demissões no governo.

Alexandre Garcia x Giuliana Morrone – escute os áudios e tire sua conclusão

O vazamento de um áudio atribuído à jornalista Giulliana Morrone, da TV Globo, que estaria em diálogo com o também jornalista Gerson Camarotti fazendo crítica a Alexandre Garcia teve grande repercussão nas redes sociais. Confira os comentários de Guillana sobre Garcia, seu ex-colega de trabalho, e a resposta divulgada na sequência. Tire suas conclusões e deixe o seu comentário.

MEC não tem plano de contingência para o Enem contra coronavírus

(FOLHAPRESS)

Não há plano de contingência para realização do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) caso a pandemia do novo coronavírus se prolongue até novembro, segundo disse à Folha de S.Paulo Camilo Mussi, presidente substituto do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas), órgão ligado ao Ministério da Educação e responsável pela produção da prova. As inscrições para a prova começaram nesta segunda (11).
De acordo com Mussi, o MEC (Ministério da Educação) e o Inep têm dialogado com o Ministério da Saúde para que decisões sejam tomadas. O presidente do instituto afirma que não há qualquer possibilidade de o Enem 2020 ser cancelado e que o adiamento seria prejudicial para o acesso de estudantes à universidade, mas confirma que em até um mês haverá nova reunião com o ministério para reavaliar a situação.
Um funcionário da área técnica do Inep disse à Folha de S.Paulo, em condição de anonimato, que é praxe do instituto criar planos de contingência para eventuais crises, mas que não houve um planejamento específico relacionado à pandemia do novo coronavírus.
Segundo este funcionário, já há atrasos na preparação do órgão para o exame. O edital para contratação da gráfica foi suspenso em abril após uma série de questionamentos realizados por uma gráfica interessada em concorrer. Para ele, se até junho o contrato com a gráfica não estiver sido assinado o risco do Enem atrasar aumenta. Isso porque um dos serviços prestados pela gráfica é a diagramação da prova em um local seguro e isolado -serviço que precisa ser realizado presencialmente.
O funcionário afirma que as equipes responsáveis pela prova estão enfrentando diversos problemas operacionais e que se não conseguirem superá-los pode não haver Enem em 2020.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, já expressou mais de uma vez sua oposição ao adiamento do exame. No começo do mês, em reunião com senadores, o ministro chegou a dizer que o Enem não serve para corrigir injustiças. A reunião foi convocada pelo presidente do Senado, David Alcolumbre (DEM-AP).
Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, ex-diretora de educação do Banco Mundial e colunista da Folha, o ministério errou ao não coordenar a resposta educacional à Covid-19 no país e ignora a importância do Enem para a educação brasileira.
“O ministro deveria aparecer para dizer o que está sendo feito para garantir a educação em casa. Não dá para deixar esses jovens tantos dias sem o direito de aprendizagem enquanto as escolas particulares estão mandando tarefas e atividades para casa, com aulas e orientação”, disse.
Costin aponta que os instrumentos educacionais deveriam dispor de uma combinação de excelência com equidade, considerando as diferenças socioeconômicas dos estudantes.
“Deve-se, sim, ter altas expectativas de aprendizagem, mas ao mesmo tempo não esquecer que a educação é um dos poucos elementos de nivelamento de origem socioeconômica. Quando os jovens voltam para suas casas e ficam sem recursos, livros, acesso confiável de internet ou melhores condições de estudar mesmo com esforço dos estados e municípios, nós estamos dizendo que temos jovens que, por sua origem de classe, valem menos do que outros.”
As inscrições para a prova deste ano já ultrapassaram o patamar de estudantes registrados no primeiro dia de inscrição do ano passado. Em 2019, nas primeiras 24 horas de inscrição, 1,3 milhão de candidatos se registraram. Nesta segunda, foram mais de 1,4 milhão, uma média de 30 candidatos por segundo.
Mussi afirma que o número de candidatos registrados no primeiro dia de inscrições abertas para o Enem indica que as pessoas têm possibilidade de fazer inscrição. “Não parece haver falta de acesso ou conectividade. Pelo menos 60% dos candidatos se registrou pelo celular”, disse.
Para o presidente substituto, é prematuro falar em adiamento do exame porque isso levaria a um efeito cascata. Isso porque após a realização da prova são necessários cerca de 60 dias para a digitalização dos cartões de resposta e para que a correção seja feita. Após esse prazo ainda seria necessária a inscrição no Sisu e posterior matrícula nas universidades para ingresso no ensino superior.
“O calendário serve para que as pessoas possam fazer seu planejamento. A forma como a prova será feita, se haverá distanciamento maior ou se será adiada está sendo pensado, mas não há nenhuma decisão tomada porque isso depende do Ministério da Saúde. Ainda não existe plano de contingência contra o coronavírus. O adiamento da prova é possível e pode ser feito.”
O diretor de estratégia política da ONG Todos pela Educação, João Marcelo Borges, diz acreditar que “há preguiça ou que o ministro está em negação quanto a gravidade da crise”. Para ele, o MEC deveria ter começado a desenhar um plano de contingência com variados cenários possíveis desde que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a expansão dos casos confirmados de coronavírus uma emergência de saúde internacional em 30 de janeiro. Em 11 de março a organização declarou a pandemia da Covid-19.
“É uma preguiça, um menosprezo da situação, isso vai criando mais problemas. O MEC pode chamar as associações nacionais de ensino superior, as universidades estaduais e as particulares e coordenar o calendário do ensino superior de 2021. Mas isso dá trabalho, precisa ser planejado e é necessário ouvir. E esse não é um ministério disposto ao dialogo”, disse.
Borges diz que o posicionamento do ministro tem inviabilizado a resposta do MEC à pandemia. O diretor indica que o ideal seria que houvesse uma gestão federativa da educação, similar ao SUS (Sistema Único de Saúde), mas que apesar de haver previsão na Constituição para que se crie esse mecanismo, o projeto está travado no Congresso.
“Na ausência disso, caberia ao MEC ter criado um gabinete para dialogar com os estados e municípios e com as escolas particulares. No caso do Enem não basta adiar o exame. Um eventual adiamento tem que estar associado a uma coordenação com as instituições de ensino superior para que o adiamento não impeça os aprovados de ingressarem no primeiro semestre em 2021. Isso é possível, porque cabe à União coordenar a política de ensino superior no Brasil”, explica.
A UNE (União Nacional dos Estudantes) e a Ubes (União Brasileiras dos Estudantes Secundaristas) entraram na segunda (11) com um mandado de segurança no STJ (Superior Tribunal de Justiça) requerendo o adiamento do Enem em virtude da pandemia de coronavírus.
Ambas as instituições apontam que os candidatos mais pobres serão prejudicados caso o calendário atual do Enem se mantenha. Entre os motivos está a dificuldade de acesso à internet e falta de recursos, como computadores, por exemplo.

Bolsonaro vai entregar resultados de exames de coronavírus ao STF

(FOLHAPRESS)

A AGU (Advocacia-Geral da União) decidiu entregar os exames do presidente Jair Bolsonaro para coronavírus em mãos no gabinete do ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Ele tinha sido sorteado como relator de ação em que o jornal O Estado de S. Paulo pedia a suspensão de decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) João Otávio Noronha, que desobrigava o presidente de apresentar exames feitos para detectar se ele já foi infectado pelo novo coronavírus.
O jornal alegava que ela tinha interrompido “a livre circulação de ideias e versões dos fatos, bloqueou a fiscalização dos agentes públicos pela imprensa e asfixiou a liberdade informativa” do jornal.
A Justiça já deu ganho de causa duas vezes ao jornal, determinando que Bolsonaro mostre o exame: uma na primeira instância, e a segunda no Tribunal Regional Federal da 3ª Região.​
A AGU recorreu, alegando que o presidente tem direito à privacidade.
Bolsonaro fez testes para coronavírus nos dias 12 e 17 de março. Afirma que os resultados foram negativos, mas se nega a mostrá-los.

Nova portaria flexibiliza atividades em Rio Claro

Portaria assinada pelo prefeito João Teixeira Junior, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (13), flexibiliza o funcionamento de novas atividades econômicas.

De acordo com Juninho, a administração está unindo esforços para superar o momento de crise com base em critérios técnicos e sanitários. “Essa medida visa dar fôlego à população, mas se tivermos uma situação adversa, como aumento do número de casos de Covid-19, a portaria poderá ser derrubada a qualquer momento”, esclarece.

As atividades foram liberadas de maneira condicionada, a saber:

– Igrejas – flexibilização de 25% do total de sua capacidade, com a devida fiscalização de agentes municipais;

– Salões de cabeleireiro, barbeiro, esteticistas, manicure e pedicure;

– Lojas de suplemento alimentar – não é essencial, mas entrou no rol de produtos alimentícios;

– Lojas de ‘1,99’ – desde que tenham produtos essenciais, de limpeza e higiene pessoal;

– Loja de material elétrico;

– Lojas cosméticas;

– Serviços de comercialização, manutenção e assistência técnica automotiva (oficinas, autopeças, lava-rápidos e revendas de usados);

– Floriculturas;

Para tanto, será preciso manter o controle de acesso, de fila e uso de máscaras pelos clientes, a disponibilização de álcool em gel e demais exigências da portaria (www.rioclaro.sp.gov.br).

Prefeitura não autoriza reabertura de academias

O presidente Jair Bolsonaro decretou nessa segunda-feira (11) que academias de ginástica e salões de beleza passam a ser considerados atividades essenciais durante a pandemia do novo coronavírus. A decisão do governo traz ânimo aos profissionais da categoria que enfrentam os reflexos da crise provocada pela doença.

Simone Alem dos Reis, proprietária da academia Atmos e do CrossFit Atmosfera, concorda com a medida, mas é a favor de uma reabertura consciente. “Que isso ocorra com um rígido protocolo de medidas sanitárias, para proteger os alunos e colaboradores do estabelecimento”, avalia.

Em primeiro lugar, a empresária defende que os alunos do grupo de risco devam continuar em isolamento e medidas extremas de higiene e distanciamento devem ser tomadas pelos estabelecimentos, como, por exemplo, o uso obrigatório de máscaras, a limitação de alunos por metro quadrado, regras de distanciamento, entre outras.

Apesar do decreto, a prefeitura Rio Claro optou pela não reabertura. “Gostaria que as academias estivessem incluídas na flexibilização. Tenho certeza de que é possível atender os alunos sem que eles tenham qualquer contato ou proximidade entre eles. As pessoas não encontrariam a mesma academia que encerrou suas atividades em meados de março, seria tudo diferente, totalmente adaptado a essa nova realidade”, avalia Simone.

Mega-Sena pode pagar até R$ 90 milhões nesta quarta-feira

Apostas podem ser feitas até as 19h e sorteio ocorre às 20h

O sorteio da mega-sena desta quarta-feira (13) pode pagar até R$ 90 milhões em prêmio a quem acertar as seis dezenas do concurso 2261. 

O sorteio ocorre às 20h, no Espaço Loterias Caixa na capital paulista, e pode ser acompanhado pelas redes sociais: no Facebook e pelo Canal Caixa no YouTube.

A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 4,50. É possível marcar de seis a 15 dezenas no volante de apostas e, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances acertar mais dezenas. As apostas podem ser feitas em lotéricas ou pela internet.

Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis. Também é possível deixar que o sistema escolha os números para o apostador (Surpresinha) ou ainda concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).

Quina de São João

Continua aberto o prazo para apostas na Quina de São João, que será sorteada em 27 de junho tem prêmio inicial estimado em R$ 140 milhões.

O concurso especial, que sorteia cinco dezenas, chega à sua 10ª edição neste ano. A Quina de São João não acumula e, caso não haja apostas que acertem as cinco dezenas, o prêmio será dividido entre quem acertar quatro dezenas. Se ninguém acertar as quatro dezenas, o prêmio é dividido entre os que acertarem três dezenas e assim por diante.

Para apostar na Quina de São João é preciso marcar de cinco a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante. O preço de uma aposta simples, com cinco números, é de R$ 2.

Publicado em 13/05/2020 – 05:30 Por Agência Brasil – Brasília

França volta às aulas; Itália reabrirá bares

PARIS – Mesmo com o receio de uma nova onda de contaminação, países que ainda registram infecções e mortes pela covid-19 tentam retomar a rotina. Ontem, pelo menos 1,5 milhão de crianças voltaram às aulas em 50,5 mil escolas na França. Na Itália, a partir da semana que vem, bares, restaurantes e salões de beleza, poderão voltar a funcionar.

As escolas francesas estão abertas desde segunda-feira, quando professores voltaram a suas atividades e prepararam o retorno dos alunos de creches e do primário – as unidades ficaram fechadas por um mês e meio. No entanto, o número de estudantes que retomaram a rotina representa menos de um quarto do total de 6,7 milhões de alunos do ensino fundamental na França.

A previsão do governo francês é que os estudantes do ensino médio voltem antes do fim do mês, mas isso dependerá da taxa de contaminação de suas regiões nas próximas semanas.

Há cidades, porém, que estão relutantes, assim como professores, que apelam ao direito de não trabalhar por considerar que há risco à saúde. Pais também têm medo de enviar seus filhos às escolas e, como o retorno é opcional, muitos decidiram manter os filhos em casa.

O governo estabeleceu um protocolo de segurança de 60 páginas que deve ser seguido pelos diretores de escolas. As classes só poderão ter 15 alunos cada uma. As regras também preveem que os professores usem máscaras e lavem as mãos repetidamente, incentivando os alunos a fazerem o mesmo. O retorno também é escalonado, com salas divididas em duas e estudantes se alternando a cada semana entre aulas presenciais e a distância.

Na Itália, um dos países mais afetados pela pandemia, o governo anunciou ontem que bares, restaurantes, cabeleireiros e salões de beleza poderão reabrir na próxima semana. As autoridades regionais terão a autorização para suspender as restrições a partir do dia 18.

A liberação para que cada região faça a sua abertura veio após pressão de líderes locais sobre o primeiro-ministro, Giuseppe Conti, depois de o país registrar o menor nível de infecção em dois meses – ontem, foram registradas na Itália apenas 172 mortes – no auge, o governo italiano chegou a ter quase mil mortos por dia.

“O primeiro-ministro aceitou nosso pedido de autonomia”, disse Giovanni Toti, líder de centro-direita da região da Ligúria. “Seguindo em frente, usando o bom senso, todos começaremos novamente juntos”, disse ele ao jornal The Independent. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rio Claro registra oitavo óbito por coronavírus

Rio Claro registrou na terça-feira (12) novo óbito em decorrência da covid-19. É de um homem idoso e, com isso, o município chega a oito óbitos pelo novo coronavírus. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde em boletim emitido na tarde de terça-feira (12).

Dos oito óbitos registrados em Rio Claro por coronavírus, apenas um é de pessoa com menos de 60 anos. Faleceram cinco mulheres e três homens.
O município tem 44 casos positivos, três a mais do que o registrado no boletim anterior, de segunda-feira (11), sendo que 21 resultados foram apontados em testes rápidos, que precisarão ser confirmados em exames de laboratório.

O boletim também aponta sete casos suspeitos. O número de pacientes internados caiu de 16 para 12, sendo cinco em UTI, e o de pacientes recuperados permanece em 13. Não há óbito em investigação.

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Juninho fala ao vivo sobre Reforma Administrativa; assista

O prefeito Juninho da Padaria (DEM) falará sobre a Reforma Administrativa ao vivo em entrevista nesta quarta-feira (13) na Rádio Excelsior Jovem Pan News AM 1410, no Grupo JC de Comunicação. O secretário de Negócios Jurídicos, Rodrigo Ragghiante, também será entrevistado. Sintonize ou acompanhe com com imagens na transmissão a partir das 8h no www.facebook.com/jcrioclaro. Envie suas perguntas no WhatsApp 9-9842-1255.

Jornal Cidade RC
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