Dupla sertaneja Fernando e Sorocaba em parceria com Caprem e Embramaco doa kits de testes rápidos do COVID-19

Uma das instituições beneficiadas foi a Santa Casa de Rio Claro

A Santa Casa de Rio Claro recebeu nesta quinta-feira (14) a doação de 140 kits de testes rápidos do Covid-19 da dupla sertaneja Fernando e Sorocaba.
Os testes foram entregues em mãos para o vice-provedor da instituição, Jorge Pedro, pelo advogado da dupla sertaneja, Danilo Helena, na companhia de João Chinelato, da Caprem e de Marcelo Paraluppi, do grupo Embramaco, empresas que colaboraram com a dupla nesta ação social.


A dupla Fernando e Sorocaba, que já mantem e contribui com muitos projetos sociais, assim que começou a quarentena, fez uma apresentação ao vivo em seu canal e com isso arrecadou mais de R$ 200 mil. O sertanejo Sorocaba batizou a campanha como “Sorocaba e Amigos X Covid-19” e com isso comprou testes rápidos de detecção do novo coronavírus.


O advogado Danilo informou que o material será distribuído em cinco hospitais: Dois Vizinhos no interior do Paraná, Centro Médico da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Santa Casa de Rio Claro, Hospital do Amor, em Barretos, e a Instituição Rainha da Paz, voltada para crianças com deficiências.
O vice-provedor Jorge Pedro diz que essa ação tem um significado muito importante, agradece a doação da dupla, pois com esses kits poderão agilizar os atendimentos. Os testes ficarão a disposição do corpo clinico do hospital

Rio Claro tem 46 casos positivos de Covid-19

Mais dois resultados de exames deram positivo para covid-19 em pacientes de Rio Claro. A informação foi divulgada na tarde de quinta-feira (14) pela Secretaria Municipal de Saúde. Com isso, o município chega a 46 casos positivos, sendo 21 deles apontados em testes rápidos que precisarão ser confirmados em exames de laboratório.

Os novos casos positivos são de um homem de 50 anos, com quadro clínico estável, e de uma idosa de 74 anos, que permanece hospitalizada. Ao todo 14 pacientes estão internados, incluindo casos suspeitos, sendo cinco em UTI.

Não houve alteração no número de casos suspeitos, que permanece em cinco, e no de pacientes recuperados, que são 13. O município tem oito óbitos por covid-19 confirmados, apenas um é de pessoa com menos de 60 anos.

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Só 47% dos alunos da rede estadual de SP assistem aula

(FOLHAPRESS)

Após pouco mais de duas semanas oficialmente no ar, o aplicativo lançado pelo governo de São Paulo para ensino online durante a pandemia de coronavírus foi acessado por 1,6 milhão de alunos, menos da metade dos 3,5 milhões da rede estadual paulista (47%).
A questão pode se colocar como um problema grave, dado que o estado, por ora, não prevê rever o ano letivo. A rede estadual responde por 35% de todos os alunos no estado.
O dado de 1,6 milhão se refere ao número de estudantes que já fizeram login na plataforma. Não significa que, após se logar, eles estejam de fato assistindo a todas as aulas que deveriam acompanhar.
A dificuldade de incluir todos os alunos em uma estrutura de ensino remoto montada em pouco tempo é generalizada no país.
Assim como em outros estados, a Secretaria da Educação de São Paulo disponibiliza, além do conteúdo online, aulas pela televisão e material didático impresso –”para que nenhum aluno fique para trás”, diz a pasta.
O aplicativo é o único meio que possibilita saber, de forma individualizada, quais alunos estão tendo acesso a aulas. Ele é ainda a ferramenta mais completa para o acompanhamento do conteúdo didático, por ter outras funcionalidades que a TV não comporta, como armazenamento das aulas e possibilidade de interação por chat.
Para driblar as dificuldade sde conexão de parte da população, o governo paulista patrocina os dados necessários para o uso do aplicativo. Ele não consome o pacote do usuário; só é preciso estar ligado à rede para baixá-lo.
“Este app irá auxiliar para que os professores estejam o mais próximos possíveis de cada um dos nossos 3,5 milhões de estudantes. Isso vai acontecer graças à tecnologia, que deve ser cada vez mais uma grande aliada da educação”, afirmou o secretário da Educação, Rossieli Soares, no lançamento da plataforma.
Apesar da gratuidade dos dados, alunos ouvidos pela reportagem nas últimas semanas relataram falta de informação sobre as formas de acesso ao conteúdo. Parte deles, por exemplo, não sabia que havia aulas transmitidas pela TV.
Segundo levantamento citado pela Secretaria da Educação, feito pelo Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), 97,4% dos domicílios no estado de São Paulo têm televisão.
Sem saber o que os alunos estão de fato absorvendo no ensino remoto, o governo paulista já prevê uma avaliação das lacunas de conteúdo na volta das atividades presenciais, ainda sem data definida, e um programa de reforço.
A Secretaria projeta ainda a necessidade de um grande programa de busca ativa para reinserir alunos que podem deixar a escola para trabalhar devido à crise econômica.
A evasão é uma preocupação também em outros estados. Por trás dela, está um desafio das redes de ensino na pandemia: por um lado, é importante monitorar o acesso e avaliar o aprendizado; por outro lado, é preciso tomar cuidado para que a dificuldade em cumprir as exigências não desestimule o estudante.
“É muito importante garantir a aprendizagem, mas tem um direito anterior, o da permanência na escola. Hoje a maior preocupação é a manutenção do estudante na escola”, diz Rogers Mendes, secretário-executivo de Ensino Médio e Profissional da pasta da Educação no estado.
“Se ele entender que não tem mais chance de passar de ano, o desencantamento pode se transformar em desistência.”
Assim como São Paulo, o Ceará oferece atividades por internet e aulas pela televisão, mas, justamente pelo acesso desigual a recursos tecnológicos, definiu como principal plataforma o livro didático.
Também decidiu por um ritmo mais lento de execução do currículo no momento, priorizando habilidades socioemocionais, e orienta as escolas a manter contato constante com o máximo de alunos.
“O distanciamento [do estudante em relação à escola] talvez seja o mais preocupante, porque a educação tem um papel importante na construção de um imaginário de esperança, de ver o futuro com algum otimismo”, diz Mendes.
O temor da evasão e do desestímulo dos alunos levou sistemas educacionais como os da Itália, Espanha e o de Nova York a decidir por não reprovar os alunos no atual ano letivo. Na mesma linha, o Chile enxugou o currículo.
O registro da frequência do aluno também não é a principal preocupação hoje em Pernambuco, que tem o terceiro melhor ensino médio do país entre as redes estaduais.
O estado planeja reposição de conteúdo após o retorno das atividades presenciais.
Outros estados preveem fazer o controle de frequência do período da pandemia, mas também só com o retorno às aulas presenciais, por meio da entrega de atividades dos alunos. É o caso de Paraíba, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Já o Paraná, assim como São Paulo, disponibiliza aulas pela televisão, internet e por material impresso. O aplicativo da rede paranaense tem uma pergunta chave que possibilita a verificação de presença dos alunos, que, atualmente, está no patamar de 60%.
Cerca de 30% dos estudantes, segundo a Secretaria da Educação, estão apenas pegando material impresso. A pasta irá reforçar a tentativa de inclusão dos que não estão acessando conteúdo com conversas diretas com os pais.
A orientação é individualizar o atendimento às necessidades das famílias em situações mais delicadas. Um exemplo recente aconteceu na cidade de Rebouças, a 173 km de Curitiba.
Após serem informados pela escola de que três crianças de uma família estavam sem acesso ao conteúdo remoto, funcionários do núcleo regional de educação responsáveis pela área identificaram um aparelho de televisão sem uso no local.
Decidiram levar o aparelho à residência. Chefe do núcleo, Marcelo Fabrício Chociai Komar conta que vizinhos se ofereceram para ajudar a instalar. Será a primeira TV da família.

Tenente destaca presença feminina na PM

Em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News, a tenente Larissa, da Polícia Rodoviária, fala sobre os 65 anos da presença feminina dentro da força de segurança. Na última terça-feira, dia 12, foi comemorado o dia da Policial Feminina.

Bolsonaro critica restrições, diz que a fome mata e que está pronto para conversar com governadores

(FOLHAPRESS)

Em uma nova rodada de críticas a medidas restritivas adotadas por governadores, o presidente Jair Bolsonaro fez nesta quinta-feira (14) um apelo pela reabertura do comércio e disse que, caso contrário, “vamos morrer de fome”.
O presidente afirmou que está pronto para conversar com os chefes de governo estaduais sobre o tema.
“Tem que reabrir, nós vamos morrer de fome. A fome mata, a fome mata! Então, [é] o apelo que eu faço aos governadores: revejam essa política, eu estou pronto para conversar. Vamos preservar vidas, vamos. Mas dessa forma, o preço lá na frente serão centenas a mais de vidas que vamos perder, por causa dessas medidas absurdas de fechar tudo”, declarou Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada.
Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem minimizado o impacto do coronavírus e se colocado contra medidas de distanciamento social, atitude que culminou na demissão de seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e, na semana passada, por exemplo, em uma marcha com empresários ao STF. ​
Apesar de dizer lamentar as mortes, o presidente tem dado declarações às vezes em caráter irônico quando questionado sobre as perdas humanas com a Covid-19. Como na ocasião em que afirmou não ser coveiro ou quando disse: “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre.”
“O Brasil está se tornando um país de pobres. O que eu falava lá atrás, que era esculachado, estão vendo a realidade agora aí. Para onde está indo o Brasil? Vai chegar um ponto que o caos vai se fazer presente aqui. Essa história de ‘lockdown’, de fechar tudo, não é esse o caminho. Esse é o caminho do fracasso, quebrar o Brasil. Governador, prefeito, que porventura entrou nessa onda lá atrás, faça como já fiz alguma vez na minha vida. Se desculpa e faz a coisa certa”, completou Bolsonaro nesta quinta-feira.
Desde o início da pandemia no novo coronavírus, que até o momento matou 13.149 pessoas no Brasil, Bolsonaro tem atacado as políticas de isolamento social implementadas por governadores e prefeitos. O mandatário tem feito sucessivos apelos à reabertura do comércio e ao relaxamento das políticas de quarentena e de suspensão do funcionamento do comércio.
Governadores -como os de São Paulo, João Doria (PSDB), e do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC)- têm por outro lado insistido nas políticas de isolamento.
Amparados em decisões do STF (Supremo Tribunal Federal), alguns chefes de Executivo nos estados decidiram, por exemplo, ignorar decreto de Bolsonaro que ampliou a lista de atividades consideradas essenciais que, em tese, estariam liberadas para funcionar durante a pandemia.
Nesta quinta, Bolsonaro fez uma declaração à imprensa em que, de forma enfática, voltou a ressaltar os impactos que a crise do vírus geram na economia.
“Está morrendo gente? Está. Lamento, lamento, mas vai morrer muito, mas muito mais se a economia continuar a ser destroçada por essas medidas. A gente vê o pessoal mais pobre de São Paulo, na periferia, no Rio de Janeiro também, continua todo mundo se movimentando. Só na classe média e alta que está tendo esse problema grave no comércio.”
Apesar de ter ressaltado que faltará recursos para o funcionalismo, o Congresso aprovou na noite desta quarta (13) um projeto que autoriza reajuste para policiais e bombeiros do DF, custeados com recursos do Tesouro através do Fundo Constitucional do Distrito Federal. A proposta altera a Lei Orçamentária de 2020, prevendo o pagamento aos profissionais retroativo a janeiro deste ano.
A proposta permite aumento de 8% para policiais civis do Distrito Federal e de 25% para policiais militares e para os bombeiros do DF. Ao todo, os reajustes terão impacto de quase R$ 505 milhões.
O escolhido para relatar o projeto de reajuste de policiais do DF foi o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO).
Na saída do Alvorada, Bolsonaro vestia uma máscara de Polícia Militar do Distrito Federal. Ele afastou o utensílio da boca no momento em que discursou ou respondeu perguntas de jornalistas.

Exames particulares ampliam notificações de Covid-19 em Araras; cidade soma 56 confirmações

Romon Rossi

O número de testes para detectar o vírus Sars-Cov-2, causador da covid-19, em Araras aumentou depois que laboratórios particulares da cidade passaram a disponibilizar exames a pessoas que não fazem parte do protocolo definido pelo Ministério da Saúde, mas querem saber se tiveram contato com o novo coronavírus.

Levantamento realizado pelo Jornal Cidade apontou que pelo menos quatro estabelecimentos estão credenciados junto ao Instituto Adolfo Lutz para realizar as análises, que custam, em média, R$ 300 e são contratadas de forma particular pelos pacientes.

Segundo a determinação do Governo Federal, válida em todo país, a realização de exames pelo poder público e convênios médicos é obrigatória apenas para pacientes internados com sintomas suspeitos e profissionais que trabalham na área da saúde.

Os exames particulares também entram nas estatísticas oficiais da Vigilância Epidemiológica de Araras, o que já vem impactando o número de notificações e de casos em investigação nos últimos dias. É possível também que essas análises aumentem os casos positivos da doença na cidade.

Até a manhã desta quinta-feira (14), Araras registrava 56 casos confirmados de covid-19 – entre eles, dois pacientes faleceram em decorrência da doença. De acordo com o último balanço da Vigilância, havia 4 pacientes aguardando resultados de exames para diagnóstico do caso e outras 223 suspeitas já descartadas após a chegada das análises laboratoriais.

Estudo da Unicamp indica lockdown em SP se isolamento não aumentar

Agência Brasil

Um modelo matemático desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) indica que, caso o isolamento social no estado de São Paulo não aumente nos próximos dias para conter a disseminação da covid-19, a adoção de lockdown (isolamento total obrigatório) será necessário para evitar que o sistema público de saúde atinja o limite da capacidade de atendimento. 

O estudo, divulgado na terça-feira (12), é baseado em um modelo matemático desenvolvido pelo professor do Instituto de Geociências da Unicamp e coordenador do Programa Especial Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp), o matemático Renato Pedrosa.

O modelo utiliza dados reais do crescimento do número de casos de covid-19 do mês de abril em São Paulo, que indicam taxa de contágio da doença de 1,49 para o estado de São Paulo e de 1,44 para a capital. Essa taxa significa que, no final de abril, cada 100 paulistas infectados pelo novo coronavírus transmitiam covid-19 para 149 pessoas, em média, ao longo de um período de cerca de 7,5 dias após se contaminar. No caso dos paulistanos, habitantes da capital, 100 deles infectavam 144 pessoas no período de 7,5 dias. 

A taxa de contágio é afetada diretamente pelo nível de isolamento social da localidade analisada, ou seja, quanto maior o nível de isolamento, menor é a taxa de contágio, já que, com maior isolamento, o encontro entre as pessoas diminui e, consequentemente, de transmissão da doença.

O estudo ressalta que mantidos esses níveis de contágio, e as taxas de isolamento que, em média, estão abaixo dos 50%, os valores projetados indicam que, ainda em maio, o sistema público de saúde da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) atingirá seu limite de atendimento, considerando que o nível de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) já está acima de 80%.

“É urgente que se amplie o nível de isolamento, provavelmente acima de 65%, para que o crescimento da doença nas próximas semanas, seja contido, mesmo considerando-se o efeito da obrigatoriedade do uso de máscaras. Se isso não for alcançado, São Paulo terá que adotar medidas mais drásticas de contenção, como o lockdown, ou seja, o isolamento total obrigatório, como ocorreu na Itália e na França, caso contrário estaremos numa situação insustentável, tanto na capital como no estado como um todo”, destacou o matemático em artigo sobre a pesquisa.

O modelo desenvolvido pode ser usado para projetar a dinâmica de transmissão da covid-19 em outras localidades, já que ele leva em consideração as variáveis climáticas, a densidade populacional e a linha do tempo da instalação da doença. O matemático usou dados de 50 estados norte-americanos e de 110 países, incluindo o Brasil.

Confira o estudo aqui

Rio Claro tem 44 casos de coronavírus

A Prefeitura de Rio Claro informa que ocorreu um erro de digitação na elaboração do boletim enviado anteriormente apontou de forma equivocada redução de diagnósticos positivos em testes rápidos. O novo boletim aponta que não houve alteração no número de positivos e a totalização continua sendo a mesma.

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O novo boletim divulgado ontem(13) a noite pela Secretaria de Saúde de Rio Claro registra 44 casos de coronavírus no município, sendo 21 deles resultados de testes rápidos que precisarão ser confirmados em exames laboratoriais.

O número de pacientes recuperados permanece em 13 e o de pacientes internados é 12, sendo quatro em UTI. Em comparação com o boletim de terça-feira (12), houve queda no número de casos suspeitos, que foram de sete para cinco. O município registra oito óbitos por covid-19. 

Jornal Cidade RC
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