“Se for um projeto ético e coerente, vou fazer o possível pela redução” diz Yves sobre assessores de vereadores

Desde a “derrubada” dos projetos da reforma administrativa referentes à prefeitura de Rio Claro e ao Daae, circula nos bastidores da política a informação de que o grupo de apoio ao prefeito Juninho vai propor a redução do número de assessores dos vereadores. Em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News, o vereador Yves Carbinatti (PSD), que integra a oposição ao prefeito, analisa essa proposta de redução dos gastos no Legislativo.

Nelson Teich pede demissão do Ministério da Saúde

O ministro da saúde Nelson Teich pediu demissão na manhã desta sexta-feira (15), antes de completar um mês na pasta. De acordo com informações apuradas pela mídia nacional, o então ministro teria pedido demissão por apresentar discordância com o presidente da república, Jair Bolsonaro, sobre as medidas para combater o novo coronavírus.

Os últimos dias o presidente e o ministro teriam se desentendido sobre assuntos envolvendo o uso da cloroquina em tratamentos da Covid-19, sobre o decreto de reabertura de salões de beleza, barbearias e academias de ginásticas e igrejas e diretrizes para a saída do isolamento.

As informações são do G1 e da CNN.

S. Gertrudes: casos de Covid-19 sobem para 8 e prefeito desmente ocorrência de primeira morte

Quatro pessoas de uma mesma família testaram positivo para Covid-19 em Santa Gertrudes, elevando o número de casos confirmados da doença no município para oito. Em entrevista à rádio Excelsior/Jovem Pan News na manhã desta sexta-feira, o prefeito Rogério Pascon relata como aconteceu o contágio na família e também desmente que Santa Gertrudes tenha registrado o primeiro caso de morte pelo coronavírus.

Câmara quer processo para retrocessão de área doada para à Acirc

A Câmara Municipal aprovou nesta semana um requerimento que solicita processo do Poder Executivo para que ocorra retrocessão da extensa área doada pelo Governo Du Altimari (MDB) para a Associação Comercial e Industrial de Rio Claro (Acirc) construir nova sede.

A propositura de autoria do vereador Seron do Proerd (DEM) alega que a Lei municipal nº 4.451/2013, que autorizou a doação da área, obriga a entidade a finalizar as obras destinadas à construção no prazo improrrogável de cinco anos contados a partir da publicação da lei, o que já venceu no ano de 2018.

Para que a antiga administração doasse o terreno, a Câmara Municipal precisou aprovar a proposta e algumas contrapartidas deveriam ocorrer. No prédio novo, a Acirc deveria ceder gratuitamente salas para abrigar serviços, como o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), Banco do Povo, Jucesp, Sebrae, biblioteca, entre outros.

Impasse

O problema ocorre, porém, que no ano de 2015 a nova Lei municipal nº 4.093 doa novamente a área para a entidade, incluindo algumas novas extensões do terreno. Também, o novo Artigo 4º passou a definir o prazo de construção em cinco anos contados a partir da “efetiva doação” do imóvel, e não da promulgação da lei. A publicação da lei ocorreu em 30 de setembro, a assinatura de posse em 30 de dezembro, já a assinatura da matrícula do imóvel em março de 2016. Uma das dúvidas é o prazo de vencimento para a conclusão da obra. Outra questão é que a administração – ainda do então prefeito Du Altimari –, porém, não revogou a lei anterior de 2013, que está vigente conforme o portal de Legislação do Município de Rio Claro.

Acirc

A Acirc informou à reportagem do JC que considera a lei de 2015 para a doação. “Temos todos os projetos aprovados, a construtora contratada e o início das obras era para ser fevereiro, entretanto por conta do surgimento dessa pandemia seguido do isolamento social, o início da obra foi adiada por 60 dias, porém com o cenário atual, novos estudos deverão ser realizados”, disse Antonio Carlos Beltrame, presidente da entidade.

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Ainda de acordo com Beltrame, sobre a nova extensão de área que originou a lei de 2015 não havia nenhum documento legal. “Todo esse tempo de espera foi de regularização e ainda falta um documento referente à área que adquirimos do Sindicato dos Ferroviários, porém os cartórios estão fechados”, finaliza.

Caixa libera R$ 246 milhões de auxílio emergencial neste sábado

Agência Brasil

A Caixa disponibilizará R$ 246 milhões do auxílio emergencial para 405.163 mil pessoas neste sábado (16). O banco recebeu ontem (14) da Dataprev o novo lote de beneficiários. No total, serão realizados 311.637 créditos em contas da Caixa e 93.526 em contas de outros bancos.

Desde o dia 9 de abril, quando teve início o pagamento do auxílio, o número de pessoas que tiveram o benefício creditado pela Caixa ultrapassou 50 milhões, num total de R$ 35,7 bilhões, já considerando os créditos deste sábado.

Até o início da tarde dessa quinta-feira (14), 52,6 milhões de cidadãos se cadastraram para solicitar o benefícioO site auxilio.caixa.gov.br superou a marca de 862,5 milhões de visitas e a Central Exclusiva 111 registra mais de 159 milhões de ligações. O aplicativo Caixa | Auxílio Emergencial conta com 82,2 milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, ultrapassa 88 milhões de downloads.

De acordo com dados divulgados pela Dataprev em 5 de maio, somando o público dos que se inscreveram pelo aplicativo ou site com os do Bolsa Família e do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), 97 milhões de cadastros passaram por análise de elegibilidade e foram homologados pelo Ministério da Cidadania.

Caixa Tem

Para os beneficiários que recebem o auxílio emergencial pela poupança social digital, a Caixa orienta que seja realizada a atualização do Caixa Tem na loja de aplicativos. Além da alternativa para saque sem cartão, a nova versão possibilita maior número de acessos simultâneos.

Segundo o banco, essa ampliação da capacidade prevê atendimento aos usuários que não conseguem acesso imediato nos horários de maior utilização. O gerenciador de acessos (espera virtual) foi configurado para 5 mil usuários por minuto. Essa configuração está garantindo a estabilidade do serviço, com uma espera média de 1 minuto.

Saque em espécie

Os beneficiários que receberam o crédito do auxílio emergencial na poupança social digital já podem fazer o saque do benefício em espécie. A operação é realizada nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui, de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento.

Rio Claro inicia teste de covid-19 em servidores da saúde e segurança

Testes rápidos começaram a ser realizados na quinta-feira (14) em Rio Claro em profissionais que atuam na linha de frente no combate ao novo coronavírus. O município dispõe de mais de 12 mil testes que irão atender profissionais da saúde e segurança e também pacientes graves.

“Investimos na compra de 10 mil kits porque entendemos a importância de identificar rapidamente uma eventual contaminação para impedir a proliferação do coronavírus entre a comunidade e também entre colegas de trabalho, até porque estes profissionais são fundamentais no enfrentamento da pandemia”, destaca o prefeito João Teixeira Junior, que esteve no Laboratório Municipal na quinta-feira (14), onde serão analisadas as amostras coletadas. Os outros 2.100 testes foram enviados ao município pelo governo federal.

“Os resultados ficam prontos em questão de horas e dão ao servidor mais segurança para exercer seu trabalho”, comenta Maurício Monteiro, secretário de Saúde. “No caso de resultado positivo o servidor é imediatamente afastado da função para que possa se cuidar e também para impedir que a doença seja transmitida para mais pessoas”, acrescenta o secretário.

Neste primeiro dia foram testados os profissionais que atuam no laboratório municipal, na sequência serão atendidos os profissionais que atuam nas urgências, depois segurança e em seguida funcionários das unidades básicas de saúde, unidades de saúde da família e de atendimentos especializados. O exame será feito em enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, médicos, farmacêuticos, técnicos de laboratório, guardas civis, policiais e bombeiros, entre outros profissionais.

“É um ganho importante e mostra compromisso com a saúde na utilização dos recursos”, observa o vereador André Godoy, presidente da Câmara Municipal, acrescentando que tem acompanhado de perto como estão sendo utilizados os recursos disponibilizados ao município para o enfrentamento da pandemia.  No caso dos pacientes graves o teste é utilizado a partir do oitavo dia de sintoma, antes disso o diagnóstico é feito por exame de laboratório.

País supera os 200 mil casos e é 6º no mundo

Por Fernanda Boldrin e João Prata

O Brasil ultrapassou nesta quinta-feira, 14, a marca de 200 mil casos confirmados pelo novo coronavírus. Foram registradas 13.944 novas infecções nas últimas 24 horas – são 202.918 no total. O número de óbitos passou de 13.149 para 13.993, com o acréscimo dos 844 novos casos registrados pelo Ministério da Saúde – o recorde é de 881 em 24 horas.

O País é o sexto do mundo com mais casos confirmados. Atrás apenas de Estados Unidos (1.452.381), Espanha (272.646), Rússia (252.245), Reino Unido (233.151) e Itália (223.096), considerando números de ontem até 19h. “E devemos passar quase todos esses países em breve”, afirmou Jamal Suleiman, infectologista do hospital Emílio Ribas.

O pessimismo em relação ao Brasil se deve à falta de uma política integrada de combate. “Existe uma diferença com relação à forma de combate à covid-19. São comandos antagônicos, inclusive. E isso é um grande problema. Enquanto a gente vê o mundo de certa maneira unificado com informações claras, aqui às vezes parece desconectado da realidade.”

O exemplo disso é o decreto feito pelo presidente Jair Bolsonaro que incluiu academias, salões de beleza e barbearias como atividades essenciais, portanto, liberadas para abrirem as portas em meio à pandemia. O governo e a Prefeitura de São Paulo foram contrários à medida. “Quando tem esse tipo de dicotomia, acontece de a pessoa ouvir aquilo que for mais confortável”, disse Suleiman.

A disputa política também acaba colocando a população em risco. Suleiman contou que há algumas semanas uma pessoa entrou no Emílio Ribas dizendo que precisava de uma consulta, mas na verdade queria apenas gravar a sala de espera. “Ele filmava com o celular e dizia, aos berros, que a doença era uma farsa, que o lugar estava vazio. Mas era óbvio que a sala de espera estava fazia. A sala de espera de um hospital que trata doenças infectocontagiosas precisa sempre estar vazia. O doente entubado não está ali na sala de espera.”

Testes

Outro número que traz preocupação no Brasil é a falta de testes feitos na população. Enquanto que os Estados Unidos já testaram mais de 10 milhões de pessoas, o Brasil realizou somente pouco mais de 735 mil. “O teste em larga escala é fundamental para identificar como circula o vírus. Sem isso não há como precisar quando chegaremos ao fim dessa pandemia”, afirmou Suleiman.

Para o pesquisador do Instituto de Física Teórica da Unesp, Roberto Kraenkel, as decisões políticas estão atreladas a qualquer prognóstico sobre a doença. “Não tem como prever o que vai acontecer somente com números, porque não temos controle das decisões dos políticos ou se a população vai aderir ou não ao isolamento.”

Na avaliação de Paulo Lotufo, epidemiologista e professor de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP, não é possível precisar quando será o pico da pandemia no País. “Você vai saber realmente (identificar) o pico quando ele passar, quando os números começarem de fato a cair”, afirma. De acordo com a previsão do Ministério da Saúde, o Brasil deve atingir o pico da doença entre este mês e julho. “E não existe um único fenômeno acontecendo, são vários. Tem lugares onde o contágio é menor e lugares onde é maior. Onde o sistema hospitalar consegue dar vazão aos casos graves, você tem menos mortes”, diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Oxford já prevê concluir pesquisa de vacina até agosto

Por Érika Motoda

O grupo de pesquisadores da Universidade de Oxford que está na corrida para desenvolver uma vacina contra o coronavírus prometeu finalizar em agosto os testes clínicos da vacina, que já foi aplicada em 1,1 mil voluntários no fim de abril. Mas a Agência Europeia de Medicamentos se mostrou cética quanto à promessa de ter uma cura para a covid-19 no mercado ainda neste ano, pois o desenvolvimento e o licenciamento desse tipo de medicamento leva mais tempo, e, no cenário mais otimista, isso aconteceria no prazo de um ano.

Em entrevista à Rádio 4 da BBC, nesta quinta-feira, o professor de Medicina da universidade e diretor não executivo da farmacêutica Roche, Sir John Bell, disse que, se as etapas da pesquisa de Oxford continuarem a dar certo o governo britânico terá aprovado a vacina no começo de setembro e começado a fabricá-la para a população. Agora, o grupo precisa avaliar se as pessoas que receberam a dose contra o coronavírus foram infectadas ou não – para ver se encontraram uma vacina com potencial para acabar com a pandemia.

Em 23 de abril, os pesquisadores injetaram nos 320 primeiros voluntários a vacina ChAdOx1 nCoV-19, que é a combinação do adenovírus de chimpanzé e do material genético de uma proteína encontrada na superfície do coronavírus – usada para infectar células humanas. Outro grupo recebeu uma vacina para meningite, pois os efeitos colaterais são similares aos causados pela ChAdOx1 nCoV-19: elevação da temperatura corporal, dor de cabeça e nos braços. Assim, os pacientes não teriam como saber qual das duas vacinas receberam.

Para descobrir se a vacina funciona, é preciso olhar nas estatísticas o nível de infecção dos dois grupos. E, para isso, é necessário que um pequeno grupo desenvolva a covid-19. E é nesta etapa que os pesquisadores se encontram. “A rapidez com que nosso time tenha os números necessários (para a avaliação) depende do nível de transmissão do vírus na população. Se a transmissão permanecer alta, poderemos ter dados suficientes em dois meses. Caso a transmissão caia, isso pode levar seis meses”, diz um post de 23 de abril da Oxford. “Até junho, devemos ter o número suficiente de pessoas com a doença. E, se eles não tiverem sido infectados, é bola para frente”, afirmou Bell à BBC.

Processo longo

Já o chefe do departamento de vacinas da Agência Europeia de Medicamentos, Marco Cavaleri, disse em conferência virtual que “são muito poucas as vacinas que chegam até o processo final de licença e, em muitos casos se requer provas adicionais para confirmar que não provocam nenhum efeito colateral grave”.

Ele ainda pontuou que não é possível descartar uma terceira etapa do processo de desenvolvimento da vacina, na qual o nível de proteção e os efeitos colaterais são investigados mediante provas em milhares de pessoas fora dos laboratórios – o que leva a determinar, entre outros fatores, se a vacina faz com que as pessoas se tornem mais suscetíveis ao contágio.

Por outro lado, a agência também tem 115 ensaios clínicos pendentes para os sintomas causados pelo coronavírus. Cavaleri afirmou que alguns desses ensaios poderiam ser aprovados na Europa ainda neste ano, mas não especificou qual método seria. (Com agências internacionais).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Jornal Cidade RC
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