WhatsApp faz acordo com autoridades e usuário terá 90 dias para aceitar termos de uso

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Às vésperas da atualização nos termos de uso do WhatsApp, prevista para este sábado (15), o aplicativo chegou a um acordo com autoridades brasileiras e vai permitir que usuários utilizem o serviço de mensagens sem concordar com a nova política de privacidade por mais 90 dias, de acordo com a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados).


Após uma série de conversas entre o Facebook, detentor do aplicativo, com o Ministério Público Federal, a ANPD, o Ministério da Justiça e o Cade, um novo prazo foi estabelecido. Uma nota conjunta deve ser publicada em breve. O WhatsApp ainda não confirmou.


A atualização dos termos de serviço determina que empresas que contratem o Facebook para gerenciar as conversas com clientes, por meio da API do WhatsApp Business, tenham acesso às conversas. Na comunicação entre contatos comuns (como amigos e familiares), nada muda.


O WhatsApp não vai aumentar o compartilhamento de dados como outras empresas do Facebook. O conjunto de dados compartilhados segue o mesmo desde 2016.


A atualização dos termos passaria a valer em fevereiro, mas foi postergada para maio. Antes do acordo, estava estabelecido que usuários teriam “algumas semanas” para se adequar sem ter o serviço interrompido.
Além dos 90 dias, as autoridades devem manter diálogo com a empresa para alinhar outras expectativas acerca dos termos.


Uma carta aberta a Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, foi enviada nesta sexta (14) por organizações da sociedade civil ligadas a direitos digitais e de consumidores. Ela pede que a empresa “pare de intimidar as pessoas que dependem do WhatsApp com notificações para que aceitem as mudanças na política de privacidade do aplicativo”.

“Em 7 de maio, o WhatsApp anunciou um prazo vago de ‘algumas semanas’ para a decisão dos usuários que ainda tentam proteger seus dados e recusam a mudança na política”, acrescenta a carta, assinada por ONGs como Acess Now, Public Citizen e Idec, no Brasil.


As autoridades brasileiras explicitaram em uma nota enviada ao WhatsApp que o padrão de configuração de privacidade europeu é diferente do brasileiro.


“As leis e regimes são convergentes, equivalentes, por que lá se adotou uma postura e aqui outra? Lá não ocorre integração do WhatsApp e Facebook para finalidades como, por exemplo, marketing e analytics, mas para segurança”, diz Bruno Bioni, do Data Privacy Brasil.


O especialista considera emblemática a articulação e a cooperação institucional entre diferentes autoridades e o Facebok neste caso.


“Não é pouca coisa estarem juntas autoridades de proteção de dados, de concorrência, de defesa do consumidor e de fiscalização das leis para tentar conciliar algo diretamente com uma empresa”, afirma.
Este é um dos casos de privacidade mais debatidos desde que a Lei Geral de Proteção de Dados entrou em vigor no Brasil, em setembro de 2020.


Nos últimos anos, o WhatsApp adotou uma postura responsiva com autoridades brasileiras, atuando em parceria nas eleições, por exemplo, e em debates como o de agora, à medida em que torna seu modelo de negócios mais evidente.
O mesmo tipo de cobrança deve ser esperado do Telegram, que ganha cada vez mais usuários no país, não tem representante legal no Brasil, definição sobre o modelo de negócios e políticas para a contenção de conteúdos virais.
Desde que foi adquirido pelo Facebook, em 2014, por US$ 22 bilhões, o WhatsApp não é lucrativo. Torna-se mais nítido que a monetização virá a partir da consolidação de um grande banco de dados, da integração com plataformas do grupo (como Instagram e Facebook) e de serviços financeiros, como pagamentos pelo chat, o que ainda não foi autorizado pelo Banco Central.


Nesse modelo, entra também a possibilidade de gerir a caixa de mensagens de empresas, que é o objeto dessa atualização de política de privacidade.

Pix já é a transação mais popular do país e ultrapassa R$ 1 tri

JÚLIA MOURA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em funcionamento desde novembro de 2020, o Pix já ultrapassou R$ 1 trilhão em transações, segundo dados do Banco Central até abril. Crescendo mês a mês, foram R$ 307 bilhões em transações via Pix no mês passado, com 478,6 milhões de operações.


Desde março, a maior parte das transações feitas no país são Pix. Nesses seis meses, o valor médio de um Pix é de R$ 717.


Em abril, cresceu ainda mais a vantagem para o segundo colocado, os boletos, que contabilizaram 336 milhões de operações no mês passado.


A terceira operação mais realizada em abril foram as TEDs (111 milhões), seguidas de DOCs (8 milhões).
A maioria dos usuários são jovens de 20 a 39 anos. Quem menos usa são os menores de 19 anos e os maiores de 60 anos.


Até abril, são 197,8 milhões de chaves registradas, representando 75,6 milhões de famílias. No lado das pessoas jurídicas, são 8,8 milhões de chaves para 5,4 milhões de empresas.


A maior parte das chaves são os CPFs dos titulares (72,5 milhões). Em seguida, números aleatórios (68,8 milhões), números telefônicos (51 milhões), email (33,7 milhões) e CNPJs (4,7 milhões).

Mundo pode ter tido até 10 milhões de mortes a mais do que o registrado, diz Economist

ANA BOTTALLO
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O número de mortes por Covid-19 no mundo pode ser até quatro vezes maior do que o registrado até o momento. O cálculo, feito pela revista The Economist, leva em consideração o excesso de mortes registrado em 2020, cujo valor é maior ainda nos países pobres e em desenvolvimento.


Até esta sexta-feira (14), 3.347.154 pessoas morreram no mundo por Covid-19, segundo dados da Universidade Johns Hopkins (EUA). Países como os Estados Unidos (584.510) e o Brasil (430.417) ocupam, respectivamente, o primeiro e segundo lugar no número de mortes absolutas pela doença.


De acordo com o levantamento, o número de mortes em excesso no mundo registradas até o início deste mês é de 4,5 milhões, mas esse valor leva em consideração apenas os números oficiais divulgados pelos países.


No entanto, os dados relativamente baixos de países da África subsaariana e de alguns países do sudeste asiático têm intrigado especialistas, que veem a possibilidade de subnotificação. Com base nisso, a revista fez um modelo matemático para estimar, a partir do número de mortes em excesso registrados, quantas mortes por Covid podem ter ocorrido nesses países e não entraram nos números oficiais.


De acordo com o cálculo, o número de mortes por Covid estaria entre 7 milhões e 13 milhões -ou até 10 milhões de mortes a mais do que o reportado oficialmente.


Um exemplo é a África do Sul, o país africano com o maior número de mortes por Covid: 55 mil. Isso dá uma taxa de 92,7 mortes por cem mil habitantes, mas até o último dia 8 de maio o país registrou 158.499 mortes em excesso, isto é, acima do número de mortes esperadas por causas naturais -excetuando-se acidentes- no território.


De acordo com autoridades de saúde, é esperado que de 85% a 95% dessas mortes em excesso sejam por Covid, o que levaria o país a registrar, no mínimo, 181.475 óbitos.


Em geral, a subnotificação de mortes por Covid, assim como de casos, ocorre pela falta de uma política de testagem. Para confirmar uma morte pela doença causada pelo coronavírus é necessário um resultado positivo do exame comprovando a infecção no momento do óbito.


Como a taxa de testagem mundial é baixa, a expectativa é de que haja a subnotificação em outros lugares também. No Brasil, levantamento feito pelo Conass (Conselho Nacional de Secretarias de Saúde estaduais) divulgado no dia 29 de março aponta 275.587 mortes em excesso em 2020.


Mas essa discrepância entre os números oficiais da Covid e o excesso de mortalidade não acontece de maneira homogênea no mundo. Ainda de acordo com o levantamento da Economist, o excesso de mortalidade se concentra em países de baixa e média renda. Nos países membros da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a razão entre o número de mortes oficiais e o número estimado é 1,17 vezes maior. Já na África subsaariana, estima-se que o número de mortes equivale a 14 vezes o registro oficial.


Como muitos dos países não reportam o excesso de mortalidade, no entanto, o levantamento feito pela reportagem é uma estimativa e pode não refletir a realidade, mas considera diversas variáveis como taxa de testagem, número de novas mortes registradas por 24 horas e também fatores demográficos, como a população majoritariamente jovem ou não -que influencia também no número de mortes.


Analisando as regiões do planeta separadas, o cálculo encontrou intervalos de confiança amplos em alguns lugares justamente por essa falta de padrão na notificação. Por exemplo, na Ásia a estimativa é de 2,4 a 7,1 milhões de mortes em excesso (número oficial de mortes 600 mil), na América Latina e Caribe, entre 1,5 mi e 1,8 mi de mortes (foram reportadas 600 mil), número parecido na Europa, entre 1,5 mi e 1,6 mi de mortes a mais (com 1 milhão de mortes aproximadamente reportadas) e na África de zero a 2,1 mi (contra 100 mil contabilizadas).

Para os Estados Unidos e Canadá a estimativa fica abaixo de 1 milhão de mortes em excesso, enquanto na Oceania os números são muito baixos, entre 12 mil e 13 mil mortes a mais das 1.218 registradas oficialmente.


Devido à subnotificação dos países africanos e asiáticos, o intervalo de mortes em excesso nesses locais é o maior registrado e vem em consonância com o aumento recente de mortes em alguns países como a Índia, que vive uma situação de colapso do sistema de saúde.


O levantamento da Economist é independente de outro feito pelo Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde (IHME, na sigla em inglês), da Universidade de Washignton. Divulgada no último dia 6, a previsão do instituto contabiliza quase 7 milhões de mortes por Covid-19 até o momento -um pouco mais que o dobro do número oficial.


As metodologias empregadas nos dois cálculos são distintas, e segundo o modelo do IHME o Brasil já teria registrado 595.903 mortes -condizente com o painel do Conass, de 275.587 mortes acima das 417.176 registradas no dia 6 de maio, quando foi feito o levantamento do instituto norte-americano.

Cresce 72% desligamento por morte de trabalhador com carteira

DOUGLAS GAVRAS
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O número de desligamentos profissionais por morte no Brasil cresceu 71,6%, passando de 13,2 mil para 22,6 mil contratos, entre o primeiro trimestre do ano passado e o mesmo período deste ano, segundo levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).


Embora os dados não permitam identificar a causa dos óbitos, o aumento indica a dimensão do impacto da pandemia do novo coronavírus no país no mercado de trabalho formal.


Na linha de frente da pandemia, as atividades ligadas à atenção de saúde viram um aumento ainda maior, de 75,9%, indo de 13,2 mil desligamentos para 22,6 mil, segundo a pesquisa, feita a partir de dados de trabalho formal do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia.


Quando se olha para as ocupações, entre os médicos, os desligamentos profissionais por motivo de morte do empregado triplicaram no período. Entre os enfermeiros, duplicaram.


Em número de contratos encerrados por morte, a atividade de transporte rodoviário de cargas (exceto produtos perigosos e mudanças) foi a que registrou mais desligamentos. De janeiro de 2020 a março de 2021, foram 3.534, sobretudo de motoristas de caminhão, sendo que o mês de março corresponde a 14% deste total.


Além do trauma da perda de vidas, é preciso considerar o impacto na produtividade e na renda das famílias que o país tem tido por conta da pandemia. Esses são trabalhadores que acumularam um conhecimento que não é repassado do dia para a noite, avalia Rosângela Vieira, economista do Dieese. “No setor de saúde, por exemplo, a experiência também se dá por acúmulo de pesquisa e informação. É um prejuízo para a sociedade.”


Na comparação entre os estados, a crise da falta de oxigênio que causou pânico em Manaus no início do ano pesou para colocar o Amazonas no topo do crescimento percentual de desligamentos (437,7%), indo de 114 no início de 2020, para 613 no mesmo período deste ano.


Em seguida, aparecem Roraima (177,8%) e Rondônia (168,6%). No estado paulista, o encerramento de vínculos de trabalho por morte cresceu 76,4%, de 4,5 mil para 7,9 mil.


Quando consideradas todas as atividades econômicas, as que tiveram maior crescimento no número de desligamentos por morte são educação (106,7%), transporte, armazenagem e correio (95,2%), atividades administrativas e serviços complementares (78,7%) e saúde humana e serviços sociais (71,7%).

Atletas convidam para “drive thru” solidário neste sábado em RC

O Instituto Tatu Bola neste sábado (15) e no próximo sábado (22), das 10 às 17 horas, o 2º Drive Thru Solidário para arrecadação de alimentos não perecíveis e produtos de higiene pessoal. As doações serão recebidas em frente ao ginásio municipal Felipe Karam, na rua 9 com a Via da Saudade.

Desde o início da pandemia o instituto está com suas atividades esportivas e culturais suspensas e vem se dedicando à realização de atividades de âmbito social. Segundo o presidente do instituto, o ex-jogador de basquete Eric Tatu, a partir da campanha realizada no ano passado a entidade viu a necessidade imediata de se organizar para ajudar quem precisa, principalmente os mais afetados pela pandemia. As doações arrecadadas vão atender famílias carentes de Rio Claro.

Além do ponto para doação no sistema Drive Thru nos dias 15 e 22 de maio, a campanha conta com quatro pontos fixos de coleta que funcionarão durante toda a semana entre os dias 15 e 22 de maio: Marfiplast, Rua 1, n° 1675, esquina Av 12 – Centro, Supermercado Bom Jesus Loja 1: Rua 8A, n° 675, esquina Av 36A – Vila Nova e Loja 2: Rua M10, n° 535, esquina Av M23 – Jd. Cherveson e Scoobytec Celulares: Rua 6, n° 1024.

Rio Claro não registra morte por Covid-19 nesta sexta-feira

A Secretaria Municipal de Saúde de Rio Claro divulgou nesta sexta-feira (14) boletim sobre a pandemia de coronavírus, registrando 128 novos casos de Covid. Agora, o município totaliza 13.649 casos da doença. O número de pessoas hospitalizadas é 116, sendo 60 em UTI, e o índice de ocupação de leitos é de 70%.

Rio Claro tem 12.500 pessoas recuperadas da doença e 661 pessoas em isolamento domiciliar. Nesta pandemia 406 pessoas perderam a vida no município em decorrência da doença. Não houve registro de óbito nas últimas 24 horas.

A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população para que mantenha os cuidados preventivos, com uso de máscara, distanciamento social e higienização frequente das mãos. Isso é fundamental para evitar a infecção pelo coronavírus e também sua transmissão.

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Butantan paralisa produção de vacinas por falta de insumos

O Instituto Butantan finalizou hoje (14) as entregas do primeiro contrato para fornecimento de vacinas contra o novo coronavírus ao Programa Nacional de Imunizções (PNI). Foi disponibilizado o total de 1,1 milhão de doses, somando 47,2 milhões de doses da vacina CoronaVac, elaborada em parceria com o laboratório chinês Sinovac.blankblank

O contrato previa o fornecimento de 46 milhões de doses da vacina. Assim, o lote de hoje também é o início do cumprimento do segundo contrato para a disponibilização de 54 milhões de doses até o final de agosto.

O Butantan informou que vai paralisar a produção até a chegada de um novo lote com 10 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima da vacina. Segundo o governo de São Paulo, o carregamento ainda não foi liberado pelo governo chinês para ser embarcado ao Brasil. “Esses 10 mil litros correspondem a aproximadamente 18 milhões de doses da vacina, absolutamente necessários para manter a frequência do sistema vacinal, acelerar e atender os que precisam da segunda dose”, disse o governador João Doria.

Ele atribuiu o atraso na liberação do envio do material a um “entrave diplomático” causado por declarações “desastrosas” de autoridades do governo brasileiro em relação à China e à própria vacina.

A entrega de insumos já sofreu outros atrasos semelhantes. Segundo o diretor do Butantan, Dimas Covas, a finalização do primeiro contrato de fornecimento ao PNI teve um atraso de 12 dias.

Atrasos no cronograma

Com a atual demora na entrega de matéria-prima, a estimativa de Covas é que só sejam disponibilizadas cinco milhões de doses de vacina em maio, quando a previsão inicial era de 12 milhões de doses.

O governo de São Paulo avalia que as doses disponíveis no momento são capazes de atender todos os grupos convocados para receber a imunização. No entanto, Covas lembrou que alguns municípios, seguindo recomendação do Ministério da Saúde, usaram todas as doses de CoronaVac para a primeira etapa da imunização e podem ter dificuldades para aplicar a segunda dose. Problema que, de acordo com o presidente do Butantan, não acontece no estado de São Paulo.

Itamaraty

Em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado, no último dia 6, o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, disse que a relação com a China está entre as prioridades do governo brasileiro. “Queremos um relacionamento econômico e comercial maior e mais diversificado com a China”, afirmou na ocasião. 

Embaixada da China

Em publicação nas redes sociais, a embaixada chinesa no Brasil destacou a cooperação com países em desenvolvimento para o acesso a vacinas e insumos. “A China é o maior fornecedor de vacinas para países em desenvolvimento, oferecendo assistências vacinais a mais de 80 nações em desenvolvimento e exportando o imunizante a uns 50 países. A China continua a honrar seu compromisso de tornar suas vacinas um bem público global”, diz a publicação.

Justiça determina que loteamento na área rural de Rio Claro seja desfeito

O MPSP obteve na Justiça sentença desfazendo o loteamento “Parque das Águas”, de fins urbanos, situado na zona rural de Rio Claro. O empreendimento está em desconformidade com a legislação e não possuiu autorização da prefeitura nem do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), não se tratando de desdobramento de área rural em chácaras ou sítios de recreio. Pela decisão, os compradores serão indenizados e novas vendas estão vetadas.

A sentença, de 11 de maio, reconhece que os envolvidos não poderiam ter dividido a área, pois “se impunha a expansão da zona urbana do município, sem o que jamais conseguiriam autorização junto aos órgãos de fiscalização”. De número 1000559-64.2020.8.26.0510, a ação foi ajuizada pelo promotor Gilberto Porto Camargo.

Segundo a legislação vigente, “somente será admitido o parcelamento do solo para fins urbanos em zonas urbanas ou de expansão urbana, assim definidas por lei municipal”. Ainda de acordo com a sentença, os loteadores irregulares “acabaram por fracionar área rural abaixo da fração mínima, conforme estabelecido pelo Incra”. Ficou estipulada multa diária de R$ 10 mil, até o limite de R$ 500 mil, na hipótese de descumprimento.

Com novo lote de vacinas, Rio Claro realiza vacinação contra a Covid neste sábado

Para alcançar o maior número possível de pessoas que pertencem aos grupos prioritários, Rio Claro irá realizar vacinação contra a Covid também neste sábado (15). O atendimento será realizado exclusivamente no Centro Cultural, das 8 às 13 horas.

“O município recebeu na quarta-feira (12) novo lote de vacinas Oxford/AstraZeneca, o que nos possibilitou o atendimento no sábado para que vacinemos o quanto antes o maior número de pessoas possível”, observa Valeska Canhamero, chefe de divisão da Vigilância Epidemiológica.

O público-alvo continua o mesmo. Além dos idosos com 60 anos ou mais, nesta etapa da campanha estão sendo atendidas as pessoas com comorbidade que tenham a partir de 45 anos e também as pessoas desta mesma faixa etária que possuam deficiência permanente e sejam cadastradas no programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC). Também são vacinadas pessoas a partir de 18 anos com síndrome de Down; transplantados imunossuprimidos, também com mais de 18 anos; e pacientes maiores de 18 anos em terapia renal substitutiva (diálise).

Para tomar a vacina é necessário apresentar CPF e RG, além da comprovação exigida para cada situação. No caso das pessoas com comorbidade deve ser apresentada declaração/relatório médico comprovando e indicando a comorbidade. No caso de hipertensão, diabetes e problemas cardíacos também é aceito receituário médico indicando uso contínuo.

Os transplantados devem apresentar declaração médica ou comprovante de que foram atendidos em ambulatório de transplantados. Quem faz diálise deve apresentar relatório médico. E as pessoas com deficiência permanente devem apresentar demonstrativo de crédito ou extrato bancário do benefício ou Cartão BPC.

Também será realizada a aplicação de segundas doses nas pessoas que tomaram a vacina Oxford/AstraZeneca até 27 de fevereiro. Já a aplicação de segundas doses da Coronavac/Butantan está suspensa. O município aguarda o envio de novas doses pelo governo estadual para retomar a aplicação.

Comorbidades

De acordo com o governo estadual as seguintes comorbidades são incluídas como prioritárias para vacinação: diabetes; pneumopatias crônicas graves; hipertensão arterial resistente; hipertensão arterial estágio 3; hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo e/ou comorbidade; insuficiência cardíaca; cor-pulmonale e hipertensão pulmonar; cardiopatia hipertensiva; síndrome coronarianas; valvopatias; miocardiopatias e pericardiopatias; doenças da aorta, dos grandes vasos e fístulas arteriovenosas; arritmias cardíacas; cardiopatias congênita no adulto; próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados; doença cerebrovascular; doença renal crônica; imunossuprimidos; hemoglobinopatias graves; obesidade mórbida; síndrome de Down; e cirrose hepática.

Polícia Civil através da DIG prende autora de homicídio na Vila Olinda

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Rio Claro solucionou e prendeu nesta sexta-feira (14) a mulher que matou no último dia 5 de maio, Marcos José Oliveira de 52 anos. O homicídio foi registrado na residência na vítima, na Avenida 62, no bairro Vila Olinda.

Desde o dia em que o corpo foi encontrado na sala do imóvel e com sinais de violência, policiais da DIG trabalharam a fundo nas investigações e conseguiram chegar até a autora que foi detida na Vila Paulista e levada até a delegacia onde em um primeiro momento apresentou uma história fantasiosa que aos poucos foi sendo derrubada pela Polícia Civil.

Sem saída, a criminosa acabou confessando a autoria do crime: “Ela alegou que tinha um relacionamento com o Marcos e resolveu cometer o crime por vingança. Contou que no dia do crime foi até a casa dele e levou na bolsa alguns “enforca gatos” e disse para Marcos que tinha o fetiche de manter relações sexuais com ele amarrado. Quando a vítima estava totalmente sem ter como se defender, ela pegou um cadarço e o estrangulou. Após o ato, viu que ele ainda respirava e pegou um cabo de USB e mais uma vez o enforcou”, relata o delegado Alexandre Socolowski, que esteve a frente do caso.

Marcos foi a 17ª vítima de homicídio em Rio Claro este ano. A autora ficou detida pois teve a prisão preventiva decretada.

Trabalhadores nascidos em novembro podem sacar o auxílio emergencial

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em novembro podem sacar, a partir dessa sexta-feira (14), a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 28 de abril. As informações são da Agência Brasil.


Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.


Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site.


O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Como será o pagamento
Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo.
É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Sasha Meneghel se casa com o cantor João Figueiredo

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Sasha Meneghel, 22, anunciou nesta sexta (14) que se casou com João Figueiredo. Em foto publicada no Instagram, ela aparece ao lado do marido, usando vestido e tênis All Star.


“Me casei com meu melhor amigo. Vou passar o resto da minha vida sorrindo do seu lado”, escreveu ela, que assinou já com o sobrenome do parceiro, Sasha Meneghel Szafir Figueiredo. “Vou te amar e te cuidar para sempre”, respondeu ele.


Sasha e João anunciaram o namoro em abril de 2020, mas estavam juntos desde o final de 2019. Em fevereiro deste ano, ela revelou que estava noiva do cantor. Ele pediu a mão dela no dia 7 de novembro de 2020.
Diversos famosos parabenizaram o casal pela união, como a atriz Bruna Marquezine, amiga de Sasha: “OMG! É oficial! Que sejam ainda mais felizes. Seus lindinhos”, comentou.


“E casou usando All Star! Parabéns. Muitas felicidades”, afirmou Astrid Fontenelle. “Ai que linda, que lindos. Sasha, que emoção!”, escreveu Carolina Dieckmann.

Jornal Cidade RC
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