O vice-prefeito e titular da Secretaria Municipal de Segurança, Marco Antonio Bellagamba, comunicou ao Jornal Cidade de Rio Claro que o impasse envolvendo a classificação dos vigilantes patrimoniais deverá ser resolvido ainda este ano.

De acordo com Bellagamba, a Prefeitura está estudando três quadros diferentes para viabilizar uma mudança aos vigilantes. “Eles têm ciência dos nossos estudos. Assim que tivermos informações a respeito da legalidade e da possibilidade orçamentária, irei cientificá-los através de uma reunião com representantes e comissão no gabinete do prefeito, juntamente com o Juninho, quando comunicarei os resultados e as possibilidades”, afirma.

O secretário de Segurança explica quais questões estão em estudo. “A primeira seria a migração [dos vigilantes] para a Guarda Civil Municipal, sendo essa possibilidade, no momento, inviabilizada devido a questões legais. A segunda seria a criação da Guarda Civil Patrimonial, hipótese sendo estudada, e a terceira a viabilidade de pagamento de GRET (Gratificação Especial de Trabalho), que incluiria a atualização de estatuto e outros documentos administrativos”, detalha. Para que isso se viabilize, Bellagamba afirma que a pasta está fazendo uma pesquisa, por meio de perguntas, que os auxiliará na tomada de decisão.

“Nesta administração, a Vigilância Patrimonial nunca deixou de ser lembrada nessa questão e em outras, como no fornecimento de ticket alimentação, fardamento novo e dois carros novos para apoio e ronda. Destaco que tanto eu, como o Juninho sabemos da importância da instituição dentro do contexto da segurança pública e também da dedicação dos funcionários que a compõem”, finaliza.

Vigilantes

Alguns dos profissionais ouvidos pela reportagem na última sexta-feira (8) confirmaram que, depois da reportagem publicada no último domingo (3) no JC, a qual evidenciou que esses profissionais acionaram o Ministério Público para reivindicar a incorporação desse departamento à Guarda Civil Municipal, foram chamados para um cadastramento e preenchimento de formulários. Na ficha a que a reportagem teve acesso pode-se constatar que houve um questionamento se tais vigilantes têm interesse em ingressar na Guarda Civil Municipal.

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