Música faz a diferença na vida de jovens

348

Adriel Arvolea

A música está presente em vários momentos de nossas vidas. É uma importante fonte de estímulos e equilíbrio, um poderoso instrumento de utilização psicoterapêutica, por meio do poder dos sons e do ritmo para reeducação dinâmica de limites, concentração e conhecimentos.

Pensando nisso, a musicoterapeuta Verônica Duarte realiza importante trabalho voltado a alunos com autismo, síndrome de Down e deficiência intelectual. Como cada pessoa tem um ritmo interior, uma identidade sonora, pode-se afirmar que a música, por si só, já é inclusiva, pois a maioria é influenciada ativa ou passivamente pelos sons distribuídos em vários ambientes no dia a dia.

“A educação, em geral, tem por meta desenvolver em cada indivíduo a perfeição de que ele é capaz e a educação musical torna-se instrumento diferencial para atingir esse objetivo. A música atinge a motricidade e a sensorialidade por meio do ritmo e do som e, por meio da melodia, atinge a afetividade”, explica Verônica.

Alunos do projeto se apresentando na Unesp, em audição anual da Consonância Escola de Música (Foto: arquivo pessoal)
Alunos do projeto se apresentando na Unesp, em audição anual da Consonância Escola de Música (Foto: arquivo pessoal)

Com um ano de atividades, a musicoterapeuta comenta que o projeto oportuniza melhor desempenho a autistas não sociáveis; melhoria na expressão verbal, organização de suas rotinas. Aos portadores de síndrome de Down, melhoria extraordinária na coordenação, concentração, aprendizado e na convivência social.

“O projeto Educação Musical/Musicoterapêutico permite que a criança, o jovem e o adulto com deficiência intelectual usem a música como prazeroso agente transformador de realidades, proporcionando-lhes sentimentos de grande importância em sua formação”, conclui.

Saiba mais sobre o projeto:

Endereço: Avenida 68-A, 561, Arco-Íris
Mais informações: 3557-1703/98135-7118
Verônica Duarte, dentre suas competências, lecionou em Roma, por dois anos, para crianças e jovens.

Qual sua opinião? Deixe um comentário: