O número de casos de dengue confirmados em Rio Claro chegou a 138, conforme boletim divulgado na manhã de quinta-feira (2) pela Secretaria de Saúde. “Quem estiver com sintomas da doença deve procurar atendimento nas unidades de saúde da família ou nas unidades básicas de saúde”, destaca Maria Clélia Bauer, secretária municipal de Saúde. “As unidades de Atenção Básica são a porta de entrada para atendimento na rede pública municipal e no local o paciente encontrará equipe preparada para realizar os procedimentos necessários em cada caso, como coleta de exames e hidratação”, acrescenta a secretária, que reforçou as informações em reunião realizada na manhã de quinta-feira (2) com representantes de várias secretarias municipais. Na ocasião foram discutidas ações de combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela.

A prefeitura tem trabalhado na eliminação dos criadouros do mosquito e orientado a comunidade para que todos possam fazer a sua parte no combate ao mosquito. A mais recente Análise de Densidade Larvária (ADL) registrada no município apontou índice de 1,7, situação de alerta segundo escala da Organização Mundial de Saúde.

“Todo material que possa acumular água é um potencial criadouro para o Aedes e para conscientizar a comunidade sobre a importância do armazenamento e descarte corretos dos materiais o Centro de Controle de Zoonoses realiza ações preventivas nos bairros”, observa Paula Kannebley, diretora de Vigilância em Saúde. Os agentes percorrem a cidade vistoriando residências e orientando a população. Mutirões são realizados aos sábados. De janeiro a abril, cerca de  18 toneladas de criadouros foram recolhidas nos bairros durante os 11 mutirões de limpeza. Imóveis especiais, como escolas, e pontos estratégicos, como borracharias, também são vistoriados.

A Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento, Silvicultura e Manutenção realiza ininterruptamente ações de limpeza nos bairros. Desde janeiro, 1.477 toneladas de material foram retiradas de terrenos, vias públicas e logradouros em várias regiões da cidade. Também é fundamental que os proprietários mantenham os terrenos baldios em ordem. Caso contrário, a prefeitura limpa e manda a conta ao dono faltoso, mas essa não é a situação ideal. Ao fazerem sua parte, os proprietários economizam e a prefeitura concentra ações nas áreas públicas, dando maior rapidez à manutenção da cidade e reduzindo o risco de problemas com a dengue.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente é outro setor que tem importante papel nos serviços que a prefeitura oferece para que a cidade fique limpa e haja menos chance do mosquito da dengue se reproduzir. A pasta gerencia seis ecopontos (que abrem todos os dias da semana), a coleta de lixo domiciliar em todos os bairros três vezes semana, o serviço de cata bagulho mensal nos bairros, com recolhimento porta a porta de móveis velhos e materiais inservíveis, e a coleta seletiva de lixo. Informações e calendários desses serviços estão no site da prefeitura, www.rioclaro.sp.gov.br.

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