Áreas de risco em Rio Claro passam por monitoramento

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Segue durante o dia de hoje, sexta-feira (20), o mapeamento de áreas sujeitas a risco de deslizamentos de terra e de inundações na cidade de Rio Claro.

A primeira ação aconteceu no ano de 2014 e agora os profissionais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo retornaram a Rio Claro para junto da Defesa Civil fazerem uma nova avaliação e atualização de pontos já visitados há cinco anos e também realizar um estudo de novas áreas estabelecidas: “Rio Claro faz parte dos municípios que compõem o Plano Preventivo de Defesa Civil do Estado de São Paulo e, por fazer parte, é preciso que sejam mapeadas as áreas de risco. Aqui nós percorremos, avaliamos a situação, buscamos as evidências e conversamos com moradores”, afirma Alessandra Cristina Corsi, que é pesquisadora do IPT.

A partir disso é definido o grau de risco: “Existem níveis de classificação que vão de R1 que é o mais baixo até R4 que é o muito alto e tudo isso é definido a partir das evidências que encontramos em campo”, diz a pesquisadora.

No Estado de São Paulo, 170 municípios participam deste Plano Preventivo e, de acordo com o capitão Wagner Araújo, que é o diretor da Defesa Civil de Rio Claro, os ganhos são inúmeros: “Quando o grau de risco é definido, o IPT elabora um relatório com a caracterização da área e indica alternativas de intervenção que podem ser estruturais ou não estruturais, e eles encaminham para nós para tomarmos as providências. Essa união define a velocidade com que a ação deve acontecer para evitar um dano maior. Desde 2014 muitos problemas foram minimizados, é claro outros surgiram, pois a cidade sempre se desenvolve, mas o mais importante é que estamos atentos e trabalhando pela segurança”.

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