Curso para mulheres com deficiência está com inscrições abertas

Estão abertas até 3 de março o curso on-line e gratuito com foco em ações de independência e liderança feminina das mulheres com deficiência. As inscrições podem ser feitas pelo endereço https://bit.ly/CursoTodasinRede e informações podem ser obtidas no site www.todasinrede.sp.gov.br, ou na Assessoria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Rio Claro, telefone 3522-8000.

A iniciativa é do governo de São Paulo por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a prefeitura de Rio Claro.

Paulo Meyer, assessor dos Direitos da Pessoa com Deficiência afirmar que “trata-se de mais uma oportunidade para mulheres com deficiência buscarem conhecimento e conquistarem protagonismo”.

Com objetivo de aprimorar o movimento de independência e liderança feminina das mulheres com deficiência, o curso abordará temas como direitos, saúde, autoestima e outros.

O curso conta com certificação, além de ser gratuito, on-line e acessível em Libras. A primeira turma terá atividades nos dias 11 e 25 de março, das 9 às 12 horas e das 13 às 16 horas. Durante todo o ano de 2023 serão quatro turmas.

O curso faz parte do programa Todas in-Rede e tem parceria com a Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME).

Burro é resgatado após sofrer maus-tratos

Diante de denúncias de maus-tratos por parte de um tutor a um burro no bairro São Miguel e até mesmo com vídeos das agressões circulando pelas redes sociais, a viatura da Patrulha de Proteção Ambiental da Guarda Civil Municipal de Rio Claro, em apoio ao Departamento de Proteção Ambiental (DPA), compareceu à Avenida Ulysses Guimarães e se deparou com o animal.

Uma médica veterinária foi chamada e constatou os maus-tratos e várias lesões no corpo do animal, que foi recolhido para receber tratamento médico. O tutor do burro não foi encontrado e um boletim de ocorrência foi elaborado.

Imagem na íntegra.

Grupo brasileiro achou um meio de fraudar cartão de crédito por aproximação

PEDRO TEIXEIRA (SÃO PAULO, SP, FOLHAPRESS) – O grupo brasileiro de cibercriminosos Prilex foi o primeiro no mundo a conseguir fraudar pagamentos por aproximação, revelou a Folha de S.Paulo nesta terça-feira (31).

O novo programa malicioso (malware) do Prilex bloqueia o processamento da máquina quando o cliente aproxima o cartão, obrigando o comprador a inseri-lo. Começa, então, a segunda etapa do golpe: o malware se conecta com os criminosos e envia para eles, não para a instituição financeira, as informações de pagamento.

Embora esses métodos sejam recentes, a atuação do grupo data de 2014, quando roubavam dados de caixas eletrônicos. Foram descobertos apenas no Carnaval de 2016, quando instalaram vírus em mais de mil máquinas, que programaram, na sequência, para soltar todo o dinheiro em estoque ao mesmo tempo.

O ataque sincronizado atingiu várias cidades no país e apresentou o grupo ao público. Na ocasião, o Prilex ainda capturou dados de 28 mil cartões de crédito inseridos nos caixas.

Desde então, os cibercriminosos passaram a burlar meios de pagamento, de maneira cada vez mais sofisticada. Para infectar os aparelhos de cobrança, no entanto, o grupo ainda depende de engenharia social. Ludibriam os donos dos pontos de venda com telefonemas e até telegramas, se passando por funcionários das empresas de maquininhas ou bandeiras de cartão.

Nesse contato, os membros do Prilex dizem precisar fazer manutenção em equipamentos e instruem a vítima a instalar uma ferramenta que dá acesso remoto ao computador, como fazem técnicos em geral. Com essa permissão, instalam o vírus.

Mesmo com essa etapa analógica no golpe, o grupo cibercriminoso brasileiro conseguiu expandir sua atuação para América do Norte e Europa.

No ano passado, a ferramenta maliciosa foi detectada também na América do Norte. Em 2018, causou prejuízo de 1,5 milhão de euros (R$ 8,3 milhões na cotação atual) a um banco na Alemanha.

A quadrilha brasileira prefere aplicar golpes em empresas que movimentam valores expressivos, diz o chefe de pesquisa da Kaspersky na América Latina, Fabio Assolini.

Para ele, a gangue tem em mãos um dos mais avançados vírus para roubo de cartão no mundo.

O Prilex também vende sua tecnologia a outros grupos. A Kaspersky investiga suposta oferta de US$ 13 mil (R$ 67,7 mil) pelo vírus que afeta maquininhas.

Hoje, as principais gangues de cibercriminosos no mundo atuam bloqueando informações de grandes corporações para pedir resgates bilionários -esse sequestro de dados é chamado de ransomware. Com isso, os brasileiros ganharam projeção mundial no negócio menos lucrativo de golpes de cartão.

Procurada, a Polícia Civil do estado de São Paulo não informou desde quando investiga o Prilex.

GOLPE INÉDITO

Golpe inédito para o consumidor, a fraude começa com a mensagem “ERRO APROXIMACAO (sic) INSIRA O CARTAO (sic)”. Apesar dos erros de ortografia, a falha na maquininha causada pelo Prilex é um feito inédito, segundo a Kaspersky.

Os pagamentos por aproximação usam tecnologia NFC (Near Field Communication), e cada uso do cartão gera um código identificador próprio. Caso a informação seja interceptada por criminosos, não poderá ser utilizada em outra ocasião, o que dificulta clonagens.

A gangue brasileira contornou essa segurança com engenharia social. O malware induz o cliente a fazer o pagamento com a inserção do chip na maquininha. Daí em diante, a quadrilha aplica o esquema da compra fantasma, que a Folha de S.Paulo já havia explicado em outubro. O número de detecções do novo vírus em atuação ainda não é alto, o que pode indicar que ainda está em teste, de acordo com a Karpersky.

Governo de SP sanciona Lei para o fornecimento de medicamentos à base de cannabidiol

Do Portal do Governo – O governador Tarcísio de Freitas sancionou nesta terça-feira (31) o projeto de Lei que prevê o fornecimento de medicamentos à base de cannabidiol pelas unidades de saúde pública estadual e privada conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Com a sanção, um grupo de trabalho será criado para regulamentar a nova lei. Os profissionais serão responsáveis pela implementação, atualização e reavaliação da Política Estadual de Medicamentos Formulados à Base de Cannabis.

“Estamos trazendo esperança para famílias que sofrem muito todos os dias com seus entes queridos tendo crises de epilepsia, problemas de desenvolvimento motor, de desenvolvimento cognitivo. Já temos comprovação científica de que o cannabidiol resolve alguns problemas de algumas síndromes raras e temos que dar esse passo”, disse Tarcísio de Freitas.

O governador Tarcísio de Freitas sancionou nesta terça-feira (31) o projeto de Lei que prevê o fornecimento de medicamentos à base de cannabidiol pelas unidades de saúde pública estadual e privada conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Local: São Paulo/SP
Foto: Ciete Silvério/Governo do Estado de SP

A medida é de extrema importância para o Estado, pois minimiza os impactos financeiros da judicialização e, sobretudo, garante a segurança dos pacientes, considerando protocolos terapêuticos eficazes e aprovados pelas autoridades de Saúde.

As ações judiciais impactam diretamente o orçamento público da saúde pública, privilegiando direitos individuais em detrimento das políticas públicas estabelecidas no SUS. Além disso, obrigam o Estado a fornecer produtos sem registro na Anvisa, delimitação de dose de segurança, evidência de eficácia, indicação terapêutica ou controle clínico do uso.

Por apresentar alguns artigos em desacordo com a Constituição Federal de 1988, o projeto foi sancionado com vetos parciais, razão pela qual será remetido à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para apreciação.

Além do governador Tarcísio de Freitas, participaram do evento o secretário-chefe da Casa Civil, Arthur Lima, o secretário da Saúde, Eleuses Paiva, o presidente da Assembleia Legislativa, Carlão Pignatari, e autor do projeto de Lei, deputado Caio França.

Falecimentos: confira a necrologia de 01/02/2023

Ary Barbosa da Silva, Ary – 76 anos. Faleceu dia 30, às 15h05, em Piracicaba. Deixou viúva Maria Herminia Calegaro da Silva, os filhos Marcos, Sergio e 1 neto. Foi sepultado no Cemitério Santa Terezinha, em Ipeúna (Funerária João de Campos).

Divino Valente – 66 anos. Faleceu dia 31 em Rio Claro. Foi sepultado no Cemitério Parque das Palmeiras.

Joel Loureiro, Seu Joel – 88 anos. Faleceu dia 31, à 00h24, em Rio Claro. Era viúvo de Edna Mingante Loureiro, deixou as filhas Elenita, Edilene viúva de João Batista, Elaine c/c Nilton, os netos Elder, Larissa, Eric e Andrei. Foi sepultado no Cemitério Memorial Cidade Jardim (Funerária João de Campos).

Lagarto é localizado em casa que estaria abandonada no Santana

Uma casa localizada na Rua 7, entre as avenidas 22 e 24, no bairro Santana, em Rio Claro, está causando transtornos aos moradores da região há anos. Ratos, caramujos e escorpiões são recorrentes no local e recentemente um lagarto chegou a assustar vem vive próximo.

De acordo com Hygor Oehlmeyer Vitti, ele comenta que recentemente seis escorpiões foram capturados só na calçada.

“Eu já fiz diversas reclamações nos órgãos competentes, mas nada foi feito até o momento, a frequência de aparecimento dos caramujos africanos é muito grande, na semana passada capturei os escorpiões na calçada, a casa está em ruínas há cerca de dez anos. O aparecimento de ratos também é grande e, recentemente, apareceu um lagarto de grande porte em meio a esses escombros”, explica.

O rio-clarense afirma que a situação preocupa a todos e que a solicitação é que uma providência seja tomada o quanto antes, pois são anos de problemas.

“Precisamos que algo seja feito, alguém acionado, pois não sabemos mais o que fazer, tenho os protocolos dos chamados na Zoonoses e também na prefeitura”, fala Vitti.

Questionada, a prefeitura municipal informou que a Secretaria Municipal de Obras vai mandar fiscal para averiguar a situação e, se for o caso, notificar o proprietário para que tome as medidas cabíveis.

Como o mundo ‘consertou’ a camada de ozônio

JÉSSICA MAES – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No começo do mês, a notícia de que a camada de ozônio estará completamente restaurada em algumas décadas funcionou como um lembrete do que a humanidade é capaz quando se une em torno de um objetivo comum. De acordo com cientistas, se as políticas atuais continuarem em vigor, o rombo na camada protetora da atmosfera sobre a Antártida deve se recuperar até 2066.

O trabalho de fechar o buraco na camada de ozônio -na verdade, existem alguns pontos desgastados, mas o mais crítico fica perto do polo sul- começou com um tratado fechado em 1987.

O Protocolo de Montreal é um acordo internacional projetado para eliminar gradualmente a produção de substâncias responsáveis pelo declínio nos níveis de ozônio na atmosfera. Ele entrou em vigor em 1989 e foi adotado por 197 países, além da União Europeia, o que faz deste um dos poucos acordos ratificados universalmente na história.

Ele foi precedido por anos de negociações. Desde meados da década de 1970, já se sabia que os clorofluorcarbonetos (compostos baseados em carbono, cloro e flúor, conhecidos como CFCs) produzidos pelas atividades humanas estavam destruindo o ozônio atmosférico. Mas foi só a partir de 1985, quando pesquisadores britânicos descobriram um buraco sazonal na camada de ozônio sobre a Antártida, que o tamanho do problema ficou evidente.

Essa camada protege a Terra da radiação ultravioleta do Sol, tornando o planeta habitável -ou seja, a destruição dela representava uma ameaça a todos os seres vivos e demandava ação imediata. Mesmo assim, houve uma lacuna entre o achado científico e a movimentação política para resolver a situação.

“O Acordo de Montreal ficou sendo negociado por cerca de cinco anos por causa da oposição das indústrias”, afirma Paulo Artaxo, especialista em química atmosférica da USP. Os CFCs eram usados em aerossóis, espumas plásticas e, principalmente, em equipamentos de refrigeração.

Apesar da resistência, o acordo acabou entrando em vigor -e o escopo relativamente limitado das fontes de CFCs e do poder econômico do setor de refrigeração foram importantes para a efetividade dele.
Em 1991, também foi estabelecido um fundo multilateral para fornecer assistência técnica e financeira para que países em desenvolvimento pudessem cumprir com as medidas do protocolo.

O recente anúncio sobre a restauração da camada de ozônio foi feito após uma avaliação científica que acontece a cada quatro anos, prevista no acordo. Os pesquisadores apontaram que as emissões globais de CFC-11, produto químico proibido usado como refrigerante e em espumas isolantes, diminuíram desde 2018.

O relatório aponta que, se o quadro atual se mantiver, os níveis de ozônio entre as regiões polares deverão retornar até 2040 aos patamares anteriores a 1980. Os buracos na camada protetora vão levar um pouco mais de tempo, mas também devem ser totalmente restaurados: até 2066 na Antártida, e até 2045 no caso do Ártico, onde aparece com frequência menor.

De acordo com o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), a reversão da destruição da camada de ozônio protegeu milhões de pessoas do câncer de pele e da catarata, permitiu que ecossistemas sobrevivessem e desacelerou a mudança climática, ajudando a evitar que as temperaturas globais aumentassem cerca de 0,5°C.

Uma emenda adicionada ao Protocolo de Montreal em 2016 exigia uma redução gradual da produção e consumo de alguns hidrofluorocarbonetos (HFCs). Esses gases não destroem diretamente o ozônio, mas contribuem para o aquecimento global. A estimativa é que essa emenda evite de 0,3°C a 0,5°C de aquecimento até 2100.

Na celebração dos 35 anos do tratado que “consertou” a camada de ozônio, no ano passado, o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, usou o sucesso do acordo como exemplo a ser seguido no combate à crise climática. “Somente espelhando a cooperação e ação rápida do Protocolo de Montreal podemos parar a poluição de carbono que está aquecendo perigosamente nosso mundo.”

Apesar de outros acordos terem sido desenhados para abordar a questão climática, a efetividade ficou muito aquém do desejado. No caso do Protocolo de Kyoto, por exemplo, firmado em 1997, os Estados Unidos se opuseram a ratificá-lo. Na época, o país era o maior emissor anual de gases de efeito estufa, respondendo por 25% das emissões globais, e a recusa americana condenou a eficácia do tratado.

“O Protocolo de Montreal economizou cinco vezes mais emissões equivalentes de carbono do que o Protocolo de Kyoto”, aponta Natalie Unterstell, diretora do Instituto Talanoa de regulação e riscos climáticos. “[Ele] também é bastante significativo em comparação com o que está acontecendo até agora com o Acordo de Paris.”

Ainda que o Acordo de Paris também tenha sido adotado por todos os países, as nações vêm deixando a desejar: ao não cumprir as suas metas de redução de emissões, tornam cada vez mais distante o objetivo de deixar o aquecimento global bem abaixo de 2°C. De acordo com o Relatório de Lacuna de Emissões de 2022, elaborado pelo Pnuma, as políticas em vigor atualmente vão levar a um aumento de temperatura de 2,8°C até o final do século.

Unterstell diz acreditar que a efetividade do acordo firmado no Canadá é calcada no fato de que o documento regula a produção e o consumo de CFCs entre países. “Para o clima, um mecanismo global de preço de carbono poderia ter esse mesmo efeito, mas ele não existe e nem está em discussão.”

“Acho que é possível replicar o sucesso [de Montreal] se houver regulação econômica das causas e dos riscos da mudança do clima. Até agora, os instrumentos da política climática internacional (e até mesmo no Brasil) não são regulatórios”, analisa a especialista.

Já Paulo Artaxo aponta o poder do lobby do setor petroleiro na definição de políticas públicas como o principal entrave para que acordos climáticos prosperem. “A questão das mudanças climáticas é mais difícil de resolver por causa do controle que a indústria do petróleo tem sobre a maior parte dos governos.”

Ele lembra, ainda, que menos de 20 indústrias petrolíferas são responsáveis por cerca de 80% do petróleo extraído em todo o mundo.

Prefeitura troca lâmpadas antigas por led em grande trecho da Avenida 8

A prefeitura trocou lâmpadas de vapor de sódio por lâmpadas de led na Avenida 8, da Rua 14 até rua ao lado da rodovia Washington Luís. É mais uma iniciativa do programa Rio Claro em Ação, lançado pelo prefeito Gustavo no ano passado para intensificar obras de zeladoria em todas as regiões e distritos.

O trabalho na Avenida 8 beneficia trechos dos bairros Jardim Claret, Mirassol e Jardim São Paulo. Outros bairros e vias movimentados já foram atendidos. A Secretaria Municipal de Serviços Públicos está investindo, ao todo quase R$ 700 mil.

“Já fizemos a substituição em vias do bairro Cidade Jardim, Distrito Industrial, Jardim Primavera e Jardim Portugal”, explica o secretário Ronald Penteado. As lâmpadas de led iluminam mais, ampliando a segurança, e são mais econômicas.

Além desses serviços custeados pela própria prefeitura, Rio Claro também está substituindo lâmpadas de vapor de sódio por led em outros locais do perímetro urbano, numa parceria do governo municipal com a concessionária Elektro.

Guarda Civil Municipal: treinamento de uso de arma não letal é realizado

Neste mês de janeiro, a Guarda Civil Municipal de Rio Claro teve importantes conquistas e melhorias para contribuir com a segurança no município. Depois da autorização para a utilização de fuzis e a chegada de quatro novas motocicletas para as equipes GAM (Grupo de Apoio com Motocicletas), os profissionais já deram início aos treinamentos para a utilização de dispositivo elétrico incapacitante. A arma não letal, que foi recém adquirida pela Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Civil, vem substituir a geração anterior, a qual a Guarda Civil utilizou por alguns anos, e agora passará a ser o modelo Spark Z 2.0.

Como funcionam?

Esse tipo de armamento, ao ser acionado, emite pulsos elétricos que atuam sobre o sistema neuromuscular, causando desorientação, fortes contrações musculares e queda do indivíduo, permitindo a incapacitação temporária do agressor pelo agente de segurança. Dessa forma se aplica a força, porém com menores danos colaterais possíveis.

Novo armamento será o modelo Spark Z 2.0.

As armas não letais conferem aos agentes de segurança capacidade para empregar a força de forma progressiva, reduzindo-se as situações nas quais o uso da arma de fogo seja necessário. Os treinamentos teóricos e práticos são realizados na própria corporação.

Prefeitura de Rio Claro está entregando 102 mil carnês do IPTU 2023

A prefeitura de Rio Claro iniciou nesta semana a distribuição dos carnês do IPTU 2023. São 102.464 boletos, que estão sendo entregues pelos Correios. Os contribuintes podem ter abatimento na parcela única ou primeira parcela se pagarem no prazo, que vence no dia 28 de fevereiro. A cota única quitada no prazo rende 10% de desconto no valor total do IPTU do imóvel. Já as parcelas pagas em dia têm desconto de 3% cada.

Com o carnê em mãos, é possível pagar o IPTU de Rio Claro com o Pix. “Acrescentamos essa possibilidade no ano passado para ampliar as opções dos contribuintes e facilitar o pagamento do tributo”, comenta o secretário municipal de Finanças, Carlos Fernandes. Para pagar pelo Pix, basta ler pelo celular ou pelo aplicativo do banco o QR Code impresso em cada parcela do boleto.

Desde a primeira semana de janeiro os contribuintes também podem pagar o IPTU 2023 de Rio Claro pelas guias disponíveis no site da prefeitura [ www.rioclaro.sp.gov.br ]. Basta imprimir e pagar na rede bancária.

Nesse caso o acesso é feito pelo link “Portal de Tributos” no alto da página, à direita, ou diretamente pelo endereço http://sistemas.rioclaro.sp.gov.br:8080/cgi-bin/nwwcgi/PLP/CIDADAO. É preciso clicar na guia “Débitos” e escolher a opção “Imóvel”. Em seguida, deve-se digitar o código reduzido ou a referência cadastral do imóvel, que são encontrados em carnês de anos anteriores, clicar em “pesquisar” e escolher o ano de 2023. Aí, basta optar pela cota única (“Total”) ou pelas parcelas desejadas, imprimir e pagar em alguma unidade da rede bancária credenciada.

Com as guias de pagamento obtidas no site não é possível utilizar Pix para pagar o IPTU. Para pagar através de Pix é preciso ter o carnê, que está sendo distribuído pelos Correios.

Onde pagar

O tributo pode ser pago nas casas lotéricas, na cooperativa de crédito Sicoob e nos serviços de internet banking, aplicativos ou autoatendimento dos bancos Bradesco, Santander, Itaú, Banco do Brasil e Caixa Federal. Os bancos não aceitam mais receber o IPTU nos caixas com atendimento pessoal dos funcionários.

Os contribuintes que optam pelo Pix podem utilizar serviços de qualquer banco, mesmo os sem convênio com a prefeitura.

O IPTU 2023 de Rio Claro não teve aumento real e sim atualização monetária. O índice, referente à inflação registrada de outubro de 2021 a setembro de 2022 pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), do IBGE, é de 7,17%.

Rio Claro inicia venda de ingressos para os desfiles de carnaval

A Secretaria Municipal de Turismo de Rio Claro inicia nesta quarta-feira (1º) a venda de ingressos para os desfiles das escolas de samba no Carnaval 2023. “Vamos atender das 9 às 16 horas, sem intervalo para o almoço para facilitar o acesso daqueles que trabalham durante o dia”, observa o secretário Guilherme Pizzirani.

O posto de venda será na sede da Secretaria de Turismo, na antiga estação ferroviária, na Rua 1 com a Avenida 1.

O carnaval de Rio Claro terá três noites de desfiles: no sábado (18), domingo e terça-feira (21). No espaço multiuso, que fica na Avenida Brasil, entre as avenidas 50-A e 80-A, além dos camarotes e arquibancadas, estarão instalados os sanitários e área de alimentação. Também haverá espaço exclusivo para pessoas com deficiência.

Os preços são os seguintes: ingresso individual para arquibancada descoberta – R$ 15,00 por noite, R$ 30,00 ou R$ 15,00 mais um pacote de absorvente feminino (com 8 unidades) para três noites; ingresso individual para arquibancada coberta – R$ 50,00 por noite ou R$ 120,00 para as três noites; frisa com 6 lugares – R$ 500,00 por três noites; camarote com 12 lugares – R$ 1.800,00 por três noites; camarote individual – R$ 80,00 por noite ou R$ 200,00 por três noites.

Escolas intensificam ensaios para a volta dos desfiles de Carnaval em Rio Claro

Nas sedes e nos barracões, os preparativos das escolas de samba de Rio Claro para os desfiles que vão acontecer nos dias 18 e 19 de fevereiro “correm contra o tempo”. O calendário de ensaios iniciado oficialmente neste mês tem opções ao longo de toda a semana para os fãs do carnaval.

Na escola de samba A Casamba, os ensaios acontecem às terças-feiras, quintas e domingos a partir das 19 horas na sede localizada na Rua 3-A número 1.105, na Vila Martins. Na escola de samba UVA, a bateria Fúria comanda os ensaios às quintas-feiras, a partir das 19 horas, e aos domingos, a partir das 18 horas. A sede fica na Rua 3-A número 1.155.

A Samuca tem ensaio geral às quintas-feiras a partir das 20 horas e aos domingos às 19 horas, na sede localizada na Avenida 9 número 1.200. Na Grasifs, a bateria Pegada Louka se reúne em ensaios às quartas e sextas-feiras às 19h30 e aos domingos às 18 horas na Avenida 19, esquina com a Rua 15, no Consolação.

Às quartas-feiras também acontecem os ensaios na Gaviões da Fiel – subsede Rio Claro, a partir das 19 horas, na Rua M-13 número 326, no Cervezão, e na Embaixadores do Samba, a partir das 19 horas, na sede localizada na Avenida 22 número 175, na Vila Aparecida.

Jornal Cidade RC
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