Polícia de SP faz buscas na sede do MBL; suspeitos de lavagem de dinheiro seriam integrantes do movimento

WANDERLEY PREITE SOBRINHO E RAFAEL BRAGANÇA – SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta sexta-feira (10), dois membros do MBL (Movimento Brasil Livre) por suspeita de desviarem mais de R$ 400 milhões, segundo informações do Ministério Público Estadual.

A operação, realizada pelo MP em conjunto com a Receita Federal, prendeu Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso, investigados por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

O Departamento de Operações Policiais Estratégicas da Polícia Civil enviou 35 policiais civis e 16 viaturas para cumprirem seis mandados de busca e apreensão e as duas prisões na capital paulista e em Bragança Paulista.

As buscas incluíram a sede do MBL, organização política brasileira que ganhou notoriedade após os protestos de 2013, o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, a quem apoiou até o ano passado.

A operação foi batizada de Juno Moneta, em referência a um antigo templo romano onde eram cunhadas as moedas na antiguidade.

Procurado pela reportagem, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) confirmou a busca e apreensão na sede do grupo, mas negou que os detidos sejam membros do MBL.

“Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso não são integrantes e sequer fazem parte dos quadros do MBL. Ambos nunca foram membros do movimento. Uma notícia veiculada de maneira errônea por um portal criou tal confusão”, disse o deputado.

Segundo a Gedec (Grupo Especial de Repressão a Delitos Econômico), do MP, os homens integram o MBL, embora a operação “se refira a um crime econômico e não político”.

Danilo Gentili acusa Bolsonaro de pedir sua cabeça no SBT; presidente nega

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O apresentador Danilo Gentili acusou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de pedir a sua cabeça e de promover censura ao SBT. Em resposta a uma seguidora nas redes sociais, ele disse que o caso teria acontecido na época em que ele criticou o fundão eleitoral que injeta dinheiro em campanhas. Danilo também xinga o presidente na publicação.

Tudo começou quando o apresentador do The Noite publicou uma piada sobre o presidente ter contraído Covid-19. Na postagem pelo Twitter, Gentili escreveu: “Covid-19 foi a primeira coisa positiva que o atual presidente apresentou até o momento”.

A publicação dividiu opiniões. Porém, a uma internauta contrária, que o reprimiu e disse que o apresentador atacava aquele que já o tinha defendido no passado, respondeu de forma mais áspera.

“Fui defendido por ele uma ova. Saiba você que tomei processo por defendê-lo e esse ‘fdp’ foi pedir a minha cabeça e censura no meu emprego”, diz parte da postagem.

Em outra parte da resposta, Gentili chama Bolsonaro de “psico”, “merda” e mentiroso”. Também diz que ele tem uma “família de vagabundo”.

Por outro lado, o presidente Jair Bolsonaro negou durante live que ele tenha pedido a demissão de Gentili. “Jamais procurei órgão de imprensa nenhum para demitir quem quer que seja. Coitada da minha mãe. Está viva, com 93 anos, e vê um negócio desses”, disse.

Fuvest divulga novas datas do vestibular 2021; primeira fase será no dia 10 de janeiro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) –

A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) divulgou nesta quinta as novas datas do exame para o começo de 2021. A primeira fase será realizada no dia 10 de janeiro e as provas da segunda fase nos dias 21 e 22 de fevereiro.
As inscrições para o exame serão abertas no dia 31 de agosto e vão até o dia 23 de outubro de 2020. O Manual do Candidato, que contém maiores informações sobre o vestibular, será divulgado no dia 24 de agosto.
A Fuvest também ampliou a data limite para os candidatos que quiserem pedir isenção ou redução da taxa de R$ 182, até as 23h59 do dia 24 de julho. O pedido deve ser feito pelo site fuvest.br.
As novas datas foram definidas, segundo a fundação, “com o objetivo de dar mais oportunidade para que os candidatos possam se preparar” para o vestibular.
Em 2021, serão 8.242 vagas a serem preenchidas pelo vestibular da Fuvest para a Universidade de São Paulo (USP).
VEJA O CALENDÁRIO COM NOVAS DATAS DA FUVEST 2021:
Pedidos de isenção da taxa de inscrição: até 24 de julho de 2020
Divulgação do Manual do Candidato: 24 de agosto de 2020
Período de inscrição: 31 de agosto a 23 de outubro de 2020
Prova da primeira fase: 10 de janeiro de 2021
Provas da segunda fase: 21 e 22 de fevereiro de 2021
Divulgação da primeira lista de aprovados: 15 de março de 2021

OMS quer mais evidências sobre transmissão da covid-19 pelo ar

Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nessa quinta-feira (9) novas diretrizes sobre a transmissão do novo coronavírus, que reconhecem alguns relatos de transmissão pelo ar do vírus causador da covid-19. A instituição, no entanto, não chegou a confirmar que o vírus se propaga pelo ar.

Em suas diretrizes mais recentes sobre transmissão da doença, a OMS reconheceu que alguns relatos sobre casos relacionados a espaços fechados lotados sugeriram a possibilidade de transmissão por aerossol, como restaurantes ou aulas de ginástica. Mas a organização observou que mais pesquisas são “urgentemente necessárias para investigar esses casos e avaliar seu significado para a transmissão da covid-19”.

Com base na revisão das atuais evidências, a OMS afirmou que o novo coronavírus, causador da covid-19, se espalha entre as pessoas por contato direto ou indireto com superfícies contaminadas ou o contato próximo com pessoas infectadas que espalham o vírus pela saliva, secreções respiratórias ou gotículas liberadas quando uma pessoa infectada tosse, espirra, fala ou canta.

O documento foi divulgado após carta aberta de cientistas especializados na propagação de doenças pelo ar – os chamados aerobiologistas – que solicitaram ao organismo global atualizar suas orientações sobre como a doença respiratória se propaga, para incluir a transmissão por aerossol.

“Este é um movimento na direção certa, embora pequeno. Está ficando claro que a pandemia é causada por eventos de grande propagação e que a melhor explicação para muitos desses eventos é a transmissão por aerossol”, disse Jose Jimenez, um químico da Universidade do Colorado que assinou a carta, publicada segunda-feira (6) na revista Clinical Infectious Diseases.

A frequência com que o coronavírus se espalha pela via aérea ou pelo aerossol – ao contrário de gotículas maiores em tosses e espirros – não é clara.

Em entrevista coletiva, Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (EUA), disse que ainda não existem muitas evidências sólidas sobre a transmissão aérea do novo coronavírus. “Eu acho é uma suposição razoável que isso ocorra”.

Embora incompletas, as evidências até o momento são “a base fundamental do motivo pelo qual agora estamos tão empenhados em fazer com que as pessoas – particularmente as sem sintomas – usem máscaras. Para poder ver se podemos mitigar isso”, disse ele.

As orientações da OMS reconhecem que a transmissão pelo ar do novo coronavírus pode ocorrer durante procedimentos médicos específicos que produzem aerossóis, como durante a intubação.

Nascidos em maio podem sacar primeira parcela de auxílio emergencial

Agência Brasil

Cerca de 400 mil beneficiários do auxílio emergencial, contemplados no terceiro lote do benefício, podem sacar hoje (10) os recursos da primeira parcela. O saque está liberado para os nascidos em maio.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19. A liberação do saque e a transferência da poupança social da Caixa para outros bancos estão sendo feitas de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas.

O calendário de saque segue o seguinte cronograma: segunda-feira (6) foi a vez dos nascidos em janeiro; terça-feira (7), nascidos em fevereiro, quarta-feira (8), nascidos em março; na quinta-feira (9), nascidos em abril; na sexta-feira (10), nascidos em maio; no sábado (11), nascidos em junho; na segunda (13), nascidos em julho; na terça-feira (14), nascidos em agosto; na quarta-feira (15), nascidos em setembro; na quinta-feira (16), nascidos em outubro; na sexta-feira (17), nascidos em novembro; e no sábado (18), nascidos em dezembro. No total, o saque será liberado para cerca de 4,8 milhões de pessoas.

Terminam hoje inscrições para o Sisu

Agência Brasil

Estudantes que participaram da edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem se inscrever, até esta sexta-feira (10), para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do meio do ano. Serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país.

Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.

Inscrição

Por meio do site do Ministério da Educação (MEC), na tela “Minha inscrição”, o candidato poderá escolher até duas opções de cursos, por prioridade, na mesma instituição ou em universidades diferentes. Para fazer a primeira escolha, basta clicar em “Fazer inscrição na 1ª opção”. A pesquisa de vagas pode ser feita por nome do município, instituição ou curso. Após selecionar a opção, basta clicar em “Escolher este curso” para continuar.

Nesta fase, o candidato deverá indicar se irá participar do Sisu pelas vagas de ampla concorrência, pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) ou pelas políticas afirmativas das instituições. No caso das universidades e dos institutos federais, os alunos de escola pública que se candidatarem às vagas reservadas serão divididos em grupo e subgrupo, conforme renda familiar e raça. Clique em “Escolher esta modalidade” para continuar.

Critérios

De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de linguagens, códigos e suas tecnologias; maior nota na prova de matemática e suas tecnologias; maior nota na prova de ciências da natureza e suas tecnologias e maior nota na prova de ciências humanas e suas tecnologias.

Lista de espera

Segundo cronograma divulgado pelo MEC, o resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de julho. O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho. A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos.

Com 2 mortes em 3 dias, Covid-19 ameaça povos isolados na Amazônia

MONICA PRESTES
MANAUS, AM (FOLHAPRESS) –

A Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas, registrou as duas primeiras mortes de indígenas por Covid-19 em um intervalo de três dias, aumentando a preocupação com o avanço da pandemia para territórios onde vivem, pelo menos, 19 povos indígenas isolados, a maior concentração de não contatados do mundo.
No domingo (5), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) confirmou a morte de Djalma Marubo, de 83 anos, que morava na Aldeia da Praia, no município de Atalaia do Norte, no Amazonas. Dois dias depois, na terça-feira (8), foi registrada a morte da indígena Neuraci Oliveira, 44, que é de origem Tikuna e era casada com um Kanamari. Ela morreu no Hospital de Guarnição de Tabatinga, na região do Alto Rio Solimões, também no Amazonas, após contrair o vírus no hospital de Benjamim Constant, onde fazia tratamento de saúde.
Até segunda-feira (6), data do último boletim da Sesai, o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Vale do Javari tinha 123 casos confirmados de Covid-19 entre os índios. Eles já haviam denunciado o início da contaminação via agentes da Sesai, que levaram o vírus para as aldeias no início de junho.
O Vale do Javari é uma das 488 Terras Indígenas (TI), áreas de propriedade da União, habitadas por um ou mais comunidades indígenas. São bens públicos, e “como tal é inalienável e indisponível, e os direitos sobre ela são imprescritíveis”, informa a Funai (Fundação Nacional do Índio).
As duas mortes em um intervalo tão curto de tempo, o aumento dos casos confirmados, a subnotificação e a ineficácia das ações do poder público em conter o avanço do vírus nos territórios indígenas reforçam a ameaça da Covid-19 aos povos isolados, alerta a Coordenação das Organizações dos Povos Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab).
“Não adianta os indígenas ficarem em isolamento se a ameaça continua dentro das terras indígenas, com caçadores, pescadores, garimpeiros e traficantes de drogas invadindo nossos territórios. Eles são vetores de contaminação para a Covid-19”, disse a coordenadora geral da Coiab, Nara Baré, citando o exemplo de Djalma Marubo, que foi contaminado mesmo sem ter saído da aldeia.
De acordo com ela, o avanço dos casos no Vale do Javari e a omissão do poder público frente a essa nova ameaça preocupa tanto que os indígenas decidiram, por conta própria, instalar uma barreira sanitária na área, para controlar o acesso de quem entra e quem sai e, assim, reduzir o risco de contaminação nas aldeias.
“Nosso estilo de vida, em que tudo é comunitário, acelera a disseminação dentro da aldeia, por isso temos que evitar a todo custo que o vírus chegue ao primeiro indígena, ou ele certamente contaminará aldeias inteiras, como já está acontecendo em algumas regiões da Amazônia”, disse Baré.
Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), cerca de 6,9 mil pessoas de 26 povos indígenas vivem no Vale do Javari, que abriga, além das 19 aldeias de isolados, índios das etnias Korubo, Kanamari, Kulina Pano, Marubo, Matis, Matsés e Tsohom-dyapa, estes últimos de contato recente.
Para o representante da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Chorimpa Marubo, a falta de fiscalização dos órgãos ambientais e indigenistas dentro e no entorno do Vale do Javari vem encorajando o avanço dos crimes ambientais para dentro do território protegido e para cada vez mais perto das aldeias. O fato de a Terra Indígena fazer fronteira com o Acre e com o Peru, áreas onde há trânsito de invasores, também é um complicador, aponta Marubo.
Segundo ele, a Fundação Nacional do Índio (Funai) mantém agentes de fiscalização em apenas uma das quatro bases de fiscalização existentes no Vale do Javari. Nas demais bases, bem como na barreira sanitária instalada na área, a fiscalização cabe aos próprios indígenas, que atuam de maneira voluntária para tentar controlar o acesso aos territórios.
“Nosso maior medo nesse momento são os isolados. Nós temos que protegê-los, pois eles têm uma imunidade muito baixa e, infelizmente, há muitos intrusos nesses territórios, onde o acesso é livre pelos varadouros, e essas pessoas podem levar a doença para eles. E, se o Covid chegar lá, vamos perder muitas vidas”, alertou Marubo.
A baixa resposta imunológica que os indígenas têm para vírus, como o novo coronavírus, é também uma das preocupações da coordenadora geral da Coiab, Nara Baré.
E essa preocupação tem fundamento. Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) em parceria com a Coiab revelou que a taxa de mortalidade (óbitos por 100 mil habitantes) por Covid-19 entre indígenas é 150% maior que a média dos brasileiros não indígenas. Já a letalidade entre os indígenas, ou seja, a proporção de pessoas infectadas pelo vírus que morreram, é de 6,8%, também acima da média nacional, de 5%.
“É cientificamente comprovado que os indígenas têm um sistema imunológico com menor resistência, vide como alguns vírus, como a gripe, varíola e sarampo, dizimaram as comunidades indígenas nas décadas de 1970 e 1980, após os primeiros contatos com os isolados. Se para nós, que temos contato com o mundo aqui fora, o risco já é maior, para eles, que são isolados, pode ser uma catástrofe”, disse Baré.
Em toda a Amazônia brasileira, a Coiab registrou, até o último dia 7, mais de 8 mil casos confirmados de Covid-19 em 99 povos indígenas e 390 óbitos, que atingiram 67 povos diferentes na Amazônia. Com a maior população indígena, o Amazonas é o estado com o maior número de óbitos de indígenas pela doença: 168 – 57 delas entre indígenas Kokama. Em seguida aparecem o Pará (74), Roraima (44) e Mato Grosso (43).
Sobre a morte de Neuraci Oliveira, no Hospital de Tabatinha, a Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam) informou que ela estava recebendo “toda a assistência médica possível”, inclusive com suporte respiratório. Estava na estava na fila para transferência para Manaus, mas não resistiu.
Ainda segundo o governo estadual, foram enviados aos municípios do interior do Amazonas (entre eles Tabatinga) 108 respiradores e, atualmente, o estado conta com 116 UCIs, em 33 municípios, três vezes mais do que antes da pandemia. Não há leitos de UTI no interior do Amazonas.
A Funai não se manifestou até a conclusão deste texto.

Após recorde, número de pacientes internados por Covid-19 tem queda em RC

O número de pacientes internados caiu, mais, ainda, são 76 hospitalizados em decorrência de infecção pelo novo coronavírus em Rio Claro, o que inclui casos suspeitos. Trinta e seis pacientes recebem cuidados em hospitais no Sistema Único de Saúde (SUS) e 40 na rede particular. Os dados são da Secretaria Municipal da Saúde.

No momento, o município tem 26 pessoas recebendo atendimento em unidade de terapia intensiva (UTI), sendo 20 em leitos públicos e seis em hospitais particulares.

Na quarta-feira (8), o número de internados tinha voltado a subir e foi o maior desde o início da pandemia. Eram 93 pacientes hospitalizados, com 34 em leitos públicos e 59 em particulares. Os hospitalizados em unidade de terapia intensiva eram 23, com 17 no SUS e seis no setor privado.

No entanto, diante do aumento de infectados, do crescente número de mortes e também pelo município ter atingido até 100% da ocupação de leitos do SUS destinados ao enfrentamento do novo coronavírus, existe uma cobrança popular para que seja divulgada a taxa de ocupação das vagas de internação e UTI de Covid-19 em Rio Claro.

De acordo com o secretário da Saúde Maurício Monteiro, divulgar o percentual de ocupação de leitos não se faz necessário porque não há função técnica neste caso.

“Na verdade, o número de leitos não é divulgado no painel porque tecnicamente não tem importância. Para a população, o dado não trará controle sobre o número. O importante é saber a situação das internações, porque são as hospitalizações que vão nortear as decisões de enfrentamento da doença”, explica.

Rua 5 será interditada nesta sexta-feira (10) para nova ligação de esgoto

O trabalho para a instalação de uma nova ligação na rede de esgoto que será realizado pela BRK Ambiental, responsável pelos serviços de coleta e tratamento de esgoto em Rio Claro, interdita na manhã desta sexta-feira (10) a Rua 05 (cinco), no trecho entre as Avenidas 10 (dez) e 12 (doze), no Centro.

Os motoristas que trafegam pela via encontram desvio pela Avenida 10 (dez) e devem utilizar a Avenida Visconde do Rio Claro e a Avenida 12 (doze) para retornar ao trajeto inicial. Todo o trecho será sinalizado e os motoristas devem estar atentos às mudanças.

Os serviços têm início às 7h30 e devem ser concluídos até o final da manhã. Todos os esforços serão feitos para que a finalização do trabalho e a liberação do trânsito ocorram com brevidade.

Em caso de dúvidas, a BRK Ambiental presta atendimento telefônico gratuito pelo 0800 771 0001.

Informações também podem ser obtidas pela página da empresa na internet: http://www.brkambiental.com.br/rio-claro.

Jornal Cidade RC
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